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Acta Amazonica

Print version ISSN 0044-5967On-line version ISSN 1809-4392

Acta Amaz. vol.15 no.3-4 Manaus Sep./Dec. 1985

http://dx.doi.org/10.1590/1809-43921985153310 

ECOLOGIA

The effect of deforestation on the water cycle in the amazon basin: an attempt reformulate the problem

J. R. Gat** 

Ε. Matsui*** 

Ε. Salati*** 

**The Weizmann Institute of Science, Rehovot, Israel.

***C.N.E.A., Piracicaba, SP, Brasil.

ABSTRACT

If widespread deforestation in Amazon results in reduced evaporative water flux, then either a decrease in evaporation is compensated locally by reduced rainfall,or else changed moisture balance expresses itself downwind in the yet undisturbed forest. The question of where rain will occur is crucial. It is suggested that the appearance of clouds and the occurrence of rainout is governed primarily by the interplay of local meteorologic and physical geography parameters with the atmospheric stability structure except for a few well-defined periods when rain is dominated by large scale atmospheric instability. This means that the study of these phenomena (local heat balances,studies on cloud formation mechanism, vertical atmospheric stability, etc.) must be made on the scale of the cloud size, a few tens of kilometers at most.

RESUMO

Se o desmatamento de grandes áreas no Amazonas resultar numa redução do fluxo de água evaporativa, ou a queda na evaporação é compensada localmente por uma redução na chuva, ou então a mudança no equilíbrio da humidade refletir-se-á na direção do vento,na floresta ainda não perturbada. A questão crucial é quando ocorrerão as chuvas. Sugere-se que o aparecimento de nuvens e ocorrência de chuvas são primordialmente determina dos pela interação dos parâmetros geográficos locais, meteorológicos e físicos, com a estrutura da estabilidade atmosférica, exceção feita a alguns períodos bem definidos quando a chuva é dominada em larga escala por uma instabilidade atmosférica. Isto significa que o estudo destes fenômenos (balanço térmico local, estudos sobre o mecanismo de formação de nuvens, estabilidade atmosférica vertical, etc.) deve ser feito de acordo com a extensão das nuvens, no máximo a algumas dezenas de quilômetros.

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