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Scientia Agricola

On-line version ISSN 1678-992X

Sci. agric. (Piracicaba, Braz.) vol.50 no.1 Piracicaba Feb./May 1993

https://doi.org/10.1590/S0103-90161993000100004 

FISIOLOGIA VEGETAL

 

Efeito do ácido indolbutírico no enraizamento de estacas de ramos de plantas de ameixeira (Prunus salicina, Lindl.)1

 

Effect of indolbutyric acid on the rooting of plum branch cuttings (Prunus sofrena, Lindl.)

 

 

E. KerstenI; A.A.LucchesiII; L.E.GutierrezIII

IProf. Adjunto do Dep. de Fitotecnia da FAEM/UFPEL - CEP: 96010-900-Pelotas,RS
IIProf. Titular do Dep. de Botânica da ESALQ/USP - Caixa Postal, 9 - CEP: 13418-900- Piracicaba,SP
IIIProf. Titular do Dep. de Química da ESALQ/USP - Caixa Postal, 9 - CEP: 13418-900- Piracicaba,SP

 

 


RESUMO

O presente trabalho foi realizado com o objetivo de avaliar o efeito de quatro concentrações de ácido indolbutírico (IBA), no enraizamento de estacas de ramos de ameixeira (Prunus salicina, Lindl.), coletadas de plantas tratadas com bórax e sulfato de zinco e controle, executado em quatro épocas. Os experimentos foram conduzidos em viveiros, sob condição de nebulização artificial intermitente. Os resultados obtidos mostram a influência de cultivar, época e concentração de IBA, não sendo verificado efeito de bórax ou sulfato de zinco na percentagem de estacas enraizadas.

Descritores: ácido indolbutírico (IBA), estacas, enraizamento, ameixeira.


ABSTRACT

The objective of this work was to evaluate the effect of four concentrations of indolbutyric acid on the rooting of plum branch cuttings (Prunus salicina, Lindl.) collected from plants treated with borax and zinc sulfate, in four periods. The experiments were conducted in a nursery with intermitent artificial mist conditions. The results showed a positive effect of cultivars, periods and IBA concentrations, and there was no effect of either borax or zinc sulfate on rooting of branch cuttings.

Key Words: indolebutyric acid (AID), branch cuttings, rooting, plum.


 

 

INTRODUÇÃO

A ameixeira (Prunus spp.) é uma espécie frutífera cultivada economicamente no Brasil, principalmente nos Estados de São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

A propagação da ameixeira é realizada por enxertia, utilizando-se o pessegueiro (Prunus persica, L. Batsch) como porta-enxerto, sendo o cultivar utilizado de acordo com a disponibilidade da região.

O inconveniente da utilização de cultivares de pessegueiro, como porta-enxerto, é a vida útil produtiva da copa, que fica condicionada à longevidade do porta-enxerto.

A utilização de sementes de ameixa para obtenção de porta-enxertos é uma prática com pouca viabilidade de execução para a produção comercial de mudas, devido ao seu baixo índice de germinação, que está em torno de 2%.

A propagação da ameixeira por estacas é uma prática que está sendo pesquisada em todas as partes do mundo onde se cultiva essa espécie, para a produção de porta-enxertos com características definidas ou de mudas, dispensando a enxertia. O efeito de regulador vegetal ácido indolbutírico (IBA), no enraizamento de estacas de ramos de ameixeira (Prunus spp.), tem sido estudado quanto à concentração, tempo e profundidade de imersão, tipos de estacas, época de realização e cultivares, conforme relatam pesquisas de HARTMANN & HANSEN (1955), HOWARD & NAHLAVI (1969), NAHLAVI & HOWARD (1971, 1972, 1973), CHAUHAN & REDDY (1974), GRZYB (1975), IVANICK & PASTYRIK (1978), BARTOLINI & ROSELLI(1979), FONTANAZZA & RUGGINI (1980), BARTOLINI et al. (1982), RATHORE (1983), LORETTI et al. (1985), HOWARD (1985), BERNHARD & CLAVERIE (1985), BOLIANI (1986), LEMUS (1987) e SHARMA & AIER (1989).

 

MATERIAL E MÉTODOS

Este trabalho foi executado com ramos de ameixeira (Prunus spp.), em pomar com cinco anos de idade, instalado na fazenda Taperão, situada no município de Brotas,SP, com clima classificado como CFa, de acordo com Koeppen, com altitude de 661 m, latitude sul de 22°17'00" e longitude oeste do Meridiano de Greenwich de 48°08'00", em Latossolo Vermelho Escuro álico a moderado, textura média (Quartzisemmentic Haplorthox), de acordo com ALMEIDA et al. (1981).

