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Revista Brasileira de Plantas Medicinais

versão impressa ISSN 1516-0572

Rev. bras. plantas med. vol.12 no.4 Botucatu out./dez. 2010

http://dx.doi.org/10.1590/S1516-05722010000400004 

Efeito in vitro do extrato etanólico das folhas do melão-de-São-Caetano (Momordica charantia L.) sobre ovos e larvas de nematóides gastrintestinais de caprinos

 

In vitro effect of the ethanolic extract of "melão de São Caetano" (Momordica charantia L.) leaves on the eggs and larvae of gastrointestinal nematodes from goats

 

 

Cordeiro, L.N.I,*; Athayde, A.C.R.I; Vilela, V.L.R.I; Costa, J.G.M.II; Silva, W.A.I; Araujo, M.M.I; Rodrigues, O.G.I

IUniversidade Federal de Campina Grande (UFCG), Centro de Saúde e Tecnologia Rural (CSTR), Programa de Pós-Graduação em Zootecnia, CEP: 58700-970, Patos-Brasil
IIUniversidade Regional do Cariri (URCA), Programa de Pós-Graduação em Bioprospecção Molecular, CEP: 63100-000, Crato-Brasil

 

 


RESUMO

O experimento in vitro foi realizado para avaliar a ação do extrato etanólico das folhas do melão-de-São-Caetano (Momordica charantia L.) sobre o desenvolvimento de ovos e motilidade de larvas de nematóides gastrintestinais de caprinos. As larvas foram obtidas de coproculturas e a recuperação de ovos foi feita pela técnica dos quatro tamises, a partir de fezes de caprinos naturalmente infectados da mesorregião do Sertão Paraibano. O extrato foi utilizado nas diluições de 50; 25; 12,5; 6,25 e 3,12% para ambos os testes e como controle positivo e para controle negativo, utilizou-se água destilada estéril. As placas foram examinadas ao microscópio óptico para contagem dos ovos em desenvolvimento e larvas móveis e imóveis, após 24, 48 e 72 horas de incubação. As concentrações do extrato etanólico de M. charantia e os tratamentos controle negativo e positivo diferiram quanto ao número de ovos inviáveis. No teste de motilidade larval as concentrações acima de 12% apresentaram médias significativas quanto ao número de larvas inviáveis. Nas condições ensaiadas a M. charantia apresentou atividade ovicida e larvicida.

Palavras-chave: nematóides gastrintestinais, Momordica charantia, atividade anti-helmíntica.


ABSTRACT

The experiment in vitro was performed to evaluate the action of the ethanolic extract of "melão de São Caetano" (Momordica charantia L.) leaves on the development of eggs and motility of larvae of gastrointestinal nematodes from goats. The nematode larvae were obtained from coproculture and the recovery of eggs was done in sieves, from feces of naturally infected goats from the Mesoregion of Paraíba State. The extract was used at the dilutions of 50, 25, 12.5, 6.25 and 3.12% for both tests and as positive control; for negative control, sterile distilled water was used. The plates were examined under optical microscope to count the eggs in development and mobile larvae after 24, 48 and 72 h of incubation. The concentrations of M. charantia ethanolic extract and the negative and positive controls differed as to the number of eggs that were not viable. In the larval motility test, concentrations higher than 12% had significant means as to the number of larvae that were not viable. Under the tested conditions, M. charantia showed larvicidal and ovicidal activity.

Key words: gastrointestinal nematodes, Momordica charantia, anthelmintic activity.


 

 

INTRODUÇÃO

As helmintoses são especialmente prevalentes em países em desenvolvimento em associação com práticas de manejo deficientes e inadequadas medidas de controle.

Um dos grandes problemas de saúde, especialmente de pequenos ruminantes, são as infecções por nematóides gastrintestinais. As medidas econômicas mostram que os custos financeiros do parasitismo interno são consideráveis, devido ao aumento na mortalidade e redução na taxa de crescimento (Louie et al., 2007).

