(Atualizado: 14/10/2022)

Sobre o periódico

 

Informações básicas

 

A Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia (Rev Bras Ginecol Obstet – ISSN 1806-9339), publicação mensal de divulgação científica da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), é dirigida a obstetras, ginecologistas e profissionais de áreas afins, com o propósito de publicar resultados de pesquisa sobre temas relevantes no campo da Ginecologia, Obstetrícia e áreas correlatas. É aberta a contribuições nacionais e internacionais. A revista recebe submissões apenas no idioma inglês.

Como Visão, a Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia (RBGO) pretende tornar-se um periódico reconhecido internacionalmente como referência de pesquisas em Ginecologia e Obstetrícia (GO), tornando-se uma das principais revistas mundiais da especialidade. A RBGO deverá ser um veículo científico essencial para divulgação da produção científica brasileira e internacional e tornar-se uma referência auxiliar na formação de estudantes de graduação e pós-graduação e residentes e no aprimoramento científico de preceptores e pesquisadores em GO.

A RBGO tem como Missão contribuir para o desenvolvimento da pesquisa brasileira em GO e tornar-se órgão facilitador da divulgação dos resultados das pesquisas que possam contribuir para a melhoria da assistência e da qualidade de vida da mulher.

Os Valores cultivados pela RBGO, em suas edições, serão sempre a inovação e o compromisso com a qualidade e o respeito à Ética na pesquisa.

 

 

Subáreas do conhecimento em Ginecologia e Obstetrícia de interesse:

 
  1. Basic and translational science in ObGyn;
  2. Bioethics
  3. Contraception;
  4. Epidemiology and Statistics in ObGyn;
  5. Fetal Medicine;
  6. General Gynecology;
  7. Gynecological Endocrinology;
  8. Gestational Trophoblastic Neoplasia
  9. Gynecological Endoscopy;
  10. Gynecological Oncology;
  11. Gynecological Surgery and Urogynecology;
  12. High Risk Pregnancy;
  13. Human Reproduction and Assisted Fertilization;
  14. Image in ObGyn;
  15. Lower Genital Tract Diseases;
  16. Mastology;
  17. Menopause;
  18. Multidisciplinarity and ObGyn;
  19. Obstetrics;
  20. Pediatric and Adolescent Gynecology;
  21. Physiology in ObGyn;
  22. Primary care in ObGyn;
  23. Quality of Life and ObGyn;
  24. Sexually Transmitted Infection;
  25. Sexuality;
  26. Teaching and Training in ObGyn;
  27. Technology;
  28. Transgender.
 

 

Fontes de indexação

 
  • PubMed/Medline;
  • Isi – Web of Science (Emerging Sources Citation Index);
  • Scopus;
  • SciELO – Scientific Electronic Library on-line;
  • Lilacs – Literatura Latino-Americana em Ciências da Saúde.
 

 

Propriedade intelectual

 

Todo o conteúdo do periódico, exceto onde está identificado, está licenciado sob uma Licença Creative Commons BY.

A revista on-line tem acesso aberto e gratuito.

 

 

Patrocinadores

 

O RBGO não recebe nenhum tipo de financiamento por fontes de fomento. É mantido parcialmente pela Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia e recebe patrocínios.

 

 


Corpo Editorial

 

Editores

 

Editores Anteriores

  • Jean Claude Nahoum – Rio de Janeiro (1979-1989)
  • Clarice do Amaral Ferreira – Rio de Janeiro (1989-1994)
  • Sérgio Pereira da Cunha – Ribeirão Preto (1994-1997)
  • Jurandyr Moreira de Andrade – Ribeirão Preto (1998-2015)

Editor Chefe

  • Marcos Felipe Silva de Sá - Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto-SP, Brasil
 

 

