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Biota Neotropica

On-line version ISSN 1676-0611

Biota Neotrop. vol.6 no.1 Campinas  2006

https://doi.org/10.1590/S1676-06032006000100009 

ARTIGOS

 

Ácaros Plantícolas (Acari) da "Estação Ecológica de Paulo de Faria", Estado de São Paulo, Brasil1

 

Plant inhabiting mites (Acari) of the "Estação Ecológica de Paulo de Faria", State of São Paulo, Brazil

 

 

Renato BuosiI; Reinaldo José Fazzio FeresII; Anibal Ramadan OliveiraIII; Antonio Carlos LofegoIV; Fábio Akashi HernandesI

IPrograma de Pós-Graduação em Biologia Animal, UNESP - Universidade Estadual Paulista, Campus de São José do Rio Preto, SP / Bolsistas FAPESP e CNPq
IIDepto. de Zoologia e Botânica, UNESP - Universidade Estadual Paulista, Campus de São José do Rio Preto, SP. Rua Cristóvão Colombo, 2265, 15054-000 São José do Rio Preto, São Paulo
IIISetor de Zoologia Agrícola, Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz", USP - Universidade de São Paulo, 13418-900 Piracicaba, São Paulo
IVCentro Universitário do Norte Paulista, UNORP Rua Ipiranga, 3460, Jardim Alto Rio Preto, 15020-040 São José do Rio Preto, São Paulo; Autor para correspondência: e-mail: reinaldo@ibilce.unesp.br

 

 


RESUMO

O presente estudo foi realizado na "Estação Ecológica de Paulo de Faria", região norte do estado de São Paulo, Brasil, visando conhecer a biodiversidade de ácaros associados a plantas em fragmentos de mata estacional semidecidual nativa. Cento e vinte e três espécies das subordens Gamasida, Actinedida, Acaridida e Oribatida (35 identificadas nominalmente), pertencentes a 78 gêneros de 25 famílias, foram coletadas sobre 18 espécies vegetais. As espécies mais freqüentes foram Euseius concordis (Chant) e Iphiseiodes zuluagai Denmark & Muma (Phytoseiidae), encontradas sobre oito e seis espécies vegetais, respectivamente. A maior riqueza de espécies foi observada em Psicotria cartagenensis (oito espécies), Cecropia pachystachya (sete espécies), Guarea kunthiana e Jacaratia spinosa (seis espécies).

Palavras-chave: ácaros, biodiversidade, distribuição, região neotropical, taxonomia


ABSTRACT

This study was conducted in the "Estação Ecológica de Paulo de Faria", northern region of the State of São Paulo, Brazil, to determine the biodiversity of plant inhabiting mites in patches of native semideciduous forest. One hundred twenty three species of the suborders Gamasida, Actinedida, Acaridida and Oribatida (35 nominally identified), belonging to 78 genera in 25 families, were collected on 18 plant species. The most frequent species were Euseius concordis (Chant) and Iphiseiodes zuluagai Denmark & Muma, found on eight and six plant species, respectively. The largest richness was observed in Psicotria cartagenensis (eight species), Cecropia pachystachya (seven species), Guarea kunthiana and Jacaratia spinosa (six species).

Key words: biodiversity, distribution, mites, Neotropics, taxonomy


 

 

Introdução

Estudos sobre biodiversidade são importantes pois, devido ao crescimento explosivo das populações humanas, o ambiente está sendo desgastado de forma muito acelerada e grande parte da diversidade está se perdendo irreversivelmente através da extinção causada pela destruição de hábitats naturais (Wilson 1997). Devido à crescente devastação das matas é possível que muitas espécies de ácaros estejam sendo extintas, antes mesmo de serem catalogadas.

O conhecimento da acarofauna associada a plantas nativas é básico para futuros estudos de manejo de agroecossistemas, pois essas plantas podem servir como reservatórios para ácaros fitófagos, além de abrigarem espécies ainda desconhecidas de inimigos naturais que poderiam se tornar disponíveis como agentes de controle biológico de pragas agrícolas. Feres et al. (2005) investigaram a diversidade de ácaros em plantas de ecossistemas naturais que compõem a "Estação Ecológica do Noroeste Paulista", São José do Rio Preto e Mirassol, SP, registrando 83 espécies (36 nominais) de 48 gêneros em 20 famílias.

A Estação Ecológica de Paulo de Faria (19°55'-19°58'S, 49°31'- 49°32'W), localizada no município de Paulo de Faria, SP, abrange uma área de floresta estacional semidecidual, um dos últimos remanescentes da floresta original que recobria a região norte do estado de São Paulo (Kronka et al. 1993). Essa Estação Ecológica possui área de 435,73 ha e está situada na margem esquerda do Rio Grande (represa de Água Vermelha), divisa com o estado de Minas Gerais. O clima da região caracteriza-se por apresentar duas estações climáticas bem definidas: uma seca, de abril a setembro, com média pluviométrica de 167 mm e uma chuvosa, de outubro a março, com média de 978 mm (Barcha & Arid 1971). Stranghetti & Ranga (1998) identificaram 201 espécies vegetais vasculares nessa reserva, sendo que Euphorbiaceae foi uma das famílias com maior número de espécies.

Este trabalho teve como objetivo estudar a biodiversidade de ácaros associados a plantas desse fragmento de mata estacional semidecidual.

 

Material e Métodos

Foram realizadas 12 coletas mensais, no período de maio de 2003 a abril de 2004, dos ácaros associados a três espécies de euforbiáceas nativas: Actnostemon communis (Müll. Arg.) e Acalypha diversifolia Jacq, ambas arbustivas e mais abundantes dentre as euforbiáceas da Estação Ecológica de Paulo de Faria, e Alchornea glandulosa Poepp. & Endl, arbórea, com exemplares localizados na margem da estrada que circunda a Estação Ecológica. Além disso, foram feitas três coletas esporádicas (maio e novembro de 2003; abril de 2004) dos ácaros associados a outras 15 plantas de nove famílias, incluindo outras espécies de Euphorbiaceae. De 10 a 20 folhas foram coletadas ao redor da copa de cada um dos exemplares das plantas estudadas, considerando-se o tamanho relativo de suas folhas, que foram acondicionadas em sacos de papel protegidos por sacos de polietileno, no interior de caixas isotérmicas de poliestireno com Gelo-Xâ em seu interior. No laboratório, os ácaros presentes nas folhas foram coletados sob estereomicroscópio, com o uso de um pincel umedecido. Para posterior identificação e contagem, todos os Gamasida, Actinedida e Acaridida foram montados em lâminas de microscopia com meio de Hoyer (Flechtmann 1975, Jeppson et al. 1975). Os Oribatida foram fixados em álcool etílico (70%) e posteriormente clarificados em ácido lático para observação em lâmina escavada (Travé et al. 1996).

A nomenclatura adotada para as categorias superiores foi a proposta por Woolley (1988). Devido às poucas informações taxonômicas sobre Oribatida imaturos, apenas espécimes adultos foram identificados, principalmente através dos livros de Balogh & Balogh (1988, 1990, 1992). A distribuição mundial das espécies de Tetranychidae e Phytoseiidae foi baseada em Bolland et al. (1998) e Moraes et al. (2004), respectivamente, e conforme indicado no texto para as espécies dos demais grupos. Na apresentação dos resultados, após o nome da espécie vegetal coletada no item "material examinado", os algarismos romanos e arábicos indicam o mês e ano da coleta, respectivamente, e os algarismos entre parênteses o número de exemplares examinados. Exemplares-testemunho estão depositados na coleção de Acari (DZSJRP) http://splink.cria.org.br/ , do Departamento de Zoologia e Botânica, Universidade Estadual Paulista (UNESP), São José do Rio Preto, São Paulo.

 

Resultados e Discussão

O estudo taxonômico dos exemplares revelou a ocorrência de 123 espécies de ácaros (35 nominais) pertencentes a 78 gêneros de 25 famílias. Nas coletas mensais registrou-se 84 espécies pertencentes a 62 gêneros de 18 famílias e nas coletas esporádicas, 42 espécies pertencentes a 31 gêneros de 12 famílias, sendo 30 delas comuns às registradas nas coletas mensais.

Gamasida

Ascidae Voigts & Oudemans, 1905

Asca sp.

Material examinado. Acalypha diversifolia Jacq. V-03 (45), VI-03 (26), VII-03 (27), X-03 (13), XI-03 (8), XII-03 (18), I-04 (28), II-04 (19), III-04 (45), IV-04 (41); Actnostemon communis (Müll. Arg.) Pax, V-03 (5), VI-03 (10), VII-03 (4), X-03 (2), XII-03 (3), I-04 (10), II-04 (1), III-04 (8), IV-04 (5); Alchornea glandulosa Poepp. & Endl. V-03 (4), VI-03 (1), VII-03 (3), VIII-03 (1), X-03 (4), XI-03 (3), XII-03 (3), I-04 (1), II-04 (9), III-04 (8), IV-04 (5).

Lasioseius sp.

Material examinado. A. diversifolia.XI-03 (1).

Zercoseius sp.

Material examinado. A. diversifolia.XI-03 (1).

Observações. Algumas espécies da família Ascidae são predadoras de ácaros fitófagos na parte baixa da vegetação, enquanto outras são eficientes predadoras de ovos e larvas de ácaros, traças e carunchos que atacam os cereais armazenados (Flechtmann 1975).