As plantas utilizadas para obtenção de estacas receberam, em 16 de janeiro de 1989, por planta, 10 g de bórax (11,3% de B); 10 g de sulfato de zinco (67% de Zn) e l0g de bórax mais 10 g de sulfato de zinco, utilizando-se 20 plantas por tratamento, alternadas com fitas de 20 plantas como bordadura.

O comprimento estabelecido para as estacas foi de 15 cm e um par de folhas, coletadas em quatro épocas: época 1 - outono (07/05/89); época 2 - primavera (11/11/89), época 3 - verão (29/12/89) e época 4 - verão (28/02/90). Em cada época, as estacas, antes de receberem os tratamentos, foram imersas em solução com Captan 700 PM.

As concentrações de ácido indolbutírico, utilizadas na forma de pó, foram de 2000; 3000; 4000 e 5000 ppm, aplicados, respectivamente, em estacas obtidas de plantas que receberam os tratamentos com bórax, sulfato de zinco, bórax mais sulfato de zinco e de plantas sem tratamento (controle). O leito de enraizamento constou de sacos de polietileno, com as dimensões de 17 x 27 cm, tendo vermiculita (grânulo fino) como substrato, mantidos em condição de nebulização artificial intermitente.

O delineamento experimental utilizado foi o de blocos casualizados, com 12 estacas por tratamento e duas repetições.

 

RESULTADOS E DISCUSSÕES

Época 1

Os dados da TABELA 1 mostram o efeito acentuado de cultivar na percentagem de estacas enraizadas, onde o cv. Carmesim apresenta 54,16% de estacas enraizadas e o cv. Grancuore, 31,45%. Efeito semelhante também foi mencionado por BARTOLINI et al. (1982) e SHARMA & AIER (1989) entre os grupos de ameixeiras européias (Prunus doméstica L.), sino-japonesas (Prunus salicina, L.) e também entre cultivares, o que BOLIANI (1986) também constatou para cultivares.

 

 

O ácido indolbutírico (IBA), estatisticamente, pela análise de variância, não influiu na percentagem de estacas enraizadas acima de 80%, porém com variação muito acentuada entre parcelas (zero a 100%) (TABELA 6). Estes resultados indicam a capacidade deste cultivar em emitir raízes, estando de acordo com dados obtidos por BARTOLINI et al. (1982), que mencionam que o enraizamento de estacas de alguns cultivares de ameixeira do grupo sino-japonês, foi satisfatório sem o uso do IBA; e a aplicação deste regulador apresentou efeito acentuado em cultivares que apresentaram dificuldade para a emissão de raízes.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Época 2

O efeito de cultivar e interação (cultivar x produto) na percentagem de estacas enraizadas, é apresentado na TABELA 2, onde se observa para o cv. Carmesin o efeito da aplicação de B, B + Zn, Zn e controle, mostrando uma variação de 33,16%, no tratamento com boro a 71,66%, no controle, que não diferiram significativamente entre si. Já, no cv. Grancuore o tratamento com boro e boro mais zinco diferiram entre si, não diferindo dos demais. A pouca influência dos tratamentos na percentagem de estacas enraizadas talvez seja uma característica genética na facilidade de emissão de raízes, destes cultivares.

O efeito da concentração de IBA na percentagem de estacas enraizadas é mostrado na Figura 1, onde se observa efeito crescente de concentração até 3000 ppm, para os cvs. Carmesim e Grancuore, semelhante ao resultado da época 3 (Figura 2), quando o pico de maior percentagem de estacas enraizadas situou-se em torno de 4000 ppm, apresentando diminuição com concentrações maiores. Estes resultados são confirmados por HARTMANN & HANSEN (1955), NAHLAVI & HOWARD (1971 e 1972), RATHORE (1983), LORETTI et al. (1985), HOWARD (1985), BERNARD & CLAVERIE (1985), SHARMA & AIER (1989), que também encontraram variações entre as concentrações de auxinas sintéticas utilizadas.

 

 

 

 

Época 3

O efeito de produto (B, B + Zn e Zn) e interação (cultivar x produto) na percentagem de estacas enraizadas é mostrado na TABELA 3, onde observa-se no cv. Carmesim diferença significativa entre o controle com 26,66% e os tratamentos com boro, boro mais zinco e zinco com 3,33%, a menor percentagem, que não diferiram entre si. No cv. Grancuore não ocorreu diferença significativa entre os tratamentos. Comparando-se os dados da TABELA 3 (época 3) com as TABELAS 1 (época 1) e 2 (época 2), constata-se menor percentagem de estacas enraizadas. Estes resultados estão de acordo com os dados obtidos por GRZYB (1975), LORETTI et al. (1985), SHARMA & AIER (1989) que citam a época exercendo efeito na percentagem de estacas enraizadas.

