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Revista Latino-Americana de Enfermagem

On-line version ISSN 1518-8345

Rev. Latino-Am. Enfermagem vol.13 no.4 Ribeirão Preto July/Aug. 2005

http://dx.doi.org/10.1590/S0104-11692005000400002 

ARTIGO ORIGINAL

 

Gerenciamento e liderança: análise do conhecimento dos enfermeiros gerentes1

 

Gestión y liderazgo: análisis del conocimiento de enfermeros gerentes

 

 

Maria Regina LourençoI; Gilberto Tadeu ShinyashikiII; Maria Auxiliadora TrevizanIII

IEnfermeira, Doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem Fundamental da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, da Universidade de São Paulo, e-mail: mrl.jabur@terra.com.br
IIPsicólogo, Professor Doutor da Faculdade de Administração, Economia e Contabilidade de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo, e-mail: gtshinya@usp.br
IIIEnfermeira, Professor Titular da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, da Universidade de São Paulo, Centro Colaborador da OMS para o desenvolvimento da pesquisa em enfermagem, e-mail: trevizan@eerp.usp.br.

 

 


RESUMO

Os enfermeiros têm assumido cargos gerenciais em diversas instituições de saúde. Para que exerçam o cargo de forma adequada é necessário que desenvolvam competências de gerenciamento e liderança. Para o desenvolvimento destas competências é preciso conhecimento. O propósito desta investigação foi identificar os conhecimentos dos enfermeiros/gerentes acerca de gerenciamento e liderança. Aplicamos um questionário estruturado contendo vinte e sete questões a doze enfermeiros/ gerentes de Unidades Básicas de Saúde e de Unidades de Saúde da Família. Pudemos constatar, pela análise dos dados, que as questões que apresentaram mais erros estão relacionadas aos conhecimentos acerca de: Liderança Visionária; diferenças conceituais de gerenciamento e liderança; comportamento do líder e Liderança Situacional. As questões que os enfermeiros mais acertaram são relativas aos conhecimentos sobre poder; trabalho em equipe e coerência entre valores e atitudes.

Descritores: liderança; enfermagem; administração


RESUMEN

Los enfermeros han asumido cargos gerenciales en diversas instituciones de salud. Para que ejerzan su cargo de forma adecuada, deben desarrollar competencias de gestión y liderazgo. Eso requiere conocimiento. La finalidad de esta investigación fue identificar el conocimiento de los enfermeros/gerentes sobre gestión y liderazgo. Aplicamos un cuestionario estructurado con veintisiete cuestiones a doce enfermeros/gerentes de las Unidades Básicas de Salud y de Unidades de Salud de la Familia. El análisis de los datos mostró que los enfermeros/gerentes poseían menos conocimientos respecto a liderazgo visionario; diferencias conceptuales de gestión y liderazgo; comportamiento del líder y liderazgo situacional. Los mayores conocimientos estaban relacionados con el poder; trabajo en equipo y coherencia entre valores y actitudes.

Descriptores: liderazgo; enfermería; administración; enfermero


 

 

INTRODUÇÃO

No âmbito da saúde coletiva temos observado um grande esforço em reorganizar e reorientar o Sistema Nacional de Saúde (SUS) com base no processo de descentralização, desconcentração de recursos e desenvolvimento da capacidade de gestão local.

Estamos diante de modificações tecnológicas, sociais, culturais e comportamentais. A intensidade e a velocidade com que estão ocorrendo estas mudanças têm determinado profundas alterações na filosofia e na forma de gestão empresarial.

As mudanças nas organizações advir do propósito de dar-lhes uma nova direção estratégica; modificá-las, transformá-las, torná-las diferentes do que eram no que tange a cultura ou a estrutura organizacional(1).

Estas mudanças exigem do gerente aquisição de novos conhecimentos e habilidades.