Phytoseiidae Berlese, 1913

Amblyseius aerialis (Muma, 1955)

Amblyseiopsis aerialis Muma, 1955: 264; Garman, 1958: 75.

Typhlodromus (Amblyseius) aerialis; Chant, 1959: 88.

Amblyseius aerialis; Athias-Henriot, 1957: 338; De Leon, 1966: 91; Moraes et al., 1986: 6, 1991: 117, 2004: 13; Moraes & Mesa, 1988: 71; Denmark & Muma, 1989: 15; Kreiter & Moraes, 1997: 377; Feres & Moraes, 1998: 126; Moraes et al., 1999 (2000): 238; Gondim Jr. & Moraes, 2001: 67; Feres et al., 2005: 3.

Amblyseius (Amblyseius) aerialis; Muma, 1961: 287.

Material examinado. A. diversifolia VI-03 (1), XI-03 (51), XII-03 (9), I-04 (5), II-04 (1), III-04 (1); A. communis V-03 (1), VI-03 (2), XI-03 (2), XII-03 (6), I-04 (2), II-04 (1), III-04 (2), IV-04 (1); A. glandulosa XI-03 (1), XII-03 (1), I-04 (1), II-04 (2), III-04 (1); Manihot langsdorffi Müell. Arg. IV-04 (1).

Distribuição. Argélia; Bermudas; Brasil- Bahia, Pernambuco, São Paulo; Colômbia; Cuba; EUA; Galápagos; Guadalupe; Guiana; Honduras; Índia; Jamaica; Martinica; México; Venezuela.

Observações. Espécie freqüentemente associada com infestações de Brevipalpus spp.; exemplares foram observados alimentando-se de Panonychus citri (McGregor) (Muma 1964 apud Muma 1971).

Amblyseius chiapensis De Leon, 1961

Amblyseius chiapensis De Leon, 1961a: 85; 1962a: 175; McMurtry, 1983: 250; Moraes & Mesa, 1988: 72; Moraes et al., 1986: 10, 1991: 118, 2004: 19; Denmark & Muma, 1989: 94; McMurtry & Moraes, 1989: 185; Gondim Jr. & Moraes, 2001: 67; Ferla & Moraes, 2002a: 1.013; Lofego et al., 2004: 3; Feres et al., 2005: 3.

Amblyseius triplaris; De Leon, 1967: 25 (sinônimo júnior, de acordo com Denmark & Muma, 1989: 94).

Material examinado. A. diversifolia V-03 (9), VI-03 (11), VII-03 (13), VIII-03 (23), IX-03 (11), XI-03 (1), XII-03 (1), II-04 (1), III-04 (6), IV-04 (11); A. communis VI-03 (3), VII-03 (1), VIII-03 (1), IX-03 (3); A. glandulosa V-03 (34), VI-03 (36), VII-03 (55), VIII-03 (52), IX-03 (15), XI-03 (1), XII-03 (1), II-04 (3), III-04 (25), IV-04 (33); Cecropia pachystachya Trec. IV-04 (7); Psychotria carthagenensis Jacq. XI-03 (1).

Distribuição. Brasil- Bahia, Ceará; Maranhão, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo; Colômbia; El Salvador; Guatemala; Honduras; México; Porto Rico; Venezuela.

Amblyseius herbicolus (Chant, 1959)

Typhlodromus (Amblyseius) herbicolus Chant, 1959: 84.

Amblyseius herbicolus; Daneshvar & Denmark, 1982: 5; McMurtry & Moraes, 1984: 34; Denmark & Muma, 1989: 59; Moraes et al. 1986: 14, 1991: 118, 2004: 27; Gondim Jr. & Moraes, 2001: 70; Zacarias & Moraes, 2001: 580; Ferla & Moraes, 2002a: 1013.

Amblyseius (Ambliseius) herbicolus; Muma, 1961: 287.

Amblyseius deleoni; Muma & Denmark, 1970: 68 in Muma et al., 1970: 68 (sinonímia de acordo com Daneshvar & Denmark, 1982: 5).

Amblyseius impactus; Chaudhri, 1968: 553 (sinonímia de acordo com Daneshvar & Denmark, 1982: 5).

Material examinado. A. diversifolia V-03 (3), VI-03 (1), VII-03 (7), VIII-03 (7), IX-03 (2), I-04 (1), IV-04 (9); A. communis V-03 (4), VI-03 (12), VII-03 (17), VIII-03 (21), XII-03 (1), III-04 (1), IV-04 (2); A. glandulosa V-03 (36), VI-03 (17), VII-03 (49), VIII-03 (7), IX-03 (1), I-04 (2), II-04 (1); M. langsdorffi IV-04 (1).

Distribuição. Brasil- Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, São Paulo.

Amblyseius aff. igarassuensis

Material examinado. A. diversifolia V-03 (91), VI-03 (103), VII-03 (88), VIII-03 (8), IX-03 (1), X-03 (20), XI-03 (13), XII-03 (10), I-04 (17), II-04 (45), III-04 (24), IV-04 (45); A. communis V-03 (24), VI-03 (38), VII-03 (26), VIII-03 (8), X-03 (4), XI-03 (4), XII-03 (8), I-04 (5), II-04 (22), III-04 (9), IV-04 (6); A. glandulosa V-03 (3), VI-03, VII-03 (7), IX-03 (1), I-04 (1), III-04 (1), IV-04 (4); Jacaratia spinosa (Aubl.) DC. IV-04 (5); Trichilia claussenii C. DC. IX-03 (2).

Euseius alatus De Leon, 1966

Euseius alatus De Leon, 1966: 87; Denmark & Muma, 1973: 262; Moraes & McMurtry, 1983: 137; Moraes et al. 1986: 36, 1991: 131, 2004: 60; Feres & Moraes, 1998: 127; Gondim Jr. & Moraes, 2001: 73; Zacarias & Moraes, 2001: 581; Ferla & Moraes, 2002a: 1015.

Euseius paraguayensis; Denmark & Muma, 1970: 224 (sinonímia de acordo com Moraes & McMurtry, 1983: 137).

Material examinado. A. diversifolia VI-03 (1), VII-03 (1), VIII-03 (2); A. glandulosa VI-03 (1), VII-03 (3), XII-03 (2), III-04 (1).

Distribuição. Brasil- Bahia, Ceará, Maranhão, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Sul, São Paulo, Sergipe; Colômbia; Martinica; Peru; Venezuela.

Euseius citrifolius Denmark & Muma, 1970

Euseius citrifolius Denmark & Muma, 1970: 222; Moraes & McMurtry, 1983: 138; Moraes et al., 1986: 38, 1991: 131, 2004: 64; Feres & Moraes, 1998: 127; Feres, 2000: 161; Feres & Nunes, 2001: 1254; Feres et al., 2002: 139, 2003: 375; Gondim Jr. & Moraes, 2001: 74; Zacarias & Moraes, 2001: 581; Ferla & Moraes, 2002a: 1.016; Lofego et al., 2004: 4.

Material examinado. A. diversifolia V-03 (1), VI-03 (1), VIII-03 (3), IX-03 (2), XI-03 (1); A. communis VIII-03 (4), IX-03 (2); A. glandulosa VII-03 (1), VIII-03 (2), X-03 (4), XII-03 (2), I-04 (1), II-04 (2); Terminalia argentea Mart. et Zucc. XI-03 (2).

Distribuição. Brasil- Bahia, Ceará, Maranhão, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Sul, São Paulo; Colômbia; Nicarágua; Peru.

Observações. Esta espécie ocorre sobre diversas espécies de plantas. Na região noroeste do estado de São Paulo é a mais freqüente e abundante (Feres & Moraes 1998). Segundo Gravena et al. (1994), essa espécie é predadora de Brevipalpus phoenicis. Foi mantida em criações de laboratório com pólen de Typha angustifolia L. (Furtado & Moraes 1998) e de Mabea fistulifera Mart. (Daud & Feres 2004).

Euseius concordis (Chant, 1959)

Typhlodromus (Amblyseius) concordis Chant, 1959: 69.

Amblyseius (Iphiseius) concordis; Muma, 1961: 288.

Amblyseius concordis; Chant & Baker, 1965: 22.

Euseius concordis; Denmark & Muma, 1973: 264; Moraes & Oliveira, 1982: 317; Moraes & McMurtry, 1983: 138; Moraes et al., 1986: 39, 2004: 64; Feres & Moraes, 1998: 127; Feres, 2000: 161; Feres & Nunes, 2001: 1255; Feres et al., 2002: 140, 2005: 3; Gondim Jr. & Moraes, 2001: 74; Ferla & Moraes, 2002a: 1016; Lofego et al., 2004: 5.

Euseius flechtmanni; Denmark & Muma, 1970: 223, 1973: 261 (sinônimo júnior, de acordo com Moraes et al., 1982: 18).

Material examinado. A. diversifolia V-03 (13), VI-03 (7), VII-03 (25), VIII-03 (80), IX-03, X-03 (35), XI-03 (14), XII-03 (7), I-04 (32), II-04 (25), III-04 (3), IV-04 (2); A. communis VI-03 (3), VII-03 (4), VIII-03 (13), IX-03 (25), X-03 (11), XI-03 (18), XII-03 (14), I-04 (3), II-04 (1), III-04 (2); A. glandulosa V-03 (18), VI-03 (36), VII-03 (63), VIII-03 (110), IX-03 (101), X-03 (71), XI-03 (109), XII-03 (83), I-04 (65), II-04 (31), III-04 (23), IV-04 (16); Guarea kunthiana A. Juss. XI-03 (2); M. langsdorffi IV-04 (1); P. carthagenensis XI-03 (1); T. claussenii XI-03 (1); Unonopsis lindmanii Fries. XI-03 (3).