Os riscos da resistência anti-helmíntica, resíduos, disponibilidade e alto custo especialmente para pequenos produtores têm despertado a necessidade de outros métodos alternativos de controle. Opções como, controle biológico, vacinas, seleção de raças geneticamente resistentes e plantas medicinais tem sido estudado em diferentes partes do mundo. O screening e avaliação de propriedades de plantas medicinais podem oferecer as possíveis alternativas, sustentáveis e ambientalmente corretas (Artho et al., 2007).

Dentre essas alternativas, medidas biológicas com plantas medicinais estão sendo desenvolvidas, pesquisando novas substâncias com atividade antiparasitária. Entretanto, apesar da medicina popular relatar um número considerável de plantas com ação anti-helmíntica, as investigações científicas, comparando sua eficácia ao dos anti-helmínticos comerciais, ainda são escassos (Diehl et al., 2004; Eguale et al., 2007).

Vários ensaios podem ser usados para testar a atividade biológica, primeiramente in vitro e depois, para desenvolver produtos naturais, in vivo. Extratos brutos ou fracionados e às vezes compostos isolados são utilizados para realizar screening da atividade antibacteriana, anti-inflamatória, antioxidante, anti-helmíntica, bem como propriedades psicotrópicas e neurotrópicas. Nos testes para atividade biológica in vitro, uma droga padrão é incluída no esquema de teste para assegurar que o ensaio é efetivo. A atividade do extrato pode ser comparada entre diferentes ensaios, porém não com padrões puros, como extratos brutos que contém uma miríade de compostos que podem agir sinergicamente (Fennell, 2004).

Momordica charantia é uma planta que tem sido utilizada frequentemente como medicinal, pertence à família Curcubitaceae e é conhecida popularmente como melão-de-São-Caetano. Cresce em áreas tropicais da Ásia, Amazônia, oeste Africano e no Caribe, sendo utilizada na medicina popular em países em desenvolvimento como Brasil, China, Colômbia, Cuba, Gana, Haiti, Índia, México, Malásia, Nova Zelândia, Nicarágua, Panamá e Peru. Os frutos, folhas e raízes são utilizadas de forma mais comum para diabetes, cicatrizante, contra parasitas internos e ectoparasitas e no tratamento de cólicas. Os estudos fitoquímicos dos componentes botânicos do melão-de-São-Caetano têm demonstrado o conteúdo de compostos biologicamente ativos como 50 novos glicosídeos cucurbitins e cucurbitane (Chen et al., 2008).

Por estas razões, o interesse em screening de plantas medicinais pela sua atividade anti-helmíntica permanece com grande interesse científico independente do uso extensivo de químicos sintéticos nas modernas práticas clínicas em todo o mundo. Corroborando para o objetivo deste estudo em avaliar in vitro a ação do extrato etanólico das folhas de melão-de-São-Caetano sobre ovos e larvas de nematóides gastrintestinais de caprinos da mesorregião do Sertão Paraibano.

 

MATERIAL E MÉTODO

O experimento foi desenvolvido nos Laboratórios de Ciências Química e Biológicas (LCQB) e de Doenças Parasitárias dos Animais Domésticos (LDPAD) da Unidade Acadêmica de Medicina Veterinária (UAMV) do Centro de Saúde e Tecnologia Rural (CSTR) da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) e no Laboratório de Pesquisa de Produtos Naturais da Universidade Regional do Cariri (URCA).

Foram utilizados folhas do melão-de-São-Caetano (Momordica charantia L.), as quais foram coletadas na zona rural da cidade de Patos-PB no mês de setembro de 2007. A exsicata da espécie foi depositada no Herbário Caririense Dárdaro de Andrande Lima do Departamento de Biologia da Universidade Regional do Cariri - URCA tendo como registro nº 3272.

O extrato etanólico das folhas do melão-de-São-Caetano, foi preparado de acordo com a metodologia de Mourechrek (2000), obtendo um extrato líquido com concentração de 98,9 mg mL-1. Os ensaios para verificação e identificação de classes de metabólitos secundários foram realizados de acordo com a metodologia descrita por Matos (1997).

