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Revista Brasileira de Zootecnia

versão On-line ISSN 1806-9290

R. Bras. Zootec. v.36 n.5 supl.0 Viçosa set./out. 2007

http://dx.doi.org/10.1590/S1516-35982007000700016 

MONOGÁSTRICOS

 

Níveis de proteína bruta e suplementação de aminoácidos em rações para leitoas dos 30 aos 60 kg mantidas em ambiente de alta temperatura1

 

Dietary crude protein levels and amino acid supplementation for gilts from 30 to 60 kg maintained in a high environmental temperature

 

 

Uislei Antonio Dias OrlandoI; Rita Flávia Miranda de OliveiraII; Juarez Lopes DonzeleII; Francisco Carlos de Oliveira SilvaIII; Rafaela Antonia Ramos GenerosoIV; Jefferson Costa de SiqueiraIV

IDoutor em Zootecnia - DZO/UFV
IIDZO/UFV
IIIEPAMIG
IVPós-graduação do DZO/UFV

 

 


RESUMO

Foi realizado um estudo para avaliar níveis de proteína bruta (PB) e suplementação de aminoácidos em rações para leitoas mantidas em ambiente de alta temperatura (temperatura do ar de 30ºC, umidade relativa de 66,1% e ITGU calculado de 79,7) na fase de crescimento. Foram utilizadas 50 leitoas mestiças (Landrace ´ Large White) com peso inicial médio de 30,2 kg, em delineamento experimental inteiramente ao acaso, com cinco tratamentos e cinco repetições de dois animais por unidade experimental. Os tratamentos consistiram de cinco níveis de PB (19, 18, 17, 16 e 15%) na ração e da suplementação com lisina, metionina, triptofano, treonina e valina para manutenção da mesma qualidade protéica da ração. As rações experimentais foram fornecidas à vontade até o final do experimento, quando os animais atingiram o peso médio de 60,1 kg. Não se observou efeito do nível de proteína bruta da ração sobre o desempenho dos animais (consumo de ração, ganho de peso e conversão alimentar). A deposição de proteína na carcaça também não foi influenciada pela redução do nível de PB da ração, pois os animais alimentados com a ração com 18% de PB apresentaram os maiores valores. Os níveis de PB na ração não influenciaram os pesos absoluto e relativo dos órgãos dos animais. O nível de PB da ração pode ser reduzido em até 4% (de 19 para 15% de PB), pois essa redução não altera o desempenho de leitoas mantidas em ambiente de alta temperatura na fase dos 30 aos 60 kg, desde que as rações sejam devidamente suplementadas com todos os aminoácidos essenciais.

Palavras-chave: estresse por calor, desempenho, fêmeas suínas, proteína ideal, vísceras


ABSTRACT

An experiment was conduced to evaluate crude protein (CP) levels and amino acid supplementation for gilts from 30 to 60 kg maintained in a high environmental temperature (air temperature of 30ºC; relative humidity of 66.1% and BGHI of 79.7). Fifty crossbreed gilts (Landrace X Large White) with an average initial weight of 30.2 kg were allotted to a randomized experimental design with five treatments and five replications and two animals per experimental unity. The treatment consisted of five levels o CP (19, 18, 17, 16, and 15%) in the ration and of the supplementation with lysine, methionine, tryptophan, threonine and valine to maintain the same protein quality of the ration. The experimental diets were given ad libitum until the end of the experiment when the animals reached the average weight of 60.1 kg. No effect of dietary level of crude protein was observed on pig performance (feed intake, weight gain and feed:gain ratio). Neither carcass protein deposition was influenced by reduction of dietary of dietary level of CP. Animals fed 18% CP showed the best carcass protein deposition. The protein levels did not influence the absolute and relative weights of the pig organs. Dietary CP level can be reduced by 4% (from 19 to 15% of CP) without any effect on performance of gilts from 30 to 60 kg maintained in a high environmental temperature since that the rations be adequately supplemented with all essential limiting amino acids.

Key words: gilts, heat stress, ideal protein, organs, performance


 

 

Introdução

As exigências nutricionais dos animais podem ser influenciadas pela fase de desenvolvimento do animal, pelo nível de consumo de ração, pela concentração de nutrientes da dieta e principalmente pelo ambiente térmico ao qual o animal é submetido (NRC, 1981). A temperatura ambiente é o componente climático de maior influência na produção de calor animal e está relacionada ao peso do suíno e ao nível nutricional da ração (Verstegen & Close, 1994).

Os suínos, por terem limitada capacidade de perder calor quando mantidos em ambientes com temperaturas elevadas (Le Bellego et al., 2002), reduzem o consumo de ração para diminuir o calor a ser dissipado para o meio (Quiniou et al., 2000).