Distribuição. Argentina; Brasil - Bahia, Ceará, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Sul, São Paulo; Colômbia; Costa Rica; El Salvador; Guatemala; Honduras; Monte Negro; Nicarágua; Paraguai; Portugal; Trinidad e Tobago; Venezuela.

Observações. Predador de Aculops lycopersici segundo Moraes & Lima (1983). Predador de Brevipalpus phoenicis segundo Komatsu & Nakano (1988). Fitoseídeo mais abundante em seringueiras no Mato Grosso (Ferla & Moraes 2002b), também registrado em seringueiras do estado de São Paulo (Feres et al. 2002).

Euseius sibelius (De Leon, 1962)

Amblyseius (Typhlodromalus) sibelius De Leon, 1962b: 21.

Euseius sibelius; Muma et al., 1970: 98; Moraes & McMurtry, 1983: 140; Moraes & Mesa, 1988: 81; Moraes et al., 1986: 54, 2004: 83; Feres & Moraes, 1998: 128; Feres et al., 2003: 375; Ferla & Moraes, 2002a: 1017; Lofego et al., 2004: 6.

Euseius subalatus; De Leon, 1965: 127 (sinonímia de acordo com Muma et al., 1970: 35).

Material examinado. A. glandulosa X-03 (2), XI-03 (1), I-04 (1).

Distribuição. Brasil- Bahia, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Sul, São Paulo; Colômbia; El Salvador; Guadalupe; Honduras; Jamaica; Porto Rico.

Galendromus (Galendromus) annectens (De Leon, 1958)

Typhlodromus annectens De Leon, 1958: 75; Chant & Yoshida-Saul, 1984: 1868; Moraes & McMurtry, 1983: 142; Moraes & Mesa, 1988: 82; Moraes et al., 1991: 134; Feres & Moraes, 1998: 128; Feres, 2000: 161; Feres & Nunes, 2001: 1256; Zacarias & Moraes, 2001: 583.

Galendromus annectens; Muma, 1961: 298, 1963: 20; Muma et al., 1970: 135; Denmark & Muma, 1973: 274; Farias et al., 1981: 21; Denmark, 1982: 142; Moraes et al., 1982: 21, 1986: 186; Gondim Jr. & Moraes, 2001: 88; Ferla & Moraes, 2002a: 1019; Feres et al. 2003: 375.

Galendromus (Galendromus) annectens; Moraes et al., 2004: 265; Lofego et al., 2004: 12; Feres et al., 2005: 4.

Material examinado. A. diversifolia VIII-03 (8), IX-03 (14), X-03 (1), XI-03 (1); A. communis VIII-03 (1); A. glandulosa VI-03 (1), X-03 (1), XI-03 (1), XII-03 (1), I-04 (3), II-04 (1), III-04 (1), IV-04 (1).

Distribuição. Brasil- Bahia, Ceará, Minas Gerais, Pernambuco, Rio Grande do Sul, São Paulo; Canadá; Colômbia; Costa Rica; Cuba; El Salvador; E.U.A.; Galápagos; Honduras; Jamaica; México; Porto Rico; Venezuela.

Iphiseiodes zuluagai Denmark & Muma, 1972

Iphiseiodes zuluagai Denmark & Muma, 1972: 23, 1973: 251, 1975: 287; Moraes et al., 1982: 18, 1986: 61, 2004: 91; Aponte & McMurtry, 1995: 176; Kreiter & Moraes, 1997: 377; Feres & Moraes, 1998: 127; Feres & Nunes, 2001: 1255; Feres et al., 2002: 140; Moraes et al., 1999 (2000): 245; Gondim Jr. & Moraes, 2001: 76; Zacarias & Moraes, 2001: 581; Ferla & Moraes, 2002a: 1013; Lofego et al., 2004: 7; Feres et al., 2005: 3.

Amblyseius zuluagai; Moraes & Mesa, 1988: 79; Moraes et al., 1991: 125.

Material examinado. A. diversifolia V-03 (9), VI-03 (8), VII-03 (44), VIII-03 (24), IX-03 (16), X-03 (1), XII-03 (1), I-04 (13), III-04 (5), IV-04 (6); A. communis VI-03 (2), VIII-03 (2); A. glandulosa V-03 (45), VI-03 (78), VII-03 (57), VIII-03 (104), IX-03 (46), XI-03 (1), XII-03 (2), I-04 (4), II-04 (2), III-04 (9), IV-04 (49); C. pachystachya IV-04 (11); M. langsdorffi IV-04 (3); P. carthagenensis XI-03 (1).

Distribuição. Brasil- Bahia, Maranhão, Minas Gerais, Pernambuco, Rio Grande do Sul, São Paulo; Colômbia; Cuba; Guadalupe; Marie Galante; Martinica; Panamá; Porto Rico; Venezuela.

Observações. Espécie mais abundante em pomares cítricos de Presidente Prudente, SP (Sato et al. 1994). Predador de Brevipalpus phoenicis segundo Yamamoto & Gravena (2001).

Metaseiulus (Metaseiulus) adjacentis (De Leon, 1959)

Typhlodromus adjacentis De Leon, 1959: 124; Chant & Baker, 1965: 7; Chant & Yoshida-Shaul, 1983: 1052; Moraes et al., 1991: 136.

Metaseiulus (Metaseiulus) adjacentis; Moraes et al. 2004: 276.

Typhlodromina adjacentis; Muma, 1961: 297; De Leon, 1965: 121, 1967: 16; Denmark & Muma, 1975: 298, Moraes et al., 1986: 235.

Paraseiulella adjacentis; Denmark, 1994: 18.

Material examinado. A. diversifolia V-03 (4), VI-03 (7), VII-03 (5); A. glandulosa VI-03 (1), VII-03 (1).

Distribuição. Colômbia; Jamaica; Nicarágua; Peru; Puerto Rico; Trinidad.

Observações. Primeiro registro no Brasil.

Neoseiulus tunus (De Leon, 1967)

Typhlodromips tunus De Leon, 1967: 29; Denmark & Muma, 1973: 253; Moraes et al., 1986: 151; Feres & Moraes, 1998: 126.

Amblyseius tunus; McMurtry & Moraes, 1989: 181.

Neoseiulus tunus; Ferla & Moraes, 2002a: 1018; Moraes et al., 2004: 148; Lofego et al., 2004: 8; Feres et al., 2005: 3.

Material examinado. A. diversifolia V-03 (2), VI-03 (4), VII-03 (10), VIII-03 (4), XI-03 (2), XII-03 (3), I-04 (8), II-04 (37), III-04 (9), IV-04 (28); A. communis VII-03 (3), VIII-03 (2), X-03 (1), XII-03 (1), I-04 (2), IV-04 (1); A. glandulosa V-03 (1), VI-03 (3), VII-03 (1), VIII-03 (1), XI-03 (4), XII-04 (1), I-04 (7), II-04 (6), III-04 (4), IV-04 (6); C. pachystachya IV-04 (1); T. argentea XI-03 (1).

Distribuição. Brasil- Rio Grande do Sul, São Paulo; Guadalupe; Jamaica; Martinica; Peru; Trinidad e Tobago.

Paraphytoseius multidentatus Swirski & Shechter, 1961

Paraphytoseius multidentatus Swirski & Shechter, 1961: 114; McMurtry & Moraes, 1984: 27; Moraes et al., 1986: 104, 2004: 162; Zacarias & Moraes, 2001: 581.

Sinônimo sênior de Paraphytoseius cracentis, Matthysse & Denmark, 1981; P. bhadrakaliensis, P. horrifer, P. hyalinus, P. narayanani, P. nicobarensis, P. orientalis, Paraphytoseius parabilis (Chaudhri), P. santurcensis, Paraphytoseius subtropicus (Tseng) e Paraphytoseius urumanus (Ehara). Sinonímias de acordo com Denmark et al. (1999) e Matthysse & Denmark (1981).

Material examinado. A. glandulosa V-03 (1), VI-03 (1).

Distribuição. Brasil- Espírito Santo, Mato Grosso, São Paulo; China; Colômbia; Costa Rica; Guadalupe; Hong Kong; Índia; Japão; Kenia; Madagascar; Malásia; Martinica; Nigéria; Pakistão; Filipinas; Taiwan; Venezuela; Zaire.

Phytoseius cf. plumifer

Material examinado. A. diversifolia VI-03 (2), VIII-03 (1), IX-03 (1), XI-03 (1); A. glandulosa I-04 (1).

Proprioseiopsis dominigos (El-Banhawy, 1984)

Amblyseius dominigos El-Banhawy, 1984: 130; McMurtry & Moraes, 1989: 185; Moraes et al., 1991: 126; Feres & Moraes, 1998: 126.

Proprioseiopsis dominigos; Moraes et al., 1986: 114, 2004: 175; Gondim Jr. & Moraes, 2001: 81; Zacarias & Moraes, 2001: 582.

Material examinado. A. diversifolia VII-03 (1); A. glandulosa I-04 (1); C. pachystachya I-04 (1).

