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Summa Phytopathologica

versão impressa ISSN 0100-5405

Summa phytopathol. vol.39 no.2 Botucatu abr./jun. 2013

https://doi.org/10.1590/S0100-54052013000200004 

ARTIGOS

 

Etiologia e quantificação dos agentes causais de manchas foliares na cultura do trigo nas safras 2008 a 2011

 

Etiology and quantification of causal agents of wheat leaf spots in 2008 to 2011 growing seasons

 

 

Rosane Fátima Baldiga ToninI*; Erlei Melo ReisI, II; Anderson Luiz Durante DanelliI

IFaculdade de Agronomia e Medicina Veterinária, Laboratório de Fitopatologia - Micologia, Universidade de Passo Fundo - UPF, 99001, Passo Fundo, RS, Brasil
IIProfessor da FAMV/PPGAgro/UPF

 

 


RESUMO

A cultura do trigo é uma das opções mais importantes para cultivo na safra de inverno. Entre as doenças foliares a mancha-amarela da folha, a mancha marrom e a septoriose são citadas como as mais frequentes em trigo. Este trabalho teve como objetivo identificar e quantificar os fungos fitopatogênicos associados a sintomas de manchas foliares em cultivares de trigo, nas Regiões tritícolas de Valor de Cultivo e Uso (VCU). Foram analisadas 162 amostras coletadas nas safras 2008 a 2011, oriundas dos Estados do Paraná, Santa Catarina, Minas Gerais, São Paulo e Rio Grande do Sul. Discos foliares assépticos, 25 por amostra, foram distribuídos em gerbox, constituindo uma câmara úmida e incubados a temperatura de 25ºC e fotoperíodo de 12 horas. Após um período de incubação de oito dias, foi realizada a avaliação, identificando e quantificando a incidência dos fungos presentes nos discos foliares. Constatou-se a ocorrência de Bipolaris sorokiniana, Drechslera tritici-repentis, D. siccans e Stagonospora nodorum associados às lesões foliares em trigo. Verificou-se na safra 2008, a predominância de D. siccans com incidência de 0 a 75 % nas amostras avaliadas, sendo o primeiro relato desta espécie, em trigo, no Brasil. Na média das safras avaliadas B. sorokiniana apresentou incidência de 7,6 % e frequência de 53,1%, D. tritici-repentis apresentou incidência de 59,2 % e frequência de 90,6 %, D. siccans incidência de 11,0 % e freqüência de 48,1 % e S. nodorum com incidência e frequência de 1,55 % e de 2,2 %, respectivamente.

Palavras-chave: Triticum aestivum, Drechslera, Bipolaris, Stagonospora, ocorrência.


ABSTRACT

The wheat (Triticum aestivum L.) crop is one of the most important options for cultivation in the winter season. Among the foliar diseases, yellow leaf spot, brown-spot and septoriosis, are cited as the most frequent leaf spot in wheat. This study aimed to identify and quantify the pathogenic fungi associated with leaf spot symptoms in wheat cultivars in Regions of Value for Cultivation and Use (RVCU). One hundred and sixty two samples collected in 2008 to 2011 season, in wheat field in the states of Paraná, Santa Catarina, Minas Gerais, São Paulo and Rio Grande do Sul were analysed. Twenty five aseptic leaf discs per sample were distributed in a moist chamber within a gerbox and incubated at 25 ºC and 12 hours photoperiod. After incubation for eight days the identification and quantification of the fungi incidence present in leaf discs were performed. In the 2008 season, there was a predominance of Drechslera siccans with an incidence of 0 to 75 %, being the first report of this species in wheat, Brazil. On the seasons average B. sorokiniana showed a 7.6 % incidence and 53.1 % frequency, D. tritici-repentis presented an incidence of 59.2 % and 90.6 % frequency, D. siccans incidence of 11.0 % and 48.1 % frequency, and S. nodorum with incidence and frequency of 1.55 % and 2.2 %, respectively.

Additional keywords: Triticum aestivum, Drechslera, Bipolaris, Stagonospora, occurrence.


