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Revista de Odontologia da Universidade de São Paulo

Print version ISSN 0103-0663

Rev Odontol Univ São Paulo vol.12 n.4 São Paulo Oct./Dec. 1998

http://dx.doi.org/10.1590/S0103-06631998000400016 

Forças de mordida relacionadas a próteses parciais removíveis inferiores*

Biting forces related to partially removable mandibular dentures

 

Eduardo Piza PELLIZZER**
Antonio MUENCH***

 

 


PELLIZZER, E. P.; MUENCH, A. Forças de mordida relacionadas a próteses parciais removíveis inferiores. Rev Odontol Univ São Paulo, v. 12, n. 4, p. 401-407, out./dez. 1998.

A pesquisa teve como objetivo determinar as forças de mordida de 73 indivíduos, por meio de um gnatodinamômetro. Os pacientes eram portadores de próteses parciais removíveis inferiores classes I, II ou III. A arcada antagonista era prótese, parcial removível ou fixa, ou total. Os resultados permitiram concluir que: as selas de extremidade livre, principalmente em suas posições extremas, conduziram a forças de mordida muito baixas; o envolvimento de prótese total, também, conduziu a forças de mordida baixas; o sexo masculino alcançou valores maiores que o feminino; com prótese parcial removível classe III, os dentes naturais molares e pré-molares desenvolveram valores maiores do que com classes I e II.

UNITERMOS: Força de mordida; Prótese parcial removível.


 

 

INTRODUÇÃO

A força máxima de mordida foi abordada por BLACK4, já em 1895, que desenvolveu um gnatodinamômetro, registrando valores de até 125 kgf em dentes naturais. WORNER18, em 1939, apresentou uma série de considerações sobre forças de mordida e julgou ser difícil estabelecer comparações entre os resultados de diversos autores, devido ao emprego de equipamentos e técnicas diferentes. Contudo verificou que dentes naturais apresentaram forças de mordida 4 vezes maiores que dentaduras.

Vários autores se preocuparam em determinar as forças de mordida ao longo dos anos. HOWELL; MANLY12 (1948) encontraram no nível dos molares valores de 45 a 99 kgf e, na região incisal, 14 a 25 kgf. GARNER; KOTWAL7 (1973) registraram 19,4 kgf em homens e 15,3 kgf em mulheres. NAKAJIMA et al.15 (1988), em grupo normal, encontraram um valor máximo de 51 kgf. BAKKE et al.3 (1989) em grupo controle encontraram 48 kgf. WALTIMO; KÖNÖNEN16 (1994), relacionando a área periodontal à força de mordida, encontraram 91 kgf na região dos molares e 57 kgf na dos pré-molares. WIDMORK et al.17 (1995) encontraram 36 kgf.

Enquanto alguns autores se preocuparam com a força de mordida, outros se preocuparam com a força de mastigação, ou com ambas ao mesmo tempo. HOWELL; BRUDEVOLD11 (1950) encontraram para a força de mastigação com dentadura um valor médio de 4 kgf e máximo de 7 kgf. Em dentes naturais, ANDERSON1 (1956) registrou 9 kgf para a mastigação e 20 kgf para a mordida. LUNDGREN; LAURELL13 (1986) registraram 10 kgf para a força de mastigação e 32 kgf para a de mordida. Para FIELDS et al.6 (1986) e HAGBERG8 (1987), as forças de mastigação são estimadas em torno de 1/3 das de mordida. WIDMORK et al.17 (1995) encontraram 36 kgf para a mordida e 12,5 para a mastigação.

Embora muitas pesquisas já tenham sido abordadas sobre forças de mordida, pouco se encontrou, especificamente, envolvendo próteses parciais removíveis de classes I, II ou III de Kennedy. Propôs-se estudar o assunto, abordando essas próteses na arcada inferior, e, na superior, a dentição que existisse.

