Open-access Insegurança alimentar como barreira ao cuidado de pessoas com diabetes no Brasil: lacunas e desafios para as políticas públicas de saúde, alimentação e proteção social

De acordo com a edição mais recente do IDF Diabetes Atlas1, cerca de 16,6 milhões de brasileiros possuíam diabetes em 2024, com projeção para 2050 de 24 milhões de casos, o que posiciona o país entre os de maior prevalência nas Américas e em sexto lugar no ranking mundial em números absolutos. As complicações microvasculares decorrentes do diabetes, como a retinopatia, a doença renal do diabetes e a neuropatia, e macrovasculares, como as doenças cardiovasculares, cerebrovasculares e arteriais periféricas, representam importantes causas de incapacidade, perda de qualidade de vida e mortalidade precoce nesses indivíduos 2. Nesse contexto, a alimentação adequada e saudável é reconhecida como um dos pilares fundamentais para o manejo glicêmico e a prevenção de desfechos adversos associados 3.

Em países da América Latina e do Caribe, como o Brasil, cerca de 80% da carga de diabetes mellitus tipo 2, a forma mais prevalente da doença, tem sido atribuída a dietas inadequadas, caracterizadas principalmente pelo baixo consumo de cereais integrais, leguminosas, frutas, legumes e verduras 3. Esse cenário reforça o papel central da alimentação como determinante modificável do risco e do manejo do diabetes, bem como alvo estratégico para o desenvolvimento de ações preventivas e de cuidado 4. No entanto, uma parcela importante da população brasileira vivencia algum nível de insegurança alimentar 5, condição tradicionalmente aferida pela Escala Brasileira de Insegurança Alimentar (EBIA), que avalia a percepção e a experiência domiciliar de preocupação, incerteza ou restrição no acesso a alimentos em quantidade e qualidade adequadas, incluindo situações de fome nos casos mais graves 6. A insegurança alimentar, portanto, representa uma violação do direito humano à alimentação adequada (DHAA) 7.

Em 2022, quase 59% das famílias brasileiras vivenciavam algum grau de insegurança alimentar 8, como resultado do enfraquecimento de políticas públicas de alimentação e nutrição 9 e do agravamento das desigualdades socioeconômicas durante a pandemia de COVID-19 10. Embora esse número tenha reduzido, como resultado da retomada e do fortalecimento de políticas públicas de proteção social, alimentação e nutrição, cerca de 24,2% dos domicílios ainda permanecem em algum nível de insegurança alimentar de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD-Contínua) de 2024 5. Entre os grupos mais afetados por esse cenário estão as mulheres, pessoas negras e indivíduos com baixa escolaridade e renda, que também figuram entre os mais impactados pelo aumento da prevalência de diabetes no país 11,12. Essa sobreposição de vulnerabilidades sociais e econômicas amplia os desafios para o manejo adequado da doença, evidenciando a necessidade de desenvolvimento de políticas públicas que integrem ações de saúde, vigilância alimentar e nutricional, e proteção social 13.

Evidências nacionais indicam que a insegurança alimentar está associada à redução da diversidade da dieta, com menor consumo de alimentos protetores como frutas, legumes e verduras 14. Esses alimentos, além de fornecerem vitaminas, minerais e fibras, componentes essenciais para o controle glicêmico e a saúde metabólica, são importantes fontes de compostos bioativos com reconhecida ação antioxidante, anti-inflamatória e cardioprotetora que desempenham papel fundamental na prevenção de complicações microvasculares e macrovasculares associadas ao diabetes 15.