 

 

O trigo (Triticum aestivum L.) ocupa papel de destaque dentre os cereais produzidos no Brasil, tendo uma importante função econômica e social. Apesar dessa importância, seu potencial produtivo não tem sido explorado devidamente (1).

A produção nacional de trigo na safra 2011/12 foi de 5.788 milhões de toneladas, com rendimento médio de 2.672 Kg/ha e o consumo de 11 milhões de toneladas. A área cultivada foi de 2.166,2 mil hectares, distribuídos nas regiões centro-oeste, sul e sudeste (5).

As limitações ocorrentes para produzir trigo são a suscetibilidade dos cultivares, a agressividade dos fungos agentes causais de doenças, o excesso de chuva, o acúmulo de dias nublados e a monocultura em plantio direto favoráveis à ocorrência e ao aumento da intensidade das doenças (11).

Devido às condições ambientais adversas, aliadas à suscetibilidade das cultivares e dependendo das práticas culturais, o trigo pode ter seu rendimento prejudicado pelo ataque de doenças causadas por fungos. Os danos no rendimento e na qualidade dos grãos são maiores quando várias doenças ocorrem simultaneamente na lavoura. Entre estas, destacam-se as que incidem na parte aérea da cultura, como a ferrugem, o oídio e as manchas foliares (13).

Os danos causados pelas doenças foliares são atribuídos principalmente à redução da atividade fotossintética da planta (2). O oídio [Blumeria (Sin. Erysiphe) graminis Speer f.sp. tritici Marchal], a ferrugem da folha (Puccinia triticina Eriks.), a mancha-amarela [Drechslera tritici-repentis (Died.) Drechs.], a mancha marrom [Bipolaris sorokiniana (Sacc.) Shoem.] e a septoriose [Stagonospora nodorum (Berk.) Berk.], são as principais doenças foliares na Região Sul do Brasil (14).

As principais manchas foliares são a mancha-amarela, a mancha-marrom e a septoriose. Os agentes causais causam lesões necróticas com halo clorótico nas folhas e sobrevivem em semente e restos culturais. As manchas foliares ocorrem e têm maior intensidade quando são utilizadas sementes infectadas ou quando o trigo é cultivado sob monocultura em sistema de plantio direto (12; 17).

A redução na produtividade pode atingir até 80% para mancha marrom (8), até 48% para mancha amarela (10) e até 31% para septoriose (3).

O presente trabalho teve como objetivo identificar e quantificar os fungos fitopatogênicos associados a sintomas de manchas foliares em cultivares de trigo, nas regiões de Valor de Cultivo e Uso (VCU), I, II, III e IV, no período de 2008 a 2011.

 

MATERIAL E MÉTODOS

O trabalho foi conduzido no Laboratório de Fitopatologia - Micologia da Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária da Universidade de Passo Fundo - RS, nos anos de 2008 a 2011.

Amostras de folhas de trigo com sintomas de manchas foliares, provenientes de lavouras de trigo do estado do Paraná, Santa Catarina, Minas Gerais, São Paulo e Rio Grande do Sul, foram analisadas nos anos de 2008, 2009, 2010 e 2011. Daquelas, 16 amostras foram da safra de 2008, 76 de 2009, 36 de 2010 e 34 de 2011, totalizando 162 amostras.

Para o isolamento foram cortados discos foliares contendo parte da mancha e do tecido sadio, de 9,0 mm de diâmetro e submetidos à assepsia. A assepsia dos discos foliares foi realizada pela imersão em solução de álcool 99%, lavando-os ligeiramente em água destilada e, em seguida, transferidos para uma solução aquosa de hipoclorito de sódio 1%, por três minutos e, novamente lavados com água esterilizada. Posteriormente, 25 discos/amostra foram distribuídos em caixas de acrílico, tipo gerbox de poliestireno cristal (11 x 11 x 3,5 cm de altura), contendo no fundo do recipiente uma camada de espuma de nylon (5 mm) e duas folhas sobrepostas de papel filtro, saturadas com água destilada e esterilizada, constituindo uma câmara úmida.

