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Memórias do Instituto Oswaldo Cruz

Print version ISSN 0074-0276On-line version ISSN 1678-8060

Mem. Inst. Oswaldo Cruz vol.81 no.1 Rio de Janeiro Jan./Mar. 1986

http://dx.doi.org/10.1590/S0074-02761986000100001 

Behavior of triatomines (Hemiptera: Reduviidae) vectors of Chagas' disease: I. Courtship and copulation of Panstrongylus megistus (Burm-1835) in the laboratory

Marli Maria Lima1 

Pedro Jurberg1 

Josimar Ribeiro de Almeida2 

Instituto Oswaldo Cruz, Departamento de Biologia, Rio de Janeiro, Brasil

Fundação Oswaldo Cruz, Setor de Ecologia, Rio de Janeiro, Brasil

ABSTRACT

A study of the courship and copulation behaviour of Panstrongylus megistus was carried out in the laboratory. fifty-five newly-fed virgin couples were used. Experiments were performed during the day (9:00 to 12:00 a.m.) and at night (7:00 to 10:00 p.m). Behaviour was recorded by direct observation and was found to consist of the following sequence of behavioral patterns: the male approached the female and jumped on her or mounted her; he took on a dorsolateral position and immobilized the female dorsally and ventrally with his three pairs of legs; the male genital was placed below those of the female; the paramers of the male immobilized the female's genitals; copulation started. The couple joined by the iniciative of the male. The female could be receptive and accept copulation, or nonreceptive and reject the male. Copulation occurred more often on the occasion of the first attempt by the male. Duration of copulation was X = 29.3 ± 9.3 min (CV = 83%). No behavioral differences were observed couples tested during the day or at night.

Key words: courship; mating; reproduction

RESUMO

O estudo do comportamento de cópula de Panstrongylus megistus foi feito em laboratório. Foram utilizados 55 casais virgens, recém-alimentados. As experiências efetuaram-se de dia (9-12h) e à noite (19-21h). O registro do comportamento foi feito por observação direta, constatando-se uma seqüência de padrões comportamentais caracterizados por: o macho se aproxima e salta sobre a fêmea; assume posição dorso-lateral e imobiliza a fêmea, dorsal e ventralmente, com os três pares de patas; a genitália masculina se coloca abaixo da feminina; os parâmeros do macho atuam na imobilização da genitália da fêmea; iniciam a cópula. A aproximação dos casais se dá por iniciativa do macho, podendo a fêmea estar receptiva, facilitando a cópula, ou não receptiva, rejeitando o macho. A cópula é mais freqüente na primeira tentativa do macho. A duração do período de cópula foi de X = 29.3 + ou - 9.1 min (CV = 83%). Não houve diferenças comportamentais entre os casais testados durante o dia e à noite.

 

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