Este trabalho tem como objetivo pesquisar o nível de conhecimento que os pais têm sobre a respiração bucal.
A respiração bucal traz como sérias conseqüências a deformidade facial. Diante desta deformidade, questionamos o porquê dos pais de crianças respiradoras bucais não tomarem providências a respeito.
Nós acreditamos que a falta de informações é que faz com que estes pais não tomem iniciativa para reestabelecer a respiração nasal de seu filho.
Fizeram parte deste estudo 150 pais de crianças na faixa etária de 6 a 8 arios de uma escola particular de Belo Horizonte. O método escolhido foi o questionário por ser um meio rápido, fácil e fidedigno para obter-se as informações necessárias. Foi montado também, um folheto informativo sobre a respiração bucal, para que os pais possam ter um conhecimento adequado e, se necessário, intervir precocemente.
Concluímos que os pais não sabem todas as consequências que podem ocorrer com o respirador bucal, mas sabem que quando a criança está com a boca aberta alguma coisa está "errada". Em muitos casos são os médicos que deixam dúvidas sobre a melhor conduta a ser tomada, e em outros casos são os próprios pais que não tomam as providências necessárias.
UNITERMOS:
respiração bucal; pais; deformidade facial; intervenção precoce.