Editores Associados

 
  • Agnaldo Lopes da Silva Filho, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, MG, Brasil
  • Alessandra Cristina Marcolin, Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto, SP, Brasil
  • Ana Cristina Pinheiro Fernandes Araujo, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, RN, Brasil
  • Ana Katherine da Silveira Gonçalves de Oliveira, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, RN, Brasil
  • Andréa Cronemberger Rufino, Universidade Estadual do Piauí, Floriano, PI, Brasil
  • Andréa da Rocha Tristão, Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”, Botucatu, SP, Brasil
  • Angélica Nogueira Rodrigues, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, MG, Brasil
  • Antonio Rodrigues Braga Neto, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, RJ, Brasil
  • Conrado Milani Coutinho, Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto, SP, Brasil
  • Corintio Mariani Neto, Universidade Cidade de São Paulo, São Paulo, SP, Brasil
  • Cristina Laguna Benetti Pinto, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, SP, Brasil
  • Daniel Guimarães Tiezzi, Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto, SP, Brasil
  • Diama Bhadra Andrade Peixoto do Vale, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, SP, Brasil
  • Edward Araujo Júnior, Universidade Federal de São Paulo, São Paulo, SP, Brasil
  • Elaine Christine Dantas Moisés, Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto, SP, Brasil
  • Eliana Aguiar Petri Nahas, Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”, Botucatu, SP, Brasil
  • Fernanda Garanhani de Castro Surita, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, SP, Brasil
  • Gabriel Costa Osanan, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, MG, Brasil
  • Gustavo Salata Romão, Universidade de Ribeirão Preto, Ribeirão Preto, SP, Brazil
  • Helena von Eye Corleta, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS, Brasil
  • Helmer Herren, Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto, SP, Brasil
  • Ilza Maria Urbano Monteiro, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, SP, Brasil
  • José Carlos Peraçoli, Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”, Botucatu, SP, Brasil
  • José Geraldo Lopes Ramos, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS, Brasil
  • José Guilherme Cecatti, Universidade de São Paulo, Campinas, SP, Brasil
  • José Maria Soares Júnior, Universidade de São Paulo, São Paulo, SP, Brasil
  • Julio Cesar Rosa e Silva, Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto, SP, Brasil
  • Lucia Alves da Silva Lara, Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto, SP, Brasil
  • Lucia Helena Simões da Costa Paiva, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, SP, Brasil
  • Luiz Carlos Zeferino, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, SP, Brasil
  • Luiz Gustavo Oliveira Brito, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, SP, Brasil
  • Marcos Nakamura Pereira, Instituto Fernandes Figueira, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.
  • Maria Celeste Osório Wender, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS, Brasil
  • Maria Laura Costa do Nascimento, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, SP, Brasil
  • Melânia Maria Ramos de Amorim, Universidade Federal de Campina Grande, Campina Grande, PB, Brasil
  • Mila de Moura Behar Pontremoli Salcedo, Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre, Porto Alegre, RS, Brasil
  • Omero Benedicto Poli Neto, Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto, SP, Brasil
  • Patrícia El Beitune, Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre, RS, Brasil
  • Paula Andrea de Albuquerque Salles Navarro, Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto, SP, Brasil
  • Renato Moretti-Marques, Hospital Israelita Albert Einstein, São Paulo, SP, Brasil
  • Ricardo Carvalho Cavalli, Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto, SP, Brasil
  • Ricardo Mello Marinho, Faculdade Ciências Médicas de Minas Gerais, Belo Horizonte, MG, Brasil
  • Rosana Maria dos Reis, Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto, SP, Brasil
  • Rossana Pulcineli Vieira Francisco, Universidade de São Paulo, São Paulo, SP, Brasil
  • Rosiane Mattar, Universidade Federal de São Paulo, São Paulo, SP, Brasil
  • Rodrigo de Aquino Castro, Universidade Federal de São Paulo, São Paulo, SP, Brasil
  • Rogério Bonassi Machado, Faculdade de Medicina de Jundiaí, Jundiaí, SP, Brasil
  • Silvana Maria Quintana, Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto, SP, Brasil
  • Sophie Françoise Mauricette Derchain, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, SP, Brasil
  • Sue Yazaki Sun, Universidade Federal de São Paulo, São Paulo, SP, Brasil
  • Valéria Cristina Sandrim, Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”, Botucatu, SP, Brasil
 

 

Comissão Editorial

 
  • Alex Sandro Rolland de Souza, Instituto de Medicina Integral Prof. Fernando Figueira, Recife, PE, Brasil
  • Ana Carolina Japur de Sá Rosa e Silva, Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto, SP, Brasil
  • Aurélio Antônio Ribeiro da Costa, Universidade de Pernambuco, Recife, PE, Brasil
  • Belmiro Gonçalves Pereira, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, SP, Brasil
  • Carlos Augusto Alencar Junior, Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, CE, Brasil
  • Carlos Grandi, Universidad de Buenos Aires, Buenos Aires, Argentina
  • Cesar Cabello dos Santos, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, SP, Brasil
  • Délio Marques Conde, Hospital Materno Infantil de Goiânia, Goiânia, GO, Brasil
  • Dick Oepkes, University of Leiden, Leiden, The Netherlands
  • Dino Roberto Soares de Lorenzi, Universidade de Caxias do Sul, Caxias do Sul, RS, Brasil
  • Diogo de Matos Graça Ayres de Campos, Universidade do Porto, Porto, Portugal
  • Eduardo Pandolfi Passos, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS, Brasil
  • Edmund Chada Baracat, Universidade de São Paulo, São Paulo, SP, Brasil
  • Eliana Martorano Amaral, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, SP, Brasil
  • Francisco Edson Lucena Feitosa, Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, CE, Brasil
  • George Condous, Nepean Hospital in West Sydney, Sidney, Austrália
  • Giuseppe Rizzo, Università degli Studi di Roma “Tor Vergata”, Roma, Itália
  • Gutemberg Leão de Almeida Filho, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, RJ, Brasil
  • Iracema de Mattos Paranhos Calderon, Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”, Botucatu, SP, Brasil
  • João Luiz Pinto e Silva, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, SP, Brasil
  • João Paulo Dias de Souza, Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto, SP, Brasil
  • João Sabino Lahorgue da Cunha Filho, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS, Brasil
  • José Juvenal Linhares, Universidade Federal do Ceará, Campus de Sobral, Fortaleza, CE, Brasil
  • Joshua Vogel, Department of Reproductive Health and Research, World Health Organization, Geneva, Switzerland
  • Juvenal Soares Dias-da-Costa, Universidade Federal de Pelotas, Pelotas, RS, Brasil
  • Laudelino Marques Lopes, University of Western Ontario, London, Ontario, Canadá
  • Luciano Marcondes Machado Nardozza, Universidade Federal de São Paulo, São Paulo, SP, Brasil
  • Luis Otávio Zanatta Sarian, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, SP, Brasil
  • Luiz Claudio Santos Thuler, Instituto Nacional do Câncer, Rio de Janeiro, RJ, Brasil
  • Luiz Henrique Gebrim, Universidade Federal de São Paulo, São Paulo, SP, Brasil
  • Marcelo Zugaib, Universidade de São Paulo, São Paulo, SP, Brasil
  • Marcos Desidério Ricci, Universidade de São Paulo, São Paulo, SP, Brasil
  • Maria de Lourdes Brizot, Universidade de São Paulo, São Paulo, SP, Brasil
  • Marilza Vieira Cunha Rudge, Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”, Botucatu, SP, Brasil
  • Newton Sergio de Carvalho, Universidade Federal do Paraná, Curitiba, PR, Brasil
  • Nuno Henrique Malhoa Migueis Clode, Faculdade de Medicina de Lisboa, Lisboa, Portugal
  • Olímpio Barbosa Moraes Filho, Universidade de Pernambuco, Recife, PE, Brasil
  • Paulo Roberto Nassar de Carvalho, Instituto Fernandes Figueira-Fiocruz, Rio de Janeiro, RJ, Brasil
  • Renato Augusto Moreira de Sá, Universidade Federal Fluminense, Niterói, RJ, Brasil
  • Rintaro Mori, National Center for Child Health and Development, Tokyo, Japão
  • Roberto Eduardo Bittar, Universidade de São Paulo, São Paulo, SP, Brasil
  • Rosane Ribeiro Figueiredo Alves, Universidade Federal de Goiás, Goiânia, GO, Brasil
  • Roseli Mieko Yamamoto Nomura, Universidade Federal de São Paulo, São Paulo, SP, Brasil
  • Ruffo de Freitas Junior, Universidade Federal de Goiás, Goiânia, GO, Brasil
  • Sabas Carlos Vieira, Universidade Federal do Piauí, Teresina, PI, Brasil
  • Sebastião Freitas de Medeiros, Universidade Federal do Mato Grosso, Cuiabá, MT, Brasil
  • Silvia Daher, Universidade Federal de São Paulo, São Paulo, SP, Brasil
  • Shaun Patrick Brennecke, University of Melbourne Parkville, Victoria, Austrália
  • Técia Maria de Oliveira Maranhão, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, RN, Brasil
  • Toshiyuki Hata, University Graduate School of Medicine, Kagawa, Japão
  • Wellington de Paula Martins, Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto, SP, Brasil
 

