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Revista Paulista de Pediatria

versão impressa ISSN 0103-0582

Rev. paul. pediatr. vol.31 no.2 São Paulo jun. 2013

http://dx.doi.org/10.1590/S0103-05822013000200021 

RELATO DE CASO

 

Recidiva de urticária crônica decorrente de reinfecção por Helicobacter pylori

 

 

Dayanne Mota V. BrusckyI; Luiz Alexandre R. da RochaI; Aldo José F. CostaII

IResidência em Alergia e Imunologia Clínica pelo Hospital das Clínicas da UFPE (HC-UFPE); Alergologista e Imunologista do Centro de Pesquisas em Alergia e Imunologia do HC-UFPE, Recife, PE, Brasil
IIDoutor em Nutrição pela UFPE; Alergologista e Imunologista do Centro de Pesquisas em Alergia e Imunologia do HC-UFPE, Recife, PE, Brasil

Endereço para correspondência

 

 


RESUMO

OBJETIVO: Descrever, em uma adolescente do sexo feminino, o caso clínico de urticária crônica associado à infecção por Helicobacter pylori confirmado em dois momentos distintos, com melhora após a terapêutica antibacteriana.
DESCRIÇÃO DO CASO: Paciente do sexo feminino, 13 anos, procurou atendimento médico com urticária crônica e dores epigástricas sem resposta ao tratamento medicamentoso. Os exames solicitados para investigação complementar apresentaram-se normais, exceto a endoscopia digestiva alta com biópsia, que evidenciou gastrite crônica ativa moderada associada ao Helicobacter pylori. Foi iniciado o tratamento adequado para a bactéria em questão e a paciente apresentou remissão dos sintomas. Nova endoscopia digestiva alta para controlar o tratamento após nove meses estava normal. Cinco anos depois, a paciente procurou novamente o ambulatório queixando-se de retorno do quadro de urticária e dores epigástricas. Ela se encontrava em uso de anti-histamínico, sem melhora. Foi novamente submetida a protocolo de exames para investigar urticária crônica, com resultados dentro da normalidade. Foi submetida à endoscopia digestiva alta, que apresentou teste da urease positivo. Iniciou-se então novo tratamento para Helicobacter pylori por sete dias, com desaparecimento da urticária crônica e das dores epigástricas.
COMENTÁRIOS: O caso relatado sugere relação causal entre o diagnóstico positivo para o Helicobacter pylori e a ocorrência do quadro de urticária crônica, com instituição de terapêutica eficaz para tal bactéria e remissão dos sintomas. A urticária crônica é uma doença de etiopatogenia complexa e, apesar das controvérsias, as evidências do envolvimento do Helicobacter pylori com doenças extraintestinais vêm crescendo, entre elas a urticária crônica.

Palavras-chave: urticária; Helicobacter pylori; adolescente.


 

 

Introdução

A urticária é uma doença cutâneo-mucosa caracterizada por lesões eritematosas, edematosas e pruriginosas da derme e/ou hipoderme, resultante da degranulação de mastócitos e basófilos, além da liberação de mediadores inflamatórios, principalmente a histamina(1-4). Acomete 15 a 25% da população em algum momento da vida, sendo classificada em aguda (lesões que duram menos de seis semanas) ou crônica (quando há lesões além desse período, diariamente ou na maioria dos dias da semana(1)). A urticária crônica (UC) é responsável por 1% dos casos de urticária(5), principalmente em mulheres na terceira e quarta décadas de vida(6). Na faixa etária pediátrica, estima-se que entre 0,1 a 3,0% das crianças sejam acometidas(6). O diagnóstico etiológico, quando possível, é baseado na história clínica, no exame físico e em exames complementares direcionados para cada situação. Para tratar adequadamente, é importante definir a etiologia, identificar e evitar prováveis desencadeantes, além de utilizar medicamentos específicos que atuem na causa e/ou controlem os sintomas. Os medicamentos mais utilizados como primeira linha do tratamento são os anti-histamínicos H1 e, como segunda linha, os corticosteroides, antagonistas de leucotrieno, anti-histamínicos H2, imunossupressores, anticorpo monoclonal (omalizumab) e imunoglobulina humana endovenosa(1-2).