Para que, enfermeiros gerentes desenvolvam estas habilidades se faz necessário o conhecimento das diferenças entre gerenciamento e liderança e entre os elementos que os compõem.

Acreditamos que o gerente pode desenvolver o papel de agente de mudança desde que desenvolva habilidades de liderança, pois apesar da visão atual de uma liderança não centrada em um único indivíduo, é este gerente que é chamado, freqüentemente, nas organizações para conduzir este processo.

Dependendo da exigência do momento é necessário que o gerente seja capaz de atuar como gerente e líder. As organizações precisam ser gerenciadas, mas dentro da visão atual de mundo e de vida elas precisam muito mais de liderança (2). Na literatura os termos gerente, líder e administrador confundem-se entre si devido à diversidade de maneiras adotadas pelos autores, sendo imprescindível a clareza entre estes termos. Gerente, descreve uma posição na estrutura da organização e trata-se de alguém investido de autoridade formal; o líder retrata uma atitude pessoal, uma competência em relacionamentos na busca de resultados; o administrador ocupa um posto de direção, atuando sobre os processos através dos quais uma organização funciona, alocando recursos e utilizando seu pessoal da melhor forma possível(3).

Liderar e administrar são predisposições ao desempenho de papéis diferentes, embora complementares. A organização pode contar com gerentes que administram , assim como pode ter gerentes que desempenham eficazmente seu papel como líderes(3).

Entendemos que para exercer a liderança, o gerente deve entender as diferenças entre liderar e gerenciar, e buscar o desenvolvimento de capacidades necessárias para o exercício de liderança.

Para tornar-se um líder, o gerente deverá desenvolver capacidade de: visão de futuro e do cenário a ser construído; trabalhar em equipe na construção da organização; estar instrumentalizado para conduzir o processo de mudança; ser criativo; assumir ambigüidades e conflitos; ter compromisso ético, saber ouvir e comunicar-se(1).

Os serviços de saúde, assim como as demais organizações, vêm buscando se aproximar desta nova tendência, deste avanço gerencial, visando dar uma resposta ao processo evolutivo da sociedade contemporânea.

A implantação do SUS e, principalmente, a descentralização têm encontrado dificuldades, pois se pressupõe, neste modelo, uma maior autonomia e responsabilidade dos municípios na gestão dos serviços de saúde. Este processo tem esbarrado na falta de preparo das equipes para assumirem funções gerenciais e de liderança. A função de gestor municipal é relativamente nova, visto que o modelo, anterior ao SUS, era totalmente centralizado sendo que as decisões se davam em âmbito federal e apenas a operacionalização em âmbito dos municípios.

O processo de descentralização e das reformas administrativas no Brasil, a partir da década de 80, traz a tona o debate das tecnologias gerenciais em saúde . Nestes debates, tem se destacado a necessidade de operar mudanças no modo de trabalhar a gerência em todos os níveis das organizações de saúde(4).

A reforma do setor saúde pela qual vem passando o Brasil é em si mesma um agente provocador de mudança organizacional que afeta todo o sistema de saúde(1).

Dentro desta proposta, enfermeiros têm assumido cargos de gerente das Unidades Básicas de Saúde e precisam desenvolver habilidades de gerenciamento e de liderança para que possam atuar como agentes de mudança.

Em estudo realizado com enfermeiros que atuam na gerência de Unidades Básicas de Saúde, foi constatado que este profissional ao desempenhar o papel gerencial, o faz com visão idealista e disciplinadora, e frustra-se ao perceber que as coisas não acontecem como ele espera, tornando–se uma fonte constante de tensão(4).

Ao assumir cargos de gerência, o enfermeiro precisa ter clareza das mudanças na sociedade, seu impacto nas organizações e que ele precisa mudar sua forma de atuação. Optar por quebrar paradigmas estabelecidos é condição fundamental para que possa desenvolver sua função. Não cabe mais o modelo tradicional de administração de enfermagem; pessoas mudaram e o enfermeiro tem dificuldade em assimilar este processo. Mudanças ocorrem e nos atropelam, se perdemos a oportunidade que elas nos oferecem de transformação.

