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Revista Brasileira de Zootecnia

Print version ISSN 1516-3598On-line version ISSN 1806-9290

R. Bras. Zootec. vol.38 no.2 Viçosa Feb. 2009

http://dx.doi.org/10.1590/S1516-35982009000200020 

PRODUÇÃO ANIMAL

 

Crescimento relativo e composição do ganho de tecidos na carcaça de bubalinos Mediterrâneo jovens abatidos com diferentes pesos

 

Relative growth and gain composition of carcass tissues from young Mediterranean buffaloes slaughtered at different weights

 

 

Taís Aline Bregion dos SantosI; André Mendes JorgeII; Cristiana AndrighettoIII; Caroline de Lima FranciscoIV; Letícia Colares VilelaV; Renata Bonini PardoVI

IPrograma de Pós-Graduação em Zootecnia, Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ), Universidade Estadual Paulista (UNESP) - Botucatu - SP. Bolsista CAPES
IIDepartamento de Produção Animal da FMVZ/UNESP - Botucatu - SP. Pesquisador do CNPq
IIIUNESP - Campus Experimental de Dracena - SP
IVPrograma de Pós-Graduação em Zootecnia, FMVZ/UNESP-Botucatu-SP. Bolsista FAPESP
VFaculdade Gennari & Peartree - Pederneiras - SP
VIFaculdade de Tecnologia (FATEC) - Marília - SP

 

 


RESUMO

Utilizaram-se 32 bubalinos machos não-castrados, da raça Mediterrâneo, divididos aleatoriamente em cinco categorias. Os animais de uma categoria foram abatidos imediatamente, enquanto os demais foram alimentados, à vontade, com ração contendo 70% de concentrado (na matéria seca) e abatidos ao atingirem 450, 480, 510 ou 540 kg de peso corporal. Adotou-se a equação de regressão do logaritmo da quantidade corporal de carcaça e de seus tecidos (muscular, adiposo e ósseo) em função do logaritmo do peso de corpo vazio. A carcaça apresentou valor de alometria, o que indica desenvolvimento proporcionalmente igual ao do peso corporal vazio. Derivando as equações, obtiveram-se as equações de predição da participação dos componentes corporais no ganho de 1 kg de peso de corpo vazio. Na carcaça, o tecido adiposo teve maior impulso de crescimento em idade mais tardia, enquanto os tecidos ósseo e muscular tiveram maior impulso para crescimento em idade mais precoce.

Palavras-chave: alometria, músculos, osso, tecido adiposo


ABSTRACT

Thirty-two non castrated Mediterranean male buffaloes were used, being divided into five groups (categories). One group was randomly assigned to immediate slaughter, four groups were fully fed with ration containing 70% of concentrate, dry matter basis until reaching the slaughter weights of 450, 480, 510 and 540 kg. Regression equations of log content of carcass and their tissues (muscle, adipose tissue and bone) were adopted as a function of log empty-body-weight. Carcass presented positive allometry value close to 1, reflecting development proportionally equal to the empty-body-weight. Deriving the equations above, the prediction equations of body components in the body gain of 1 kg of the empty-body-weight were obtained. In the carcass, the adipose tissue presented late growth while bone and muscular tissues developed in an earlier age.

Key Words: adipose tissue, allometry, bone, muscle


 

 

Introdução

O padrão de crescimento dos tecidos corporais difere com o peso dos animais. Os músculos têm crescimento mais acelerado em animais mais jovens e, por ocasião da puberdade, os esteróides substituem os hormônios protéicos intensificando a deposição do tecido adiposo e diminuindo a intensidade do crescimento muscular (Berg & Butterfield, 1976).

As proporções de gordura, músculos e ossos na carcaça de animais de corte são de interesse da cadeia produtiva de carne, pois o teor de gordura da carcaça afeta a aceitabilidade pelo consumidor. Uma vez que o período de terminação é o mais dispendioso, é importante que estejam disponíveis para produtores e pesquisadores métodos rápidos e econômicos para estimar a composição física da carcaça e de seus cortes.

Hankins & Howe (1946), em trabalho clássico sobre a utilização de cortes da carcaça para predição da composição da carcaça de bovinos, definiram uma metodologia para obtenção de uma amostra da carcaça compreendendo a 9ª, 10ª e 11ª costelas (seção HH), bem como equações de predição, amplamente utilizadas por pesquisadores. Nour & Thonney (1994), em trabalho com bovinos das raças Angus e Holandesa, concluíram que a composição da seção HH pode ser utilizada com precisão, salvo pequenos ajustes, na predição da composição da carcaça de animais de diversos grupos genéticos.