 

Escritório Editorial

 
  • Bruno Henrique Sena Ferreira
 

 

Produção editorial

 
  • Thieme Medical Publishers
 

 


Instruções aos autores

 

Escopo e política

 

Responsabilidades do Editor-Chefe (EIC – editor-in-chief)

  • Zelar pela publicação do periódico dentro dos prazos estabelecidos.
  • Zelar pela qualidade dos textos selecionados e apropriados aos interesses dos leitores.
  • Estabelecer a política para submissão dos manuscritos, revisão pelos pares, pareceres e ressubmissão.
  • Garantir que os artigos sejam revisados e aceitos apenas com base no mérito científico, e não com base em qualquer influência, seja comercial ou de relacionamento pessoal.
  • Manter a transparência em todo o processo de análise e de edição dos manuscritos.
  • Investigar todas as reclamações e/ou dúvidas relacionadas às submissões à revista, aceitas ou não, e dar aos autores a oportunidade de resposta sempre que necessário.
  •  Dar subsídios  aos membros do corpo editorial da revista para  definir os tipos de publicação e critérios de seleção dos manuscritos  aceitos pela revista.
  • Desenvolver políticas e procedimentos para atrair manuscritos de qualidade científica;
  • Examinar as provas gráficas da revista, zelando pela sua qualidade.
  • Adotar procedimentos resguardando as questões éticas, os conflitos de interesse e a observância das políticas adotadas pela Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia, à qual é afiliada.
  • Tratar todos os indivíduos com respeito, imparcialidade e sem discriminação com base na identidade de gênero, raça, orientação sexual, religião ou crenças políticas e região geográfica.
  • Manter imparcialidade e clareza na publicação de suplementos patrocinados e/ou com qualquer outro tipo de patrocínio/financiamento.
  • Assegurar o acesso aberto e descrever em todos os artigos a modalidade de licença Creative Commons que a revista adotou.
  •  Garantir a organização de todos os documentos relacionados ao processo de submissão de periódicos.

Responsabilidades do Editor-Associado (EA)

  • Receber, ler e avaliar a qualidade científica dos manuscritos recebidos do EIC.
  • Escolher adequadamente os revisores dos manuscritos sob sua responsabilidade.
  • Dar celeridade ao andamento das avaliações feitas pelos revisores e manter o processo de análise dentro do cronograma estabelecido pelo EIC.
  • Analisar os pareceres emitidos pelos revisores e auxiliá-los no preparo das recomendações aos autores.

Responsabilidades dos Revisores

  • Os revisores têm a responsabilidade de revisar o manuscrito de maneira objetiva e justa.
  • Fazer a análise crítica dos manuscritos oferecendo sugestões para melhorar a qualidade e contribuir para o processo decisório.
  • Manter o sigilo de qualquer informação fornecida pelo editor.
  • Manter estrita confidencialidade durante o processo de revisão. O revisor não deve compartilhar informações de um manuscrito antes da conclusão da revisão e antes da aceitação e publicação.
  • Informar o editor sobre qualquer semelhança dos artigos em análise com estudos publicados ou em andamento que possam ser considerados plágio.
  • Divulgar quaisquer potenciais conflitos de interesse (financeiros, institucionais, colaborativos ou outros relacionamentos entre o revisor e o autor). Se houver conflito de interesse ou se o revisor não tiver a expertise necessária para a análise, o manuscrito deve ser imediatamente devolvido ao editor para escolha de outro revisor.