A fim de incorporar as mudanças necessárias ao setor saúde, com vistas ao aumento da cobertura da assistência com eqüidade, eficiência e eficácia, há um empenho em implantar novos modelos de atenção e de gerenciamento.

Diante do exposto, esta investigação teve por objetivo identificar os conhecimentos dos enfermeiros/gerentes de Unidades Básicas de Saúde e de Unidades de Saúde da Família acerca de gerenciamento e liderança.

 

PROCEDIMENTO METODOLÓGICO

Trata-se de um estudo exploratório, utilizando a metodologia quantitativa. O estudo foi realizado em um município do interior paulista, com doze enfermeiros /gerentes de Unidades Básicas de Saúde e de Unidades de Saúde da Família, que concordaram em participar e assinaram o termo de Consentimento Livre e Esclarecido.

Para a coleta dos dados, foi aplicado um questionário estruturado contendo 27 questões, buscando verificar os conhecimentos dos sujeitos acerca de gerenciamento e liderança.

O projeto de pesquisa foi, previamente, submetido e aprovado no Comitê de Ética em Pesquisa da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo.

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Caracterização dos participantes do estudo:

Observamos na Table 1 que seis (50%) dos participantes do estudo tem idade entre 25 a 30 anos; quatro (33,3%) entre 30 a 40 anos e dois (16,66%) acima de 40 anos; onze (91,66%) são do sexo feminino; sete (58,33%) têm até sete anos de formado; e nove (75%) estão nesse cargo gerencial há dois anos.

Quanto à experiência anterior em cargos gerenciais, dez (83,33%) participantes não possuíam experiência , assumindo este cargo pela primeira vez nesta gestão municipal ; dez (83,33%) são especialistas, sendo que nove (75%) destes fizeram Especialização em Saúde Coletiva; todos (100%) participantes estão cursando o GERUS, curso voltado para a formação gerencial em Unidades Básicas de Saúde e nove (75%) nunca participaram de cursos específicos em liderança. (Table 2).

 

CONHECIMENTOS DOS ENFERMEIROS GERENTES ACERCA DE GERENCIAMENTO E LIDERANÇA

Para avaliarmos os conhecimentos acerca de gerenciamento e liderança, aplicamos um questionário contendo 27 questões em forma de múltipla escolha e com afirmações falsas e verdadeiras. Este instrumento abordou os seguintes aspectos: diferenças conceituais entre gerenciamento e liderança; tipos de poder; teorias de liderança; Liderança Situacional ; Liderança Visionária; trabalho em equipe; valores e atitudes do líder; visão; Liderança Transformacional.

Para efeito de análise, vamos nos ater às questões que obtiveram maior número de acertos e maior número de erros.

A média de acertos do grupo de estudo foi de aproximadamente 17 questões, o que corresponde a 62%. As questões que obtiveram 100% de acerto foram às de número 3; 15; 21; 22 e 24.

A questão número 3 é relativa ao poder de posição. Uma das características da liderança é que os líderes exercem poder(5). Poder é a capacidade de influenciar o comportamento do outro indivíduo ou grupo no sentido de que faça algo que de outro modo não faria. O poder é a capacidade de induzir ou influenciar comportamentos(6). A diferença entre liderança e poder, é que a liderança é simplesmente qualquer tentativa de influência enquanto o poder do líder é o seu potencial de influência. Assim, o poder é o recurso que permite a um líder influenciar os outros ou conseguir sua submissão. O poder de posição é também chamado de poder legítimo, ele representa o poder que uma pessoa recebe como resultado de sua posição na hierarquia formal da organização(5).

Existem vários estudos buscando classificar as bases do poder. Identificamos a descrição de cinco bases de poder: coerção, competência, legitimidade, referência e poder de recompensa(6).

