Atualização das Diretrizes Brasileiras de Valvopatias: Abordagem das Lesões Anatomicamente Importantes

Declaração de potencial conflito de interesses dos autores/colaboradores da Atualização das Diretrizes Brasileiras de Valvopatias: Abordagem das Lesões Anatomicamente ImportantesSe nos últimos 3 anos o autor/colaborador das Diretrizes: Nomes Integrantes da Diretriz Participou de estudos clínicos e/ou experimentais subvencionados pela indústria farmacêutica ou de equipamentos relacionados à diretriz em questão Foi palestrante em eventos ou atividades patrocinadas pela indústria relacionados à diretriz em questão Foi (é) membro do conselho consultivo ou diretivo da indústria farmacêutica ou de equipamentos Participou de comitês normativos de estudos científicos patrocinados pela indústria Recebeu auxílio pessoal ou institucional da indústria Elaborou textos científicos em periódicos patrocinados pela indústria Tem ações da indústria Alberto Takeshi Kiyose Não Não Não Não Não Não Não Alexandre Siciliano Colafranceschi Não Não Não Não Não Não Não Antonio Sergio de Santis Andrade Lopes Não Não Não Não Não Não Não Auristela Isabel de Oliveira Ramos Não Não Não Não Não Não Não Carlos Manuel de Almeida Brandão Não Não Não Não Não Não Não Clara Weksler Não Não Não Não Não Não Não Dorival Julio Della Togna Não Não Não Não Não Não Não Evandro Tinoco Mesquita Não Não Não Não Não Não Não Fabio Biscegli Jatene Não Não Não Não Não Não Não Fábio Sândoli de Brito Júnior Não Não Não Não Não Não Não Fernando Antibas Atik Não Não Não Não Não Não Não Flavio Tarasoutchi Bayer Abbott Não Não Não Não Não Guilherme Sobreira Spina Não Não Não Não Não Não Não João David de Souza Neto Não Não Não Não Não Não Não João Ricardo Cordeiro Fernandes Não Abbott Não Não Não Não Não José Francisco Kerr Saraiva Não Não Não Não Não Não Não José Luiz Barros Pena Não Não Não Não Não Não Não Lucas José Tachotti Pires Não Não Não Não Não Não Não Marcelo Luiz Campos Vieira Não Não Não Não Não Não Não Marcelo Westerlund Montera Não Não Não Não Não Não Não Márcia de Melo Barbosa Não Não Não Não Não Não Não Pablo Maria Alberto Pomerantzeff Não Não Não Não Não Não Não Paulo de Lara Lavitola Não Não Não Não Não Não Não Paulo Ernesto Leães Não Não Não Não Não Não Não Pedro Alves Lemos Neto Não Não Não Não Não Não Não Ricardo Mourilhe-Rocha Não Não Não Não Novartis, Servier, AHA, SBC Não Não Ricardo Simões Não Não Não Não Não Não Não Robinson Poffo Não Não Não Não Não Não Não Roney Orismar Sampaio Daiichi Sankyo, Novartis, Bayer Não Não Não Bayer Não Não Salvador Rassi Não Não Não Não Não Não Não Tarso Augusto Duenhas Accorsi Não Abbott Não Não Não Não Não Tiago Costa Bignoto Não Não Não Não Não Não Não Valdir Ambrósio Moisés Bayer Não Não Não Não Não Não Vitor Emer Egypto Rosa Não Não Não Não Não Não Não William Antonio de Magalhães Esteves Não Não Não Não Não Não Não

Introdução

A indicação da intervenção cirúrgica ou percutânea no paciente com doença valvar está atrelada ao preciso diagnóstico anatômico e funcional, além do conhecimento da história natural da doença.

Nesta atualização da Diretriz Brasileira de Valvopatias de 2011, são contemplados apenas pacientes com valvopatia anatomicamente importante (estágios C e D da Diretriz da American College of Cardiology (ACC)/ American Heart Association (AHA), de 2014). As tabelas e fluxogramas que aqui constam demonstram passos sequenciais que norteiam o diagnóstico anatômico, etiológico e funcional, definindo a conduta alinhada às melhores práticas, com uso racional de recursos.

