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Acta Amazonica

Print version ISSN 0044-5967On-line version ISSN 1809-4392

Acta Amaz. vol.5 no.2 Manaus Aug. 1975

http://dx.doi.org/10.1590/1809-43921975052109 

BOTÂNICA

A study of the Floral Biology of Victoria amazonica (Poepp.) Sowerby (Nymphaeaceae)

Ghillean T. Prance1  2 

Jorge R. Arias2 

1— Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia e

2B. A. Krukoff Curator of Amazonian Botany, The New York Botanical Garden.

2— Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, Manaus.

Abstract

A field study of the floral biology of Victoria amazonica (Poepp.) Sowerby (Nymphaeaceae) was made for comparison with the many studies made in cultivated plants, of Victoria in the past. In the study areas in the vicinity of Manaus, four species of Dynastid beetles were found in flowers of V. amazonica, three of the genus Cyclocephala and one of Ligyrus. The commonest species of beetle proved to be a new species of Cyclocephala and was found in over 90 percent of the flowers studied. The flowers of V. amazonica attract beetles by their odour and their white colour on the first day that they open. The beetles are trapped in the flower for twenty-four hours and feed on the starchy carpellary appendages. Observations were made of flower temperature, which is elevated up to 11°C above ambient temperature, when the flower emits the odour to attract the beetles. Observations on beetle frequency, the number of floral parts, seed dispersal and the evolutionary development of cantharophily are also presented.

Sumário

Foi feito um estudo da biologia floral de Victoria amazonica (Poepp.) Sowerby (Nymphaeaceae) da região de Manaus, para comparar com os estudos feitos em laboratório por outros pesquisadores. Na área estudada. Município do Careiro, foram encontradas quatro espécies de besouros do gênero Cyclocephala (Scarabaeidae: Dynastinae). A espécie de besouro mais comum na área é uma espécie nova, e foi descrita pelo Dr. Sebo Endrödi, de Budapest. Esta espécie nova, C. hardyi, foi encontrada em noventa por cento (90%) das flores examinadas. As flores da Victoria atraem os besouros no primeiro dia em que elas se abrem, pelo aroma forte e pela cor branca das flores. Os besouros ficam presos dentro das flores por 24 horas, e alimentam-se dos apêndices dos carpelos, que possuem muito amido. Também foram feitas observações quanto a temperatura das flores. As flores quando abrem, podem apresentar uma temperatura de 9.5°C acima da temperatura do ar, devido às reações químicas produzindo o aroma. São apresentados ainda dados sobre a freqüência dos besouros nas flores, o número de peças florais da V. amazonica, dispersão das sementes, e sobre a evolução de cantarofila.

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