Além disso, em um contexto de restrição econômica, as famílias tendem a priorizar alimentos básicos e tradicionais de baixo custo e elevada densidade energética em detrimento da aquisição de frutas, legumes e verduras. Dados da última Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) indicaram que, entre as famílias de baixa renda, cereais, raízes e tubérculos responderam por cerca de 41% das calorias adquiridas para o consumo domiciliar, e as leguminosas corresponderam a apenas 3,6% 16. Embora esses alimentos sejam, em sua maioria, in natura ou minimamente processados, a predominância de fontes alimentares ricas em carboidratos, associada à menor participação de alimentos fontes de fibras e proteínas, pode favorecer padrões alimentares de maior impacto glicêmico 17. Nesse sentido, protocolos brasileiros de orientação alimentar para pessoas com diabetes têm enfatizado a importância da composição das refeições 18, a exemplo da combinação tradicional de arroz e feijão que pode contribuir para um melhor manejo glicêmico 19.

Embora não exista uma dieta específica para pessoas com diabetes, as principais diretrizes de manejo nutricional recomendam a adoção de padrões alimentares baseados, principalmente, no consumo de cereais integrais, leguminosas, frutas, legumes, verduras e produtos de origem animal com baixo teor de gordura, como carnes magras e laticínios desnatados 20. No entanto, o custo elevado desses alimentos no Brasil pode representar uma barreira adicional ao tratamento do diabetes, especialmente se tratando de populações em situação de vulnerabilidade socioeconômica. Nesse aspecto, estudos nacionais têm demonstrado que o custo de uma alimentação saudável tem se tornado significativamente mais alto quando comparado a padrões alimentares baseados em alimentos ultraprocessados e de menor qualidade nutricional 21, sobretudo durante eventos climáticos extremos e emergências sanitárias que podem afetar a produção, a distribuição e os preços dos alimentos 22,23.

Evidências também demonstram que indivíduos em situação de insegurança alimentar apresentam menor adesão às recomendações de prática regular de exercício físico e maior risco de comportamentos sedentários 24, relação que pode ser explicada, em parte, por fatores como estresse e fadiga, além de estratégias de preservação de energia em contextos de restrição alimentar 25. Dessa forma, a insegurança alimentar representa um obstáculo não apenas à adesão a padrões alimentares saudáveis, mas também à prática regular de exercício físico, dois pilares fundamentais do autocuidado para pessoas com diabetes 13.

Além do mais, as condições socioeconômicas que frequentemente determinam a insegurança alimentar podem comprometer a adesão ao tratamento farmacológico do diabetes. Famílias em situação de restrição orçamentária frequentemente precisam realizar compensações financeiras, como escolher entre a compra de alimentos e o pagamento de outras necessidades básicas, incluindo medicamentos, transporte e despesas relacionadas à moradia. Essa instabilidade pode reduzir a regularidade do uso de medicamentos, favorecendo a ocorrência de descompensações glicêmicas e, consequentemente, de complicações crônicas relacionadas à doença 13. Esse fenômeno pode ser particularmente importante no Brasil, uma vez que parte dos indivíduos com diabetes ainda incorre em gastos diretos com medicamentos, apesar da existência de políticas públicas de assistência farmacêutica 26. Dados da última Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), por exemplo, indicaram que apenas 51,5% dos indivíduos com diabetes relataram obter medicamentos por meio do Programa Farmácia Popular 27.

Apesar da relevância do tema, as políticas públicas voltadas ao cuidado da pessoa com diabetes no Brasil ainda abordam de forma insuficiente a dimensão da segurança alimentar para o sucesso do tratamento 28,29,30. Apenas recentemente foi incorporada a Triagem de Risco de Insegurança Alimentar (TRIA) na atenção primária à saúde (APS), principal porta de entrada do Sistema Único de Saúde (SUS) brasileiro para o acompanhamento de pessoas com doenças crônicas 31. Além disso, a discussão sobre o papel da insegurança alimentar nos resultados de saúde relacionados ao diabetes permanece ausente das principais diretrizes clínicas e instrumentos normativos brasileiros, como os protocolos clínicos e diretrizes terapêuticas 28,29. Essa lacuna reforça a necessidade de incorporar orientações que considerem os determinantes sociais de saúde e a realidade das pessoas em situação de vulnerabilidade socioeconômica nesses documentos 32.