A UC possui uma ampla variedade de fatores etiológicos, dentre eles infecções e infestações crônicas(1,3,7). A infecção por Helicobacter pylori vem sendo motivo de investigação como causa etiológica para a UC nos últimos anos(3,5,7-11). O Helicobacter pylori infecta aproximadamente 50% da população mundial(12). No Brasil, a prevalência do Helicobacter pylori tem sido relatada com taxas que variam de 34 a 80% em adultos e crianças(12). Há maior incidência desta infecção na infância, principalmente em locais de menor nível socioeconômico(13).

O diagnóstico da infecção por Helicobacter pylori é realizado por testes não endoscópicos e endoscópicos. Dentre os não endoscópicos, menos invasivos, estão disponíveis a sorologia, o teste respiratório com ureia marcada e a pesquisa com o uso de anticorpos monoclonais de antígenos específicos do Helicobacter pylori nas fezes. Os testes endoscópicos, realizados por meio da endoscopia digestiva alta (EDA), utilizando material coletado por biópsia gástrica, são: urease, histopatologia e cultura(13). O tratamento padrão para erradicá-la é feito com esquema tríplice de medicamentos (inibidor de bomba de prótons – IBP, amoxicilina e claritromicina entre 7 e 14 dias), com taxa de erradicação de 70 a 80%(14). Após o tratamento é possível que a doença recorra, principalmente em países em desenvolvimento, quando comparados aos desenvolvidos, com taxas de 12% nos primeiros e 1,5% nos últimos(15). Quando há recorrência após um ano do tratamento, esta aparenta estar mais relacionada a uma nova exposição do que à reativação da infecção(15).

Vários mecanismos fisiopatológicos pretendem explicar a associação entre UC e Helicobacter pylori. Primeiramente, uma reação imunológica mediada por imunoglobulina E (IgE) relacionada à infecção pela bactéria, já que os pacientes com os valores maiores dessa imunoglobulina ao diagnóstico apresentam melhora mais evidente dos sintomas de UC após o tratamento(5). Em segundo lugar, a formação de autoanticorpos induzida pelo envelope celular imunogênico da bactéria(1,2), com similaridade molecular ao anticorpo antiperoxidase tireioidiano(16). Por último, a presença de tal micro-organismo na mucosa gástrica estimula os eosinófilos ativados a secretarem proteínas citotóxicas envolvidas na fisiopatologia da urticária, além de interferir na produção de citocinas pró-inflamatórias e na expressão de epítopos de adesão a células endoteliais, levando a uma resposta imune sistêmica(5). Há ainda produtos do Helicobacter pylori, como urease, protease, fosfolipase ou citocinas, que podem desencadear a ativação do sistema de complemento(3).

O objetivo deste artigo foi descrever um caso clínico de UC em adolescente do sexo feminino com forte associação causal com a infecção por Helicobacter pylori, confirmada em dois momentos distintos, com melhora dos sintomas após o tratamento. A publicação da descrição deste caso foi aprovada pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).

 

Descrição do caso

A paciente do sexo feminino iniciou acompanhamento no setor de Alergia e Imunologia do Hospital das Clínicas da UFPE (HC-UFPE) em 2006, aos 13 anos, por apresentar urticária havia um mês. Tinha feito uso de desloratadina, 5mg/dia, durante sete dias, e estava em uso de prednisona, 40mg/dia, há mais de 15 dias, com melhora discreta do quadro clínico. No interrogatório sintomatológico, possuía história de rinite alérgica intermitente leve, além de dor epigástrica em queimação e sensação de plenitude gástrica há 2 meses, que melhorava com o uso de Omeprazol, 20mg/dia. A paciente relatou passado de asma na idade escolar. Na história familiar, a genitora relatou ter asma e hipersensibilidade à dipirona. Ao exame físico, apresentou lesões urticariformes no dorso do tronco. O hemograma mostrava-se normal e a IgE total era de 272UI/mL. Durante os quatro meses seguintes, a paciente foi sucessivamente tratada com hidroxizina, 50mg/dia, desloratadina, 5mg/dia, e ranitidina, 300mg/dia. Posteriormente, continuou com hidroxizina, 50mg/dia, desloratadina, 5mg/dia, e prednisona, 40mg/dia por 5 dias, sem melhora significativa. Em seguida, acrescentaram-se o montelucaste, 10mg/dia e, por último, a rupatadina, 10mg/dia, como monoterapia em substituição aos outros medicamentos, sem alteração do quadro.