A questão de número 15 enfoca sobre o time. Este acontece quando o resultado é de responsabilidade coletiva. Cada vez mais a liderança ocorre no contexto de equipes, o que é um grande desafio para os líderes atuais.

O líder de equipe precisa desenvolver habilidades tais como: instruir; resolver conflitos; ouvir; dar feedback; utilizar persuasão oral. Precisa aprender a compartilhar autoridade e resultado(5).

A questão 21 faz referência à coerência entre valores e atitudes influenciando o comportamento.

É imprescindível ao líder que se comporte sem discrepância em relação aquilo que fala. É necessária a coerência entre os valores adotados e os praticados. A liderança é relacionamento baseado na credibilidade e na confiança(7).

A questão de número 22 diz respeito ao poder de referência e que este é mantido, em parte, através das boas habilidades interpessoais. Este poder se baseia em carisma pessoal, na forma como o líder fala ou age(8).

O poder de referência é o adotado pelos líderes verdadeiramente produtivos. A sua eficácia é atingida porque o seguidor admira e se identifica com a pessoa do líder e com a causa que ele defende. O poder de referência obtém um envolvimento natural do seguidor(3) .

A questão 24, também é relativa a poder, afirma que gerentes ao delegarem a decisão aos colaboradores perdem o poder; constatamos que todos os participantes colocaram essa afirmação como falsa.

Quando analisamos as questões 3, 21 e 24 podemos inferir que apesar da enfermagem, em sua trajetória, ter exercido uma liderança mais diretiva, tem havido mudanças. Acreditamos que a graduação tem propiciado reflexões para que o enfermeiro adote modelos mais participativos, delegue poder aos colaboradores, tenha coerência ao coordenar a equipe e saiba usar seu poder de posição.

O grupo estudado apresentou o maior número de erros para as questões de número 2;7;10;17;19;25

A questão 2 refere-se à liderança visionária. O líder tem um senso claro de futuro e das ações necessárias para chegar onde quer ;portanto, este líder tem uma visão.

A 7ª. questão busca verificar o conhecimento sobre a diferença entre liderança e gerenciamento. Percebemos pelas respostas que a maioria dos participantes do estudo inverteram os conceitos. A liderança é diferente de gerenciamento, pois a liderança é a força básica por traz de toda mudança bem sucedida. O gerenciamento implica em manter o sistema atual funcionando através de planejamento, orçamento, organização e controle. A liderança funciona através das pessoas e da cultura, é flexível e calorosa. O gerenciamento age através da hierarquia, é mais rígido e frio. Liderança e gerenciamento servem a fins diferentes(9)

A questão 10 descreve os comportamentos que mais aparecem na pesquisa de liderança, como: desempenho da tarefa; manutenção do grupo e tomada de decisão. Aqui, ressaltamos que o grupo de enfermeiros participantes continua a apontar como resposta à questão, as pesquisas referentes a estilos, como os líderes autocráticos, democráticos e laissez-faire.

A questão de número 17 diz que líderes orientados para a tarefa têm a preocupação em assegurar que a organização tenha alto desempenho. Os estudos das teorias comportamentais em liderança buscaram identificar as características comportamentais dos líderes que pudessem estar relacionadas com o desempenho eficaz, chegando a duas dimensões: comportamento orientado para a tarefa e comportamento orientado para as pessoas. Estes estudos concluíram que o comportamento orientado para os funcionários é mais associado à satisfação e à produtividade do que o comportamento orientado para a tarefa. Sabemos, a partir das teorias contigenciais que incluíram os fatores situacionais, que não existe um comportamento ideal para todas as situações.

A questão 19 aborda as teorias contingenciais de liderança, mais especificamente a Teoria de Liderança Situacional(6). Nesta abordagem teórica, os autores concluem que o processo de liderar é função do líder, do liderado e de variáveis situacionais.