A incubação foi conduzida em ambiente controlado, câmara de crescimento com temperatura de 25 ºC e fotoperíodo de 12 horas proporcionadas por três lâmpadas fluorescentes OSRAM Universal, 40 watts de potência, localizadas a 50 cm acima dos gerbox.

Após um período de incubação de oito dias, foi realizada a avaliação, com um microscópio estereoscópico, identificando e quantificando a incidência dos fungos presentes nos discos foliares. Por incidência entende-se o número de discos que estavam doentes, expresso em percentagem ou proporção, do número total de unidades avaliadas (4).

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Associados ao quadro sintomático de folhas de trigo foram identificados quatro fungos agentes causais de manchas foliares: B. sorokiniana, D. tritici-repentis, D. siccans e S. nodorum.

Analisando as amostras referentes à safra agrícola de 2008 (Tabela 1), B. sorokiniana apresentou incidência de 0 a 30 % (média de 5,9 %), D. tritici-repentis de 0 a 72 % (média de 18,0 %) e D. siccans de 0 a 75 % (média de 36,0 %).

Nas amostras analisadas no ano de 2009 (Tabela 2) foi observado B. sorokiniana com incidência de 0 a 100 % (média de 15,0 %), D. tritici-repentis com incidência de 12 a 100 % (média de 66,1 %), e D. siccans de 0 a 24 % (média de 3,1 %).

Na safra de 2010, a incidência de B. sorokiniana oscilou entre 0 a 21 % (média de 2,2 %), D. tritici-repentis entre 0 a 100 % (média de 86,4 %) e D. siccans entre 0 a 16 % (média de 2,1 %) (Tabela 3).

Na avaliação das amostras do ano 2011, foi observada incidência de B. sorokiniana de 0 a 35 % (média de 7,5 %), de 0 a 96 % (média de 66,3 %) para D. tritici-repentis, de 0 a 20 % (média de 3,1 %), para D. siccans e de 0 a 100 % (média de 6,2 %) e para S. nodorum (Tabela 4).

Quando se considera as regiões tritícolas de VCU (6), foram constatado na safra 2008, frequências de B. sorokiniana de 56,2 %, D. tritici-repentis de 62,5 % e D. siccans de 87,5 % (Tabela 1), na região VCU I.

Considerando a safra de 2009, a frequência de B. sorokiniana foi de 69,7 %, D. tritici-repentis de 100,0 % e D. siccans de 32,9 % (Tabela 2), na região de VCU I, II e III. Na safra 2010 a frequência de B. sorokiniana foi de 30,5 %, D. tritici-repentis de 100,0 % e D. siccans de 33,3 % (Tabela 3), na região de VCU I, II e III e frequência de 55,9 % de B. sorokiniana, 100,0 % de D. tritici-repentis, 38,2 % de D. siccans e S. nodorum de 8,8 %, respectivamente, na safra 2011(Tabela 4) na região de VCU I, II, III e IV.

Observou-se a ocorrência dos fungos B. sorokiniana e D. tritici-repentis nas regiões de VCU I, considerada fria/úmida/alta, região de VCU II sendo moderadamente quente/úmida/baixa, região de VCU III, considerada quente/moderadamente seca/baixa do estado e região de VCU IV sendo quente/seca - Cerrado. Drechslera siccans foi detectado nas regiões VCU I e II, não sendo encontrado na região VCU III e IV, sendo o mesmo observado para S. nodorum.

O fungo D. siccans foi constatado pela primeira vez em amostras foliares de trigo, constituindo assim, o primeiro relato da ocorrência dessa espécie no Brasil. Anteriormente, este gênero era encontrado somente em azevém (Lolium multiflorum L.) e, atualmente, está causando danos na cultura do trigo. Nas amostras do ano de 2008 a incidência e a frequência de D. siccans foram superiores a D. tritici-repentis e a B. sorokiniana (Tabela 1).

Stolte (16), em trabalho de determinação da etiologia de manchas foliares do trigo na safra de 2005, detectou a presença de uma outra espécie de Drechslera distinta de D. tritici-repentis, provavelmente D. siccans, com incidência de 2,0 a 20,0 %.