Foi realizada extensa investigação etiológica por meio de exames diagnósticos complementares. Hemograma, testes bioquímicos, funções renal, hepática e da tireoide apresentaram-se normais; raios X de face, tórax e ultrassonografia de abdome também se encontravam dentro da normalidade; o sedimento urinário não tinha anormalidades e a cultura de urina não mostrava crescimento bacteriano. As culturas de orofaringe e vaginal demonstraram flora bacteriana habitual; os anticorpos antitireoglobulina e antiperoxidase não foram detectados; o teste antigênico não-treponêmico (VDRL) não era reagente; as sorologias para Toxoplasma gondii, rubéola e citomegalovírus mostravam imunoglobilina G (IgG) presente e imunoglobulina M (IgM) não detectada; as dosagens de imunoglobulinas séricas A, E, G e M e complementos também estavam normais. Foi realizada avaliação psicológica da paciente e da genitora no ambulatório de adolescência, não sendo evidenciadas alterações comportamentais ou de humor.

Como não foi verificada melhora significativa do quadro de urticária e por ter ocorrido piora progressiva dos sintomas gastrintestinais, solicitou-se uma EDA com pesquisa para o Helicobacter pylori. O resultado da EDA com biópsia evidenciou gastrite crônica ativa moderada associada ao Helicobacter pylori. Foi iniciado o tratamento com amoxacilina (2g/dia), claritromicina (1g/dia) e omeprazol (40mg/dia) durante sete dias. A paciente foi orientada a manter uso de rupatadina por mais sete dias. Após 25 dias, quando estava sem uso de anti-histamínico, sem queixas gastrintestinais e o quadro urticariforme era discreto (as lesões surgiam de forma fugaz e ocasionalmente), foi submetida ao teste do soro autólogo, que se mostrou não reator. As lesões se tornaram ocasionais e, por fim, cessaram. Realizou nova EDA com biópsia para controlar o tratamento após nove meses, que demonstrou mucosa gástrica normal e ausência de Helicobacter pylori.

Em 2011, com 19 anos, a paciente procurou novamente o Ambulatório de Alergia e Imunologia do HC-UFPE, queixando-se de retorno do quadro de urticária havia dois meses, associado a dores epigástricas. Estava em uso de fexofenadina, 180mg/dia, sem melhora. Foi novamente submetida ao protocolo de exames para procurar UC: hemograma, bioquímica, funções renal, hepática e de tireoide normais; sedimento de urina normal; anticorpos antitireoglobulina e antiperoxidase não detectados; VDRL não reagente; sorologias para Toxoplasma gondii e citomegalovírus com IgG presente e IgM não detectada; dosagens séricas de imunoglobulinas A e M e complementos normais; fator antinúcleo (FAN) e reumatoide não detectados; parasitológico de fezes normal e sorologia para HIV não reagente. Decorrente da história pregressa e atual, também foi realizada EDA e, apesar de a mucosa mostrar-se normal macroscopicamente, o teste da urease foi positivo, corroborando o diagnóstico de reinfecção por Helicobacter pylori. Foi iniciado então novo tratamento com amoxicilina (2g/dia), claritromicina (1g/dia) e omeprazol (40mg/dia) por sete dias, com o desaparecimento da sintomatologia da UC e das dores epigástricas.

 

Discussão

A UC possui etiopatogenia complexa, com diversos mecanismos imunológicos e/ou inflamatórios envolvidos, além de fatores desencadeantes e exacerbantes, apresentando as infecções com papel de destaque. O caso relatado sugere fortemente uma relação causal entre o diagnóstico de infecção pelo Helicobacter pylori e a ocorrência do quadro de UC, bem como a instituição de terapêutica eficaz para tal bactéria e a remissão dos sintomas de UC no primeiro episódio e na reinfecção.

Encontrar a etiologia para UC não é tarefa fácil e, segundo Ferrer(6), até 75% dos pacientes submetidos à investigação detalhada terão a sua causa indefinida, recebendo assim a denominação de UC espontânea (UCE). Por ser uma doença comumente encontrada nos ambulatórios e em emergências, além de causar grande impacto na qualidade de vida do paciente, deve ser devidamente investigada a partir de anamnese e exame físico detalhados, associados aos exames complementares dirigidos especificamente para a história relatada.