Distribuição. Brasil- Santa Catarina, São Paulo; Colômbia; Peru.

Proprioseiopsis neotropicus (Ehara, 1966)

Amblyseius neotropicus Ehara, 1966: 133; Moraes & Mesa, 1988: 79; Moraes et al., 1991: 126.

Proprioseiopsis neotropicus; Moraes et al., 1986: 119, 2004: 183; Gondim Jr. & Moraes, 2001: 81; Zacarias & Moraes, 2001: 582; Ferla & Moraes, 2002a: 1019; Lofego et al., 2004: 9; Feres et al., 2005: 4.

Material examinado. A. diversifolia VI-03 (1), VII-03 (2), X-03 (1), XI-03 (1), IV-04 (1); A. communis VII-03 (1); A. glandulosa V-03 (1), VI-03 (1), II-04 (2), IV-04 (4); P. carthagenensis XI-03 (1).

Distribuição. Brasil- Pernambuco, Rio Grande do Sul, São Paulo; Colômbia; Equador.

Proprioseiopsis ovatus (Garman, 1958)

Amblyseiopsis ovatus Garman, 1958: 78.

Amblyseiulus ovatus; Muma, 1961; Moraes & McMurtry, 1983: 133; Moraes et al., 1991: 127.

Typhlodromus (Amblyseius) ovatus; Chant, 1959: 90.

Proprioseiopsis ovatus; Denmark & Muma, 1973: 237; Moraes et al., 1986: 121, 2004: 184; Gondim Jr. & Moraes, 2001: 82.

Material examinado. A. diversifolia X-03 (1), XI-03 (2).

Distribuição. Brasil- São Paulo; Costa Rica; Cuba; Equador; Egito; Hawai; Honduras; Filipinas; Porto Rico; Taiwan.

Silvaseius cf. barretoae

Material examinado. A. diversifolia X-03 (1).

Observações. Gênero monoespecífico descrito com base em uma única fêmea coletada de planta não identificada, em Monteverde, Costa Rica. Primeiro registro do gênero após a descrição original.

Transeius bellottii (Moraes & Mesa, 1988)

Amblyseius bellottii Moraes & Mesa, 1988: 75.

Neoseiulus bellottii; Moraes et al., 2004: 108; Lofego et al., 2004: 7; Feres et al., 2005: 3.

Transeius bellottii; Chant & Mcmurtry, 2004: 187.

Material examinado. A. diversifolia V-03 (2), VI-03 (1), III-04 (7), IV-04 (1).

Distribuição. Brasil- Bahia, São Paulo (Lofego et al. 2004); Colômbia.

Typhlodromalus aripo De Leon, 1967

Typhlodromalus aripo De Leon, 1967: 21; Denmark & Muma, 1973: 257; Moraes et al., 1986: 128, 1999 (2000): 252, 2004: 195; Feres & Nunes, 2001: 1255; Lofego et al., 2004: 10; Feres et al. 2005: 4.

Amblyseius aripo; Moraes & McMurtry, 1983: 132; Moraes & Mesa, 1988: 73; Feres & Moraes, 1998: 126.

Material examinado. A. diversifolia IX-03 (1), III-04 (1), IV-04 (1); A. glandulosa VII-03 (2), I-04 (2), II-04 (8), IV-04 (1).

Distribuição. Brasil- Bahia, Ceará, Maranhão, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Sul, São Paulo; Colômbia; Costa Rica; El Salvador; Guadalupe; Guiana; Jamaica; Paraguai; Trinidad e Tobago.

Typhlodromalus manihoti (Moraes, 1994)

Amblyseius manihoti Moraes et al., 1994: 211.

Typhlodromalus manihoti; Gondim Jr. & Moraes, 2001: 82; Zacarias & Moraes, 2001: 582; Moraes et al. 2004: 200.

Material examinado. A. glandulosa VI-03 (9), VII-03 (3), VIII-03 (2); Margaritaria nobilis Lf. V-03 (4).

Distribuição. Bolívia; Brasil- Bahia, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, São Paulo, Sergipe; Colômbia; Cuba; Equador; Guatemala; Nicarágua; Paraguai; Peru; Suriname; Trinidad; Venezuela.

Typhlodromalus peregrinus (Muma, 1955)

Typhlodromus peregrinus Muma, 1955: 270.

Typhlodromalus peregrinus; Muma et al., 1970: 88; Moraes et al., 1986: 132, 2004: 202; Zacarias & Moraes, 2001: 582.

Typhlodromus (Amblyseius) peregrinus; Chant, 1959: 97.

Amblyseius peregrinus; McMurtry, 1983: 255; Moraes et al., 1991: 130.

Typhlodromus (Amblyseius) robineae; Chant, 1959: 98; Typhlodromus (Amblyseius) evansi Chant, 1959: 99; Typhlodromus (Amblyseius) primulae, Chant, 1959: 99. Sinonímias de acordo com Muma (1964a).

Material examinado. A. diversifolia VIII-03 (1); A. glandulosa V-03 (1).

Distribuição. Brasil- Pernambuco, São Paulo; Colômbia; Costa Rica; Cuba; Equador; Guiana; Hawai; Honduras; México; Peru; Suriname; EUA; Venezuela.

Typhlodromalus sp.

Material examinado. A. glandulosa IV-04 (2).

Actinedida

Bdellidae Dugès, 1834

Hexabdella cf. singula

Material examinado. A. diversifolia II-04 (1); A. glandulosa IX-03 (1).

Cyta sp.

Material examinado. A. diversifolia IV-04 (1); A. communis XII-03 (1), IV-04 (1).

Camerobiidae Southcott, 1957

Neophyllobius sp.

Material examinado. A. communis IV-04 (1).

Cheyletidae Leach, 1815

Cheletogenes ornatus (Canestrini & Fanzago, 1876)

Cheyletus ornatus Canestrini & Fanzago, 1876: 106.

Cheletia ornatus; Oudemans, 1904: 154.

Cheletogenes ornatus; Oudemans, 1905: 208; Baker, 1949a: 305; Arruda et al., 1969: 36; Vila & Flechtmann, 1970: 101.

Material examinado. A. glandulosa X-03 (1), XII-03 (1).

Distribuição. Brasil- Ceará, Pernambuco (Arruda et al. 1969), São Paulo (Vila & Flechtmann 1970); Antilhas; Austrália; China; E.U.A.; Hawai; Itália (Baker 1949a).

Cheletomimus (Hemicheyletia) wellsi (Baker, 1949)

Cheyletia wellsi Baker, 1949a: 300-301.

Paracheyletia wellsi; Volgin, 1955: 152; Muma, 1964b: 245-246.

Dendrocheyla wellsi; Volgin, 1969: 211.

Hemicheyletia wellsi; Summers & Price, 1970: 18; Feres & Flechtmann, 1995: 535; Feres, 2000: 162.

Cheletomimus (Hemicheyletia) wellsi; Fain et al., 2002: 45; Feres et al. 2005: 4.

Material examinado. A. diversifolia V-03 (2), IX-03 (1), X-03 (4), II-04 (1); A. communis VII-03 (1), I-04 (1), II-04 (1), IV-04 (1); A. glandulosa IX-03 (1), X-03 (1), I-04 (10), III-04 (1).

Distribuição. África (Rodrigues 1968); Brasil- São Paulo (Feres & Flechtmann 1995); E.U.A. (Muma 1964b).

Observações. Tem sido registrada em folhas e frutos de citros atacados por Phyllocoptruta oleivora (Ashmead) (Eriophyidae), o ácaro da falsa ferrugem dos citros (Chiavegato 1980). Já registrada em seringais do estado de São Paulo (Feres 2000, Feres et al. 2002).

Chiapacheylus sp.

Material examinado. A. diversifolia XI-03 (1), II-04 (1), III-04 (1); A. communis XII-03 (2), I-04 (2), II-04 (1).

Observações. A maioria das espécies da família Cheyletidae são predadoras de grande variedade de pequenos artrópodes, como ácaros e colêmbolos. Algumas espécies ocorrem sobre a folhagem das plantas, onde se alimentam de ácaros fitófagos e cochonilhas (Flechtmann 1975).

Cunaxidae Thor, 1902

Armascirus sp.

Material examinado. A. diversifolia XI-03 (2), I-04 (1); A. communis XII-03 (1); A. glandulosa XII-03 (3), II-04 (1), III-04 (1); P. carthagenensis XI-03 (1).

Cunaxoides sp.

Material examinado. A. diversifolia V-03 (1), VI-03 (1), XI-03 (2), XII-03 (1), I-04 (3), II-04 (2), III-04 (1), IV-04 (2); A. communis IV-04 (1); A. glandulosa VI-03 (1), I-04 (1), II-04 (4), III-04 (7), IV-04 (4).

Scirula sp.

Material examinado. A. diversifolia XI-03 (2), I-04 (1), IV-04 (4); A. glandulosa X-03 (10), XI-03 (2), XII-03 (1), I-04 (1), II-04 (3), III-04 (3), IV-04 (2); C. pachystachya IV-04 (1).

Observações. Ácaros da família Cunaxidae são predadores de cochonilhas e outros pequenos artrópodes (Smiley 1975).

Eupalopsellidae Willman, 1952

Aff. Eupalopsis sp.

Material examinado. A. diversifolia VI-03 (1).

Exothorhis sp.

Material examinado. A. glandulosa II-04 (2), IV-04 (2).