Enquanto no Brasil a insegurança alimentar é abordada de forma insuficiente nas principais diretrizes clínicas para o manejo do diabetes, documentos internacionais já reconhecem esse problema como uma barreira importante para o alcance das metas terapêuticas. A Associação Americana de Diabetes (ADA, acrônimo em inglês), por exemplo, destaca a insegurança alimentar como um fator que pode dificultar a adesão ao tratamento, o autocuidado e o controle glicêmico, recomendando que profissionais de saúde avaliem essa condição entre os seus pacientes 33. Da mesma forma, a Sociedade Internacional de Diabetes Pediátrico e do Adolescente (ISPAD, acrônimo em inglês) reconhece a insegurança alimentar como um determinante social que pode comprometer o manejo do diabetes em crianças e adolescentes, especialmente em países de baixa e média renda, profundamente marcados por desigualdades sociais 34.

Diante das limitações impostas pela insegurança alimentar, é fundamental que as recomendações nutricionais para pessoas com diabetes, portanto, sejam adaptadas à realidade socioeconômica e cultural das populações atendidas 35. Estratégias como a priorização de alimentos regionais e de frutas, legumes e verduras sazonais, de menor custo 36, bem como a valorização de preparações tradicionais com melhor perfil nutricional e orientações sobre combinações alimentares que reduzam o impacto glicêmico, podem ser alternativas viáveis para a melhora do manejo glicêmico nesses indivíduos 35,37.

O enfrentamento da insegurança alimentar no cuidado de pessoas com diabetes também requer a articulação da assistência terapêutica com políticas de segurança alimentar e programas de proteção social 33,34. Entre as medidas de resposta imediata, destacam-se a ampliação dos programas de transferência direta de renda, de preferência, com valores ajustados ao custo de uma dieta saudável; e a qualificação de equipamentos públicos de segurança alimentar e nutricional, como cozinhas comunitárias e solidárias e restaurantes populares, para que priorizem cardápios adequados a pessoas com condições crônicas 38. Também é fundamental que sejam ampliado o abastecimento e a oferta de alimentos frescos por meio da agricultura familiar, hortas comunitárias e feiras de produtores locais, especialmente em áreas de baixa disponibilidade desses alimentos 36,39.

Nesse contexto, a Estratégia Alimenta Cidades, instituída pelo Decreto nº 11.822, de 12 de dezembro de 2023 40, se caracteriza como uma importante iniciativa governamental voltada à ampliação da disponibilidade e do acesso a alimentos saudáveis nos centros urbanos, especialmente entre as populações em situação de vulnerabilidade social. Além do mais, a instituição da Nova Cesta Básica Nacional de Alimentos representa um avanço relevante, ao reconhecer os alimentos in natura ou minimamente processados como elementos centrais para a promoção do DHAA e vedar a presença dos ultraprocessados entre os alimentos que compõem a cesta básica 41. Mais do que uma referência para a aquisição de alimentos, a nova cesta básica atua como um instrumento indutor de políticas públicas voltadas à redução do preço de alimentos saudáveis, por meio de incentivos fiscais, compras públicas e outras estratégias regulatórias 42.

A APS, fundamental para a coordenação do cuidado e continuidade da assistência no SUS 43, deve ser articulada aos serviços de assistência social, de modo que a identificação de pessoas e famílias em situação de vulnerabilidade por meio da TRIA resulte em acesso oportuno a ações de proteção social 31. A efetividade dessa estratégia depende não apenas da identificação da insegurança alimentar, mas da existência de fluxos assistenciais integrados capazes de garantir acompanhamento contínuo e atenção intersetorial. Nesse contexto, a Portaria Interministerial nº 25/202344, do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome/Ministério da Saúde, representa um importante avanço ao estabelecer orientações para a integração das ações de assistência social, saúde e segurança alimentar, fortalecendo a identificação, o acompanhamento e o cuidado de populações em situação de vulnerabilidade.