A avaliação clínica continua absolutamente fundamental, destacando-se a grande especificidade do exame físico para o diagnóstico anatômico e a anamnese como principais recursos para avaliação funcional e indicação para intervenção.

Além da proposta dos passos, esta Diretriz indica, para efeito de comparação, as recomendações das duas principais diretrizes internacionais - ACC/AHA 2017 e European Society of Cardiology (ESC)/European Association for Cardio-Thoracic Surgery (EACTS) 2017.

Vale ressaltar que a profilaxia de febre reumática, profilaxia da endocardite infecciosa, assim como indicações de intervenção na valvopatia pulmonar, mantém exatamente os mesmos princípios, conforme publicado na Diretriz brasileira de 2011 e descrito a seguir:

  • Primeiro passo: certificar-se de que a valvopatia é anatomicamente importante;

  • Segundo passo: avaliar a etiologia, incluindo história clínica e antecedentes pessoais, em conjunção com exames complementares;

  • Terceiro passo: avaliar os sintomas - uma vez definida a valvopatia anatomicamente importante, a avaliação dos sintomas secundários é fundamental na decisão de intervenção. O tratamento farmacológico está indicado para alívio dos sintomas até o tratamento intervencionista da doença valvar;

  • Quarto passo: avaliação de complicadores - na ausência de sintomas, a identificação de complicadores anatômicos e/ou funcionais (especialmente hipertensão pulmonar, remodelamento ventricular, disfunção sistólica, dilatação aneurismática de aorta, fibrilação atrial) pode ser determinante para intervenção nos pacientes assintomáticos;

  • Quinto passo: tipo de intervenção - o procedimento de correção da doença valvar pode ser cirúrgico ou transcateter, com indicação individualizada dependendo do risco operatório, das comorbidades e da decisão do Heart Team.

    Figura 1
    Algoritmo com passos para diagnóstico anatômico, etiológico e funcional e definição de conduta.

Heart Team

O Heart Team é um conceito no qual um conjunto de diferentes profissionais com experiência em doenças valvares compartilha a decisão sobre o melhor tratamento para um determinado paciente. Com a introdução de diferentes tipos de abordagem para o tratamento de pacientes com valvopatias, o Heart Team tem sido cada vez mais utilizado em seu manejo. É composto por diversas subespecialidades cardiológicas, com especialistas que exercem papéis diferentes e fundamentais em cada passo do cuidado: do cardiologista clínico (a quem cabe a seleção e a indicação de pacientes, além do acompanhamento pré e pós-intervenção), ao cirurgião cardíaco e ao hemodinamicista, responsáveis pela concretização dos procedimentos indicados pelo Heart Team. Além deles, o radiologista é importante na análise de dados para avaliar a possibilidade técnica de realização de cada tipo de intervenção; e o ecocardiografista, além de avaliar os dados pré-operatórios, pode também acompanhar o procedimento, colaborando para um melhor resultado.

Estenose mitral

Enquanto no Brasil e demais países em desenvolvimento a principal causa da estenose mitral (EM) é a febre reumática, nos países desenvolvidos observa-se aumento da incidência de EM degenerativa, associada à calcificação do anel mitral e que se desenvolve em pacientes idosos.

Nesta Diretriz, a EM é classificada como anatomicamente importante quando a área valvar mitral for menor do que 1,5 cm2.

Para os pacientes reumáticos, a valvuloplastia mitral por cateter-balão (VMCB) continua sendo o tratamento de escolha, seguido pela cirurgia valvar.

No caso dos pacientes com EM degenerativa, o tratamento inicial de quem se apresenta sintomático é farmacológico, reservando-se intervenção para casos refratários. Nos pacientes com alto risco cirúrgico, o implante valvar mitral transcateter foi, até o momento, realizado em um número limitado de casos. Para a sua ampla indicação e realização, ainda são requeridos estudos que validem os seus resultados em maior escala.

