Editorial I

Ana Lúcia de Magalhães Leal Chiappetta Esther Mandelbaum Gonçalves Bianchini

EDITORIAL I

Caro Leitor,

O CEFAC Saúde e Educação, desde sua criação, reafirma seu compromisso e sua responsabilidade com a divulgação do conhecimento científico na área da Fonoaudiologia. Nesta edição, a Revista CEFAC presta uma homenagem a toda equipe CEFAC envolvida com assistência e pesquisa. Foram aprovados 101 trabalhos científicos para a apresentação no 16º Congresso Brasileiro de Fonoaudiologia, representando 7% do total de trabalhos aprovados, sendo 31 destes trabalhos realizados no próprio Instituto CEFAC. A significativa aprovação dos trabalhos reflete o incentivo, ao longo destes anos, em informação científica. O investimento em um novo profissional que está apto não só para a atividade assistencial, mas também para buscar alternativas e soluções para desafios diários e a propor novas estratégias terapêuticas. Parabéns a todos os envolvidos, e principalmente a Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia por favorecer a acessibilidade a produção científica fonoaudiológica.

Vale destacar que a Revista CEFAC esteve presente no III Encontro de Editores de Revistas Científicas LILACS e Coleção SciELO, que ocorreu em setembro, na cidade do Rio de Janeiro, no âmbito da 5ª Reunião da Coordenação Regional da Biblioteca Virtual em Saúde (BVS5), no 8º Congresso Regional de Informação em Ciências a Saúde (CRICS8). O encontro contou com a participação de 17 países ibero-americanos, com mais de 100 editores científicos da área da saúde com o objetivo de estabelecer um fórum crítico de discussão sobre a atual situação da produção científica da América Latina, América Central, Caribe, Portugal e Espanha.

Durante o encontro, os editores científicos, se comprometeram em difundir o conhecimento técnico científico em suas determinadas áreas, com o objetivo de elevar a qualidade de sua publicação, e garantir o acesso on-line. Saímos empenhados em atuar próximos aos pesquisadores discentes, docentes, orientadores e coordenadores com a finalidade de atender necessidades da pesquisa ibero-americana, e assim, aumentar sua visibilidade. Coube a nós o papel de analisar e revisar o conhecimento gerado pelos investigadores, respeitando as regras de indexação, possibilitando a sistematização das publicações e o livre acesso do conhecimento pelo leitor.

Embora sejamos o 15º país em publicação científica, temos um número inexpressivo em citações. Se nossas revistas estão indexadas, se passamos pelos programas nacionais e internacionais de avaliação e qualificação de periódicos visando sua inclusão e reconhecimento nas respectivas políticas de ciência e tecnologia e obedecemos rigorosamente as regras de submissão, devemos começar a dar credibilidade à nossa pesquisa. Desta forma, a melhor maneira de contribuir para o reconhecimento da produção científica fonoaudiológica brasileira é elevar o número de citações brasileiras em nossos artigos nacionais e internacionais. Vamos valorizar nossos periódicos e começar a citá-los. Somente assim seremos visíveis e representativos.

Ainda nesta edição aproveitem o Editorial II, redigido pela Profa Dra Maria de Jesus Gonçalves sobre a Comunicação Alternativa na fonoaudiologia. Vamos repensar sobre os futuros avanços desta forma de comunicação frente às novas tecnologias. A possibilidade de indivíduos estabelecerem novas relações, satisfazer necessidades pessoais, elevar a auto-estima e ampliar oportunidades de interação com outras pessoas.

Uma boa leitura!!

Um bom Congresso!!

Grande abraço,

Ana Lúcia de Magalhães Leal Chiappetta

Esther Mandelbaum Gonçalves Bianchini

Datas de Publicação

  • Publicação nesta coleção
    10 Out 2008
  • Data do Fascículo
    2008
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