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Acta Amazonica

Print version ISSN 0044-5967On-line version ISSN 1809-4392

Acta Amaz. vol.15 no.3-4 Manaus Sep./Dec. 1985

http://dx.doi.org/10.1590/1809-43921985153301 

BOTÂNICA

Vegetation near Santa Teresinha, NE Mato Grosso.

George Eiten* 

*VEG - IB, Universidade de Brasilia, Brasilia, DF.

ABSTRACT

The Santa Tenesinha region in northeaster Mato Grosso has a varied vegetation which is principally hammock pantanal. The flat clayey alluvial ground between the hummocks is coveted with a continuous non-cerrado ground cover dominated by grasses but which harbors sedges and a lange herb flora. No woody plants grow in it. The tops of the 10-20m wide, slightly elliptical hummocks, 1.5-2 m high, 10-40 per hectare, are covered with cerrado plants: herbs, semlshrubs, thin- and thick-stemmed shrubs and low trees. For 4-5 months during the latter part of the rainy season, the regional water table rises to the surface and the ground between the hummocks becomes saturated or floods up to 1.5-2 m deep. The tops of the hummocks almost always remain above high water level. In the dry season the surface soil dries out completely. This alternation of saturation or shallow flooding and dryness, prevents woody plant, growth between the hummocks, and except for a few tolerant species, also prevents woody plant. growth on the lower part of the hummochs. The gallery forests in the pantanal are seasonally flooded more deeply but their soil does not dry out so thonoughly in the dry season so woody plant growth is not prevented.

RESUMO

Os arredores da cidade de Santa Teresinha, no Nordeste do mato Grosso, têm uma variada vegetação, de floresta terra firme, floresta ribeirinha, estacionalmente inundada, cerrado sobre terreno plano com solo profundo e sobre topos de espigões com solo arenoso raso e rochoso, bem como algumas veredas estreitas e áreas mais extensas de buritizais. Entretanto, a maior parte dos arredores da cidade, como é também o caso na Ilha do Bananal, no outro lado do Rio Araguaia, é coberta com um tipo de pantanal chamado "varjão", terreno não florestado, anualmente encharcado ou rasamente inundado por 4 - 5 meses de dezembro a março ou abril e fortemente ressecado durante a estação seca de junho a setembro. O varjão é salpicado com "monchões", montículas de terra de 10-20 m de diâmetro e 1,5-2 m de altura, 10-40 por hectare, originados provavelmente pela erosão diferencial da água que estacionalmente cobre o varjão. Os topos dos monchões que quase nunca estão cobertos pela água, sustentam uma flora de cerrado, com ervas, semi-arbustos, arbustos e árvores baixas. O solo argiloso, plano, aluvial, entre os monchões traz uma flora não de cerrado, de somente uma camada rasteira dominada por gramíneas de até 0.5 m de altura mas com muitas espécies de ervas e sem plantas lenhosas.

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