Responsabilidades do(s) Autor(es)

  • Atestar a originalidade do estudo submetido e confirmar que o artigo não está sendo considerado em outro lugar, nem aceito para publicação em outro periódico.
  • Garantir a aprovação do Comitê de Ética e Pesquisa da instituição em que o estudo foi realizado.
  • Participar suficientemente do trabalho para assumir responsabilidade pública por seu conteúdo. Suas contribuições podem ser feitas de diversas maneiras: conceituais, intelectuais, experimentais e analíticas, bem como ter participado da redação e revisão do manuscrito. A aprovação final da versão a ser submetida deve ser aprovada e assinada por todos os autores que se responsabilizam por todos os aspectos do trabalho (nome digitado ou impresso não é aceitável).
  • Garantir que estudos incluindo humanos ou animais cumpram com os requisitos e diretrizes nacionais e internacionais (Declaração de Helsinque [2013], Declaração de Direitos Humanos e Animais [Unesco, 1978]). Essa informação deve ser declarada no manuscrito, e o número do protocolo ou o status de isenção dos protocolos aprovados devem ser declarados no manuscrito no momento da submissão para revisão.
  • Informar o número do registro referente ao parecer de aprovação da pesquisa no Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal (Concea). No caso de experimentações animais, elas devem estar em conformidade com a Lei nº 11.794, de 8 de outubro de 2008, que estabelece regras dos procedimentos para o uso científico de animais no Brasil. Manuscritos internacionais devem apresentar a documentação ética local para seguirem no processo de submissão. Qualquer manuscrito submetido sem comprovação de aprovação por comissões de pesquisas institucionais ou locais envolvendo experimentos em animais ou seres humanos não será analisado e será devolvido aos autores.
  • Informar  potenciais conflitos de interesse em declaração escrita e assinada por todos os autores.
  • Informar ao editor da revista quando um erro importante for encontrado no estudo e fornecer todas as informações necessárias para correção da publicação, errata e retratação.
  • Fornecer registros de dados associados ao estudo, quando solicitado pelo editor.
  • Fornecer a lista definitiva de autores e a ordem deles no momento da submissão original contendo o registro de autores com o respectivo Open Researcher and Contributor Identifier (ORCID),  acesso em https://orcid.org/signin. Qualquer adição, exclusão ou reorganização de nomes de autores na lista de autoria deve ser feita somente antes de o manuscrito ser aceito e somente se aprovado pelo editor da revista. Quando isso ocorrer, o autor correspondente deve obter a concordância, por escrito, dos demais autores, justificando o motivo da alteração (adição, remoção ou rearranjo), e enviar a solicitação por carta ou e-mail. Somente em circunstâncias excepcionais o editor considerará a adição, exclusão ou reorganização de autores após a aceitação do manuscrito. Caso o manuscrito já tenha sido publicado em edição on-line, quaisquer solicitações aprovadas pelo editor resultarão em retificação.
  • Cumprir os prazos para correções e respostas esclarecedoras aos questionamentos realizados pelo(s) revisor(es).
  • Usar linguagem que promova a inclusão social. O conteúdo de seu manuscrito deve respeitar o seu leitor e não conter nada que possa implicar que um indivíduo seja superior a outro em razão de idade, sexo, raça, etnia, cultura, orientação sexual, deficiência ou condição de saúde. A escrita deve estar livre de preconceitos, estereótipos, gírias, referências à cultura dominante e/ou suposições culturais. O reconhecimento à diversidade transmite respeito a todas as pessoas, é sensível às diferenças e promove a igualdade de oportunidades.

Má conduta científica
É considerada comportamento científico antiético a apresentação de resultados de pesquisas em animais ou clínicas que foram conduzidas sem aprovação apropriada e consentimento informado por escrito, conforme estabelecido acima. Também é considerada antiética a publicação duplicada ou quando os resultados são falsificados, fabricados ou plagiados. A RBGO permite a apresentação parcial dos dados de um manuscrito em outro meio de divulgação, mas, nesses casos, o autor deve dar o reconhecimento da apresentação anterior, juntamente com a identificação da fonte. É essencial na divulgação a citação da publicação original. Dividir dados, análise e apresentação de uma mesma pesquisa em unidades menores (publicações denominadas “salami”) deve ser evitado. Assim, o autor deve reconhecer em sua carta de apresentação quaisquer publicações semelhantes ou manuscritos que tenham sido enviados para publicação com base no mesmo material.

Investigação de má conduta científica                                                              
A submissão de um artigo implica que o trabalho descrito não foi publicado anteriormente, exceto na forma de resumo, palestra publicada ou tese acadêmica. Má conduta científica poderá ser suspeitada quando da análise do manuscrito pelos revisores. Assim, a RBGO poderá utilizar recursos adicionais para investigar a conduta antiética do autor, visando certificar a originalidade ou plagiarismo do artigo (exemplos: Crossref Similarity Check, iThenticate e outros). Todos os casos de suspeita serão investigados inicialmente pelo EIC e pelo Comitê de Ética e Defesa Profissional da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia. O autor será notificado por escrito das alegações e será solicitado que ele forneça informações úteis à investigação, incluindo acesso a todos os dados originais, notas e cópias de publicações anteriores. A instituição de vínculo do autor também poderá ser contatada.

