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Revista de Odontologia da Universidade de São Paulo

Print version ISSN 0103-0663

Rev Odontol Univ São Paulo vol.12 n.4 São Paulo Oct./Dec. 1998

http://dx.doi.org/10.1590/S0103-06631998000400009 

Endodontia

 

Cimentos endodônticos - selamento marginal apical imediato e após armazenamento de seis meses

Endodontic cements - immediate apical sealing and after a six-month storage

 

Marcia Carneiro VALERA*
Mário Roberto LEONARDO**
Idomeo BONETTI FILHO***

 

 


VALERA, M. C.; LEONARDO M. R.; BONETTI FILHO, I. Cimentos endodônticos - selamento marginal apical imediato e após armazenamento de seis meses. Rev Odontol Univ São Paulo, v. 12, n. 4, p. 355-360, out./dez. 1998.

Este trabalho avaliou o selamento marginal apical de canais radiculares obturados com os cimentos endodônticos Sealapex, Apexit, Sealer 26 e Ketac Endo. Utilizaram-se 136 raízes, cujos canais radiculares, após o preparo biomecânico, foram obturados pela técnica da condensação lateral ativa com os cimentos em estudo. Metade das amostras, imediatamente após as obturações, foram imersas na solução de azul de metileno a 2% e a outra metade após 6 meses de armazenamento em plasma sangüíneo humano. Observou-se que os cimentos Sealapex e Sealer 26 apresentaram infiltrações médias estatisticamente iguais entre si e menores que as observadas para os demais cimentos (p < 0,05). Amostras imersas no corante imediatamente após a obturação dos canais apresentaram infiltração média menor (0,829 mm) do que aquelas mantidas por 6 meses em plasma sangüíneo humano (1,275 mm). Estas diferenças foram estatisticamente significantes (p < 0,05).

UNITERMOS: Endodontia; Obturação do canal radicular; Infiltração apical.


 

 

INTRODUÇÃO

A obturação do canal radicular complementa todo o esforço realizado nas demais etapas do tratamento endodôntico, conduzindo e contribuindo para o êxito definitivo deste tratamento. Para alcançar os objetivos desta importante fase, além das técnicas, o material obturador assume um papel de extrema importância.

O aparecimento constante de novos materiais e a busca de um cimento obturador ideal conduzem os pesquisadores à análise das propriedades físicas e biológicas destes cimentos.

Diferentes métodos avaliam as propriedades físicas dos cimentos endodônticos e, dentre elas, o selamento marginal apical é bastante estudado. Para isto são utilizados diferentes métodos (JACOBSON; Von FRAUNHOFER11, 1976; ICHESCO et al.9, 1991; WU et al.22, 1994), sendo que o método da mensuração linear medido pela penetração de corantes é o mais utilizado (SLEDER et al.16, 1991; VALERA20, 1993).

O objetivo deste estudo foi avaliar o selamento marginal apical de canais radiculares obturados pela técnica da condensação lateral com cones de guta-percha e os cimentos Sealapex, Apexit, Sealer 26 (cimentos à base de hidróxido de cálcio) e Ketac Endo (cimento de ionômero de vidro). As avaliações foram feitas imediatamente após as obturações dos canais radiculares e após um período de 6 meses de armazenamento destas obturações em plasma sangüíneo humano.

 

MATERIAL E MÉTODO

Para esta pesquisa, foram utilizados 136 dentes unirradiculados humanos, extraídos e armazenados em solução de formol a 10% até o momento de sua utilização. Os dentes selecionados apresentavam um único canal radicular, que permitiu linha de acesso direto a 1 mm aquém do ápice radicular. Suas coroas foram secionadas, procurando-se padronizar o comprimento médio das raízes em 16 mm. O acesso cervical foi localizado e uma lima tipo K foi inserida no canal radicular desde a cervical até o forame apical, a fim de se obter o diâmetro anatômico de cada canal radicular. Foram desprezadas as raízes que possuíam canais radiculares com diâmetro apical menor e maior do que o correspondente a uma lima tipo K número 10 e número 25, respectivamente.

As raízes foram divididas em 8 grupos, cada qual com 17, culminando com 15 experimentais, de acordo com o cimento a ser empregado na obturação dos canais radiculares, procurando-se uniformizar as amostras de cada grupo experimental, de acordo com os diâmetros dos canais originais previamente estabelecidos.