No entanto, as exigências de aminoácidos têm sido determinadas com base no conteúdo de proteína bruta e no conteúdo total de aminoácidos, sem considerar o ambiente no qual os animais se encontram. De acordo com o NRC (1998), as exigências de aminoácidos para suínos em crescimento são influenciadas pela capacidade genética de deposição de proteína corporal e pelo ambiente térmico. Suínos toleram altos níveis de proteína na ração, no entanto, além dos maiores custos de produção, essa prática contribui para maior produção metabólica de calor, redução na eficiência produtiva dos animais e poluição ambiental.

Em situações de altas temperaturas ambientais, como na maioria das regiões brasileiras no período de verão, a redução do conteúdo protéico da ração pode ser uma alternativa viável, uma vez que as proteínas intactas da dieta possuem alto incremento calórico (Noblet et al., 1994). Na formulação de rações à base de milho e farelo de soja, normalmente ocorre excesso de aminoácidos, que serão catabolizados produzindo quantidade significativa de calor metabólico. Kerr et al. (2003) verificaram que a produção de calor em suínos alimentados com dieta contendo 12% de PB suplementada com aminoácidos sintéticos foi menor que em suínos alimentados com dieta contendo 16% de PB.

De acordo com Tuitoek et al. (1997), a suplementação de aminoácidos em rações para suínos com níveis subótimos de proteína tem, entre outros, o propósito de reduzir os excessos de aminoácidos que ocorrem em dietas práticas para suínos sem, entretanto, reduzir o desempenho produtivo dos animais.

Assim, este estudo foi conduzido para avaliar o desempenho e a composição da carcaça de leitoas na fase dos 30 aos 60 kg mantidas em ambientes de alta temperatura alimentadas com rações contendo cinco níveis de proteína bruta suplementadas com aminoácidos essenciais.

 

Material e Métodos

O experimento foi conduzido no Setor de Suinocultura do Departamento de Zootecnia do Centro de Ciências Agrárias da Universidade Federal de Viçosa, em Viçosa, MG.

Foram utilizadas 50 leitoas mestiças (Landrace ´ Large White), com peso inicial de 30,2 ± 0,61 kg, distribuídas em delineamento experimental inteiramente ao acaso, com cinco tratamentos, constituídos de níveis de proteína bruta (PB) na ração (19, 18, 17, 16 e 15%), com suplementação de lisina, metionina, triptofano, treonina e valina para manutenção da qualidade protéica da ração, e cinco repetições de dois animais por unidade experimental.

Os animais foram alojados em gaiolas metálicas suspensas, com pisos e laterais telados, providas de comedouro semi-automático e bebedouro tipo chupeta, e mantidos em sala de alvenaria com janelas de vidro do tipo basculante, forro de madeira e cobertura com telha de barro.

A temperatura interna da sala foi mantida a 30ºC utilizando-se um conjunto de seis campânulas elétricas, distribuídas em dois corredores, a aproximadamente 40 cm acima do piso, e dois aparelhos de ar condicionado de 30.000 BTU cada um, controlados por sensores instalados no centro da sala. A temperatura e a umidade relativa internas da sala foram monitoradas diariamente durante o período experimental, três vezes ao dia (às 8, 13 e 18h), por meio de termômetros de máxima e mínima, termômetros de bulbo seco e bulbo úmido e termômetro de globo negro, mantidos em uma gaiola vazia à meia-altura do corpo dos animais.

Os valores registrados foram convertidos no índice de temperatura de globo e umidade (ITGU), segundo Buffington et al. (1981), caracterizando o ambiente térmico em que os animais foram mantidos.

As rações (Tabela 1) foram formuladas à base de milho e farelo de soja e suplementadas com minerais e vitaminas, sendo isoenergéticas (3.400 kcal de ED/kg) e isolisínicas digestíveis (0,875%). Os níveis de PB das rações experimentais foram obtidos ajustando-se as quantidades de milho e farelo de soja. A fim de tornar as rações isolisínicas digestíveis, adicionou-se lisina sintética (L-lisina.HCl 78,5%) à medida que se reduziu o nível de PB. Os demais aminoácidos (treonina, metionina, triptofano e valina) foram suplementados à medida que suas relações com a lisina digestível ficaram abaixo daquelas preconizadas na proteína ideal, segundo recomendações de Füller (1996). Para o cálculo dos aminoácidos digestíveis dos ingredientes utilizados na formulação, foram aplicados os coeficientes de digestibilidade obtidos nas tabelas Rhodimet (1993).

As rações experimentais e a água foram fornecidas à vontade.