Nos últimos anos vêm crescendo as evidências do envolvimento do Helicobacter pylori em diversas doenças extraintestinais, entre elas a UC e, ao se considerar a alta prevalência em países em desenvolvimento, justifica-se a investigação diagnóstica para essa bactéria nos pacientes com UC, sem etiologia conhecida, mesmo sem sintomas gastrintestinais, como visto por Sackesen et al(17). No caso relatado, devido à história clínica de epigastralgia, aos exames diagnósticos complementares que não demonstravam a etiologia do quadro de UC e à persistência da urticária, realizou-se a EDA, a qual evidenciou gastrite associada ao Helicobacter Pylori. Após a instituição de terapêutica específica, houve a remissão do quadro clínico apresentado.

A relação da infecção por Helicobacter pylori com a UC tem sido discutida há muitos anos, porém, com conclusões controversas. Em 2009, Wedi et al(3) relataram benefícios da erradicação da bactéria em pacientes com UC em 13 estudos (incluindo 322 pacientes), contra nove (164 pacientes) sem benefícios. Nos estudos que mostraram benefício com a instituição da terapêutica, 84% dos pacientes demonstraram melhora significativa ou completa remissão da UC após a erradicação da bactéria, em contraste com 45% dos infectados e não tratados e 29% dos não infectados e não tratados. Após agrupar os trabalhos (com e sem benefício), a taxa de remissão da urticária com a erradicação do Helicobacter pylori foi de 61,5%, comparada com 33,6% quando a bactéria não foi erradicada e 29,7% naqueles não infectados e não tratados, com significância estatística (p<0,001).

Em 2010, Shakouri et al(10) avaliaram 19 estudos, 17 observacionais e 2 aleatorizados, duplo-cegos e controlados, sendo que dez mostraram benefício da erradicação da bactéria na resolução dos sintomas de UC. Como a maioria destes estudos é observacional, realizada com um número pequeno de pacientes e seguimento curto, a interpretação dos resultados foi prejudicada e o grau de recomendação para o tratamento foi baixo. Em investigação de fatores etiológicos para diversas formas de urticária, três dos 17 pacientes do grupo de UC, assintomáticos do ponto de vista gastrintestinal, mostraram pesquisa positiva para Helicobacter pylori. Um destes pacientes, um adolescente de 13 anos, apresentou resolução da UC após tratamento para erradicar a bactéria(17).

Desta forma, apesar da controvérsia, a infecção por Helicobacter pylori deve ser lembrada na investigação de paciente com UC, principalmente naqueles com queixas gastrintestinais altas associadas, visto que o tratamento de erradicação da bactéria pode eliminar os sintomas e, consequentemente, promover uma melhora significativa na qualidade de vida de tais pacientes. Há, contudo, a necessidade de estudos duplo-cegos e controlados com um maior número de pacientes e acompanhamento em longo prazo para elucidar o real papel dessa bactéria na etiologia da UC.

 

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Endereço para correspondência:
Aldo José Fernandes Costa
Avenida Engenheiro Domingos Ferreira, 2842/1.002 – Edifício Torre Madrid Residence – Boa Viagem
CEP 51020-030 – Recife/PE
E-mail: aldojfcosta@gmail.com

Recebido em: 1/5/2012
Aprovado em: 14/9/2012
Conflito de interesses: nada a declarar

 

 

Instituição: Centro de Pesquisas em Alergia e Imunologia do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Recife, PE, Brasil

 

 

Errata

Rev Paul Pediatr 2013;31(2):272-5

No artigo: BRUSCKY, Dayanne Melo V.; ROCHA, Luiz Alexandre R. da; COSTA, Aldo José F.. Recurrence of ch -ronic urticaria caused by reinfection by Helicobacter pylori.  Rev. paul. pediatr. São Paulo , v. 31,  n. 2,  jun.  2013. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-05822013000200021&lng=pt&nrm=iso>. Acessos em: 20 mar. 2014. http://dx.doi.org/10.1590/S0103-05822013000200021.

Onde se lê: Dayanne Melo V

Leia-se: Dayanne Mota V

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