 

MATERIAL E MÉTODO

Os pacientes eram das clínicas da Faculdade de Odontologia de Araçatuba - UNESP. Foram selecionados pacientes que necessitavam de próteses parciais removíveis (PPR) na arcada inferior. Na arcada antagonista, quando era necessário, os pacientes também recebiam próteses, desde parciais fixas ou removíveis, ou totais.

Foram selecionados 82 pacientes, com idades variando de 26 a 60 anos, do sexo masculino e feminino. Desses, 73 chegaram até o final da pesquisa. Todos gozavam de boa saúde geral e estavam em perfeita harmonia com o sistema estomatognático.

As próteses eram confeccionadas pelas técnicas usuais. Em seguida, eram instaladas nos pacientes, aguardando a determinação das forças de mordida.

O aparelho usado para a determinação das forças de mordida era um dinamômetro de célula de carga (Kratos, Embu/SP), construído para servir de gnatodinamômetro, pertencente ao Departamento de Materiais Dentários da FOUSP. O aparelho possui registro de "pico", facilitando a leitura da força máxima obtida durante os ensaios. É provido de duas hastes que contêm nas extremidades discos de plástico, sobre os quais é aplicada a força a registrar. Por questões de higiene, as hastes antes dos ensaios de cada paciente eram cobertas com dedos de luvas cirúrgicas.

Os pacientes para os ensaios foram colocados em posição ortostática e, antes dos ensaios, eram submetidos a exame clínico minucioso, para verificar se havia correta integração com a prótese. Os pacientes, também, recebiam orientação e treinamento, a fim de se familiarizarem com o aparelho.

Para a determinação das forças de mordida, o disco de plástico da haste inferior do gnatodinamômetro era colocado no meio da face oclusal ou incisal do dente inferior avaliado. As avaliações foram feitas, quando possível, nos dentes: 48, 47, 46, 45, 44, 43, 41/31, 33, 34, 35, 36, 37, 38.

De cada paciente foram feitas três determinações, defasadas por 3 minutos na 1a fase, o que se repetia uma semana depois, na 2a fase. As médias das 6 determinações foram usadas para as análises estatísticas.

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

A análise estatística dos dados colhidos foi muito complexa, por fugir demais do clássico esquema fatorial paramétrico cruzado. As variáveis envolvidas são muitas e nem sempre havia representantes em número suficiente.

Para contornar o problema, dividiram-se os dados em 5 grupos, em função das condições das arcadas, que podem ser observados na Tabela 1. Dentro de cada grupo escolheram-se condições interdentes, levando-se em consideração a posição dos dentes e a natureza protética nas duas arcadas. As condições só foram consideradas se se conseguissem pelo menos 10 representantes. Quando possível era feito o desdobramento em sexo. Devido à proximidade dos resultados das forças dos dentes naturais e de próteses fixas, ambos foram considerados como semelhantes. As situações permitiram estabelecer 48 condições interdentes, que mostraram alta significância entre elas, pela análise de variância. As médias das 48 condições estão na Tabela 1.

 

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As condições interdentes consistem em:

  • a 1a parte, antes do sinal x, refere-se à arcada inferior;
  • a 2a parte, após o sinal x, refere-se à arcada antagonista (superior);
  • as letras maiúsculas, sem parênteses, representam a região dos dentes (M, molar; P, pré-molar; C, canino; IC, incisivo central);
  • as letras entre parênteses significam:

-(A) dente artificial de prótese total;

-(N) dente natural;

-(N/F) dente natural ou elemento de prótese fixa;

-(I) elemento intercalar de classe III;

-(m) masculino;

-(f) feminino.

  • os números entre parênteses significam:

-o número antes da barra é a ordem do elemento da PPR, de extremidade livre, após o último elemento suporte;

-o número após a barra significa, a partir da extremidade livre, em direção ao elemento suporte, a ordem onde foi determinada a força de mordida; 

  • da condição interdente (6, 5, 4, 3/2, 1)Mx(N)M tem-se:

-a determinação foi na sela de extremidade livre inferior, em um dos elementos, a partir do último elemento suporte, 3°, 4°, 5°, 6°;

-a determinação ainda foi a partir da extremidade livre no 1° ou 2° elemento; M significa região dos molares; (N) significa dente natural

A Tabela 1, ao lado das médias e contrastes, apresenta também os coeficientes de variação, que foram bem altos.