Utilizou-se as diluições de 50; 25; 12; 6 e 3% preparadas a partir da concentração matriz do extrato etanólico do material vegetal e a concentração de 0,2 mg de moxidectina (concentração controle positivo) e como controle negativo, água destilada esterilizada.

Como doadora de ovos foram utilizados dois caprinos, naturalmente infectados por nematóides gastrintestinais (infecção mista). As fezes foram coletadas diretamente da ampola retal, em quantidade de aproximadamente 50 gramas, acondicionadas em sacos plásticos e encaminhadas diretamente ao Laboratório de Doenças Parasitárias de Animais Domésticos da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), sob temperatura ambiente num intervalo de tempo máximo de duas horas.

Foi realizada a contagem de ovos por grama de fezes (OPG), através da técnica de Gordon & Whitlock (1939) e para obtenção dos ovos, utilizou-se a técnica dos quatro tamises metálicos de Girão & Ueno (1982). Os ovos dos nematóides foram recuperados do tamis com menor abertura entre malhas e diluídos com água destilada de modo a comporem uma suspensão, com aproximadamente 4.500 ovos.

O teste de eclosão de ovos foi realizado em triplicata, utilizando 21 placas de Petri como unidades experimentais de acordo com a metodologia de Furtado (2006), adicionando 2 mL da suspensão de ovos, com aproximadamente 500 ovos nematóides gastrintestinais, a 2 mL da diluição do extrato de melão-de-São-Caetano. As placas foram examinadas ao microscópio óptico, para contagem dos ovos em desenvolvimento, às 24, 48 e 72 horas de incubação.

A avaliação ao microscópio óptico das unidades experimentais seguiu a metodologia de Furtado (2006) para quantificação das variáveis como ovo viável (V): ovo blastomerado, apresentando massa arredondada formada por grande número de células. Ovo inviável (I): ovo com formação interna mais alongada do que arredondada, dobrada ao meio e de aspecto grosseiro. A importância na diferenciação nas condições dos ovos é necessária para observar se o extrato etanólico está influenciando o desenvolvimento celular dos ovos.

O teste de motilidade foi realizado com larvas de terceiro estágio (L3), obtidas de coproculturas, realizadas de acordo com a metodologia de Roberts & O'Sullivan (1950). As unidades experimentais constaram de placas de Petri, recebendo 2 mL de suspensão de larvas (400) e 2 mL das concentrações supracitadas. O total de unidades experimentais examinadas foi de 21. A contagem de larvas móveis e imóveis foi realizada às 24, 48 e 72 horas do início do teste.

Os testes de eclosão de ovos e de motilidade larval foram expressos como médias e desvios padrões e as diferenças estatísticas foram mensuradas usando a análise de variância (ANOVA) e confirmado pelo Teste de Tukey a 5% de significância (SAS, 1991).

 

RESULTADO E DISCUSSÃO

A ação ovicida e larvicida do extrato etanólico das folhas de M. charantia podem ser verificados na Tabela 1, observando-se diferença significativa entre as diluições do extrato etanólico e os tratamentos controle negativo e positivo quanto ao número de ovos inviáveis, demonstrando ação ovicida do extrato etanólico. Entretanto, o número de ovos inviáveis foi maior em 12%, talvez devido a uma melhor diluição do extrato, ou seja, nas diluições de 25 e 50% havia muitos resíduos do extrato, retardando a sua ação sobre os ovos. Entretanto, para o teste de motilidade larval isso foi característica favorável, pois as diluições acima de 12% foram significativas quanto ao número de larvas inviáveis, pela aderência dos resíduos do extrato etanólico ao corpo das larvas, impedindo a motilidade e alimentação, resultando em morte.