Quadro 1
Passo 1: diagnóstico de estenose mitral importante
Quadro 2
Passo 2: avaliação da etiologia - estenose mitral importante
Quadro 3
Passo 3: Avaliação de sintomas - estenose mitral importante
Quadro 4
Passo 4: avaliação de complicadores - estenose mitral importante
Quadro 5
Passo 5: tipo de intervenção - estenose mitral importante
Quadro 6
Estenose mitral: recomendações

Figura 2
Algoritmo para avaliação da estenose mitral importante. CF: classe funcional; FA: fibrilação atrial; VMBC: valvuloplastia mitral por cateter-balão.

Insuficiência mitral primária crônica

A insuficiência mitral (IM) primária crônica é uma das valvopatias mais prevalentes mundialmente. A etiologia reumática ainda é predominante no Brasil, embora o prolapso da valva mitral tenha aumentado em frequência. Diferentemente das Diretrizes europeia e americana, dividimos as indicações de tratamento cirúrgico com base na etiologia reumática e não reumática. A plástica valvar mitral é o tratamento cirúrgico preferencial nos casos com anatomia favorável. Os pacientes de etiologia reumática têm menos probabilidade de plástica valvar com bons resultados, sendo necessária a troca valvar, na maioria dos casos.

Quadro 7
Passo 1: diagnóstico de insuficiência mitral primária importante
Quadro 8
Passo 2: avaliação de etiologia - insuficiência mitral primária importante
Quadro 9
Passo 3: avaliação de sintomas - insuficiência mitral primária importante
Quadro 10
Passo 4: avaliação de complicadores - insuficiência mitral primária importante
Quadro 11
Passo 5: tipo de intervenção - insuficiência mitral primária importante
Quadro 12
Insuficiência mitral primária: recomendações

Figura 3
Algoritmo para avaliação da insuficiência mitral primária importante. CF: classe funcional; FE: fração de ejeção; DSVE: diâmetro sistólico de ventrículo esquerdo; PSAS: pressão sistólica da artéria pulmonar; FA: fibrilação atrial.

Insuficiência mitral secundária

A IM crônica secundária, ou funcional, deve-se a alterações na geometria ventricular, resultando em má coaptação das cúspides valvares e aparecimento de refluxo valvar. Habitualmente é causada por doença isquêmica cardíaca ou por outras cardiopatias dilatadas, de diversas etiologias. As indicações de tratamento são distintas da IM primária, uma vez que o problema básico não está nas cúspides valvares. A indicação de intervenção na IM secundária deve ser restrita a casos refratários ao tratamento clínico convencional.

Quadro 13
Passo 1: diagnóstico de insuficiência mitral secundária importante
Quadro 14
Passo 2: avaliação da etiologia - insuficiência mitral secundária importante
Quadro 15
Passo 3: avaliação de sintomas - insuficiência mitral secundária importante
Quadro 16
Passo 4: avaliação de complicadores - insuficiência mitral secundária importante
Quadro 17
Passo 5: tipo de intervenção - insuficiência mitral secundária importante
Quadro 18
Insuficiência mitral secundária: recomendações

Figura 4
Algoritmo para avaliação da insuficiência mitral secundária importante.

Estenose aórtica

A estenose aórtica (EAo) apresenta prevalência crescente na atualidade em razão do aumento da expectativa de vida e do consequente envelhecimento da população. Atualmente, a causa mais comum de EAo é a calcificação aórtica, que acomete principalmente pacientes idosos. O tratamento transcateter tornou-se uma opção à troca valvar cirúrgica em casos selecionados após avaliação cuidadosa da expectativa de vida, do grau de fragilidade e da anatomia valvar aórtica.

Quadro 19
Passo 1: diagnóstico de estenose aórtica importante
Quadro 20
Passo 2: avaliação da etiologia - estenose aórtica importante
Quadro 21
Passo 3: avaliação de sintomas - estenose aórtica importante
Quadro 22
Passo 4: avaliação de complicadores - estenose aórtica importante
Quadro 23
Passo 5: tipo de intervenção - estenose aórtica importante
Quadro 24
Estenose aórtica: recomendações

Figura 5
Algoritmo para avaliação da estenose aórtica importante. FE: fração de ejeção; TE: teste ergométrico; TAVI: implante de bioprótese aórtica transcateter (da sigla em inglês, transcatheter aortic valve implantation).

