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Revista de Saúde Pública

Print version ISSN 0034-8910On-line version ISSN 1518-8787

Rev. Saúde Pública vol.13 no.2 São Paulo June 1979

https://doi.org/10.1590/S0034-89101979000200012 

NOTAS E INFORMAÇÕES NOTES AND INFORMATION

 

Investigação epidemiológica de um caso de leishmaniose visceral autóctone da Grande São Paulo, Brasil*

 

Epidemiological survey of one cose of autochthonous visceral leishmaniasis

 

 

Lygia Busch IverssonI; Mário E. CamargoII; Eduardo Olavo da Rocha e SilvaIII; Pedro Paulo ChieffiIV; José Augusto C. de BarrosV

IDo Departamento de Epidemiologia da Faculdade de Saúde Pública da USP — Av. Dr. Arnaldo, 715 — 01255 — São Paulo, SP — Brasil e do Departamento Regional de Saúde da Grande São Paulo
IIDo Instituto de Medicina Tropical da Faculdade de Medicina da USP — Av. Dr. Eneas Carvalho de Aguiar — 05403 — São Paulo, SP — Brasil
IIIDa Superintendência de Controle de Endemias (SUCEN) — Rua Tamandaré, 693 — 01525 — São Paulo, SP — Brasil
IVDo Instituto Adolfo Lutz — Av. Dr. Arnaldo, 355 — 01246 — São Paulo, SP —Brasil
VDo Departamento Regional de Saúde da Grande São Paulo — Rua Conselheiro Nébias, 1355 — 01203 — São Paulo, SP — Brasil

 

 


RESUMO

Foi descrita uma investigação epidemiológica realizada na zona urbana de Diadema, município da Grande São Paulo (Brasil), com a finalidade de elucidar a fonte de infecção e o mecanismo de transmissão de um caso de leishmaniose visceral autóctone da área. Foram realizados inquéritos sorológicos através da reação de imunofluorescência indireta na população humana (591 soros) e na população canina (55 soros), e levada a efeito pesquisa entomológica no local da residência do doente e em uma área de reserva florestal situada a 500m desta residência.

Unitermos: Leishmaniose visceral, epidemiologea. Vigilância epidemiológica.


ABSTRACT

Description of an epidemiological survey carried out in the urban area of Diadema, a district of Great S. Paulo (Brazil), with the aim of elucidating the source of infection and the mechanism of transmission of one case of visceral leishmaniasis in the area. Serological surveys were carried out (imunofluorescent test) in the human population (591 serums) and in the canine population (55 serums). Also an entomological survey was done in the neighbourhood of the patient's house and in a florest reserve 500m from the house.

Uniterms: Leishmaniasis, visceral, epidemiology. Epidemiologic surveillance.


 

 

INTRODUCÃO

Em agosto de 1978 as autoridades sanitárias receberam a notificação de um caso de leishmaniose visceral em uma criança de 10 meses de idade, nascida no município de São Paulo e residente em Diadema, um dos 37 municípios da Grande São Paulo (Figura 1). O diagnóstico clínico havia sido confirmado pela identificação da Leishmania donovani em medula óssea; foram também realizadas reações de imunofluorescência indireta, hemaglutinação passiva, fixação de complemento, assim como eletroforese de proteínas, com resultados positivos.

Efetuou-se uma investigação epidemiológica com o objetivo de esclarecer a fonte de infecção e o mecanismo de transmissão da moléstia no caso notificado. O fato se revestia de significado especial, uma vez que a doença, descrita em todos os Estados litorâneos do Pará ao Espírito Santo e Estados centrais de Minas Gerais, Mato Grosso e Goiás, nunca havia sido identificada no Estado de São Paulo. Pesquisas entomológicas já havia evidenciado a presença da Lutzomyia longipalpis, principal transmissor da moléstia no continente americano, em Cássia dos Coqueiros, Salto de Pirapora e Pirapora do Bom Jesus, localidades do Estado de São Paulo (Forattini e col.8, 1976). Na região Sul do país existe referência a um único caso humano autóctone, em Altonia, Estado do Paraná (Cat e col5, 1974).

 

METODOLOGIA

A investigação foi realizada com a participação de diversas entidades: Departamento Regional de Saúde da Grande São Paulo, através do Serviço de Epidemiologia e do Centro de Saúde de Diadema, Superintendência de Controle de Endemias (SUCEN), Instituto de Medicina Tropical, Instituto Adolfo Lutz e Fundação Jardim Zoológico de São Paulo.

