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Revista de Odontologia da Universidade de São Paulo

Print version ISSN 0103-0663

Rev Odontol Univ São Paulo vol. 11 no. 4 São Paulo Oct./Dec. 1997

http://dx.doi.org/10.1590/S0103-06631997000400010 

AVALIAÇÃO DA PREVALÊNCIA DE CÁRIE DENTÁRIA EM ESCOLARES DO MUNICÍPIO DE PIRACICABA, SP, BRASIL, APÓS 25 ANOS DE FLUORETAÇÃO DAS ÁGUAS DE ABASTECIMENTO PÚBLICO

EVALUATION OF DENTAL CARIES PREVALENCE IN STUDENTS FROM PIRACICABA, SP, BRAZIL, AFTER 25 YEARS OF FLUORIDATION OF THE PUBLIC WATER SUPPLY

 

Roberta Tarkany BASTING *
Antonio Carlos PEREIRA **
Marcelo de Castro MENEGHIM ***

 

 

BASTING, R. T. et al. Avaliação da prevalência de cárie dentária em escolares do município de Piracicaba, SP, Brasil, após 25 anos de fluoretação das águas de abastecimento público. Rev Odontol Univ São Paulo, v. 11, n. 4, p. 287-292, out./dez. 1997.

A fluoretação das águas de abastecimento público é considerada o método de prevenção de cáries mais efetivo em termos de abrangência coletiva. Além disso, trata-se de uma medida simples, econômica, segura e eficaz. Graças a essa medida, associada ao uso de dentifrícios fluoretados e aos programas preventivos implantados nos municípios, o país experimenta uma redução da prevalência de cárie. Este trabalho tem por objetivo avaliar a evolução das prevalências de cárie dentária nos anos de 1971 (início da fluoretação das águas de abastecimento público), 1977, 1980, 1992 e 1996, na cidade de Piracicaba, SP, Brasil. Comparando-se as prevalências de cárie em escolares de 7 a 12 anos, de ambos os sexos, nos anos de 1971 a 1996, verificou-se uma redução do índice CPOD de 79%. Foi observado que, no levantamento epidemiológico de 1996, o índice CPOD foi igual a 2,0 para os 12 anos de idade, superando as metas da OMS para o ano 2000. Verificou-se uma redução de cárie estatisticamente significante (no nível de 5%), ao se compararem as prevalências em escolares de Piracicaba nos últimos 25 anos de fluoretação das águas de abastecimento. Busca-se discutir os resultados desses levantamentos com os de outras localidades, bem como fazer uma análise em relação às recomendações da OMS para o ano 2000 e 2010.
UNITERMOS: Cárie dentária; Fluoração; Levantamentos epidemiológicos; Índice CPO.

 

 

INTRODUÇÃO

A fluoretação das águas de abastecimento público é considerada a medida mais eficaz de prevenção contra a cárie dentária. Apresenta um grande alcance populacional, promovendo uma efetiva redução na incidência de cárie em populações de diferentes níveis sócio-econômicos, independentemente da cooperação e do interesse dos mesmos12,17. Isso pode ser demonstrado através de estudos em comunidades que consomem água fluoretada em concentrações ideais, sem interrupções, chegando a apresentar uma redução de 50 a 60% nos níveis de cárie dentária4,5,12,16,17,21.

A adição de flúor no tratamento da água tem se tornado um procedimento rotineiro. Trata-se de um processo simples, que não necessita equipamentos sofisticados para a sua operacionalização17,19, com um custo pronunciadamente baixo, oscilando entre 15 e 20 centavos de dólar por pessoa/ano12.

No Brasil, a fluoretação das águas de abastecimento público teve início em 1953, no município de Baixo Guandu (ES). Desde então, outras cidades também passaram a adotar tal medida, comprovando a eficácia do método pela redução do número de novas lesões cariosas. Em 1974, foi aprovada a Lei Federal nº 6050, regulamentada pelo Decreto nº 76872 de 22/12/75, que determinou a obrigatoriedade de fluoretação das águas em todos os municípios com estação de tratamento1.

Paralelamente, a crescente utilização de dentifrícios fluoretados e a implantação de programas preventivos (conscientização da população em relação à saúde bucal e ênfase à educação para a saúde) têm contribuído para uma redução da prevalência de cárie no país11.

No município de Piracicaba, SP, Brasil, a adição de flúor na água de abastecimento público começou a ser realizada em 1971.

Os acompanhamentos da diminuição da incidência e prevalência de cárie têm sido realizados através de levantamentos epidemiológicos, buscando-se estudar, periodicamente, as condições bucais dessa população e planejar adequadamente os programas de saúde bucal.