 

 

Na Tabela 2 observa-se que não ocorreu diferença significativa quanto ao tempo de exposição em relação à ação do extrato etanólico de M. charantia. Entretanto, durante a leitura de 48 horas, alguns ovos e larvas que inicialmente estavam recobertos pelo extrato, não permitiram a classificação como viável ou inviável, mas na leitura seguinte apresentaram desenvolvimento celular e motilidade, respectivamente. A confirmação da efetiva ação do extrato etanólico de M. charantia ocorreu após a leitura de 72 horas.

A análise estatística revelou interação entre os tratamentos e o tempo de exposição, onde na Tabela 3 observa-se que a diluição de 50% do extrato etanólico de M. charantia foi efetivo em 72 horas para maior número de ovos e larvas inviáveis. Porém a motilidade larval também foi afetada nas diluições de 12 e 25%.

Na região do Semi-Árido paraibano, vários trabalhos objetivando formas alternativas de controle de verminose caprina e/ou ovina vêm sendo desenvolvidos há vários anos pelo grupo de pesquisa da Universidade Federal de Campina Grande - UFCG, campus de Patos, avaliando administrações in vivo de formulações com plantas medicinais.

Os resultados do presente estudo são reforçados pelos trabalhos de Almeida et al. (2007), avaliando a eficácia anti-helmíntica do farelo e do extrato etanólico das folhas do melão-de-São-Caetano (Momordica charantia L.), da batata de purga (Operculina hamiltoni L.) e da semente de jerimum (Curcubita pepo L.), bem como de Brito-Júnior (2006), avaliando in vivo a ação anti-helmíntica dos extratos alcoólicos da batata de purga e do melão-de-São-Caetano, cujos resultados indicaram que as plantas estudadas, podem ser utilizadas como alternativa no controle dos nematóides gastrintestinais de caprinos, reduzindo o número de ovos por grama de fezes (OPG).

Devido à insipiência de estudos in vitro utilizando M. charantia sobre nematóides gastrintestinais, os resultados do presente estudo demonstrando a ação ovicida e larvicida do extrato etanólico de M. charantia, só podem ser discutidos com o trabalho de Batista et al. (1999), autores que avaliaram in vitro a ação de M. charantia e Spigelia anthelmia sobre a eclosão de ovos e a motilidade de larvas do nematódeo Haemonchus contortus, observando que quanto maior a concentração do extrato maior diminuição no desenvolvimento dos ovos, impedindo a eclosão, ao passo que a motilidade larval foi impedida pela M. charantia independente da dose do extrato aplicada, não relatando, porém, qual o perfil fitoquímico dos extratos avaliados.

Este estudo é influenciado por vários trabalhos in vitro como os de Costa et al. (2006), que avaliaram inicialmente in vivo a ação anti-helmíntica das folhas de Azadirachta indica contra nematóides gastrintestinais de ovinos e observaram que não houve atividade da planta como anti-helmíntico. Entretanto em outro delineamento experimental, os mesmos Costa et al. (2008) avaliaram in vitro a ação sobre ovos e larvas do nematóide Haemonchus contortus e concluíram que o extrato etanólico das folhas de A. indica pode ser utilizado no controle de nematóides em pequenos ruminantes, mas alertando para a necessidade de delineamentos in vivo e avaliações de toxicidade para desenvolver formulações a serem aplicadas pelos próprios produtores.

Estes trabalhos ressaltam a importância de continuar os estudos com M. charantia, buscando o isolamento dos compostos ativos nas folhas e aplicações sobre gêneros específicos de nematóides, permitindo novas formas de controle da verminose caprina.

 

CONCLUSÃO

O extrato etanólico de M. charantia mostrou ser efetivo, impedindo o desenvolvimento celular dos ovos e dificultando a motilidade larval em infecções mistas de nematóides gastrintestinais. Estudos fitoquímicos in vitro poderão viabilizar o isolamento dos constituintes químicos do extrato com potencial anti-helmíntico e a realização de testes de toxicidade posteriores.

 

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Recebido para publicação em 03/09/2008
Aceito para publicação em 02/08/2010

 

 

* lncordeiro@yahoo.com.br

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