Em pesquisa sobre o estilo de liderança de enfermeiros, utilizando o referencial mencionado, os autores afirmam que o enfermeiro ao ser inserido no mercado de trabalho sente grande dificuldade em exercer liderança e não possui, em geral, um referencial norteador neste processo(10).

Através das respostas dos enfermeiros do estudo a essas questões, podemos inferir que o grupo pesquisado desconhece este referencial.

A questão de número 25 afirma que todo líder tem visão. Sabemos que nem todos os líderes são visionários. A visão aparece em estudos de liderança como uma característica do líder carismático. Estes líderes estão dispostos a correr riscos por esta visão, mas são nos estudos de liderança visionária que a visão toma força. A visão se diferencia das demais formas de direção. Uma visão tem uma imagem clara e instigante que oferece uma forma inovadora de melhoria. A visão lança mão da energia e das emoções das pessoas. As propriedades essenciais da visão parecem ser as possibilidades inspiradoras que são factíveis e centradas no valor. A visão é capaz de oferecer uma imagem clara e melhor de futuro; ela deve ser percebida como desafiadora e possível(5).

Pudemos constatar, pela análise, que as questões que apresentaram mais erros estão relacionadas à Liderança Visionária; à compreensão conceitual de gerenciamento e liderança; ao comportamento do líder; e à Liderança Situacional.

As questões que os sujeitos deste estudo mais acertaram são relativas a: poder; trabalho em equipe; coerência entre valores e atitudes.

 

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Acreditamos que os cursos de graduação em enfermagem devam estimular o desenvolvimento de competências gerenciais e de liderança, pois o mercado de trabalho exige dos enfermeiros tais competências. As instituições onde os enfermeiros atuam como gerentes também precisam estimular este desenvolvimento. Mas, é necessário que o enfermeiro, ao assumir cargos gerenciais, busque conhecimentos e desenvolva competências para que possa atuar como gerente e líder, segundo o novo paradigma.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

1. Kisil M. Gestão da mudança organizacional, v. 4. - São Paulo (SP): Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo; 1998. (Série Saúde e Cidadania)        [ Links ]

2. Botelho EF. Do gerente ao líder: a evolução do profissional. 2nd ed. São Paulo (SP): Atlas; 1991.        [ Links ]

3. Bergamini CW. O líder eficaz. São Paulo (SP): Atlas; 2002.        [ Links ]

4. Fracolli LA, Egry EY. O processo de trabalho de gerência: instrumento potente par operar mudanças nas práticas de saúde? Rev Latino-am Enfermagem 2001 September-October; 9(5):13-8.        [ Links ]

5. Robbins SP. Administração: mudanças e perspectivas. São Paulo (SP): Saraiva; 2002.        [ Links ]

6. Hersey P, Blanchard KH. Psicologia para administradores: a teoria e as técnicas da liderança situacional. São Paulo (SP): EPV; 1986.        [ Links ]

7. Kouzes JM, Posner BZ. O desafio da liderança. 2nd ed. Rio de Janeiro (RJ): Campus; 1997.        [ Links ]

8. Marquis BL, Huston CJ. Administração e Liderança em Enfermagem: teoria e aplicação. 2nd ed. Porto Alegre (RS): Artes Médicas Sul; 1999.        [ Links ]

9. Kotter JP. Afinal o que fazem os líderes?: a nova face do poder e da estratégia.Rio de Janeiro (RJ): Campus; 2000.        [ Links ]

10. Lourenço MR, Trevizan MA. Liderança Situacional: análise de estilo de enfermeiros - líderes. Acta Paul Enfermagem 2002; 15(1):48-52.        [ Links ]

 

 

Recebido em: 11.11.2004
Aprovado em: 30.6.2005

 

 

1 Artigo extraído da Tese de Doutorado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Enfermagem Fundamental da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, da Universidade de São Paulo.

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