Os canais de todas as raízes foram sobreinstrumentados meio milímetro até a lima número 30 (Maillefer, S.A. Swiss). O batente apical foi realizado a 1 mm aquém do forame apical, até a lima número 60, e, em seguida, foi realizado um escalonamento regressivo com as limas número 70 e número 80. Durante a instrumentação, a cada troca de instrumento, foram realizadas irrigações com 3 ml de solução de hipoclorito de sódio a 1%.

Ao término do preparo, os canais foram secos e, depois, preenchidos com uma solução de EDTA (EDTA dissódico - 202,8 g; hidróxido de sódio - 21,7 g; água destilada - 1.000 ml), que foi deixada no interior do canal por 3 min, seguida de uma irrigação e aspiração final com 10 ml de hipoclorito de sódio a 1%.

A superfície radicular externa foi impermeabilizada com três camadas de esmalte vermelho para unhas, com exceção da região correspondente à abertura de acesso cervical e ao forame apical. Os canais foram secos com cones de papel absorvente e, logo após, foi feita a seleção dos cones principais de guta-percha (Dentsply Indústria e Comércio Ltda.). Os canais radiculares foram obturados pela técnica da condensação lateral com cones de guta-percha e os cimentos Sealapex (Kerr/Sybron) - 2 grupos; Apexit (Vivadent Schaan/Liechtenstein) - 2 grupos; Sealer 26 (Dentsply Indústria e Comércio Ltda.) - 2 grupos; e Ketac Endo (ESPE Seefeld/Oberbay- Germany) - 2 grupos.

Todas as raízes foram radiografadas nos sentidos vestíbulo-lingual e mésio-distal, para constatação da qualidade das obturações dos canais radiculares. A abertura cervical e a superfície radicular, com exceção do forame apical, foram novamente impermeabilizadas com uma camada de cera pegajosa (Herpo Produtos Dentários) de aproximadamente 3 mm de espessura (JACOBSEN et al.10, 1993).

Duas raízes de cada grupo serviram como controle interno positivo e negativo. O controle positivo foi obturado apenas com guta-percha sem qualquer cimento obturador e a abertura de acesso e forame apical permaneceram sem impermeabilização, enquanto o controle negativo foi obturado com guta-percha e cimento obturador, de forma semelhante ao grupo experimental correspondente e foi completamente impermeabilizado com cera pegajosa.

Metade das amostras (um grupo experimental de cada cimento obturador) foram mergulhadas em plasma sangüíneo humano e armazenadas em estufa a uma temperatura de 37 + C e umidade relativa de 100%, durante 6 meses. O plasma foi fornecido pelo Hemocentro do Hospital Policlin de São José dos Campos - SP, Brasil, após as análises devidas. Nesse período, o plasma sangüíneo foi renovado a cada 7 dias em condições assépticas, dentro de uma câmara de fluxo laminar.

Decorridos 6 meses, as raízes foram removidas do plasma sangüíneo, enxaguadas com solução salina e imediatamente conduzidas ao corante de azul de metileno a 2%, solubilizado em plasma sangüíneo humano.

A colocação no corante foi realizada em um ambiente de vácuo de 20 mmHg, proporcionado por uma bomba de vácuo (Dia Pump, Fanem Ltda., São Paulo - Brasil, modelo CAL BF - 1725), conectada a um dessecador. As amostras permaneceram no vácuo por mais 1 hora e, em seguida, foram mantidas no corante a uma temperatura de 37 + 1°C e umidade relativa de 100%, durante 168 horas.

Os 4 grupos restantes, após a obturação dos canais radiculares e impermeabilização externa com cera pegajosa, foram levados imediatamente ao corante azul de metileno a 2%, solubilizado em plasma sangüíneo, de forma semelhante aos grupos anteriores.

Decorrido o tempo de permanência no corante, as raízes foram lavadas em água corrente por aproximadamente 24 horas, secas e removidas as camadas de impermeabilização externa. Depois foram secionadas ao meio, no sentido vestíbulo-lingual, seguindo a trajetória do canal radicular até o forame apical.

Dois examinadores realizaram a avaliação da infiltração linear apical ocorrida ao longo da interface dente/material obturador, nas margens vestibular e lingual utilizando-se um estereomicroscópio (Tecnival Carl Zeiss - JENA) com ocular de medição micrométrica.

