O texto analisa a evolução dos sistemas partidários subnacionais no Brasil ao longo das quatro décadas após a retomada do multipartidarismo (1982-2024). Em diálogo com a literatura consolidada da ciência política brasileira sobre o tema, oferece uma contribuição substantiva ao debate ao destacar um aspecto ainda pouco explorado: a perenidade desses sistemas. Nesse sentido, também propõe um avanço metodológico, ao desenvolver um critério para identificar partidos estruturantes com base na sua capacidade sustentada de lançar candidaturas competitivas. A partir dessa abordagem, identifica três tipos de sistemas partidários subnacionais: os unilateralmente estruturados, os estruturados por dois ou mais partidos e aqueles em que nenhum partido se consolida como ator estruturante.
PALAVRAS-CHAVE:
Partidos políticos; Sistemas partidários; Análise longitudinal; Sistemas políticos subnacionais; Brasil; Método comparativo
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Fonte: Elaboração própria, com base em dados do TSE e fontes complementares.
Fonte: Elaboração própria, com base em dados do TSE e fontes complementares.