Política de retratação
A política de retratação da RBGO é baseada na COPE’s Retraction guidelines for advice and guidance for editors (DOI: https://doi.org/10.24318/cope.2019.1.4).

Os editores considerarão uma publicação passível de retratação no caso de:

  • Tratar-se de um plágio;
  • Relatar pesquisas antiéticas;
  • Conter material ou dados sem autorização para uso;
  • Os direitos autorais terem sido infringidos ou houver algum outro problema legal sério (por exemplo, difamação, privacidade).
  •  Ter evidências claras de que os resultados não são confiáveis, seja decorrente  de um grande erro (por exemplo, erro de cálculo ou erro experimental) ou  resultado de fabricação ou falsificação de dados e/ou de imagens , por exemplo.  
  • As descobertas terem sido publicadas anteriormente em outro lugar sem a devida atribuição a fontes anteriores ou divulgação ao Editor, permissão para republicação ou justificativa (ou seja, casos de publicação redundante).
  • Ter sido publicada exclusivamente com base em um processo de revisão por pares comprometidos ou manipulados;
  • O(s) autor(es) não tenha(m) divulgado um conflito de interesse , que, na opinião do Editor, possa ter afetado indevidamente as interpretações do trabalho ou as recomendações dos editores e revisores.

Os avisos de retratação devem:

  • Estar vinculados ao artigo retirado, em todas as versões, impressas ou  on-line);
  • Identificar claramente o artigo retratado (por exemplo, incluindo o título e os autores no cabeçalho da retratação ou citando o artigo retratado);
  • Ser claramente identificados como uma retratação (ou seja, distintos de outros tipos de correção ou comentário);
  • Ser publicados prontamente para minimizar os efeitos nocivos;
  • Estar disponíveis gratuitamente para todos os leitores (ou seja, sem barreiras de acesso ou disponíveis apenas para assinantes);
  • Informar quem está retirando o artigo;
  • Indicar o(s) motivo(s) para a retratação;
  • Ser objetivos e factuais e evitar linguagem agressiva.

As retratações geralmente não são apropriadas se:

  • A autoria for contestada, mas não houver razão para duvidar da validade das descobertas;
  • As principais conclusões do trabalho ainda forem confiáveis ​​e a correção puder resolver suficientemente os erros ou preocupações;
  • Um editor tiver evidências inconclusivas para apoiar a retratação ou estiver aguardando informações adicionais, como de uma investigação institucional;
  • Conflitos de interesse dos autores tiverem sido relatados à revista após a publicação, mas, na opinião do editor, eles provavelmente não tiverem influenciado as interpretações ou recomendações ou as conclusões do artigo;

Para rastreamento de um conflito de interesse não divulgado em um artigo publicado, a RBGO seguirá o fluxograma sugerido pela COPE (DOI: https://doi.org/10.24318/cope.2019.2.7).

Recebimento de artigos depositados em repositórios preprint
O(s) manuscrito(s) submetido(s) e oriundo(s) de repositório(s) preprint(s) será(ão), obrigatoriamente, avaliado(s) pelos pares e receberá(ão) o DOI definitivo emitido pela RBGO se for(em) aprovado(s). O(s) manuscrito(s) submetidos para análise do corpo editorial da RBGO não pode(m) conter referências de artigos que não foram publicados em periódicos científicos e que cumpriram integralmente o processo de avaliação pelos pares.

Instruções aos autores
O material enviado para análise não pode ter sido submetido simultaneamente à publicação em outras revistas nem publicado anteriormente. Na seleção dos manuscritos para publicação, são avaliadas originalidade, relevância do tema, qualidade da metodologia utilizada, sua atualização e se são apropriados e interessantes aos leitores, além da adequação às normas editoriais adotadas pela revista.

Avaliação dos manuscritos
Os manuscritos submetidos à revista, em língua inglesa, são recebidos pelo escritório editorial, que realiza a conferência das documentações obrigatórias, bem como analisa se as normas editoriais contidas nas instruções aos autores foram cumpridas. Se o processo estiver em conformidade, o manuscrito será enviado ao EIC, que fará uma avaliação inicial de mérito do manuscrito submetido. Se o EIC concluir que o trabalho está em condições científicas e técnicas favoráveis, o manuscrito será encaminhado aos editores associados, que, por sua vez, designarão pareceristas (processo double mind) para avaliar o trabalho. Os pareceres dos revisores e as instruções do editor serão enviados para os autores para que eles tomem conhecimento da decisão dos editores, das críticas e das eventuais alterações a serem introduzidas. Os autores devem reenviar o texto com as modificações sugeridas no prazo solicitado. Ao ressubmeter o manuscrito, as correções solicitadas devem estar em destaque no texto (marcadas em amarelo). Em casos de não concordância com as sugestões, os autores devem incluir as justificativas e observações nos balões de comentários. Os autores devem ser assertivos e pontuais com a inquirição, inclusive sustentando a hipótese com referências. IMPORTANTE! Os autores devem cumprir os prazos, visto que o não atendimento resultará no atraso de sua publicação ou até mesmo no arquivamento do processo. Em qualquer ponto do processo de análise e edição do texto, os autores podem solicitar a sustação do processo e a retirada do trabalho, exceto quando o manuscrito estiver aceito para publicação. Os conceitos e as declarações contidos nos artigos são de responsabilidade dos autores.