Devido aos tamanhos diferentes das amostras, estabeleceram-se contrastes sucessivos e médias acompanhadas das mesmas letras, conforme indicação nas tabelas, que não diferem entre si significantemente. Lembre-se que diferenças entre médias dependem, também, do tamanho das amostras, além da diferença.

As médias do Grupo 1, da Tabela 1, que correspondem a antagonista prótese total, são relativamente baixas, o que está de acordo com a afirmação de WORNER18 (1939), segundo o qual dentes naturais conduzem a forças de mordida 4 vezes maiores que os dentes de dentaduras, e HARALDSON et al.9 (1979) apresentaram essa relação para 5 a 6 vezes.

Chamam atenção na Tabela 1 os Grupos 1 e 3, com envolvimento de PPR de selas de extremidade livre. Assim, no Grupo 1, onde a determinação era nos 1os elementos a partir da extremidade livre de sela extensa, a força chegou a 7 kgf, valor este que subiu para 12,4 kgf em elemento mais próximo do suporte.

As médias do Grupo 2 (Tabela 1) mostraram maior dispersão do que as do Grupo 1. Ao nível dos pré-molares, entre dentes naturais ou elementos de prótese fixa (Ordem 16) alcançou-se um valor de 21,5 kgf, significantemente maior que os demais do grupo. O valor encontrado para a região dos incisivos (Ordem 18) de 14,4 kgf concorda com o intervalo, apresentado por HOWELL; MANLY12 (1948), de 14 a 25,5 kgf. Novamente a média correspondente à sela de extremidade livre (Ordem 13), mesmo com antagonistas natural/fixa, apresentou um valor baixo (8,4 kgf). Observação que também é extensiva a outros grupos de selas de extremidade livre, conduzindo a baixas forças de mordida.

As médias do Grupo 3 (Tabela 1) também mostraram que a determinação da força em elementos mais próximos do suporte da sela de extremidade livre tende a conduzir a maiores valores.

O Grupo 4 (Tabela 1) apresenta valores mais dispersos que o grupo anterior, talvez por ter mais envolvimento de dentes naturais, que podem conduzir a valores maiores.

O Grupo 5 (Tabela 1) diferencia-se dos anteriores, por apresentar na arcada inferior PPR classe III. Nesse grupo alcançaram-se altos valores com os molares e pré-molares naturais. Chegou-se ao valor de 38,3 kgf (Ordem 38) para o sexo masculino ao nível dos molares. Valor que chegou a 34,5 kgf (Ordem 42), na região dos pré-molares e 24,1 kgf (Ordem 46) para os caninos, este significantemente menor.

Os resultados vistos (maior força de mordida nos dentes posteriores) estão de acordo com autores como HOWELL; MANLY12 (1948); ATKINSON; RALPH2 (1973); WALTIMO; KÖNÖNEN16 (1994). Com o sexo feminino (Ordem 39, 43 e 47), em linhas gerais, encontraram-se tendências semelhantes, embora quase sempre com valores menores significantemente em relação aos do sexo masculino. Esses resultados estão de acordo com vários autores (BOOS5, 1940; GARNER; KOTWAL7, 1973; HELKIMO et al.10, 1977).

Uma análise das médias do Grupo 5 (Tabela 1) mostra que, em linhas gerais, para outras condições semelhantes, com elementos intercalares de PPR, encontraram-se valores menores do que com dentes naturais, o que está de acordo com LUNDGREN et al.14 (1975).