Avançar, portanto, na integração entre as agendas de segurança alimentar e manejo do diabetes é essencial para qualificar o cuidado, reduzir as desigualdades e garantir melhores condições de vida para as populações mais vulneráveis 33. Incorporar a avaliação rotineira da insegurança alimentar nos serviços de saúde, fortalecer as ações intersetoriais e garantir o acesso a alimentos adequados e saudáveis devem ser vistos como componentes estratégicos na resposta ao aumento da prevalência de diabetes no Brasil.

Agradecimentos

Os autores agradecem à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) pelo apoio à formação acadêmica e à pesquisa. Agradecem também ao Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia Combate à Fome (INCT Combate à Fome) pelo incentivo ao desenvolvimento de estudos voltados à segurança alimentar e nutricional no Brasil.

Disponibilidade de dados

Não se aplica.

Avaliador que autorizou identificação:

Felipe Silva Neves (0000-0002-3294-5979)

Referências bibliográficas

  • 1 International Diabetes Federation. IDF diabetes atlas. 11th Ed. https://diabetesatlas.org/ (accessed on 03/Mar/2026).
    » https://diabetesatlas.org/
  • 2 Harding JL, Pavkov ME, Magliano DJ, Shaw JE, Gregg EW. Global trends in diabetes complications: a review of current evidence. Diabetologia 2019; 62:3-16.
  • 3 O'Hearn M, Lara-Castor L, Cudhea F, Miller V, Reedy J, Shi P, et al. Incident type 2 diabetes attributable to suboptimal diet in 184 countries. Nat Med 2023; 29:982-95.
  • 4 Wylie-Rosett J, Hu FB. Nutritional strategies for prevention and management of diabetes: consensus and uncertainties. Diabetes Care 2019; 42:727-30.
  • 5 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua - segurança alimentar, 2024. Rio de Janeiro: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística; 2025.
  • 6 Segall-Corrêa AM, Marin-León L, Melgar-Quiñonez H, Pérez-Escamilla R. Refinement of the Brazilian Household Food Insecurity Measurement Scale: recommendation for a 14-item EBIA. Rev Nutr 2014; 27:241-51.
  • 7 Brasil. Lei nº 11.346, de 15 de setembro de 2006. Cria o Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional - SISAN com vistas em assegurar o direito humano à alimentação adequada e dá outras providências. Diário Oficial da União 2006; 18 sep.
  • 8 Rede PENSSAN. II Inquérito Nacional sobre Insegurança Alimentar no Contexto da Pandemia da COVID-19 no Brasil. São Paulo: Fundação Friedrich Ebert; 2022.
  • 9 Castro IRR. A extinção do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional e a agenda de alimentação e nutrição. Cad Saúde Pública 2019; 35:e00009919.
  • 10 Ribeiro-Silva RC, Pereira M, Campello T, Aragão É, Guimarães JMM, Ferreira AJ, et al. Implicações da pandemia COVID-19 para a segurança alimentar e nutricional no Brasil. Ciênc Saúde Colet 2020; 25:3421-30.
  • 11 Malta DC, Bernal RTI, Sá ACMGN, Silva TMR, Iser BPM, Duncan BB, et al. Diabetes autorreferido e fatores associados na população adulta brasileira: Pesquisa Nacional de Saúde, 2019. Ciênc Saúde Colet 2022; 27:2643-53.
  • 12 Malta DC, Gomes CS, Silva AG, Souza JB, Morais ÉAH, Freitas PC, et al. Temporal analysis of the prevalence of chronic noncommunicable diseases and risk and protective factors by schooling level from 2006 to 2023. Ciênc Saúde Colet 2025; 30 Suppl 2:e14172024.
  • 13 Levi R, Bleich SN, Seligman HK. Food insecurity and diabetes: overview of intersections and potential dual solutions. Diabetes Care 2023; 46:1599-608.