O efeito da concentração de IBA na percentagem de estacas enraizadas é mostrado na Figura 2, onde, nesta época, a melhor concentração está em torno de 4000 ppm, apresentando diminuição com concentrações superiores e inferiores a estas. Estes resultados são confirmados por HARTMANN & HANSEN (1955), NAHLAWI & HOWARD (1971 e 1972), RATHORE (1983), LORETTI et al. (1983), HOWARD (1985), BERNARD & CLAVERIE (1985), SHARMA & AIER (1989), que também encontraram variação na percentagem de estacas enraizadas nas diferentes concentrações de reguladores vegetais.

Época 4

O efeito de cultivar na percentagem de estacas enraizadas é apresentado no TABELA 5, onde se observa que o cv. Carmesim apresentou 53,95% de estacas enraizadas e o cv. Grancuore 23,95%. Efeito semelhante foi mencionado por BARTOLINI et al. (1982) e SHARMA & AIER (1989), entre os grupos de ameixeiras européias (Prunus domestica, Lindl.), sino-japonesas (Prunus salicina, Lindl.) e também entre cultivares. O ácido Indolbutírico (IBA) não influiu significativamente na percentagem de estacas enraizadas; embora o cv. Carmesim, em algumas parcelas, apresentassem percentagem de estacas enraizadas acima de 80% e o cv. Grancuore acima de 60%, porém com variação muito acentuada entre as parcelas (TABELA 7). Estes resultados indicam a capacidade destes cultivares em emitir raízes, estando de acordo com resultados obtidos por BARTOLINI et al. (1982), que mencionam que o enraizamento de estacas de alguns cultivares do grupo sino-japonês foi satisfatório sem o uso de IBA, sendo que a aplicação deste regulador vegetal apresentou efeito acentuado em cultivares que apresentaram dificuldade para a emissão de raízes. O efeito de cultivar, na percentagem de estacas enraizadas nos cvs. Carmesim e Grancuore foi bem evidenciado na época 1 (TABELA 1) e época 4 (TABELA 5), sendo o cv. Carmesim o que apresentou maior percentagem de estacas enraizadas, diminuindo na época 3, conforme TABELA 3, o que também BARTOLINI et al. (1982) e SHARMA & AIER (1989), mencionaram entre os grupos de ameixeiras européias (Prunus domestica, Lindl.), sino-japonesas (Prunus sp.) e também entre cultivares.

 

 

Também foi pronunciado o efeito de época na percentagem de estacas enraizadas o que é demonstrado nas TABELAS de 1 a 5, sendo a época 1 (outono) e época 4 (verão), as que apresentaram maior percentagem, o que está de acordo com GRZYB (1975), LORETTI et al. (1985), SHARMA & AIER (1989), que citam o outono como a melhor época. O efeito de produto (B, B + ZN e ZN) é mostrado na TABELA 4, onde se observa que não interferiu no aumento da percentagem de estacas enraizadas.

O efeito do ácido indolbutírico (IBA), na percentagem de estacas enraizadas, não foi constatado pela análise da variância nesta época, somente efeito de cultivar, (TABELA 5), o que está de acordo com o que citam os autores HARTMANN & HANSEN (1955), CHAUHAN & REDDY (1974), GRZYB (1975), BARTOLINI & ROSELLI (1975), IVANICKA & PASTIRYK (1978), FONTANAZZA & RUGGINI (1980), BARTOLINI et al (1982), RATHORE (1983), BERNARD & CLAVERIE (1985), LORETTI et al. (1985), HOWARD (1985), LEMUS (1987) e SHARMA & AIER (1989), que a melhor concentração de IBA é condicionada ao tipo de material, condição do meio de propagação e época de execução de ensaios.

 

CONCLUSÕES

- Estacas de ramos de ameixeira do cv. Carmesim apresentam maior facilidade para enraizar do que do cv. Grancuore;

- A época de corte de estacas exerce influência na percentagem de enraizamento; as maiores percentagens de estacas enraizadas foram obtidas na época l (outono) e época 4 (verão);

- Não foi constatado efeito de bórax ou sulfato de zinco no aumento da percentagem de estacas enraizadas.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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Trabalho entregue para publicação em 21.05.92
Trabalho aprovado para publicação em 31.08.92

 

 

1 Parte da Tese de Doutorado do primeiro Autor - ESALQ/USP, 13418-900-Piracicaba,SP. 1991.

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