As infiltrações observadas foram registradas e avaliadas estatisticamente quanto aos fatores: cimento, momento de imersão no corante e interação entre esses fatores.

 

RESULTADOS

Aos dados obtidos da análise das infiltrações, aplicou-se o modelo estatístico de análise de variância a dois critérios fixos, originando as Tabelas 1 e 2.

 

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A Figura 1 representa graficamente as infiltrações médias ocorridas com os cimentos avaliados nos dois períodos de imersão no corante.

 

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DISCUSSÃO

Nas Tabelas 1 e 2, verificou-se que os cimentos Sealapex e Sealer 26 permitiram infiltrações médias estatisticamente iguais entre si (conjunto A) e menores do que as infiltrações observadas com os cimentos Apexit e Ketac Endo (conjunto B).

Observou-se que, com a imersão imediata no corante, as infiltrações aumentaram na seguinte ordem: Sealapex, Sealer 26, Apexit e Ketac Endo. Resultados semelhantes foram obtidos por HOLLAND et al.6 (1995), que avaliaram comparativamente o selamento obtido com os cimentos Sealapex, Apexit e Sealer 26, e observaram as menores infiltrações com o Sealapex, porém sem diferenças estatísticas significantes. Também HORNING; KESSLER8 (1995), ao compararem os cimentos Sealapex e Ketac Endo, observaram menores infiltrações com o Sealapex. O bom selamento marginal obtido com o cimento Sealapex imediatamente após a obturação dos canais radiculares pode ser explicado, pois, apesar da solubilização apresentada por este cimento (TAGGER et al.18, 1988; LEONARDO et al.12, 1992), ele apresenta uma estrutura porosa que absorve a umidade causando uma expansão inicial (CAICEDO; VON FRAUNHOFER1, 1988), além do que, o óxido de cálcio presente na sua composição determina uma expansão durante a reação de endurecimento (HOLLAND; MURATA5, 1993; WU et al.23, 1994). Entretanto, LIMKANGWALMONGKOL et al.13;14 (1992; 1991) compararam o Sealapex ao Apexit e observaram maiores infiltrações com o Sealapex. Acreditamos que as divergências obtidas entre os resultados dos trabalhos de infiltração possam ser devidas a uma série de variáveis metodológicas, como a técnica de imersão dos dentes no corante, o método de análise das infiltrações e do veículo utilizado para solubilização do corante. A opção pelo plasma sangüíneo humano foi feita com o objetivo de ter-se maior proximidade com a viscosidade do fluido tecidual.

Os cimentos Apexit e Ketac Endo exibiram infiltrações estatisticamente iguais entre si e significantemente maiores que os cimentos Sealapex e Sealer 26 (Tabela 2), sendo que o cimento que apresentou maiores médias de infiltração no período de imersão imediata no corante foi o Ketac Endo. WU et al.23 (1994) também verificaram haver maior transporte de fluidos no interior de canais obturados com o Ketac Endo. A alta infiltração do Ketac Endo pode ser devida ao rápido endurecimento, que permite maior contração volumétrica e maior falha de adaptação durante o endurecimento (DE GEE et al.4, 1994).

Este aumento de infiltração também pode ser explicado pela presença imediata de umidade em contato com a porção apical do canal radicular, que pode levar a uma quebra nas ligações cruzadas que se formam durante o seu endurecimento (CAUSTON2, 1981). No entanto, nos estudos de infiltração in vitro, após a obturação existe um pequeno período em que o cimento fica exposto ao ar e este cimento também é muito sensível ao ressecamento durante o endurecimento, devendo-se tomar o cuidado de não deixá-lo desidratar (SMITH; STEIMAN17, 1994). É possível que pequenas exposições ao ar em condições in vitro levem à desidratação, podendo influenciar nos resultados da infiltração. A utilização do cimento de ionômero de vidro em trabalhos in vitro deve ser criteriosa, evitando-se o contato direto com a umidade e também o ressecamento deste cimento.