 

 

Preparando um manuscrito para submissão

 

Documentos obrigatórios para submissão
Ao submeter um manuscrito à RBGO, os documentos listados abaixo devem ser anexados na plataforma de submissão ScholarOne. Cabe ressaltar que o não encaminhamento ou a documentação incompleta resultará no cancelamento do processo de submissão. Documentação obrigatória para a submissão on-line:

  • Autorização de transferência dos direitos autorais assinada por todos os autores (escaneada e anexada) – Modelo;
  • Em conformidade com o capítulo XII.2 da Resolução CNS nº 466/2012, no Brasil, pesquisas envolvendo seres humanos necessitam informar o número do registro referente ao Certificado de Apresentação para Apreciação Ética (CAAE) ou o número do parecer de aprovação da pesquisa (CEP/Conep) no Comitê de Ética. No caso de manuscritos envolvendo experimentação em animais, deve-se indicar se ela está em conformidade com a Lei nº 11.794, de 8 de outubro de 2008, que estabelece procedimentos para o uso científico de animais no Brasil, informando o número do registro referente ao parecer de aprovação da pesquisa no Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal (Concea). Manuscritos internacionais devem apresentar a documentação ética local para seguirem no processo de submissão;
  • Carta de apresentação (cover letter): deverá ser redigida com o propósito de justificar a publicação. Devem-se identificar os autores com o respectivo Open Researcher and Contributor Identifier (ORCID, a instituição de origem dos autores e a intenção de publicação. Deve-se adicionar a qualificação/titulação do autor correspondente.

Página de título:

  • Título do manuscrito, no idioma inglês, com no máximo 18 palavras;
  • Nome completo, sem abreviações, dos autores (incluir no máximo 8 autores por artigo, exceto no caso de estudos multicêntricos, consensos, guidelines e position statements de sociedades ou grupos de pesquisa);
  • Autor correspondente (nome completo e e-mail para contato);
  • Afiliação institucional de cada autor. Exemplo: Departamento de Ginecologia e Obstetrícia da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto, SP, Brasil;
  • Conflitos de interesse: os autores devem informar qualquer potencial conflito de interesse, seja ele político, econômico, de recursos para execução da pesquisa ou de propriedade intelectual;
  • Agradecimentos: os agradecimentos ficam restritos às pessoas e instituições que contribuíram de maneira relevante para o desenvolvimento da pesquisa. Qualquer apoio financeiro, seja ele oriundo de órgãos de fomento ou empresas privadas, deve ser mencionado na seção Agradecimentos. A RBGO, para os autores brasileiros, solicita que os financiamentos das agências Conselho Nacional de Pesquisa (CNPq), Coordenação de Aperfeiçoamento de Nível Superior (Capes), Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado (Ex (Fapesp), entre outras, sejam obrigatoriamente mencionados com o número do processo da pesquisa ou de bolsas concedidas;
  • Contribuições: conforme os critérios de autoria científica do International Committee of Medical Journal Editors (ICMJE), o crédito de autoria deve ser fundamentado em três condições que devem ser atendidas integralmente: (1) contribuições substanciais para concepção e delineamento, coleta de dados ou análise e interpretação dos dados; (2) redação do artigo ou revisão crítica relevante do conteúdo intelectual; e (3) aprovação final da versão a ser publicada.

Manuscrito
A Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia (RBGO) publica as seguintes categorias de manuscritos:

  • Artigos Originais: Trabalhos completos prospectivos, experimentais ou retrospectivos. Relatos de Casos: São de interesse se bem documentados do ponto de vista clínico e laboratorial e devem conter os aspectos novos ou inesperados em relação aos casos já publicados. Os autores deverão indicar essa informação na carta de encaminhamento. O texto das seções Introdução e Discussão deve ser baseado em revisão bibliográfica atualizada.
  • Artigos de Revisão: Contribuições espontâneas são aceitas. incluindo revisões integrativas, de escopo ou sistemáticas com ou sem metanálises. Revisões narrativas, pela questionável evidência científica que representam, somente serão aceitas excepcionalmente. Devem ser descritos os métodos e procedimentos adotados para a obtenção dos dados inseridos no texto, que deve ter como base referências recentes, inclusive do ano em curso. Tratando-se de tema ainda sujeito a controvérsias, a revisão deve discutir as tendências e as linhas de investigação em curso. Além do texto da revisão, devem ser apresentados resumo e conclusões.
  • Cartas ao Editor: Deve versar sobre matéria editorial ou não, mas com apresentação de informações relevantes ao leitor. As cartas podem ser resumidas pela editoria, mas com manutenção dos pontos principais. No caso de críticas ou comentários a trabalhos publicados, a carta é enviada aos autores do artigo citado para que sua resposta possa ser publicada simultaneamente. Todos os dados apresentados na carta devem ser totalmente citáveis ​​e citados na lista de referência de apoio (dados não publicados não devem ser descritos na carta).
  • Editorial: Somente a convite do editor.

OBS Manuscritos contendo resultados de pesquisa clínica ou experimental original e revisões sistemáticas têm prioridade para publicação.