 

OBJETIVOS

Este trabalho tem por objetivo avaliar a evolução das prevalências de cárie dentária na cidade de Piracicaba, SP, Brasil, nos anos de 1971 (início da fluoretação das águas de abastecimento público), 1977, 1980, 1992 e 1996. Além disso, busca-se discutir os resultados desses levantamentos com os de outras localidades, bem como fazer uma análise em relação às recomendações da OMS para o ano 2000 e 2010.

 

MATERIAIS E MÉTODOS

Amostra

As amostras foram constituídas por escolares entre 7 e 12 anos de idade, de ambos os sexos. O total de crianças examinadas por idade em cada levantamento pode ser observado na Tabela 1.

 

TABELA 1 - Número de crianças examinadas nos levantamentos epidemiológicos em Piracicaba por idade.

Ano

Número de crianças por idade

Total
7 8 9 10 11 12
1971 192 222 288 246 215 204 1367
1977 220 239 237 240 202 188 1326
1980 177 158 142 162 178 144 961
1992 157 120 123 168 126 123 818
1996 339 504 432 308 208 189 1980

 

Todos os levantamentos epidemiológicos foram conduzidos em escolas públicas da rede estadual de ensino de Piracicaba - SP. Os exames foram realizados sob iluminação natural, em cadeiras escolares dispostas nos pátios das escolas, utilizando-se sonda exploradora e espelho bucal plano.

A seqüência de exame dos quadrantes foi: quadrante superior direito, quadrante superior esquerdo, quadrante inferior esquerdo e quadrante inferior direito.

A metodologia utilizada (planejamento e execução) constituiu-se a mesma para os levantamentos epidemiológicos de 1971, 1977, 1980, 1992 e 1996.

Utilizaram-se, nesses estudos, os índices CPOS7 e ceos6 para os anos de 1971, 1977, 19809, sendo posteriormente calculado para CPOD, segundo fórmula proposta por KNUTSON7 (1958). Nos levantamentos de 199216 e 1996, o índice utilizado foi o CPOD proposto pela OMS13.

Em todos os levantamentos, houve uma calibração prévia de 40 horas para os examinadores, sendo que o erro inter-examinador situou-se abaixo de 5%.

Os dados dos exames foram anotados em fichas individuais elaboradas pela Disciplina de Odontologia Preventiva e Saúde Pública da Faculdade de Odontologia de Piracicaba - UNICAMP.

Análise estatística

Realizou-se o teste "t" para comparação das médias do índice CPOD, em cada idade, em relação aos anos de 1971 e 1996.

 

RESULTADOS

Os dados referentes ao levantamento epidemiológico realizado em 1996 na cidade de Piracicaba podem ser verificados nas Tabelas 2 e 3, em que são apresentadas, respectivamente, as médias dos componentes e do índice CPOD por idade e a porcentagem de escolares por faixa de prevalência do índice CPOD.

 

TABELA 2 - Média dos componentes e do índice CPOD por idade em Piracicaba, 1996.

Idade

Componentes

C P O CPOD
7 0,2 - 0,1 0,3
8 0,3 - 0,4 0,7
9 0,5 - 0,5 1,0
10 0,6 - 0,9 1,5
11 0,8 - 0,8 1,6
12 0,9 0,1 1,0 2,0

 

TABELA 3 - Porcentagem de escolares por faixa de prevalência do índice CPOD em Piracicaba, 1996.

Idade

CPOD

0 1 2 3 4 5 6 7
7 81,4 9,7 5,9 2,1 0,6 0,3 - -
8 65,3 14,9 10,5 4,2 4,2 0,6 0,4 -
9 56,7 16,4 9,5 8,1 7,9 0,7 0,7 -
10 43,8 16,6 13,0 8,1 13,6 3,2 1,3 0,3
11 43,3 15,9 10,1 14,9 11,1 1,9 1,4 -
12 38,6 12,2 12,7 11,1 14,8 4,2 1,6 1,6

 

A Tabela 4 apresenta os dados referentes às médias do índice CPOD segundo a idade e o ano do levantamento.

 

TABELA 4 - Evolução da cárie dentária em escolares nos anos de 1971, 1977, 1986, 1992 e 1996 em Piracicaba, utilizando-se o índice CPOD.

Idade

Ano

1971* 1977* 1980* 1992** 1996
7 2,54 1,55 1,29 1,39 0,3
8 3,47 2,22 1,96 1,50 0,7
9 4,45 2,95 2,64 2,28 1,0
10 6,17 4,09 3,52 2,79 1,5
11 6,89 5,70 4,71 3,16 1,6
12 8,60 7,41 6,17 3,47 2,0

* MOREIRA, TUMANG & GUIMARÃES9, 1983.
** PEREIRA et al.16, 1995

 

A porcentagem de redução desse índice no período compreendido entre 1971 e 1996 é apresentada na Tabela 5. Observa-se que em todas as idades houve uma queda do índice CPOD, estatisticamente significante no nível de 5%.

