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Revista Brasileira de Parasitologia Veterinária

On-line version ISSN 1984-2961

Rev. Bras. Parasitol. Vet. vol.16 no.3 Jaboticabal July/Sept. 2007

https://doi.org/10.1590/S1984-29612007000300009 

NOTA DE PESQUISA

 

Infestação por Lynxacarus radovskyi (Tenorio, 1974) em gatos domésticos procedentes da região metropolitana do Recife, Pernambuco, Brasil

 

Infestation by Lynxacarus radovskyi (Tenorio, 1974) in domestic cats from Metropolitan Region of Recife, Pernambuco, Brazil

 

 

Edenilze T. RomeiroI; Leucio C. AlvesII; Ylka Maria V. SoaresIII; Ulysses N. V. MatosoIII; Maria Aparecida Da G. FaustinoII

IPrograma de Pós-Graduação em Ciências Veterinárias, Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), Rua Dom Manoel de Medeiros, s/ n, Dois Irmãos, Recife, PE 52171-900. E-mails: romeiro@dtr.ufrpe.br
IIDepartamento de Medicina Veterinária da UFRPE, Rua Dom Manoel de Medeiros, s/n, Dois Irmãos, Recife, PE 5217-1900. E-mail: magfaustino@hotmail.com
IIIMédico Veterinário Autônomo, Rua Dom Manoel de Medeiros, s/n, Dois Irmãos, Recife, PE 52171-900. E-mails: ylkasoares@yahoo.com.br, ulynegromonte@yahoo.com.br

 

 


RESUMO

Este estudo foi realizado com o objetivo de investigar a infestação por Lynxacarus radovskyi em gatos provenientes da Região Metropolitana de Recife, estado de Pernambuco, Brasil, durante o período de maio a dezembro de 2003. Foram coletadas amostras de pêlo de gatos de ambos os sexos e idades variadas, e submetidas a exame microscópico. Os resultados mostraram que 75,84% (254/335) dos animais estavam infestados com L radovskyi, não havendo, porém, diferença estatisticamente significativa entre a presença do ácaro e o sexo, a raça e a idade. Os resultados indicam que o ácaro L. radovskyi está disseminado na população felina estudada.

Palavras-chave: Ectoparasitos, gatos, ácaros.


ABSTRACT

This study was performed with the aim of to investigate the infestation by the cat fur-mite Lynxacarus radovskyi in cats from Recife Metropolitan Region, State of Pernambuco, Brazil, during the period of May through December of 2003. Hair samples were taken from cats of both sexes and different ages and submitted to microscopical examination. The results showed that 75.84% (254/335) of cats were infested with L. radovskyi, but statistically significant differences were not observed among the presence of mite and sex, race and age. The results indicate that the mite L. radovskyi is endemic in this population.

Key words: Ectoparasites, cats, mites.


 

 

Dentre os ácaros que parasitam o gato doméstico, Lynxacarus radovskyi só foi conhecido recentemente. Esta espécie foi descrita por Tenório (1974), em gatos no Havaí, que o caracterizou como um ácaro pilícola.

A partir de então, sua ocorrência vem sendo registrada em várias regiões, como Porto Rico (FOX, 1977), Austrália (BOWMAN; DOMROW, 1978), Ilhas Fiji (MUNRO; MUNRO, 1979), Flórida (GREVE; GERRISH, 1981), Ilhas do Sudoeste dos EUA (FOLEY, 1991), Texas (CRAIG et al., 1993) e Nova Zelândia (HEATH; MARIADASS, 1999).

No Brasil L. radovskyi foi registrado pela primeira vez no estado do Rio de Janeiro por Faccini e Coutinho (1986) e, posteriormente na região Nordeste, nos estados de Pernambuco (ALVES et al., 1993), Bahia (GONDIN et al., 1994), Rio Grande do Norte (SANTOS et al., 2001; AHID et al., 2005), Ceará (VIRGINIO, 2001), Alagoas (PORTO et al., 2002),Maranhão (CHAVES et al., 2004), Paraíba (ARAÚJO-LIMA et al., 2004; FERREIRA et al., 2005). Na região Norte no Pará (SERRA-FREIRE et al., 2002). Na região Sudeste foi registrado em São Paulo (LOPES et al., 1996; PEREIRA, 1996) e Espírito Santo (MAIO et al., 2004) e na região Sul no Rio Grande do Sul (RIBEIRO et al., 1997).