Amostras correspondentes à safra agrícola 2009 apresentaram incidência e frequência superiores de D. tritici-repentis em relação à B. sorokiniana e à D. siccans (Tabela 2).

Na análise das amostras da safra 2010, o fungo D. tritici-repentis também apresentou maior frequência e incidência sendo que apenas os fungos dos gêneros Drechslera e Bipolaris foram detectados (Tabela 3). A partir da safra 2006, tem sido observado dificuldade de controle da mancha-amarela em diversas regiões do Brasil. Sendo D. tritici-repentis o fungo com maior incidência e frequência, é provável que tenha ocorrido redução de sua sensibilidade aos fungicidas empregados nas lavouras de trigo.

Dados referentes à safra 2011, mostram a ocorrência dos fungos D. tritici-repentis, B. sorokiniana, D. siccans e S. nodorum, sendo que a presença de S. nodorum foi registrada somente nesta safra, não se observando nas demais (Tabela 4).

Nota-se que, em nenhuma das amostras analisadas (estados do Paraná, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, São Paulo e Santa Catarina) foi identificado o fungo S. tritici. Conforme Reunião (15), as principais manchas foliares do trigo, na região sul do Brasil, são a mancha-amarela da folha, causada por Drechslera spp., a mancha marrom causada por B. sorokiniana e a septoriose causada por S. nodorum; os resultados encontrados no presente estudo confirmam o citado em Reunião (15).

Considerando as 162 amostras analisadas (Tabela 5), na média, B. sorokiniana apresentou incidência de 7,6 % e frequência de 53,1 %, D. tritici-repentis com incidência de 59,2 % e frequência de 90,6 %, D. siccans apresentou incidência e frequência de 11,0 % e 48,1 %, respectivamente, e S. nodorum com incidência de 1,6% e frequência de 2,2 %. Nota-se que nas safras de 2009, 2010 e 2011 a maior incidência e frequência foi de D. tritici-repentis.

Danelli et al. (7), em estudos de etiologia e intensidade de manchas foliares em cultivares de trigo, em três locais do Rio Grande do Sul/Brasil, relataram que os principais fungos causadores de manchas foliares em Passo Fundo, Santo Augusto e Vacaria foram B. sorokiniana (0,67%), D. siccans (18,0%), D. tritici-repentis (43,0%) e S. nodorum (51,0%), registrando também a presença de D. siccans e o ressurgimento de S. nodorum, que conforme os resultados obtidos no trabalho, foi detectada somente na safra 2011.

Prestes et al. (9), em estudos sobre a incidência de manchas foliares em trigo, descreveram que dentre os fungos associados às manchas foliares houve a predominância na seguinte ordem, S. nodorum, D. tritici-repentis e B. sorokiniana.

Na comparação das médias de incidência das regiões de VCU analisadas (Tabela 6), D. tritici-repentis apresentou a maior incidência nas quatro regiões, seguido de B. sorokiniana, D. siccans e S. nodorum. Registrou-se a maior incidência de D. tritici-repentis na região de VCU III, considerada quente/moderadamente seca/baixa (77,7 %), seguido da região VCU II (74,4 %), VCU IV (68,0 %) e região de VCU I (56,7 %). B. sorokiniana, apresentou maior incidência na região VCU IV. A incidência média nas regiões de VCU I, II, III e IV foi de 9,3 %, 7,1 %, 6,4 % e 9,4 %, respectivamente. Por outro lado, para D. siccans foi registrado maior incidência na região de VCU I (12,9 %) e S. nodorum com maior incidência na região de VCU II, não sendo detectado sua presença na região de VCU III e IV.

Os dados obtidos mostram que a ocorrência dos fungos associados às manchas foliares em trigo variam conforme o ano e o local de cultivo e/ou das condições climáticas predominantes na região, que desempenham importante papel na epidemiologia das doenças.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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Data de chegada: 09/01/2013
Aceito para publicação em: 13/04/2013

 

 

*Autor para correspondência: Rosane Fátima Baldiga Tonin (rosanetonin@yahoo.com.br)

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