 

TABELA 5 - Porcentagem de redução do índice CPOD em Piracicaba entre os anos de 1971 e 1996, segundo a faixa etária estudada.

Idade % de redução*
7 88
8 80
9 78
10 76
11 77
12 77
Média 79

* A comparação das médias foi estatisticamente significante no nível de 5% (p,0,05).

 

As médias do índice CPOD, aos 12 anos de idade, em várias localidades e dos dados referentes aos levantamentos realizados em nível nacional estão apresentadas na Tabela 6.

 

TABELA 6 - Média do índice CPOD de algumas cidades e do Brasil, na faixa etária de 12 anos de idade.

Cidade Ano de início
da fluoretação
das águas
Ano do estudo Média do CPOD
Curitiba (PR)3 1958 1989 5,1
1993 3,4
1996 2,23
Paulínia (SP)10 1980 1980 8,2
1994 3,0
1996* 2,1
Santos (SP)8 1975 1975 8,9
1989 5,1
1993 3,5
1996 1,7
Brasil, Ministério da Saúde2 - 1986 6,7
Brasil, SESI17 - 1993 4,4
Brasil, OMS13 - 1995 5,1
Brasil, Ministério da Saúde - 1996 3,1

*Dados da Secretaria da Saúde

 

DISCUSSÃO

Na Tabela 2, observa-se a média dos componentes e do índice CPOD para cada faixa etária estudada. Verifica-se, assim, um aumento do índice CPOD conforme a idade. Isso pode ser explicado pelo fato de este estudo compreender uma amostra da população infantil entre 7 e 12 anos de idade, em que há um aumento crescente do número de dentes permanentes em razão da esfoliação dos dentes decíduos. Desse modo, os dentes permanentes recém-erupcionados ficam sujeitos às constantes quedas de pH na cavidade bucal e aos processos de desmineralização do esmalte, podendo levar ao desenvolvimento de uma lesão cariosa. O surgimento de cáries e a conseqüente necessidade de tratamentos curativos que os mesmos passam a apresentar contribuem para o aumento do índice CPOD, mostrando-se acumulativo com a idade.

Entretanto, o fato de se obter um resultado do índice CPOD de 2,0 para a idade de 12 anos se revela muito interessante, superando, já em 1996, as metas propostas pela OMS para o ano 2000, a qual estabelece um índice CPOD igual ou menor que 3,0 para essa idade14. Para o ano 2010, o objetivo esperado pela OMS é o de se alcançar um índice CPOD inferior a 1,0, o que, provavelmente, deverá ser atingido por um grande número de cidades no país, devido a novos programas preventivos que estão periodicamente sendo implantados11.

Com relação às médias dos componentes do CPOD, observa-se que os componentes C (dentes cariados) e O (dentes restaurados) são os grandes responsáveis pelo índice CPOD em cada faixa etária, uma vez que os resultados apresentaram-se praticamente nulos quando se analisa o componente P isoladamente. Comparando-se com dados do levantamento de 199216, observa-se uma queda da porcentagem do componente C (que oscilava entre 45 e 72% nas faixas etárias estudadas, passando a variar entre 40 e 66% em 1996), além de um aumento da percentagem do componente O (que oscilava entre 28 e 46%, passando a variar entre 33,3 e 60% em 1996).

Contudo, tais resultados sugerem que, apesar de um baixo número de dentes extraídos por cárie, há ainda uma grande parcela da população infantil (em torno de 50%) que não é beneficiada por nenhum tipo de tratamento curativo. Isso demonstra que, embora haja uma mudança no perfil epidemiológico na faixa etária estudada, o sistema prestador de serviços odontológicos ainda apresenta muitas deficiências.

Analisando-se a porcentagem de crianças por faixa de prevalência de CPOD (Tabela 3), observa-se que 38,6% das crianças aos 12 anos de idade (quando praticamente se completa a dentição permanente) apresentam-se livres de cáries. Essa parcela da população infantil se encontra num nível de prevalência de cáries considerado baixo pela OMS13 (mais de 20%). Tal fator, associado ao excelente índice CPOD alcançado para a idade de 12 anos, deve-se não somente à fluoretação da água de abastecimento público, que abrange a grande maioria da população de Piracicaba, mas também à crescente utilização de dentifrícios fluoretados e à maior ênfase dos serviços odontológicos na área de prevenção de doenças gengivais e cárie. Esse aumento do número de crianças livres de cárie aos 12 anos de idade se revela bastante promissor, uma vez que, em 1992, a porcentagem de crianças nessas condições era de 13%16, situando-se numa faixa de prevalência de cáries considerada moderada pela OMS (entre 5 e 20%)13.