Há controvérsias quanto à preferência climática deste parasita. Para Foley (1991) L. radovskyi está adaptado ao climasubtropical de algumas ilhas da Ámerica do Norte (FOLEY,1991) enquanto que Craig et al. (1993) afirmam que este ácaro é mais comum em gatos de clima tropical, como no Texas e Flórida.

Lynxacarus radovskyi raramente afeta os gatos (MULLER et al.,1989; CRAIG et al.,1993) sendo um ácaro pouco comum em gatos (SLOSS et al., 1999).

Em duas diferentes populações de gatos estudadas, uma em Belém do Pará (OLIVEIRA ; BENIGNO, 2002), e outra na Região Metropolitana do Rio de Janeiro (FIGUEIREDO et al., 2004) as freqüências de animais infestados foram 58,33% (56/96) e 6,79% (42/613) respectivamente.

Como ainda pouco se conhece sobre este ectoparasito, desenvolveu-se este trabalho com o objetivo de avaliar a freqüência da infestação por L. radovskyi em gatos domésticos procedentes da Região Metropolitana do Recife, analisando a associação entre a infestação pelo ácaro e os fatores sexo, raça e idade dos animais estudados.

Em uma amostragem por conveniência (COSTA NETO, 1977; REIS, 2003), foram avaliados 335 gatos domésticos de ambos os sexos, raças e idades variadas, procedentes da Região Metropolitana do Recife, PE, durante o período de maio a dezembro de 2003, sendo 168 felinos atendidos no Hospital Veterinário do Departamento de Medicina Veterinária (DMV) da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), sendo examinados todos os animais, independente do motivo da consulta, 128 atendidos em domicílio do proprietário, 30 pertencentes ao gatil do DMV da UFRPE e nove animais errantes.

Para cada animal foi preenchida uma ficha de identificação, contendo dados sobre os proprietários e informações epidemiológicas e clínicas acerca da sanidade dos animais, com relevância aos problemas causados por ácaros. Os animais foram submetidos a exame clínico para averiguação de possíveis problemas secundários e avaliação da pele e pêlos, cujas observações foram anotadas nas referidas fichas.

Os pêlos obtidos por avulsão foram acondicionados em tubos de ensaio de 10ml contendo 2ml de álcool etílico 70% (BOWMAN; DOMROW, 1978), que foram vedados, identificados e transportados ao Laboratório de Doenças Parasitárias dos Animais Domésticos do Departamento de Medicina Veterinária da Universidade Federal Rural de Pernambuco.

Os espécimes foram colocados sobre lâmina de microscopia, adicionando-se duas a três gotas de hidróxido de potássio 10% (BAKER, 1968), aguardando-se 10 minutos, sobrepondo-se, em seguida, uma lamínula e examinando-se em microscópio óptico. A identificação foi feita segundo características morfológicas do parasito (FACCINI; COUTINHO, 1986).

Para a análise estatística, os dados foram organizados em tabelas de freqüência para obtenção das distribuições absolutas e percentuais, aplicando-se o teste de Qui-quadrado (χ2) para verificação de associação entre a infestação pelo ácaro e as variáveis raça, sexo e idade, empregando-se o nível de significância de 5% para a decisão do teste estatístico, utilizando-se o programa EPIINFO 6.0.

Na população felina analisada, obteve-se freqüência de 75,82% (254/335) de animais positivos para L. radovskyi, discordando de Muller et al. (1989), Craig et al. (1993), Scott et al. (1996) e de Sloss et al. (1999) que citam ser um ácaro pouco comum no pêlo dos felinos. A elevada freqüência de parasitismo ora observada pode ser explicada pelo fato de que, desde o registro da ocorrência do L. radovskyi na cidade do Recife (ALVES et al., 1993), nenhum trabalho de pesquisa foi desenvolvido para avaliação clínico-epidemiológica da infestação, permanecendo como assunto desconhecido e, conseqüentemente, a ausência de medidas de controle permitiu, ao longo dos anos, a manutenção e disseminação do parasito na população felina.