Eupodidae Koch, 1842

Eupodes sp.

Material examinado. A. diversifolia V-03 (1), VI-03 (4), VII-03 (2), X-03; A. communis VII-03 (1), I-04 (1); T. claussenii XI-03 (1).

Stigmaeidae Oudemans, 1931

Agistemus aff. floridanus

Material examinado. A. diversifolia VI-03 (1), VII-03 (3), VIII-03 (6), IX-03 (25), X-03 (27), XI-03 (47), XII-03 (14), I-04 (11), II-04 (16), III-04 (1); A. communis VI-03 (1), VIII-03 (1), X-03 (4), XI-03 (1), XII-03 (3), II-04 (1); A. glandulosa VI-03 (6), VII-03 (2), VIII-03 (3), IX-03 (1), X-03 (2), XI-03 (1), XII-03 (2), I-04 (3), II-04 (1), III-04 (9), IV-04 (1); C. pachystachya IV-04 (1); G. kunthiana XI-03 (3); J. spinosa IV-04 (1); M. nobilis IV-04 (1); T. argentea XI-03 (1).

Observações. Foram realizadas medições do corpo e setas dorsais de 42 individuos (30 fêmeas e 12 machos), encontrando-se grande amplitude de variação. Os valores encontrados, tanto para o comprimento como para proporção entre comprimento e distância entre setas, abrangem aqueles relatados por Matioli et al. (2002) para A. brasiliensis Matioli et al. (2002) e A. floridanus Gonzalez (1965), não sendo possível separá-las a partir desses valores. Espécies de Agistemus são geralmente conhecidas como predadoras de ovos de tetraniquídeos (McMurtry et al. 1970, Oomen 1982 e Inoue & Tanaka 1983 apud Ehara 1993), ocorrendo sobre grande número de plantas.

Zetzellia quasagistemas Hernandes & Feres, 2005

Zetzellia quasagistemas Hernandes & Feres, 2005: 37.

Material examinado. A. glandulosa VIII-03 (1), II-04 (1), III-04 (1).

Distribuição. Brasil- Mato Grosso, São Paulo (Hernandes & Feres, 2005).

Observações. Apesar de descrita recentemente, essa espécie foi registrada em seringueira nos estados de São Paulo e Mato Grosso, como Zetzellia sp. e Z. aff. yusti (Feres 2000, Ferla & Moraes 2002, Bellini et al. 2005). Foi registrada associada a Lorryia formosa Cooremann e Tenuipalpus heveae Baker (Hernandes & Feres 2006, no prelo) sendo possivel que se alimente dessas espécies. É conhecido o hábito alimentar de Zetzellia mali (Ewing), que se alimenta de várias espécies de ácaros tetraniquídeos na América do Norte, Europa e Israel (Jeppson et al. 1975).

Tarsonemidae Canestrini & Fanzago, 1877

Daidalotarsonemus tesselatus De Leon, 1956

Daidalotarsonemus tesselatus De Leon, 1956: 163; Smiley, 1972: 91; Feres et al., 2005: 6; Lofego et al., 2005: 6.

Material examinado. A. diversifolia II-04 (1), III-04 (1), IV-04 (4); A. communis I-04 (1), II-04 (1); A. glandulosa V-03 (7), VI-03 (2), I-04 (12), II-04 (25), III-04 (19), IV-04 (31).

Distribuição. E.U.A., Japão (Lin & Zhang 2002); Brasil (Feres et al. 2005, Lofego et al. 2005).

Observações. Esta espécie tem hábitos alimentares não muito bem definidos, mas é provavelmente fitófaga, podendo se alimentar também de algas e fungos (Lofego et al. 2005).

Daidalotarsonemus sp.

Material examinado. A. glandulosa VIII-03 (1), I-04 (1).

Fungitarsonemus sp.1

Material examinado. A. diversifolia VIII-03 (1), IX-03 (2), X-03 (10), XI-03 (12), XII-03 (1), I-04 (12), II-04 (7), IV-04 (1); A. communis V-03 (1), VI-03 (2), VII-03 (1), VIII-03 (5), IX-03 (11), X-03 (18), XI-03 (9), XII-03 (14), I-04 (28), II-04 (39), III-04 (3), IV-04 (2); A. glandulosa VIII-03 (3), XII-03 (2), I-04 (46), II-04 (52), III-04 (6); Inga marginata Willd XI-03 (1).

Fungitarsonemus sp.2

Material examinado. A. diversifolia VIII-03 (1), I-04 (1); A. glandulosa VII-03 (1), VIII-03 (1), II-04 (3); Sapium glandulatum (Vell.) Pax. IV-04 (1).

Metatarsonemus megasolenidii Lofego & Ochoa, 2005

Metatarsonemus megasolenidii Lofego & Ochoa, 2005 In Lofego et al., 2005: 7.

Material examinado. A. diversifolia VI-03 (1), VII-03 (1), II-04 (5), III-04 (7), IV-04 (16); A. communis VII-03 (3), XII-03 (1), I-04 (1), II-04 (4), III-04 (2), IV-04 (16); A. glandulosa V-03 (28), VI-03 (1), VII-03 (1), VIII-03 (7), IX-03 (20), X-03 (1), I-04 (2), II-04 (12), III-04 (4), V-04 (23).

Distribuição. Brasil (Lofego et al. 2005).

Observações. Não há estudos sobre os hábitos alimentares de ácaros deste gênero. No entanto, a coloração do conteúdo intestinal, verde clara nas larvas e verde escura nos adultos, é um forte indicativo de que sejam fitófagos (Feres et al. 2005, Lofego et al. 2005).

Metatarsonemus sp.

Material examinado. A. communis II-04 (1); S. glandulatum V-03 (2).

Tarsonemus (Floridotarsonemus) sp.

Material examinado. A. communis II-04 (4), IV-04 (1); S. glandulatum V-03 (2).

Tarsonemus (Tarsonemus) confusus Ewing, 1939

Tarsonemus confusus Ewing, 1939: 26; Beer, 1954: 1173; Smiley 1969: 221; Kaliszewski, 1993: 40; Feres et al. 2005: 6; Lofego et al., 2005: 24.

Material examinado. A. diversifolia VII-03 (1), VIII-03 (1), IX-03 (1), XII-03 (1), II-04 (2), III-04 (3), IV-04 (1); A. communis II-04 (1), III-04 (2), IV-04 (1); A. glandulosa V-03 (2), XI-03 (3), II-04 (1).

Distribuição. Alemanha, Bielorussia, China, Coreia, Holanda, Irlanda, Itália, Japão, Polônia, Turquia; Ucrânia (Lin & Zhang 2002); Brasil (Feres et al. 2005; Lofego et al. 2005).

Observações. Espécies do gênero Tarsonemus são primariamente micófagas (Lindquist 1986).

Tarsonemus (Tarsonemus) sp.1

Material examinado. A. diversifolia IV-04 (1).

Tarsonemus (Tarsonemus) sp.2

Material examinado. A. communis II-04 (1).

Tarsonemus (Tarsonemus) sp.3

Material examinado. A. communis VI-03 (1), XI-03 (1), II-04 (3), III-04 (1), IV-04 (4); A. glandulosa II-04 (3), III-04 (1).

Tarsonemus (Tarsonemus) sp.4

Material examinado. A. diversifolia X-03 (1).

Tarsonemus (Tarsonemus) sp.5

Material examinado. A. glandulosa X-03 (1).

Tarsonemus (Tarsonemus) sp.6

Material examinado. A. glandulosa V-03 (1).

Xenotarsonemus sp.1

Material examinado. A. diversifolia II-04 (1), III-04 (3), IV-04 (8); A. communis XII-03 (1), III-04 (1), IV-04 (2); A. glandulosa II-04 (1), IV-04 (1).

Distribuição. Espécies do gênero ocorrem em regiões temperadas e tropicais, com ampla distribuição geográfica (Lindquist 1986).

Observações. Hábito alimentar não definido (Lindquist 1986).

Xenotarsonemus sp.2

Material examinado. A. communis IV-04 (3); A. glandulosa II-04 (1), IV-04 (1).

Xenotarsonemus sp.3

Material examinado. A. diversifolia IV-04 (2).

Xenotarsonemus sp.4

Material examinado. A. communis III-04 (2), IV-04 (1).

Tenuipalpidae Berlese, 1913

Brevipalpus phoenicis (Geijskes, 1939)

Tenuipalpus phoenicis Geijskes, 1939: 23.

Brevipalpus phoenicis; Sayed, 1946: 99; Pritchard & Baker, 1958: 233; De Leon, 1961b: 48; Gonzalez, 1975: 82; Baker et al., 1975: 18; Meyer, 1979: 87; Baker & Tuttle, 1987: 98-99.

Brevipalpus yothersi; Baker, 1949b: 374.

Brevipalpus mcbridei; Baker, 1949b: 374.

Brevipalpus papayensis; Baker, 1949b: 379.

Material examinado. A. communis X-03 (1), XI-03 (1), I-04 (1); A. diversifolia VII-03 (1), X-03 (1); A. glandulosa VIII-03 (3), IX-03 (10), X-03 (14), XI-03 (17), XII-03 (5), I-04 (2), III-04 (2); g. kunthiana XI-03 (1).