Ao término do período experimental, quando atingiram o peso de 60,1 ± 1,69 kg, os animais foram mantidos em jejum alimentar por 24 horas. Após o jejum, um animal de cada unidade experimental, com o peso mais próximo de 60 kg, foi abatido por dessensibilização e sangramento. Em seguida, procedeu-se à toalete e à abertura para retirada dos órgãos. O fígado, os rins e o intestino delgado foram pendurados à sombra para escorrimento do sangue por 20 minutos e, posteriormente, foram pesados.

No início do experimento, um grupo de cinco leitoas com 30,1 ± 0,73 kg foi também abatido pelo mesmo método de abate usado com os animais alimentados com as rações experimentais para determinação da composição da carcaça dos animais no início do experimento e posterior determinação da deposição de proteína na carcaça, conforme técnica descrita por Donzele et al. (1992).

As carcaças dos animais abatidos foram divididas longitudinalmente e a metade esquerda de cada carcaça (incluindo cabeça e pés), sem as vísceras e o sangue, foi triturada por 15 minutos em cutter comercial de 30 HP e 1.775 revoluções por minuto. Após homogeneização do material triturado, foram retiradas amostras das carcaças, que foram estocadas em congelador a -12ºC. Ao prepararem as amostras para as análises laboratoriais, em razão da alta concentração de gordura do material, procedeu-se à pré-secagem em estufa com ventilação forçada a ± 60ºC por 72 horas. Em seguida, foi realizado o pré-desengorduramento, a quente, em aparelho extrator do tipo Soxhlet, por 4 horas.

As amostras pré-secas e pré-desengorduradas foram moídas e acondicionadas em vidros com tampa de polietileno devidamente identificados, para posteriores análises laboratoriais. Foram considerados os valores da água e da gordura retiradas no preparo das amostras para a correção dos valores das análises subseqüentes.

As análises de proteína das amostras foram realizadas no Laboratório de Nutrição Animal do Departamento de Zootecnia da Universidade Federal de Viçosa, conforme técnicas descritas por Silva (1990).

As análises estatísticas das características de desempenho (ganho de peso, consumo de ração e conversão alimentar), de deposição de proteína nas carcaças e de pesos dos órgãos foram realizadas utilizando-se o procedimento GLM do SAS (1999), versão 8.00, e a soma de quadrados dos tratamentos foi decomposta em contrastes ortogonais.

 

Resultados e Discussão

Durante o período experimental, a temperatura do ar foi mantida em 30,4 ± 1,0ºC e a umidade relativa em 66,1 ± 7,2. O índice de temperatura de globo e umidade (ITGU) calculado no período foi de 79,7 ± 1,1. O valor médio de ITGU calculado neste estudo assemelha-se, respectivamente, aos valores de 82,7; 83,0; 81,1 e 82,8, observados por Oliveira et al. (1997), Tavares et al. (2000), Orlando et al. (2001) e Ferreira et al. (2007), em estudos com suínos submetidos a estresse de calor durante a fase de crescimento.

O ganho de peso diário (GPD) dos animais não foi influenciado (P>0,10) pela redução do nível de proteína bruta na ração (Tabela 2), resultado que está de acordo com os encontrados por Le Bellego et al. (2002), que, avaliando a redução de 20,1 para 15,6% do nível de PB da ração, também não observaram diferença no GPD de suínos de 27 a 54 kg mantidos em ambiente de alta temperatura (29ºC). Do mesmo modo, López et al. (1994), avaliando níveis de PB na forma intacta (18,3%) em dieta suplementada com aminoácidos (14,5%), não observaram variação significativa no GPD de leitoas mantidas em ambiente de alta temperatura (27,7 a 35ºC) na fase de terminação.

Em contrapartida, Ferreira et al. (2007), em experimento com suínos machos castrados dos 30 aos 60 kg mantidos em ambiente quente (32,2ºC) alimentados com rações com níveis decrescentes de PB (de 17 até 13%) suplementadas com aminoácidos, observaram efeito da redução do nível de PB da ração sobre o GPD e que os piores resultados foram verificados no nível de 14% de PB. Neste contexto, considerando o alto incremento calórico proporcionado pela proteína intacta (Miyada, 1999), a redução de seu nível nas rações com a adequada suplementação dos aminoácidos limitantes não deveria resultar em resposta negativa no GPD dos animais, principalmente em condições de alta temperatura, conforme observado por Ferreira et al. (2007).

O consumo diário de ração (CDR) também não foi influenciado (P>0,10) pela redução do nível de PB da ração. Esses resultados foram semelhantes aos observados por López et al. (1994) e Le Bellego et al. (2002), que, ao avaliarem a redução dos níveis protéicos da ração com a suplementação de aminoácidos, não observaram variação no CDR de suínos em crescimento mantidos em estresse por calor.