A evolução da cárie dentária entre os anos de 1971 e 1996, na cidade de Piracicaba, pode ser observada na Tabela 4. Verifica-se uma diminuição gradativa do índice CPOD nas diferentes faixas etárias nos vários estudos epidemiológicos realizados, indicando uma melhora das condições de saúde bucal de escolares de Piracicaba. Comparando-se os anos de 1971 e 1996, tem-se uma média de redução de 79% do índice CPOD após 25 anos de fluoretação das águas de abastecimento público (Tabela 5), havendo diferenças estatisticamente significantes (no nível de 5%) em relação às prevalências de cárie dentária.

É interessante ressaltar que essa redução nos índices CPO, verificada em Piracicaba e em outras cidades no Brasil (Paulínia, Santos, Curitiba e outras), vem acompanhando uma tendência nacional, verificada por levantamentos epidemiológicos. O primeiro levantamento epidemiológico em nível nacional foi realizado em 1986 pelo Ministério da Saúde, quando se verifica uma média do índice CPOD, aos 12 anos de idade, de 6,67. PINTO18 (1996), em levantamento nacional realizado em 1993 junto às escolas do SESI (Serviço Social da Indústria), calculou um índice CPOD de 4,45 (12 anos), enquanto a OMS15 citava 5,1 (12 anos); e o Ministério da Saúde, realizando o 2º Levantamento Nacional20, calculou o índice CPOD em 3,1 (12 anos de idade), observando uma queda de 52% no período entre 1986 e 1996.

Na Tabela 6, apresentamos uma média do índice CPOD de diversas localidades da região Sul e Sudeste do Brasil, na faixa etária de 12 anos de idade. Aquelas que tiveram seus levantamentos epidemiológicos atualizados em 1996 (Curitiba, Paulínia e Santos) obtiveram resultados que superaram as metas propostas pela OMS para o ano 2000. Verifica-se o declínio do índice CPOD nas cidades que iniciaram a adição de flúor nas águas de abastecimento público.

 

CONCLUSÃO

Além de proporcionar a manutenção da higidez dos dentes permanentes, a adição de flúor nas águas de abastecimento público pode reduzir a demanda por serviços básicos de tratamento dentário, levando à diminuição de custos com serviços odontológicos. Juntamente com programas preventivos e utilização de dentifrícios fluoretados, Piracicaba pôde alcançar uma redução do índice de cárie dentária em 79% nos últimos 25 anos, demonstrando a efetividade do método. Tal estratégia preventiva poderia ser estendida a comunidades que não apresentam a fluoretação das águas, permitindo a essas populações melhores condições de saúde bucal.

 

 

BASTING, R. T. et al. Evaluation of dental caries prevalence in students from Piracicaba, SP, Brazil, after 25 years of fluoridation of the public water supply. Rev Odontol Univ São Paulo, v. 11, n. 4, p. 287-292, out./dez. 1997.

The fluoridation of public water supply is considered the most effective method of dental caries prevention for a community. Furthermore, it is a simple, economic, secure and efficient procedure. By using this method, associated with fluoridated toothpastes and preventive programs implanted in some cities, the country experiments a decrease in dental caries prevalence. The purpose of this paper is to evaluate the evolution of the dental caries prevalence in 1971 (when the fluoridation of public water supply began), 1977, 1980, 1992 and 1996 in Piracicaba, SP, Brazil. Comparing the dental caries prevalence in male and female students from 7 to 12 years old, from 1971 to 1996, a 79% decrease in DMF index was observed. The 1996 epidemiologic survey showed that DMF index was 2.0 for the age of 12, surpassing the goal that the WHO had set for the year 2000. There was a statistically significant decrease in dental caries prevalence (at the level of 5%) when compared with dental caries prevalence in students from Piracicaba in these 25 years of fluoridation of public water supply. An attempt is made to compare the results of these epidemiologic surveys with those from other localities, as well as to analyze what the WHO aims for 2000 and 2010.
UNITERMS: Dental caries; Fluoridation; Health surveys; DMF index.

 

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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Recebido para publicação em 11/04/97
Aceito para publicação em 04/06/97

 

* Mestranda do Curso de Clínica Odontológica Integrada, Área de Dentística, e Estagiária da Disciplina de Odontologia Preventiva e Saúde Pública da Faculdade de Odontologia de Piracicaba - UNICAMP.
** Professor Doutor Responsável pela Disciplina de Odontologia Preventiva e Saúde Pública da Faculdade de Odontologia de Piracicaba - UNICAMP.
*** Professor da Disciplina de Odontologia Preventiva e Saúde Pública da Faculdade de Odontologia de Piracicaba - UNICAMP.