A Tabela 2 apresenta uma disposição diferente de algumas médias da tabela anterior, o que permite o estabelecimento de contrastes entre grupos. Nesta tabela os únicos contrastes entre Ordens são entre a 1 e a 2. As Ordens 1 e 2 se diferenciam pela determinação da força de mordida mais distante (Ordem 1) ou mais próxima do elemento suporte (Ordem 2). Verifica-se a superioridade das médias, para mesmos grupos, da Ordem 2.

A Ordem 3 (Tabela 2) mostra que com determinações em selas de extremidade livre com antagonista dentadura ou dente natural, os valores são próximos e relativamente baixos.

O Grupo 4 (Tabela 2) é de grande interesse. Envolve a região de molar inferior, contra antagonista prótese total, classes I, II e III de PPR e dentes naturais. A grande diferença depende de o molar inferior, no caso, estar ligado a classes I e II ou III. Assim no molar ligado a classes I, II ou III, mas antagonista dentadura, o valor era bem baixo 11,2 kgf. Quando a prótese inferior era classe II, mas antagonista dente natural, a força de mordida subiu para 21 kgf. Este valor, no entanto, subiu muito mais quando a PPR inferior era classe III e antagonista natural (38,3 kgf para o sexo masculino e 26,8 kgf para o feminino).

As Ordens 5 e 6 (Tabela 2) apresentam comportamento semelhante à Ordem 4, embora, com o canino, apenas tendências.

A Ordem 7, correspondente à região dos incisivos centrais, não variou com grupos. Os valores são baixos, ainda mais lembrando o envolvimento dos dois incisivos centrais.

Os resultados das Ordens 4 e 5 levaram a inferir que, quando na arcada a PPR é do tipo classe III, os molares e pré-molares naturais conseguem desenvolver maior força de mordida, se a arcada antagonista assim o permitir. Em outras palavras, dentes naturais em arcada com PPR classe III desenvolvem maior força de mordida do que quando estão ligadas a PPR classes I e II.

A Tabela 3 apresenta as médias correspondentes a elementos intercalares de PPR. O Grupo 1 corresponde a antagonista prótese total, o que se traduz em baixo valor (11,3 kgf). No Grupo 3, nota-se o baixo valor, numericamente, com elemento intercalar na região do dente canino. No Grupo 4, o molar conduziu a valor significantemente maior que o pré-molar. O Grupo 5 (Tabela 3), correspondente à classe III inferior, novamente mostra superioridade, em geral, em relação às médias do Grupo 4.

 

CONCLUSÕES

Tendo em vista os resultados obtidos, parece lícito concluir que:

  1. as selas de extremidade livre de próteses parciais removíveis, principalmente em suas posições extremas, conduzem a forças de mordida muito baixas;
  2. sendo a arcada antagonista uma dentadura, as forças de mordida conduziram a valores baixos;
  3. o sexo masculino apresentou maior força de mordida que o feminino;
  4. quando as PPR eram de classe III, os dentes naturais conduziram a forças de mordida superiores a quando eram de classes I e II.

 

 


PELLIZZER, E. P.; MUENCH, A. Biting forces related to partially removable mandibular dentures. Rev Odontol Univ São Paulo, v. 12, n. 4, p. 401-407, out./dez. 1998.

The purpose of this study was to determine the biting forces of individuals wearing classes I, II or III partially removable mandibular dentures. Upper jaws presented fixed bridges, classes I, II or III partially removable dentures, or complete dentures. Measurements of biting forces were obtained by a gnathodynamometer. The conclusions were: classes I and II presented low biting forces, specially far from the last abutment tooth; when the opposite arcade was a complete denture, biting forces were low; males presented higher biting forces than females; natural molars and bicuspids presented higher biting forces with class III than with classes I or II.

UNITERMS: Biting force; Denture (partial, removable).


 

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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Recebido para publicação em 12/09/97
Reformulado em 14/01/98
Aceito para publicação em 12/04/98

 

* Parte da Tese de Doutorado em Materiais Dentários - Faculdade de Odontologia - USP.
** Professor Doutor - Faculdade de Odontologia da UNESP - Araçatuba.
*** Professor Titular - Faculdade de Odontologia - USP.

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