A técnica de obturação utilizada também pode ter influenciado nos resultados da infiltração marginal. COTTI et al.3 (1994) verificaram que, com esta técnica, canais obturados com cimento de ionômero de vidro apresentavam maiores índices de infiltrações quando comparados com a técnica do cone único. TIDSWELL et al.19 (1994) também observaram menores infiltrações com a técnica do cone único, mas sem a remoção prévia do smear layer. SAUNDERS et al.15 (1992) verificaram penetração do cimento de ionômero de vidro no interior dos túbulos dentinários após a remoção do smear layer, enquanto HOLLAND et al.6 (1995) observaram diminuição significante da infiltração em canais obturados com Ketac Endo, após a utilização do EDTA. Entretanto, a remoção do smear layer poderá favorecer a adesão deste cimento às paredes dentinárias, sendo que variáveis, principalmente o ressecamento e umidade excessiva, durante os estudos de infiltração, poderão provocar perda do selamento marginal, apesar da adesão proporcionada pelo cimento.

A imersão no corante, após 6 meses de contato com o plasma sangüíneo, propiciou um aumento significativo das infiltrações com o passar do tempo (p < 0,05). Em ordem crescente das infiltrações têm-se Sealer 26, Sealapex, Ketac Endo e Apexit. Os cimentos Sealapex e Sealer 26 continuaram a exibir infiltrações significantemente menores e estatisticamente indiferentes entre si. Também entre os cimentos Apexit e Ketac Endo não houve diferenças significantes, embora o Apexit tenha exibido maior média de infiltração. O cimento Apexit possui uma variedade muito grande de componentes em sua formulação e provavelmente uma pobre matriz unindo suas partículas constituintes, levando a uma maior facilidade de desintegração com conseqüente perda do selamento marginal (VALERA21, 1995). Quanto ao cimento Ketac Endo, HORNING; KESSLER8 (1995) também verificaram um aumento nas infiltrações após um período de 9 meses de armazenamento em solução salina, mas não observaram significância estatística quando comparadas com as avaliações imediatas.

As avaliações por nós realizadas e por outros trabalhos da literatura (HOLLAND et al.7, 1991; SLEDER et al.16, 1991; HOLLAND et al.6, 1995) mostram a importância dos estudos de infiltração a longo prazo. Resta ainda saber se períodos superiores a este por nós estudado não provocariam alterações ainda maiores no selamento marginal dos cimentos endodônticos.

 

CONCLUSÕES

Considerando os resultados e enfatizando as condições e limitações experimentais específicas deste trabalho, pôde-se verificar que:

  1. nos dois períodos de avaliação, as infiltrações observadas com os cimentos Sealapex e Sealer 26 foram estatisticamente iguais entre si e menores do que as verificadas com os cimentos Apexit e Ketac Endo;
  2. nos dois períodos de avaliações, as infiltrações verificadas com os cimentos Apexit e Ketac Endo foram estatisticamente iguais entre si;
  3. o fator tempo aumentou significantemente a magnitude das infiltrações, independente do fator cimento.

 

 


VALERA, M. C.; LEONARDO, M. R.; BONETTI FILHO, I. Endodontic cements - immediate apical sealing and after a six-month storage. Rev Odontol Univ São Paulo. v. 12, n. 4, p. 355-360, out./dez. 1998.

The aim of this study was to verify the apical sealing of root canals obturated with Sealapex, Apexit, Sealer 26, and Ketac Endo cements. A hundred and thirty six dental roots were used for the experiment. After biomechanical preparation and lateral condensation filling, half of the roots were placed in human blood plasma storage medium for 6 months. The remaining samples were immediately placed in methylene blue, under a temporary vacuum, and after one week the amount of dye penetration measured. The stored samples were similarly treated after the 6-month storage period. Statistical analysis of the results revealed that the groups obturated with Sealapex and Sealer 26 showed the smallest amount of apical leakage (p < 0.05). There were significant differences in the amount of dye penetration after 6 months of storage (1.275 mm), when compared to the results found without storage (0.829 mm) (p < 0.05).

UNITERMS: Endodontics; Root canal obturation; Apical leakage.


 

 

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Recebido para publicação em 03/10/97
Reformulado em 03/02/98
Aceito para publicação em 23/05/98

 

 

* Professora Doutora da Faculdade de Odontologia da UNESP - São José dos Campos - SP.
** Professor Titular e *** Professor Doutor da Faculdade de Odontologia da UNESP - Araraquara - SP.

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