O número de animais positivos ora registrados (254) supera a casuística registrada por Figueiredo et al. (2004) que observaram 42 animais positivos em um total de 613 (6,79%) felinos proveniente da Região Metropolitana do Rio de Janeiro. Freqüência de 58,33% (56/96) foi obtida por Oliveira e Benigno (2002), na população felina estudada em Belém do Pará, através de dados obtidos de uma clínica veterinária, também inferior à encontrada no presente estudo.

Não se obteve associação estatisticamente significativa entre o sexo dos animais e a infestação pelo ácaro (Tabela 1). A proporção entre machos e fêmeas analisada no presente estudo está próxima dos resultados obtidos por Coutinho et. al (2003), quando analisou perfil da população felina atendida no Hospital Veterinário da UFRPE provenientes da Região Metropolitana do Recife de 2001 a 2003, observando uma freqüência de 54,64% (418/765) de machos e 45,36% (329/765) de fêmeas. Os resultados do presente estudo discordam dos obtidos por Oliveira e Benigno (2002) e Serra-Freire et al. (2002) que afirmam haver maior susceptibilidade ao parasitismo em fêmeas, sugerindo que há algum fator predisponente para o parasitismo em fêmeas na área estudada, como também sendo decorrente da parição e amamentação das proles, e de Figueiredo et al. (2004) que observaram, em levantamento de animais positivos, ser a infestação três vezes mais freqüente nos machos 74% (31/42) que nas fêmeas 26% (11/42). A maior freqüência nos machos pode estar associada ao hábito de saírem às ruas constantemente ficando mais expostos à infestação pelo contato com outros animais, enquanto as fêmeas são mais restritas ao domicilio para evitar uma futura prenhez. Ao analizar os resultados dos diferentes trabalhos realizados pode-se inferir que o parasitismo não está ligado diretamente ao sexo, mas a fatores como, aglomeração, introdução de novos animais no plantel, contato com outros animais e seus fômites, estes específicos a cada população felina, podem ter maior ou menor importância em promover a exposição de machos ou de fêmeas aos ácaros, já que estes fatores não foram analisados nos referidos estudos.

 

 

Não se obteve associação significativa entre a infestação por L. radovskyi e a raça dos animais (Tabela 1), de forma que as proporções entre animais SRD e de raça em relação à infestação pelo ácaro foram semelhantes, a despeito do percentual reduzido de amostras de animais com raça definida na amostra analisada, na qual predominaram aqueles Sem Raça Definida (SRD). Estudos anteriores analisaram o perfil da população felina atendida no Hospital Veterinário da UFRPE provenientes da Região Metropolitana do Recife, demonstrando o predomínio dos animais SRD (COUTINHO et al., 2003). Diferindo dos resultados do presente trabalho, Serra-Freire et al. (2002) observaram predominância do parasitismo em animais da raça persa e atribuíram esta susceptibilidade a algum fator na região que predispunha os gatos persas ao parasitismo pelo ácaro ou que a raça seja naturalmente mais susceptível ao parasitismo por este ácaro.

Observou-se não existir associação significativa entre a idade e o parasitismo por L. radovskyi (Tabela 2), fato que pode ser atribuído ao pequeno número de observações em certas faixas etárias. Animais de todas as faixas etárias apresentaram-se infestados pelo parasito, discordando de Oliveira e Benigno (2002) que observaram a prevalência do parasitismo em animais jovens. No presente estudo, a idade média dos animais positivos foi de 32,2 meses (variando de 2 a 184 meses) e a idade média dos animais negativos foi 30,5 meses (variando de 2 a 144 meses). Figueiredo et al. (2004) verificaram o parasitismo em animais com idade variando de 12 a 180 meses.

 

 

Dos 51 bairros pesquisados, houve positividade em 76,47% (39/51) demonstrando a ampla disseminação do ácaro na área estudada. Os bairros com maior freqüência foram Janga, Dois Irmãos, Setúbal, Arruda, Caxangá, Várzea e Ipsep, observando que os bairros da Caxangá e da Várzea são vizinhos ao bairro de Dois Irmãos, ou seja, nas proximidades do Hospital Veterinário da UFRPE.

Lynxacarus radovskyi está disseminado na população felina estudada, procedente da Região Metropolitana do Recife, independente do sexo, raça e idade dos animais.

 

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Recebido em 20 de setembro de 2005
Aceito para publicação em 15 de setembro de 2007.

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