O conhecimento do crescimento e da composição tecidual dos cortes da carcaça de bubalinos é importante, pois permite avaliar o destino dos nutrientes no corpo do animal e o ponto ideal de abate dos animais em diversos sistemas de produção disponíveis. Para isso, é necessário conhecer o momento (peso e/ou idade) em que o crescimento muscular diminui (puberdade) e que a maioria dos nutrientes é direcionada para o tecido adiposo, cujo custo energético é mais elevado e, quando em excesso, acarreta desvalorização do produto comercializado (Jorge, 2005).

Desta forma, conduziu este estudo com o objetivo de avaliar o crescimento relativo dos tecidos da carcaça e a composição do ganho de peso em tecidos em bubalinos Mediterrâneos não-castrados abatidos com diversos pesos.

 

Material e Métodos

O experimento foi realizado no confinamento experimental da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, da Universidade Estadual Paulista (UNESP), campus de Botucatu, São Paulo, localizada a 22° 51' latitude sul e 48° 26' longitude oeste em altitude média de 786 m acima do nível do mar.

Foram utilizados 32 bubalinos puros de origem, da raça Mediterrâneo, não-castrados e recriados em pastagem nativa do Litoral Norte de São Paulo, com média de 14 meses de idade e peso vivo médio inicial de 330 kg, divididos aleatoriamente em quatro grupos de sete animais e um grupo-referência contendo quatro animais. Os animais foram alocados em cinco baias com 20 m de largura por 30 m de comprimento, providas de 6 m2 de sombra/animal e bebedouro do tipo australiano com capacidade para 1.500 L.

Ao início do experimento, os animais foram pesados após jejum de sólidos de 16 horas, identificados com brincos numerados e submetidos ao controle de endo e ectoparasitas, quando receberam vitamina A (2.000.000 UI) injetável. Os animais foram mantidos por um período de 30 dias de adaptação à dieta e às instalações experimentais, no qual foram alimentados à vontade com a ração utilizada no período experimental. Após o período de adaptação, os animais do grupo-referência foram abatidos para o estudo da composição corporal inicial. Os animais remanescentes foram alimentados, à vontade, duas vezes ao dia, às 8 e 17 h, com uma única ração balanceada, em quantidade calculada para que as sobras nos cochos, em período de 24 horas, correspondessem de 5 a 10% da matéria seca fornecida. A ração foi formulada (Tabela 1) segundo normas do NRC (1996), nível 2, com base em simulação ruminal para animais não-castrados com ganho de 1,40 kg/dia, procurando-se manter a relação concentrado:volumoso em 70:30, na matéria seca.

 

 

O experimento não teve duração pré-fixada, uma vez que os animais foram abatidos ao atingirem os pesos pré-estabelecidos de 450, 480, 510 ou 540 kg. As pesagens foram realizadas a cada 28 dias e, à medida que os animais aproximavam-se do peso de abate pré-estabelecido, aumentava-se a freqüência das pesagens para que o abate fosse realizado com o peso previsto.

O abate foi realizado após jejum de 16 horas, com livre acesso à água, com insensibilização, por meio de pistola de dardo cativo, e secção da veia jugular. Após o abate, a carcaça foi dividida em duas metades, que foram pesadas individualmente e mantidas em câmara fria por aproximadamente 18 horas, a -5ºC. Decorrido este tempo, na metade esquerda da carcaça, retirou-se a secção transversal, da qual se destacou a secção HH, conforme descrito por Hankins & Howe (1946), para determinação das proporções dos componentes físicos (músculo, tecido adiposo e ossos). As proporções de músculo, tecido adiposo e ossos da carcaça foram determinadas com base nas proporções desses componentes na secção HH, por meio das equações desenvolvidas por Hankins & Howe (1946): músculo = 16,08 + 0,80*X; tecido adiposo = 3,54 + 0,80*X; e ossos = 5,52 + 0,57*X, em que X é a porcentagem do componente na secção HH.

O peso corporal vazio (PCVZ) dos animais-referência (AB) foi determinado somando-se peso de carcaça, sangue, cabeça, pés, couro, cauda, vísceras e órgãos. A relação específica entre o peso corporal vazio e o peso vivo foi determinada e o valor obtido foi utilizado para se estimar o peso corporal vazio inicial dos animais remanescentes. O peso corporal vazio final desses animais foi determinado de modo semelhante ao aplicado aos animais-referência na ocasião do abate. A relação entre peso de carcaça e o peso corporal vazio nos animais-referência foi utilizada para estimar o peso inicial de carcaça dos animais remanescentes.