  • 14 Silva EEMS, Steluti J. O consumo alimentar de brasileiros residentes em domicílios com insegurança alimentar: resultados da POF-2017-2018. Ciênc Saúde Colet 2025; 30:e20042023.
  • 15 Fernández-Fígares Jiménez MC. Plant foods, healthy plant-based diets, and type 2 diabetes: a review of the evidence. Nutr Rev 2024; 82:929-48.
  • 16 Silva MAL, Rodrigues LB, Brito SA, Lage LG, Louzada MLC. Aquisição de alimentos que compõem a nova cesta básica pelas famílias brasileiras de baixa renda em 2017-18: distribuição socioeconômica e demográfica. SciELO Preprints 2024; 12 jul. https://preprints.scielo.org/index.php/scielo/preprint/view/9349/version/9884
    » https://preprints.scielo.org/index.php/scielo/preprint/view/9349/version/9884
  • 17 Whiteley C, Benton F, Matwiejczyk L, Luscombe-Marsh N. Determining dietary patterns to recommend for type 2 diabetes: an umbrella review. Nutrients 2023; 15:861.
  • 18 Secretaria de Atenção Primária à Saúde, Ministério da Saúde; Universidade de Brasília. Orientação alimentar de pessoas adultas com diabetes mellitus - protocolos de uso do guia alimentar para a população brasileira. v. 4. Brasília: Ministério da Saúde; 2022.
  • 19 Thompson SV, Winham DM, Hutchins AM. Bean and rice meals reduce postprandial glycemic response in adults with type 2 diabetes: a cross-over study. Nutr J 2012; 11:23.
  • 20 Hou L, Ge L, Wang Q, He J, Qin T, Cao L, et al. Nutritional recommendations for type 2 diabetes: an international review of 15 guidelines. Can J Diabetes 2023; 47:197-206.
  • 21 Maia EG, Passos CM, Levy RB, Bortoletto Martins AP, Mais LA, Claro RM. What to expect from the price of healthy and unhealthy foods over time? The case from Brazil. Public Health Nutr 2020; 23:579-88.
  • 22 Kotz M, Kuik F, Lis E, Nickel C. Global warming and heat extremes to enhance inflationary pressures. Commun Earth Environ 2024; 5:116.
  • 23 Andrade GC, Caldeira TCM, Mais LA, Bortoletto Martins AP, Claro RM. Food price trends during the COVID-19 pandemic in Brazil. PLOS One 2024; 19:e0303777.
  • 24 Chen S, Li Z, Zhang Y, Chen S, Li W. Food insecurity, physical activity, and sedentary behavior in middle to older adults. Nutrients 2025; 17:1011.
  • 25 Gough T, Brown O, Christiansen P, Hardman CA, Keenan GS. Investigating the mediating role of physical activity within the association between food insecurity and BMI. Appetite 2025; 204:107724.
  • 26 Bahia LR, da Rosa MQM, Araujo DV, Correia MG, dos Rosa RS, Duncan BB, et al. Economic burden of diabetes in Brazil in 2014. Diabetol Metab Syndr 2019; 11:54.
  • 27 Costa KS, Tavares NUL, Tierling VL, Leitão VBG, Stopa SR, Malta DC. Pesquisa Nacional de Saúde 2019: obtenção de medicamentos por adultos em tratamento para hipertensão e diabetes no Programa Farmácia Popular do Brasil. Epidemiol Serv Saúde 2022; 31(spe1):e2021366.
  • 28 Ministério da Saúde. Protocolo clínico e diretrizes terapêuticas do diabetes mellitus tipo I. Brasília: Ministério da Saúde; 2020.
  • 29 Ministério da Saúde. Protocolo clínico e diretrizes terapêuticas do diabetes mellitus tipo II. Brasília: Ministério da Saúde; 2024.
  • 30 Ramos S, Campos LF, Baptista DR, Strufaldi M, Gomes DL, Guimarães DB, et al. Terapia nutricional no pré-diabetes e no diabetes mellitus tipo 2. In: Bertoluci M, editor. Diretriz da Sociedade Brasileira de Diabetes. Brasília: Conectando Pessoas; 2023. https://diretriz.diabetes.org.br/terapia-nutricional-no-pre-diabetes-e-no-diabetes-mellitus-tipo-2/.
  • 31 Ministério da Saúde. Insegurança alimentar na atenção primária à saúde. Manual de identificação dos domicílios e organização da rede. Brasília: Ministério da Saúde; 2021.