Distribuição. Espécie de ampla distribuição geográfica, ocorrendo sobre grande número de espécies de plantas hospedeiras. África- África do Sul, Moçambique, Egito, Rodésia, Malaui, Angola, Nigéria, Maurício, Sudão, Uganda, Quênia, Tanzânia (Meyer & Rodrigues 1965, Rodrigues 1968, Meyer 1979); Brasil- Alagoas, Bahia, Ceará, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, São Paulo (Flechtmann 1976); Colômbia (Zuluaga & Saldarriaga 1970); E.U.A. (Baker & Tuttle 1987); Porto Rico (Cromroy 1958).

Observações. Referido como "ácaro da leprose dos citros", pois é o vetor da virose que causa essa patogenia nos citros (Chiavegato 1980). Espécie registrada em seringueiras de Itabuna, BA e Rio Claro, SP (Flechtmann & Arleu 1984) e em seringueiras do noroeste paulista (Feres 2000, Feres et al. 2002).

Brevipalpus sp.

Material examinado. C. pachystachya IV-04 (1).

Tenuipalpus aff. heteropyxis

Material examinado. A. glandulosa. V-03 (22), VI-03 (22), VII-03 (7), VIII-03 (21), IX-03 (9), X-03 (48), XI-03 (58), XII-03 (51), I-04 (132), II-04 (107), III-04 (172), IV-04 (141).

Tenuipalpus aff. zhizhilashviliae

Material examinado. Sebastiania brasiliensis Spreng IV-04 (5).

Tenuipalpus aff. oxalis

Material examinado. Trichilia cassaretti C. DC. XI-03 (22).

Tenuipalpus aff. anoplomexus

Material examinado. A. diversifolia III-04 (1), IV-04 (1).

Tenuipalpus aff. zanthus

Material examinado. A. diversifolia IV-04 (1).

Tenuipalpus aff. unimerus

Material examinado. A. diversifolia II-04 (1).

Tenuipalpus aff. lunatus

Material examinado. S. glandulatum IV-04 (19).

Tetranychidae Donnadieu, 1875

Aponychus cf. schultzi

Material examinado. A. diversifolia V-03 (17), VI-03 (53), VII-03 (114), VIII-03 (44), IX-03 (13), X-03 (30), XI-03 (10), XII-03 (41), I-04 (43), II-04 (49), III-04 (46), IV-04 (43); A. glandulosa V-03 (1); M. langsdorfii IV-04 (1).

Atrichoproctus uncinatus Flechtmann, 1967

Atrichoproctus uncinatus Flechtmann, 1967: 39 apud Flechtmann & Baker, 1970: 157; Flechtmann & Baker, 1975: 116; Feres, 2000: 166; Feres et al. 2005: 7.

Material examinado. A. glandulosa III-04 (2).

Distribuição. Brasil; Colômbia; Cuba.

Observações. Ocorre preponderantemente na face superior das folhas; registrado em seringueira de Itiquira, Mato Grosso (Feres 2000).

Eotetranychus sp.

Material examinado. A. diversifolia XII-03 (1).

Neotetranychus asper Feres & Flechtmann, 2000

Neotetranychus asper Feres & Flechtmann, 2000: 224; Flechtmann, 2004:10; Feres et al. 2005: 8.

Material examinado. A. diversifolia VII-03 (1), XI-03 (1).

Distribuição. Brasil (Feres & Flechtmann 2000).

Observações. Primeiro registro da espécie em Acalypha diversifolia.

Oligonychus gossypii (Zacher, 1921)

Paratetranychus gossypii Zacher, 1921: 183.

Oligonychus gossypii; Pritchard & Baker, 1955: 359; Baker & Pritchard, 1960: 508; Meyer, 1974: 263; 1987: 152; Feres, 2000: 166; Feres et al. 2005: 8.

Material examinado. A. communis XI-03 (1).

Distribuição. Angola; Benin; Brasil; Camarões; República da África Central; Colômbia; Congo; Costa Rica; Equador; Etiópia; Honduras; Madagascar; Nigéria; Quênia; São Tomé; Senegal; Serra Leoa; Tanzânia; Togo; Uganda; Venezuela; Zaire.

Observações. Registrada em várias espécies de plantas. Habitam a superfície inferior das folhas, onde produzem teia. Relatada causando danos em seringueira (Flechtmann 1989).

Oligonychus yothersi (McGregor, 1914)

Tetranychus yothersi McGregor, 1914: 355.

Oligonychus yothersi; Pritchard & Baker, 1955: 330; Baker & Pritchard, 1962: 322; Flechtmann & Baker, 1970: 156; Feres et al. 2005: 8.

Material examinado. Guarea guidonia (L.) Sleumer XI-03 (18).

Distribuição. Argentina; Brasil; Chile; China; Colômbia; Costa Rica; Cuba; Equador; E.U.A.; Havaí; México; Nicarágua; Paraguai; Peru.

Oligonychus sp.

Material examinado. U. lindmanii XI-03 (3).

Tetranychus mexicanus (McGregor, 1950)

Septanychus mexicanus McGregor, 1950: 323.

Tetranychus mexicanus; Pritchard & Baker, 1955: 411; Flechtmann & Baker, 1970: 162; Feres et al. 2005: 9.

Material examinado. A. diversifolia V-03 (2), VI-03 (1), VII-03 (2), VIII-03 (20), IX-03 (36), X-03 (19), XI-03 (4), II-04 (1), III-04 (1); A. glandulosa V-03 (7), VI-03 (1), VIII-03 (3), IX-03 (1), X-03 (7), XII-03 (1), II-04 (3), III-04 (2), IV-04 (3).

Distribuição. Argentina; Brasil; Colômbia; Costa Rica; Cuba; El Salvador; E.U.A.; Honduras; México; Nicarágua; Paraguai; Peru; Uruguai.

Observações. As fêmeas dessa espécie apresentam coloração variável do verde ao vermelho; machos geralmente verde-amarelados ao vermelho. Ocorrem na face inferior das folhas, onde produzem apreciável quantidade de teias (Feres 2000).

Tetranychus riopretensis Feres & Flechtmann, 1996

Tetranychus riopretensis Feres & Flechtmann, 1996: 299.

Material examinado. A. communis V-03 (8), VI-03 (16), VII-03 (2), VIII-03 (5), IX-03 (18), X-03 (32), XI-03 (23), XII-03 (20), I-04 (24), II-04 (3), III-04 (5).

Observação. Primeiro registro da espécie após a descrição original. Habitam a superfície inferior das folhas, onde produzem pouca teia (Feres & Flechtmann 1996).

Tetranychus sp.

Material examinado. T. cassaretti XI-03 (3).

Tydeidae Kramer, 1877

Homeopronematus sp.

Material examinado. A. diversifolia VII-03 (2), VIII-03 (1), IX-03 (8), X-03 (54), XI-03 (37), XII-03 (2), I-04 (2), II-04 (1), IV-04 (6); A. communis V-03 (3), VI-03 (3), VII-03 (8), VIII-03 (1), IX-03 (17), X-03 (12), XI-03 (43), XII-03 (29), I-04 (24), II-04 (26), III-04 (17), IV-04 (13); A. glandulosa IX-03 (9), X-03 (65), XI-03 (73), XII-03 (9), I-04 (7), II-04 (17), III-04 (4), IV-04 (4); G. kunthiana XI-03 (6); P. carthagenensis XI-03 (3); T. cassaretti XI-03 (7); U. lindmanii XI-03 (4).

Observações. Ácaros diminutos e de movimentos rápidos. São translúcidos e apresentam coloração de branco à laranja, quando vivos. A espécie Homeopronematus anconai (Baker, 1943) é referida como predadora de Aculops lycopersici (Masse, 1937), considerado praga de tomateiros (Hessein & Perring 1986 apud Gerson et al. 2003).

Lorryia formosa Cooreman, 1958

Lorryia formosa Cooreman, 1958: 6-10; Baker, 1968: 995-996; Feres et al. 2005: 5.

Material examinado. A. diversifolia V-03 (1), VIII-03 (1), IX-03 (3), X-03 (3), XI-03 (5), XII-03 (2), I-04 (2), II-04 (1); A. communis IX-03 (1), XI-03 (1), I-04 (4); A. glandulosa IX-03 (1), X-03 (1), XI-03 (4), XII-03 (8), I-04 (7), II-04 (2); G. kunthiana XI-03 (1).

Distribuição. Argentina; Brasil; Equador; Espanha; França; Marrocos; México; Uruguai (Baker 1968); Paraguai (Aranda & Flechtmann 1969, Flechtmann 1973).

Observações. Ácaros de coloração verde-amarelada; registrada em seringais do estado de São Paulo (Feres 2000, Feres et al. 2002). Ocorrem praticamente ao longo de todo o ano, sobre um grande número de plantas, sem causar dano aparente às folhas.

Lorryia sp.1

Material examinado. A. diversifolia V-03 (2), VII-03 (2), VIII-03 (7), IX-03 (9), X-03 (8), XI-03 (3), XII-03 (1), I-04 (1), II-04 (7), III-04 (3), IV-04 (2); A. communis VI-03 (3), VII-03 (4), VIII-03 (13), IX-03 (27), X-03 (5), XI-03 (12), XII-03 (14), I-04 (54), II-04 (40), III-04 (21), IV-04 (2); A. glandulosa VIII-03 (2), IX-03 (7), X-03 (4), XI-03 (7), XII-03 (12), I-04 (92), II-04 (76), III-04 (3), IV-04 (1); J. spinosa IV-04 (4); T. argentea XI-03 (2).