No estudo do crescimento relativo da carcaça e seus tecidos (músculo, tecido adiposo e ossos), adotou-se a equação de regressão do logaritmo da quantidade corporal de carcaça e de seus tecidos (músculo, tecido adiposo e ossos), segundo o logaritmo do peso do corpo vazio (PCVZ):

Yij = µ + bi Xij + eij,

em que: Yij = logaritmo da quantidade total de carcaça e de seus tecidos (músculo, tecido adiposo e ossos), em kg, no corpo vazio do animal j da raça i; µ = efeito da média (intercepto); bi = coeficiente de regressão do logaritmo da quantidade de carcaça e de seus tecidos (músculo, tecido adiposo e ossos), kg, de acordo com o logaritmo do peso do corpo vazio; Xij = logaritmo do peso do corpo vazio do animal j; eij = erro aleatório, pressuposto normalmente distribuído, com média zero e variância σ2.

Equações de predição da quantidade de carcaça e de seus tecidos (kg) por kg de ganho de peso corporal vazio (GPCVZ) foram obtidas por derivação das equações de regressão supracitadas, obtendo-se as equações do tipo Y' = s*10ª*Xb-1, em que: Y' = quantidade, em kg, de carcaça e de seus tecidos (músculo, tecido adiposo e ossos) por kg de GPCVZ; a e b = intercepto e coeficiente de regressão, respectivamente, das equações de regressão da quantidade de carcaça e de seus tecidos (músculo, tecido adiposo e ossos), em kg, no corpo vazio; X = PCVZ, em kg.

As análises estatísticas foram feitas utilizando-se o procedimento PROC REG (SAS, 1996).

 

Resultados e Discussão

Os coeficientes de regressão (b) e de determinação (r2) revelaram a intensidade de desenvolvimento das partes em relação ao PCVZ e o ajustamento da equação aos dados para músculos, tecido adiposo, ossos e carcaça, respectivamente (Tabela 2). Tanto para o crescimento de músculos da carcaça quanto para o de ossos, observaram-se valores de β<1, ou seja, heterogônico negativo, o que indica que desenvolvimento precoce desses tecidos em relação ao peso corporal vazio.

 

 

Esses dados corroboram os obtidos por Vieira (2004) em bubalinos mediterrâneos não-castrados terminados em confinamento e abatidos aos 450 e 500 de peso vivo (PV). Fernandes et al. (2005), estudando os componentes corporais de três grupos genéticos de bovinos, encontraram para músculos de animais mestiços ½ Caracu × ½ Zebu β = 0,74 e 0,90; para ½ Holandês × ½ Zebu, β = 0,57 e 0,90; e, para animais Nelore, β = 1,22 e 1,14 nas fases de recria e terminação, respectivamente. Para o componente ósseo, no entanto, esses autores encontraram para o grupo ½ Caracu × ½ Zebu β = 0,27 e β = 0,66; para animais Holandês × Zebu, β = 0,56 e 0,43; e, para os animais Nelore, β = 0,15 e 0,72 nas fases de recria e terminação, respectivamente.

Carvalho et al. (2007), em pesquisa com bezerros leiteiros na fase inicial de crescimento, obtiveram coeficientes de alometria que indicaram crescimento isogônico (β = 1) dos tecidos ósseo e muscular, comprovando que, até os 110 dias de vida, estes tecidos cresceram em igual intensidade ao crescimento da carcaça. Do mesmo modo, Santos et al. (2001), em experimento com ovinos Santa Inês, obtiveram valores de β>1 para os tecidos musculares da perna e da costeleta, o que caracteriza crescimento heterogônico positivo desses componentes teciduais. Esses mesmos autores afirmaram que o crescimento muscular de lombo, costela e paleta foi isogônico (β = 1) e que o tecido ósseo apresentou valor de β<1, o que indica desenvolvimento precoce dos cortes.

Rosa et al. (2002), em estudo com cordeiros da raça Texel machos e fêmeas submetidos a diferentes métodos de alimentação, observaram que o tecido ósseo, tanto nos machos quanto nas fêmeas, apresentou desenvolvimento precoce (β<1) e que o tecido muscular teve desenvolvimento isogônico em relação ao da carcaça (β = 1).

Os coeficientes de determinação (r2) das equações de regressão para tecido adiposo e carcaça variaram entre 0,82 e 0,81, o que comprova bom ajustamento das equações aos dados experimentais.

O ajustamento da equação aos dados para ossos (r2 = 0,63) e músculos (r2 = 0,52) não alcançou nível semelhante ao de tecido adiposo e da carcaça, provavelmente em virtude da variação na proporção desses tecidos em relação ao peso corporal vazio, pelo fato de os animais se encontrarem em fase de crescimento, quando ocorre maior intensidade de crescimento muscular. Essas características sofrem diretamente a ação dos hormônios do crescimento, juntamente com o hormônio testosterona (Phillips, 2001).