Figura 6
Algoritmo para avaliação da estenose aórtica baixo-fluxo e baixo-gradiente com fração de ejeção reduzida. FE: fração de ejeção.

Figura 7
Algoritmo para avaliação da estenose aórtica paradoxal. AVA: área valvar aórtica; FE: fração de ejeção; TAVI: implante de bioprótese aórtica transcateter (da sigla em inglês, transcatheter aortic valve implantation).

Insuficiência aórtica crônica

A insuficiência aórtica (IAo) crônica pode decorrer de alterações das cúspides valvares e/ou alterações do ânulo da valva aórtica. Destacamos a manutenção do tratamento clínico em pacientes reumáticos assintomáticos e com função ventricular normal que apresentam dilatação ventricular.

Quadro 25
Passo 1: diagnóstico de insuficiência aórtica importante
Quadro 26
Passo 2: avaliação da etiologia - insuficiência aórtica importante
Quadro 27
Passo 3: avaliação de sintomas - insuficiência aórtica importante
Quadro 28
Passo 4: avaliação de complicadores - insuficiência aórtica importante
Quadro 29
Passo 5: intervenção - insuficiência aórtica importante
Quadro 30
Insuficiência aórtica: recomendações

Figura 8
Algoritmo para avaliação da insuficiência aórtica importante. FE: fração de ejeção; DDVE: diâmetro diastólico de ventrículo esquerdo; DSVE: diâmetro sistólico de ventrículo esquerdo; TAVI: implante de bioprótese aórtica transcateter (da sigla em inglês, transcatheter aortic valve implantation).

Insuficiência tricúspide importante

A maioria dos casos de insuficiência tricúspide (IT) é funcional/secundária e ocorre pela dilatação progressiva do anel valvar tricúspide. Dentre as causas primárias, destacamos a febre reumática. A correção de valvopatias do lado esquerdo do coração não necessariamente corrige a IT ou impede a sua progressão, principalmente quando o anel valvar é maior do que 40 mm e/ou a regurgitação é de moderada a importante. Nos casos de IT secundária e isolada, o tratamento medicamentoso é preferível e a cirurgia deve ser indicada em casos refratários.

Quadro 31
Passo 1: diagnóstico de insuficiência tricúspide importante
Quadro 32
Passo 2: avaliação da etiologia - insuficiência tricúspide importante
Quadro 33
Passo 3: avaliação de sintomas - insuficiência tricúspide importante
Quadro 34
Passo 4: avaliação de complicadores - insuficiência tricúspide importante
Quadro 35
Passo 5: tipo de intervenção - insuficiência tricúspide importante
Quadro 36
Insuficiência tricúspide: recomendações

Figura 9
Algoritmo para avaliação da insuficiência tricúspide importante. VD: ventrículo direito.

Estenose tricúspide

A estenose tricúspide (ET) é uma complicação infrequente da cardiopatia reumática; quando presente, está associada à doença mitral da mesma etiologia. O tratamento medicamentoso deve ser instituído no paciente sintomático enquanto aguarda procedimento cirúrgico.

Quadro 37
Passo 1: diagnóstico de estenose tricúspide importante
Quadro 38
Passo 2: avaliação da etiologia - estenose tricúspide importante
Quadro 39
Passo 3: avaliação de sintomas - estenose tricúspide importante
Quadro 40
Passo 4: avaliação de complicadores - estenose tricúspide importante
Quadro 41
Passo 5: tipo de intervenção - estenose tricúspide importante
Quadro 42
Estenose tricúspide: recomendações

Figura 10
Algoritmo para avaliação da estenose tricúspide importante. FA: fibrilação atrial.

Anticoagulação em valvopatia

Desde as Diretrizes Brasileiras de Valvopatias de 2011, foram publicados dados embasando o uso dos novos anticoagulantes orais (NOACs), inibidores diretos da trombina ou antifator X, em pacientes valvopatas.