Lorryia sp.2

Material examinado. A. communis VI-03 (1), I-04 (1).

Lorryia sp.3

Material examinado. A. diversifolia VIII-03 (1), X-03 (1), II-04 (1); A. communis IV-04 (1); A. glandulosa I-04 (4), II-04 (5), IV-04 (1); I. marginata XI-03 (1); J. spinosa IV-04 (2).

Lorryia sp.4

Material examinado. A. diversifolia IV-04 (1).

Metatriophtydeus sp.

Material examinado. A. diversifolia VI-03 (1), VIII-03 (2), IX-03 (1), X-03 (4), XI-03 (2), XII-03 (1), I-04 (1), IV-04 (2); A. communis VI-03 (4), VII-03 (6), VIII-03 (1), IX-03 (3), XI-03 (3), XII-03 (1), I-04 (17), II-04 (9), III-04 (5), IV-04 (7); A. glandulosa VIII-03 (2), IX-03 (1), X-03 (4), XI-03 (2), I-04 (2), II-04 (2), III-04 (1), IV-04 (2); G. guidonia XI-03 (1); G. kunthiana XI-03 (2); P. Carthagenensis XI-03 (1).

Neolorryia boycei (Baker, 1944)

Retetydeus boycei Baker, 1944: 78.

Lorryia boycei; Baker, 1968: 1004; Feres, 2000: 163.

Neolorryia boycei; André, 1980: 127.

Material examinado. A. diversifolia VIII-03 (1), IX-03 (1), X-03 (1), III-04 (1); A. communis I-04 (1), II-04 (3), III-04 (7), IV-04 (1); A. glandulosa XII-03 (1), II-04 (2), III-04 (1).

Distribuição. Brasil- São Paulo (Feres 2000); EUA, México (Baker 1968).

Observação. Espécie registrada por Baker (1968) sobre musgo e sob o súber de camélia. Foi registrada em seringueira de Reginópolis, São Paulo (Feres 2000).

Pronematus sp.

Material examinado. A. diversifolia VIII-03 (1), IX-03 (3), X-03 (26), XI-03 (17), II-04 (1), IV-04 (1); A. communis VI-03 (3), VIII-03 (2), IX-03 (1), X-03 (2), XI-03 (24), XII-03 (10), I-04 (1), II-04 (6); A. glandulosa IX-03 (4), X-03 (24), XI-03 (40), XII-03 (4), I-04 (1), II-04 (3), III-04 (3), IV-04 (2); Aspidospermon cylindrocarpon M.Arg. XI-03 (1); I. marginata XI-03 (1); M. nobilis XI-03 (1); T. argentea XI-03 (1).

Observações. São diminutos, translúcidos e levemente brancacentos e de movimentos rápidos. Pronematus ubiquitus (McGregor) é comum em figueira, onde alimenta-se do ácaro do figo Aceria fícus (Cotte) (Baker & Wharton 1952).

Paralorryia sp.

Material examinado. A. diversifolia VII-03 (1).

Parapronematus sp.

Material examinado. A. diversifolia VII-03 (2), VIII-03 (3), X-03 (2), XI-03 (1), II-04 (4), III-04 (2); A. communis VII-03 (2), VIII-03 (3), IX-03 (4), XI-03 (2), I-04 (1), II-04 (31), III-04 (15), IV-04 (3); A. glandulosa V-03 (1), VIII-03 (1), IX-03 (1), XI-03 (1), XII-03 (1), I-04 (8), II-04 (16), III-04 (3), IV-04 (5); A. cylindrocarpon XI-03 (1); I. marginata XI-03 (1); J. spinosa IV-04 (5) ; P. carthagenensis XI-03 (3); S. brasiliensis IV-04 (1); T. cassaretti XI-03 (1).

Observações. Semelhantes a Pronematus sp. na forma e coloração, diferem entretanto por apresentarem setas bífidas sobre os fêmures III e IV (Feres 2000).

Pausia sp.

Material examinado. A. communis II-04 (1).

Pretydeus sp.

Material examinado. A. glandulosa VIII-03 (1), IV-04 (1).

Pseudolorryia sp.

Material examinado. A. diversifolia X-03 (2); A. communis VIII-03 (1); T. claussenii XI-03 (2); U. lindmanii XI-03 (1).

Tydeus sp.

Material examinado. A. diversifolia VI-03 (1).

Observação. Pouco se conhece a respeito da biologia das espécies pertencentes a este gênero. Podem ser encontrados em grande número, sobre folhas de plantas diversas, no húmus, fragmentos vegetais e sobre produtos alimentícios armazenados (Baker 1970).

Meyerellinae

Gênero não identificado

Material examinado. A. diversifolia X-03 (2), XII-03 (1); A. communis VI-03 (1), VIII-03 (3), IX-03 (2), X-03 (1), XII-03 (2); A. glandulosa V-03 (1), VIII-03 (1), IX-03 (2).

Diptilomiopidae Keifer, 1944

Diptilomiopus sp.

Material examinado. A. glandulosa VII-03 (35), VIII-03 (6), IX-03 (9), X-03 (268), XI-03 (58), XII-03 (21), I-04 (26), II-04 (13), III-04 (4), IV-04 (2).

Aff. Vimola sp.

Material examinado. G. guidonia XI-03 (49).

Eriophyidae Nalepa, 1898

Aceria sp.

Material examinado. A. diversifolia VII-03 (15).

Aff. Monotrymacus sp.

Material examinado. A. cylindrocarpon XI-03 (18)

Phyllocoptes sp.

Material examinado. A. glandulosa V-03 (1), X-03 (39), XI-03 (104), XII-03 (11), I-04 (1.051), II-04 (441), III-04 (25), IV-04 (51).

Phyllocoptruta sp.

Material examinado. S. glandulatum V-03 (20).

Procalacarus sp.

Material examinado. A. glandulosa X-03 (2), XI-03 (1), I-04 (1), II-04 (14), III-04 (1), IV-04 (4).

Tegonotus sp.

Material examinado. A. glandulosa XI-03 (1).

Aff. Tetraspinus sp.

Material examinado. A. glandulosa V-03 (8), X-03 (71), XI-03 (158), XII-03 (23), I-04 (445), II-04 (84), III-04 (20), IV-04 (13).

Anthocoptini

Gênero não identificado

Material examinado. M. nobilis V-03 (14).

Phyllocoptini

Gênero não identificado

Material examinado. S. brasiliensis IV-04 (2).

Acaridida

Acaridae Ewing & Nesbitt, 1954

Caloglyphus sp.

Material examinado. A. diversifolia VI-03 (1), VII-03 (2), VIII-03 (24), IX-03 (2), II-04 (10), III-04 (55), IV-04 (9); A. communis VII-03 (1), III-04 (17), IV-04 (1); A. glandulosa VI-03 (2), VII-03 (35), VIII-03 (131), IX-03 (2), IV-04 (3).

Tyrophagus putrescentiae (Schrank, 1781)

Acarus putrescentiae Schrank, 1781: 521.

Tyrophagus putrescentiae; Oudemans, 1924: 250.

Material examinado. A. diversifolia IV-04 (1).

Observações. Espécie registrada como praga de meios de cultura e dietas de insetos em laboratórios e produtos alimentícios armazenados (Flechtmann 1986).

Winterschmidtiidae Oudemans, 1923

Czenspinskia sp.

Material examinado. A. diversifolia V-03 (4), VII-03 (5), VIII-03 (18), IX-03 (37), X-03 (5), XI-03 (20), XII-03 (6), I-04 (12), II-04 (13), III-04 (3), IV-04 (3); A. communis XI-03 (2), XII-03 (9), I-04 (5), II-04 (15), III-04 (7), IV-04 (2); A. glandulosa V-03 (47), VI-03 (6), VII-03 (1), IX-03 (2), X-03 (1), XII-03 (32), I-04 (149), II-04 (34), III-04 (20), IV-04 (9).

Observações. São ácaros translúcidos, de movimentos lentos e apresentam coloração creme em vida. Provavelmente são micófagos (Baker & Wharton 1952, Krantz 1978).

Oulenzia sp.

Material examinado. A. diversifolia VII-03 (5), VIII-03 (3), II-04 (4), III-04 (1); A. glandulosa II-04 (1), IV-04 (6); J. spinosa IV-04 (1).

Observações. Ácaros de coloração brancacenta brilhante. Oulenzia arboricola (Oudemans) foi descrita sobre folhas de Hevea em Sumatra; espécimes também foram coletados sobre juta, na Índia. Relatados como sendo de hábito herbívoro (Baker & Wharton 1952).

Oribatida

Ceratozetidae Jacot, 1925

Ceratozetes cf. catarinensis

Material examinado. A. diversifolia V-03 (5), VI-03 (4), VII-03 (5), VIII-03 (1), IX-03 (4), X-03 (26), XI-03 (1), XII-03 (6), I-04 (2), II-04 (7), III-04 (3), IV-04 (6); A. communis XII-03 (3), I-04 (1), II-04 (1); A. glandulosa V-03 (5), VI-03 (11), VII-03 (12), VIII-03 (4), IX-03 (8), X-03 (12), XI-03 (5), XII-03 (3), I-04 (9), II-04 (21), III-04 (9), IV-04 (12); C. pachystachya IV-04 (1), IV-04 (11); G. kunthiana XI-03 (14); J. spinosa IV-04 (14); P. carthagenensis XI-03 (1); T. cassaretti XI-03 (1).