Estrutura do manuscrito

Título
Ao escrever um artigo científico, o pesquisador deve atentar para a elaboração do título do manuscrito. O título é o cartão de visitas de qualquer publicação. Deve ser elaborado com muito cuidado e de preferência ser escrito apenas após a finalização do artigo. Um bom título é aquele que descreve adequadamente o conteúdo do manuscrito. Geralmente, ele não é uma frase, pois não contém o sujeito nem verbos e objetos arranjados. Devem-se evitar nos títulos abreviações, fórmulas químicas, excesso de adjetivos, nome de cidades e instituições, entre outros. Os títulos dos manuscritos submetidos à RBGO devem conter, no máximo, 18 palavras.

Resumo
O resumo deve fornecer o contexto ou a base para o estudo e deve estabelecer os objetivos do estudo, os procedimentos básicos da metodologia empregada, os principais resultados e as principais conclusões. Deve enfatizar aspectos novos e importantes do estudo ou das observações. Pelo fato de os resumos serem a única parte substantiva do artigo indexada em muitas bases de dados eletrônicas, os autores devem cuidar para que os resumos reflitam o conteúdo do artigo de modo preciso e destacar a contribuição/inovação da pesquisa para o tema. No resumo, não devem ser utilizadas abreviações, símbolos e referências. No caso de artigos originais oriundos de ensaios clínicos, os autores devem informar o número de registro no final do resumo.

1. Resumo: para artigo original
Os resumos dos artigos originais submetidos à RBGO devem ser, obrigatoriamente, estruturados em quatro seções e conter no máximo 250 palavras:
Objetivo: Retrospectiva sobre o tema e a questão formulada pelo investigador.
Métodos: Como foi feito; o método empregado, incluindo o material usado para alcançar o objetivo.
Resultados: O que foi encontrado; o achado principal e, se necessário, os achados secundários.
Conclusão: O que foi concluído; a resposta para a questão formulada.

2. Resumo: para artigo de revisão sistemática
Os resumos dos artigos de revisão sistemática submetidos à RBGO devem ser, obrigatoriamente, estruturados em seis seções e conter no máximo 250 palavras:
Objetivo: Declarar o objetivo principal do artigo.
Fontes dos dados: Descrever as fontes de dados examinadas, com datas, termos de indexação e limitações, inclusive.
Seleção dos estudos: Especificar o número de estudos revisados e os critérios empregados em sua seleção.
Coleta de dados: Resumir a conduta utilizada para extrair os dados e como ela foi usada.
Síntese dos dados: Expor os resultados principais da revisão e os métodos empregados para obtê-los.
Conclusões: Indicar as conclusões principais e sua utilidade clínica.

3. Resumo: para artigos de revisão integrativa/escopo
Deve conter a essência do artigo, abrangendo a finalidade, o método, os resultados e as conclusões ou recomendações. Expor detalhes suficientes para que o leitor possa decidir sobre a conveniência da leitura
de todo o texto (limite de palavras: 150).

OBSERVAÇÃO: Um resumo em língua portuguesa poderá ser adicionado, opcionalmente, pelos autores.

Palavras-chave
As palavras-chave de um trabalho científico indicam o conteúdo temático do texto que representam. Entre os objetivos dos termos mencionados, consideram-se como principais a identificação do conteúdo temático, a indexação do trabalho nas bases de dados e a rápida localização e recuperação do conteúdo. Os sistemas de palavras-chave utilizados pela RBGO são o DeCS (Descritores em Ciências da Saúde – Indexador Lilacs) e o MeSH (Medical Subject Headings – Indexador MEDLINE-PubMed). Nessas plataformas, devem ser escolhidos cinco descritores que representem o trabalho.

Corpo do manuscrito
Os manuscritos submetidos à RBGO devem possuir no máximo 4.000 palavras. As tabelas, quadros e figuras da seção Resultados, bem como as referências, não são contabilizados.

Introdução
É a parte do artigo que prepara o leitor para entender a investigação e a justificativa de sua realização. Nela deve constar o estado atual do conhecimento do tema, oferecendo somente referências estritamente pertinentes e atualizadas. O conteúdo a ser informado nessa seção deve fornecer contexto ou base para o estudo, ou seja, a natureza do problema e a sua importância, e declarar o propósito específico, o objetivo de pesquisa ou a hipótese testada no estudo ou observação. O objetivo da pesquisa é a parte final da introdução e tanto os objetivos principais quanto os secundários devem estar claros e as eventuais análises em um subgrupo pré-especificados devem ser descritas. Na introdução não devem ser incluídos dados ou conclusões do trabalho que está sendo relatado.

Métodos
A seção Métodos de um trabalho científico tem como objetivo apresentar o estudo de forma clara e concisa para que seja compreensível e possa ser replicado. Ela deve informar como, quando e onde o estudo foi realizado. Método compreende o material e os procedimentos adotados na pesquisa, de modo a poder responder à questão central de investigação. A seção Métodos deve ser estruturada iniciando pelo tipo de delineamento do estudo, para mostrar se ele é apropriado para alcançar o objetivo da investigação; o cenário da pesquisa (o local e a época em que ela se desenrolou); a coleta de dados; a intervenção a ser feita e avaliada (se houver) e também a intervenção alternativa; os métodos estatísticos empregados e os aspectos éticos de investigação.
OBSERVAÇÃO: A RBGO aderiu à iniciativa do International Committee of Medical Journal Editors (ICMJE) e da Rede EQUATOR, destinadas ao aperfeiçoamento da apresentação dos resultados de pesquisas. Consulte as guias interacionais relacionadas:

Ensaio clínico randomizado:
http://www.equator-network.org/reporting-guidelines/consort/
Revisões sistemáticas e metanálises:
http://www.equator-network.org/reporting-guidelines/prisma/
Estudos observacionais em epidemiologia:
http://www.equator-network.org/reporting-guidelines/strobe/
Estudos qualitativos:
http://www.equator-network.org/reporting-guidelines/srqr/

Resultados
O propósito da seção Resultados é mostrar o que foi encontrado na pesquisa. São os dados originais obtidos e sintetizados pelo autor com o intuito de fornecer resposta à questão que motivou a investigação. Os resultados devem ser apresentados em sequência lógica no texto, nas tabelas e nas ilustrações, mencionando primeiro os achados mais importantes. Deve-se indicar, sempre que apropriado, a significância estatística dos resultados. Não devem ser repetidas no texto todas as informações das tabelas ou ilustrações, devendo-se enfatizar ou resumir apenas as observações importantes. Materiais adicionais ou suplementares e detalhes técnicos podem ser colocados em um apêndice, no qual estarão acessíveis por meio de um link, mas não interromperão o fluxo do texto. Quando os dados são resumidos na seção Resultado, devem-se apresentar os resultados numéricos não apenas em valores derivados (por exemplo, percentuais), mas também em valores absolutos, a partir dos quais os derivados foram calculados, e especificar os métodos estatísticos usados para analisá-los. Devem-se usar apenas as tabelas e figuras necessárias para explicar o argumento do trabalho e para avaliar o seu embasamento. Quando for cientificamente apropriado, as análises dos dados com variáveis tais como idade e sexo devem ser incluídas. O limite de no máximo cinco tabelas, cinco quadros ou cinco figuras não deve ser ultrapassado. As tabelas, quadros e/ou figuras devem ser inclusas no corpo do manuscrito e não contabilizam o limite solicitado de 4.000 palavras. Para esclarecimentos sobre a resolução das figuras, por gentileza, acesse: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/pub/filespec-images/.

Discussão
Na seção Discussão, devem-se enfatizar os aspectos novos e importantes do estudo e as conclusões deles derivadas. Os dados ou outras informações apresentadas nas seções Introdução ou Resultados não devem ser repetidos detalhadamente. Para estudos experimentais, é útil iniciar a discussão resumindo brevemente os principais achados, comparar e contrastar os resultados com outros estudos relevantes, declarar as limitações do estudo e explorar as implicações dos achados para pesquisas futuras e para a prática clínica. Deve-se evitar alegar precedência e aludir a trabalhos que não estejam completos, bem como não discutir dados que não sejam diretamente relacionados aos resultados da pesquisa apresentada. Podem ser propostas novas hipóteses, quando justificável, mas elas devem ser qualificadas claramente como tal. No último parágrafo da seção Discussão, deve contar a informação do trabalho que contribui relativamente para um novo conhecimento.

Conclusão
A seção Conclusão tem por função relacionar as conclusões com os objetivos do estudo, mas os autores devem evitar afirmações sem embasamento e conclusões que não tenham sustentação adequada pelos seus dados. Em especial, os autores devem evitar fazer afirmações sobre benefícios econômicos e custos, a menos que seu original inclua análises econômicas e dados apropriados.

Referências
Para os manuscritos submetidos à RBGO, os autores devem numerar as referências por ordem de entrada no trabalho e usar esses números para as citações no texto. Deve-se evitar um número excessivo de referências, selecionando as mais relevantes para cada afirmação e dando preferência para os trabalhos mais recentes. Não empregar citações de difícil acesso, como resumos de trabalhos apresentados em congressos, teses ou publicações de circulação restrita (não indexados). Citar as referências primárias e convencionais (artigos em periódicos científicos e os livros-textos). Referências do tipo “observações não publicadas” e “comunicação pessoal” não devem ser empregadas. Publicações dos autores (autocitação) devem ser empregadas apenas se houver necessidade clara e forem relacionadas ao tema. Nesse caso, incluir entre as referências bibliográficas apenas trabalhos originais publicados em periódicos regulares (não citar capítulos ou revisões). O número de referências deve ser limitado a 35, exceto para artigos de revisão. As citações das referências devem ser feitas após o ponto, em sobrescrito, sem espaço após a última palavra (citação sequencial e numérica). Os autores são responsáveis pela exatidão dos dados constantes das referências. Para formatar as suas referências, consulte a Vancouverhttps://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK7256/.

 

 

Envio dos manuscritos

 

Os artigos deverão, obrigatoriamente, ser submetidos por via eletrônica, de acordo com as instruções publicadas no site https://mc04.manuscriptcentral.com/rbgo-scielo

Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia

Endereço: Av. Brigadeiro Luís Antônio, 3.421, sala 903, Jardim Paulista – 01401-001 – São Paulo, SP, Brasil Telefone: + 55 (11) 5573-4919
E-mail: editorial.office@febrasgo.org.br

Homepage Thieme
https://www.thieme-connect.com/products/ejournals/issue/10.1055/s-006-33175
Homepage SciELO
https://www.scielo.br/j/rbgo/
Homepage Febrasgo
https://www.febrasgo.org.br/pt/revista-rbgo

 

 


 

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