Uma vez que o desbalanço de aminoácidos da ração pode ter efeito negativo sobre o consumo voluntário em suínos (Henry & Séve, 1993), a suplementação de aminoácidos nas rações nos quatro últimos tratamentos possivelmente foi adequada para manter a qualidade protéica das rações.

A redução do nível de PB das rações não influenciou (P>0,10) a conversão alimentar (CA), o que está de acordo os resultados relatados por López et al. (1994) e Ferreira et al. (2007), que também não observaram variação significativa na conversão alimentar em suínos em terminação e crescimento, respectivamente, mantidos em ambiente de calor alimentados com rações com diferentes níveis de PB e suplementadas com aminoácidos. No entanto, os resultados observados para a CA neste estudo diferem dos observados por Le Bellego et al. (2002), que notaram piora na CA dos suínos mantidos em ambiente quente quando o nível de PB da ração foi reduzido de 20,1 para 15,6% com suplementação de aminoácidos. Considerando os possíveis benefícios da redução do nível de PB da ração com a adequada suplementação de aminoácidos para suínos no ambiente de calor, conforme relatado anteriormente, a piora da CA dos animais observada por esses autores, em princípio, não teria sustentação biológica.

 

Tabela 3

 

A redução da PB não influenciou (P>0,10) os consumos diários de lisina (CDL) e energia digestível (CDE). O padrão de consumo observado neste estudo corrobora aquele verificado por Le Bellego et al. (2002), que não observaram efeito da redução do nível de PB com a suplementação de aminoácidos sobre o CED de suínos mantidos em ambiente de alta temperatura. A justificativa para o ocorrido está relacionada ao fato de as rações terem sido isolisínicas e isoenergéticas e não ter ocorrido variação significativa do CDR pelos animais.

Foi observada diminuição (P<0,05) gradativa no consumo diário de nitrogênio à medida que se reduziu o nível de PB da ração. Os animais alimentados com a ração com 15% de PB apresentaram consumo de nitrogênio 21% inferior em relação aos alimentados com a de 19% de PB. No entanto, a eficiência de utilização de nitrogênio para ganho (EUNG) melhorou significativamente (P<0,05) conforme os níveis de PB das rações foram reduzidos e o melhor resultado foi obtido no nível de 15% de PB. Resultado semelhante de diminuição no consumo de N e melhoria na EUNG também foi verificado por Ferreira et al. (2007), em experimento com suínos mantidos em alta temperatura recebendo rações com redução nos níveis de PB suplementadas com aminoácidos sintéticos.

A deposição de proteína (DP) na carcaça foi influenciada (P<0,05) pela redução do nível de proteína das rações. Nos animais alimentados com a ração com 18% de PB, a deposição de proteína foi superior à observada nos animais alimentados com as demais rações, que não diferiram entre si. Esse resultado foi semelhante ao verificado por Ferreira et al. (2007), que encontraram menor valor de DP quando reduziu o nível de PB da ração em três unidades percentuais (17 para 14%).

O resultado obtido neste trabalho difere dos apresentados por Le Bellego et al. (2002), que não observaram alteração na porcentagem de proteína na carcaça de suínos em crescimento mantidos em ambiente de calor alimentados com rações contendo níveis reduzidos de PB e suplementadas com aminoácidos sintéticos.

Aparentemente, o resultado para maior deposição de proteína nos animais alimentados com a ração com 18% de PB não é biologicamente explicado, uma vez que os consumos de ração e de energia não foram influenciados pela redução do nível de PB das rações.

A redução dos níveis de PB das rações não influenciou (P>0,10) os pesos absoluto e relativo de nenhum dos órgãos avaliados. Esses resultados corroboram os obtidos por Ferreira et al. (2007) e Le Bellego et al. (2002), que, em pesquisa com suínos em crescimento mantidos em ambiente quente consumindo rações com diferentes níveis de PB suplementadas com aminoácidos sintéticos para manter a relação da proteína ideal, também não observaram efeito significativo dos níveis de PB sobre o peso relativo do fígado e dos rins.

 

Conclusões

O nível de PB de rações para leitoas mestiças mantidas em ambiente de alta temperatura dos 30 aos 60 kg pode ser reduzido de 19 para 15%, pois essa redução não prejudica o desempenho e as características de carcaça desses animais, desde que a ração seja devidamente suplementada com aminoácidos essenciais limitantes.

 

Literatura Citada

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Recebido: 15/12/2005
Aprovado: 8/5/2007

 

 

Correspondências devem ser enviadas para: flavia@mail.ufv.br
1 Parte da tese de Mestrado do primeiro autor. Projeto apoiado pela Ajinomoto