A carcaça, principal componente do peso vivo, apresentou valor de β = 0,94, bem próximo a 1, que indica desenvolvimento proporcionalmente igual ao do PCVZ, o que corrobora observações de Rota et al. (2002), que verificaram desenvolvimento isogônico da carcaça de cordeiros não-castrados da raça Crioula. Jorge et al. (2003), no entanto, trabalhando com zebuínos de quatro raças abatidos aos 24 meses de idade, encontraram alometria positiva da carcaça (β>1), que indica desenvolvimento tardio da carcaça em relação ao do PCVZ. Essa diferença pode ser explicada pelo fato de os animais avaliados neste estudo se encontrarem em fase de crescimento.

O coeficiente alométrico para o tecido adiposo foi maior que 1 (β = 1,91), o que confirma crescimento tardio desse tecido em relação ao PCVZ. Esse resultado foi comprovado também por Rosa et al. (2002), que, em pesquisa com cordeiros da raça Texel, independentemente do sexo e do método de alimentação, observaram valores de b variando de 1,51 a 2,15. Esses relatos foram confirmados por Jorge et al. (2003), que constataram que o tecido adiposo cresceu, como um todo, em taxa mais elevada que o PCVZ em animais zebuínos abatidos aos 24 meses de idade. Resultados semelhantes foram encontrados por Vieira (2004), que determinaram em bubalinos valor de β = 2,35, e por Fernandes et al. (2005), que observaram em bovinos valor de b=1,48 para o tecido adiposo.

Segundo Di Marco (1994), as características relacionadas à deposição de gordura na carcaça dependem do nível energético da dieta durante a terminação dos animais. Entretanto, Vaz et al. (2007), comparando as características relacionadas à composição física da carcaça de novilhos terminados em pastagem cultivada (azevém) e novilhos terminados com cana-de-açúcar mais concentrado, concluíram não haver diferença na quantidade de gordura na carcaça dos animais, uma vez que os novilhos mantidos em pastagem cultivada dispunham de uma dieta com maior teor de energia digestível por unidade de matéria seca média ao longo do período. Por outro lado, ao contrário do que se esperava, Rota et al. (2002), trabalhando com cordeiros não-castrados da raça Crioula, observaram que a gordura da paleta apresentou desenvolvimento isogônico, confirmando os resultados obtidos por Rota et al. (2000), em estudo com cordeiros mestiços Border Leicester.

Derivando as equações de regressão do logaritmo do peso de músculos, tecido adiposo, ossos da carcaça e peso da carcaça (kg) pelo logaritmo do PCVZ, obtiveram-se as equações de predição dos pesos de músculos, tecido adiposo, ossos da carcaça e peso da carcaça (kg) por kg ganho de PCVZ (Tabela 3).

 

 

As equações permitem estimar a participação da carcaça e de seus tecidos (muscular, adiposo e ósseo) na composição do ganho de peso corporal vazio de bubalinos Mediterrâneo com 450 e 540 kg de peso vivo. Considerando animais nesta faixa de peso (404,2 e 498,6 kg de PCVZ), os resultados deste estudo indicam ganhos médios de 0,181 e 0,167 kg de músculos, 0,295 e 0,357 kg de tecido adiposo, 0,029 e 0,025 kg de ossos e de 0,515 e 0,509 kg de carcaça por kg de PCVZ ganho, respectivamente (Tabela 4).

 

 

O aumento do conteúdo de tecido adiposo foi mais acentuado e o crescimento dos músculos e dos ossos foi mais reduzido quando os animais foram abatidos em idade mais avançada. Esses resultados confirmam os reportados por Black (1989) e Osório et al. (1994). Do mesmo modo, Restle et al. (1997), em novilhos Charolês, Costa et al. (2002), em novilhos Red Angus, e Arboitte et al. (2004), avaliaram diferentes pesos de abate de bovinos 5/8 Nelore e 3/8 Charolês terminados em confinamento e verificaram redução no percentual de músculos e aumento no percentual de tecido adiposo da carcaça em idade de abate.

Kuss et al. (2005), em pesquisa com vacas de descarte de diferentes grupos genéticos, observaram que o aumento do peso de abate reduziu a participação de ossos e músculos e aumentou a de tecido adiposo na carcaça.

 

Conclusões

Em bubalinos jovens da raça Mediterrâneo, o crescimento do tecido adiposo tem maior impulso em idade mais tardia, enquanto o tecido ósseo tem maior crescimento em idade mais precoce e o tecido muscular, crescimento intermediário. A carcaça de bubalinos Mediterrâneo abatidos entre 450 e 540 kg apresenta crescimento proporcionalmente igual ao crescimento do peso corporal vazio.

 

Literatura Citada

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Este artigo foi recebido em 25/2/2008 e aprovado em 11/7/2008.

 

 

Correspondências devem ser enviadas para: andrejorge@fmvz.unesp.br

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