Observações. Espécies da família Ceratozetidae são freqüentemente encontradas em hábitats plantícolas, às vezes constituindo grandes populações (Behan-Pelletier 2000). A única espécie de Ceratozetes conhecida do Brasil, C. catarinensis, foi descrita por Pérez-Iñigo & Pérez-Iñigo Jr. (1993) com espécimes coletados sobre ramos de Araucaria angustifolia em Santa Catarina. A possível afiliação da espécie coletada no presente estudo à espécie descrita por Pérez-Iñigo & Pérez-Iñigo Jr. (1993) está sendo investigada.

Cymbaeremaeidae Sellnick, 1928

Scapheremaeus sp.1

Material examinado. A. diversifolia IX-03 (1); A. communis II-04 (1), IV-04 (1).

Scapheremaeus sp.2

Material examinado. A. diversifolia. II-04 (1), III-04 (1); A. communis III-04 (2).

Observações. Representantes dos Cymbaeremaeidae são primaria ou exclusivamente plantícolas e constituem uma das mais características famílias de oribatídeos habitantes de folhas (Norton 1983, Walter & Behan-Pelletier 1999, Walter & Proctor 1999). Embora não existam espécies da família formalmente registradas no Brasil, exemplares do gênero Scapheremaeus estão entre os Oribatida mais comumente encontrados em hábitats plantícolas do estado de São Paulo, com grande número de espécies morfologicamente distintas representadas.

Galumnidae Jacot, 1925

Galumna sp.1

Material examinado. A. diversifolia V-03 (2), X-03 (1), XI-03 (1), XII-03 (2), I-04 (1), II-04 (1), III-04 (1); A. communis VI-03 (2), VII-03 (1), X-03 (1), II-04 (1); A. glandulosa XI-03 (1), III-04 (1).

Galumna sp.2

Material examinado. A. diversifolia X-03 (1); A. communis VIII-03 (1).

Observações. Com cerca de 40 gêneros e 450 espécies distribuídas mundialmente, os Galumnidae são ácaros principalmente edáficos, com hábitos alimentares diversificados (Gerson et al. 2003). Várias espécies morfologicamente distintas de Galumna têm sido freqüentemente encontradas em hábitats plantícolas no estado de São Paulo, embora poucas espécies tenham sido identificadas sobre plantas no Brasil.

Mochlozetidae Grandjean, 1960

Dynatozetes cf. amplus

Material examinado. A. glandulosa III-04 (3); C. pachystachya IV-04 (1).

Observações. Espécies de Mochlozetidae são primaria ou exclusivamente plantícolas mas, aparentemente, não exibem muita especificidade às plantas hospedeiras. Uma razão é que as plantas em si mesmas não parecem servir de alimento a estes ácaros (Norton 1983). Embora Dynatozetes obesus Grandjean e Terrazetes mauritius (Jacot) ingiram materiais originados de vegetais superiores (Grandjean 1960), a maioria dos Mochlozetidae parece se alimentar primariamente de esporos e hifas de fungos (Norton 1983). A possível afiliação da espécie coletada no presente estudo a Dynatozetes amplus, descrita por Grandjean (1960) do Panamá, está sendo investigada. Apenas uma espécie do gênero, D. obesus, foi registrada no Brasil (Pérez-Iñigo & Baggio 1994).

Oripodidae Jacot, 1925

Oripoda sp.1

Material examinado. A. diversifolia X-03 (1), XI-03 (2); A. communis VI-03 (1), VIII-03 (2); A. glandulosa X-03 (1), I-04 (2), III-04 (1).

Oripoda sp.2

Material examinado. A. diversifolia IX-03 (3), X-03 (2); A. communis VII-03 (1), X-03 (1), XI-03 (1), IV-04 (1).

Observações. Representantes dos Oripodidae são primaria ou exclusivamente plantícolas (Norton 1983, Walter & Behan-Pelletier 1999). Exemplares dos gêneros Pirnodus e, principalmente, Oripoda, estão entre os oribatídeos mais comumente encontrados em hábitats plantícolas do estado de São Paulo, com grande número de espécies morfologicamente distintas representadas. Apenas três espécies de Oripoda são conhedidas do Brasil: uma plantícola, O. araucariae, descrita por Pérez-Iñigo & Pérez-Iñigo Jr. (1993) de ramos de Araucaria angustifolia de Santa Catarina, e duas edáficas, O. brasiliensis e O. lenkoi, descritas por Pérez-Iñigo & Baggio (1980) e Balogh & Mahunka (1978), respectivamente, do estado de São Paulo.

Pheroliodidae Paschoal, 1987

Pheroliodes sp.1

Material examinado. A. diversifolia XI-03 (1).

Pheroliodes sp.2

Material examinado. A. communis I-04 (1).

Observações. Espécies da família Pheroliodidae, embora sejam predominantes em ambientes edáficos, são freqüentemente encontradas em hábitats plantícolas. Várias espécies morfologicamente distintas de Pheroliodes têm sido comumente encontradas em sobre plantas no estado de São Paulo, embora poucas espécies plantícolas tenham sido identificadas no Brasil.

Scheloribatidae Grandjean, 1933

Hemileius cf. initialis

Material examinado. A. diversifolia VI-03 (1), IX-03 (1).

Scheloribates sp.1

Material examinado. A. diversifolia VII-03 (1), VIII-03 (1); A. glandulosa VIII-03 (1), XI-03 (1).

Scheloribates sp.2

Material examinado. A. diversifolia X-03 (1).

Scheloribates sp.3

Material examinado. A. diversifolia X-03 (2), XI-03 (1); A. communis VIII-03 (1), II-04 (2).

Observações. Membros da família Scheloribatidae podem ingerir partes vegetais moles, fungos, algas, liquens, musgos e, ainda, danificar plantas vivas (Lan et al. 1986 e Stamou & Asikidis 1992 apud Gerson et al. 2003). Seus imaturos freqüentemente escavam tecidos moles. Uma espécie, Dometorina praedatoria Lan, Xin & Aoki, foi registrada se alimentando de eriofiídeos formadores de galhas afetando citros na China (Lan et al. 1986 apud Gerson et al. 2003). Essa observação sugere que outros membros da família também possam ser predadores. Embora a maioria das espécies conhecidas de Scheloribatidae seja edáfica, espécies dos gêneros Hemileius e, principalmente, Scheloribates, são freqüentemente encontradas em hábitats platícolas do estado de São Paulo, com grande número de espécies morfologicamente distintas representadas.

Scutoverticidae Grandjean, 1954

Arthrovertex cf. hauseri

Material examinado. A. diversifolia XI-03 (1).

Observações. Com apenas dois gêneros, Arthrovertex e Scutovertex, representados na Região Neotropical (Balogh & Balogh 1990), os Scutoverticidae constituem uma família muito heterogênea, formada por oribatídeos morfologicamente relacionados a Scutovertex (Pérez-Iñigo 1993). A possível afiliação da espécie coletada no presente estudo a Arthrovertex hauseri, descrita por Mahunka (1985) de troncos em decomposição de Guadalupe (Antilhas), está sendo investigada.

Dentre as 123 espécies determinadas, foram identificadas 35 espécies nominais. Dos gêneros (sete) e espécies (88) não identificadas, pelo menos cinco gêneros e 52 espécies são novas para a ciência. A grande maioria dos trabalhos taxonômicos contendo registros de Oribatida no Brasil se restringiu aos oribatídeos edáficos. As espécies plantícolas desse grupo, embora comuns e abundantes, raramente podem ser identificadas com segurança, sendo a maioria das registradas nesse trabalho (11 das 15 determinadas), provavelmente, novas para a ciência.

Das plantas amostradas nas coletas esporádicas, Psicotria cartagenensis, Cecropia pachystachya, Guarea kunthiana e Jacaratia spinosa, apresentaram as maiores riquezas (oito, sete e seis espécies, respectivamente). Das três euforbiáceas amostradas mensalmente, Acalypha diversifolia e Alchornea glandulosa apresentaram maior riqueza, registrando-se 63 espécies em A. diversifolia e 58 em A. glandulosa. A família Phytoseiidae, a mais importante de ácaros predadores em plantas, foi a que apresentou o maior número de espécies (23). As mais comuns foram Euseius concordis e Iphiseiodes zuluagai, encontradas sobre oito e seis espécies vegetais, respectivamente.

Metaseiulus (Metaseiulus) adjacentis (De Leon) e os gêneros Chiapacheilus (Cheyletidae) e Silvaseius (Phytoseiidae) são registrados pela primeira vez no Brasil. Neotetranychus asper Feres & Flechtmann é registrada sobre Acalypha diversifolia, nova planta hospedeira, e Tetranychus riopretensis Feres & Flechtmann é registrada pela primeira vez após a descrição original, sendo coletada em Actnostemon communis, provavelmente a mesma espécie de euforbiácea de onde foram coletados os espécimes-tipo (R.J.F. Feres, obs. pess.).

 

Referências Bibliográficas

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Recebido em 29/09/2005
Versão revisada recebida em 13/01/2006.
Publicado em 10/02/2006

 

 

ISSN 1676-0603
1 Parte do Programa BIOTA/FAPESP - O Instituto Virtual da Biodiversidade, http://www.biota.org.br

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