  • 32 Hill-Briggs F, Adler NE, Berkowitz SA, Chin MH, Gary-Webb TL, Navas-Acien A, et al. Social determinants of health and diabetes: a scientific review. Diabetes Care 2021; 44:258-79.
  • 33 El Sayed NA, Aleppo G, Bannuru RR, Bruemmer D, Collins BS, Ekhlaspour L, et al. 1. Improving care and promoting health in populations: standards of care in diabetes - 2024. Diabetes Care 2024; 47 Suppl 1:S11-9.
  • 34 Annan SF, Higgins LA, Jelleryd E, Hannon T, Rose S, Salis S, et al. Clinical Practice Consensus Guidelines 2022: nutritional management in children and adolescents with diabetes. Pediatr Diabetes 2022; 23:1297-321.
  • 35 Shapiro J, Grajower MM. The influence of diverse cultures on nutrition, diabetes management and patient education. Nutrients 2024; 16:3771.
  • 36 Departamento de Promoção da Saúde, Secretaria de Atenção Primária à Saúde, Ministério da Saúde. Recomendações para o aumento do consumo frutas, legumes e verduras. Brasília: Ministério da Saúde; 2022.
  • 37 Pasmans K, Meex RCR, van Loon LJC, Blaak EE. Nutritional strategies to attenuate postprandial glycemic response. Obes Rev 2022; 23:e13486.
  • 38 Miranda SHG, Silva MC, editors. Propostas de combate à fome e à insegurança alimentar: relatório final. Piracicaba: Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, Universidade de São Paulo; 2023.
  • 39 Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar. Plano nacional de abastecimento alimentar 2025-2028. Brasília: Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar; 2024.
  • 40 Brasil. Decreto nº 11.822, de 12 de dezembro de 2023. Institui a Estratégia Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional nas Cidades. Diário Oficial da União 2023; 12 dec.
  • 41 Brasil. Decreto nº 11.936, de 5 de março de 2024. Dispõe sobre a composição da cesta básica de alimentos no âmbito da Política Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional e da Política Nacional de Abastecimento Alimentar. Diário Oficial da União 2024; 6 mar.
  • 42 Rahal LS, Gentil PC, Bortolini GA, Neves FS, Arguelhes BP. Ultra-processed foods in research and policy. Lancet 2026; 407:948-9.
  • 43 Portela GZ. Atenção primária à saúde: um ensaio sobre conceitos aplicados aos estudos nacionais. Physis (Rio J.) 2017; 27:255-76.
  • 44 Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome; Ministério da Saúde. Portaria Interministerial MDS/MS nº 25, de 1 de setembro de 2023. Estabelece as orientações para priorização e organização da atenção aos indivíduos e famílias em insegurança alimentar e nutricional no âmbito da assistência social, saúde e segurança alimentar e nutricional. Diário Oficial da União 2023; 4 sep.

Correspondênciamarchioni@usp.br

D. M. L. Marchioni Departamento de Nutrição, Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo. Av. Dr. Arnaldo 715, São Paulo, SP 01246-904, Brasil.

Editora Associada

Coordenadora da avaliação: Inês Rugani Ribeiro de Castro (0000-0002-7479-4400)

Datas de Publicação

  • Publicação nesta coleção
    05 Out 2026
  • Data do Fascículo
    2026

Histórico

  • Recebido
    08 Mar 2026
  • Revisado
    27 Jul 2026
  • Aceito
    03 Ago 2026
location_on
Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Rua Leopoldo Bulhões, 1480 , 21041-210 Rio de Janeiro RJ Brazil, Tel.:+55 21 2598-2511, Fax: +55 21 2598-2737 / +55 21 2598-2514 - Rio de Janeiro - RJ - Brazil
E-mail: cadernos@ensp.fiocruz.br
rss_feed Acompanhe os números deste periódico no seu leitor de RSS
Ir para o topo Reportar erro