Devido ao alto risco de fenômenos embólicos, esses pacientes continuam a apresentar indicação de anticoagulação em diversas situações clínicas. A varfarina segue sendo a principal medicação a ser utilizada. Com relação aos NOACs, é importante ressaltar que não houve trabalhos delineados especificamente para essa população que demonstraram benefício do seu uso para valvopatas. Assim, mantém-se a contraindicação à sua utilização nos grupos de maior risco: EM reumática e prótese mecânica.

Também não se recomenda a aplicação do escore CHA2DS2-VASc em pacientes com valvopatia anatomicamente importante; isso porque essa avaliação subestima o risco em pacientes com escore ≤ 1.

Quadro 43
Anticoagulação - recomendações
Quadro 44
Faixa terapêutica para anticoagulação adequada

Doença multivalvar

Consideramos doença multivalvar o acometimento primário de duas ou mais valvas. Portanto, são excluídas dessa classificação valvopatias consequentes à valvopatia primária, como é o caso da IT funcional, consequente à doença mitral.

No Brasil, a doença multivalvar é resultado do acometimento reumático na maioria das vezes. Em idosos, pode acontecer quando há extensa calcificação do aparelho mitral acompanhando doença valvar aórtica degenerativa.

Quadro 45
Passo 1: diagnóstico de doença multivalvar importante
Quadro 46
Passo 2: avaliação da etiologia
Quadro 47
Passo 3: avaliação de sintomas
Quadro 48
Passo 4: avaliação de complicadores
Quadro 49
Passo 5: tipo de intervenção
Quadro 50
Doença multivalvar: recomendações

Disfunção de prótese valvar

Após cirurgia de troca valvar, os seguimentos clínico e ecocardiográfico periódicos devem ser realizados para a detecção precoce de disfunção de prótese, assim como para a identificação de sintomas e complicadores anatômicos e funcionais secundários.

Novos procedimentos, como tratamento percutâneo de regurgitação paravalvar e valve-in-valve, já são realidade e estão incluídos nas novas Diretrizes.

Quadro 51
Passo 1: diagnóstico de disfunção de prótese valvar importante
Quadro 52
Passo 2: avaliação da etiologia - disfunção de prótese valvar importante
Quadro 53
Passo 3: avaliação de sintomas - disfunção de prótese valvar importante
Quadro 54
Passo 4: avaliação de complicadores - disfunção de prótese valvar importante
Quadro 55
Passo 5: tipo de intervenção - disfunção de prótese valvar importante
Quadro 56
Disfunção de prótese valvar: recomendações

Trombose de prótese valvar

A trombose de prótese valvar é evento incomum, sendo mais frequente em próteses mecânicas, principalmente em posição mitral, e cursa com alta morbimortalidade. A manifestação clássica é a insuficiência cardíaca aguda/exacerbada em paciente com anticoagulação ineficaz. As recomendações das Diretrizes internacionais são distintas em relação à conduta e há carência de estudos randomizados. Recentemente, há tendência de priorização da trombólise frente à cirurgia, com base em dados de metanálise fornecidos por 48 estudos. Em geral, procedimento cirúrgico é indicado em casos de trombose de prótese em câmaras esquerdas, com grave repercussão clínica e alto risco de sangramento.

Quadro 57
Passo 1: diagnóstico de trombose de prótese valvar
Quadro 58
Passo 2: avaliação da etiologia - trombose de prótese valvar
Quadro 59
Passo 3: avaliação de sintomas - trombose de prótese valvar
Quadro 60
Passo 4: avaliação de complicadores - trombose de prótese valvar
Quadro 61
Passo 5: tipo de intervenção - trombose de prótese valvar
Quadro 62
Trombose de prótese: recomendações

  • Nota: estas Diretrizes se prestam a informar e não a substituir o julgamento clínico do médico que, em última análise, deve determinar o tratamento apropriado para seus pacientes.

Referências

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Datas de Publicação

  • Publicação nesta coleção
    2017
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