As atividades desenvolveram-se na seqüência a seguir.

Depois que o material medular do doente foi reexaminado no Instituto Adolfo Lutz para uma verificação do diagnóstico, procedeu-se a um levantamento de dados no domicílio e no hospital onde estava internada a criança, através do qual se verificou que a mesma havia nascido no município de São Paulo, sempre residiu em Diadema, nunca viajou e nunca recebeu transfusões de sangue. Havia sido internada há dois meses com o diagnóstico de broncopneumonia, otite média aguda, anemia e distrofia.

A presença de esplenomegalia e a evolução clínica levantaram a suspeita de outra entidade mórbida, o que determinou a realização dos exames mencionados.

A mãe da criança nasceu e sempre residiu no Estado de São Paulo. Nunca viajou para fora do Estado e nunca recebeu transfusões de sangue.

A família do paciente, pais e irmãos, moravam há dez anos no município de Diadema, em local urbanizado, alto, não arborizado, ensolarado. Em frente à residência existe um canil pertencente à uma Sociedade Beneficiente que recebe cães da Grande São Paulo ou de outras procedências. O local situa-se a 500 m do limite do Parque do Estado, área de reserva florestal de 5.493.156 m2, onde estão instaladas algumas instituições como o Jardim Zoológico e o Intituto de Botânica.

O município de Diadema tem uma extensão de 24 km2, altitude de 762 m, temperatura média de 21,8°C no mês mais quente e 15,4°C no mês mais frio, média pluviométrica anual de 1.300 mm à 1.500 mm e umidade relativa de 80 HR% (Secretaria de Economia e Planejamento 13, 1974).

Tendo em vista os dados levantados, a equipe envolvida desenvolveu os trabalhos abaixo enumerados:

1 — Realização de exame físico e reações imunológicas para diagnóstico de leishmaniose visceral (imunofluorescência indireta, fixação de complemento e hemaglutinação passiva) na mãe do doente, de forma a excluir a possibilidade de ter ocorrido transmissão congênita da moléstia. O exame físico foi normal e as reações sorológicas negativas (soros não reagentes).

2 — Inquérito sorológico em população humana através da reação de imunofluorescência indireta. Foram examinados 5 soros de familiares da paciente, 542 soros de residentes em um raio de 200 m em torno da casa do doente, na faixa etária de 6 meses a 15 anos, e 44 soros de pessoas que moram dentro do Parque do Estado; trata-se de funcionários do Instituto de Botânica que residem com suas famílias em casas isoladas situadas junto à mata ali existente.

Em todos os casos investigados com queixa clínica atual procedeu a exame físico realizado por médico. Foram também pesquisados dados de naturalidade, tempo de residência, locais de residência anterior, antecedente de leishmaniose visceral ou tegumentar, moléstia de Chagas, malária, esquistossomose, hanseníase e tuberculose de 419 pessoas investigadas.

Nos soros reagentes foram realizadas reações de fixação de complemento e hemaglutinação passiva para Leishmania donovani e imunofluorescência indireta para Trypanosoma cruzi e Leishmania brasiliensis.

Em 5 crianças com título > 80 pela prova de imunofluorescência, realizou-se exame direto e cultura de material da medula óssea esternal. Procedeu-se à intradermoreação de Montenegro e eletroforese de proteínas nestas crianças e em 4 irmãos do doente.

Para as reações de imunofluorescência foi utilizada a técnica de Duxbury e Sadun7 (1964) empregando-se como antígeno formas promastigotas de L. donovani cultivadas em meio de NNN e como conjugado fluorescente antígeno anti-IgG marcado com fluoresceína. Os soros e eluatos foram ensaiados em diluições dobradas, a partir de 1 :20, atribuindo-se resultados positivos a partir de 1 :40.

Para a reação de hemaglutinação passiva utilizaram-se hemácias humanas, formolizadas e tratadas por ácido tânico e em seguida sensibilisadas por extratos totais de formas promastigotas de L. donovani. O reagente de hemaglutinação foi preparado de modo semelhante ao utilizado para o dignóstico de moléstia de Chagas, conforme descrito por Camargo e col.3 (1973). Atribuiram-se resultados positivos à hemaglutinação com soros a partir de 1 :80.

A reação de fixação de complemento com antígeno de Mycobacterium tuberculosis preparado conforme descrito por Nussenzweig 10 (1958), foi realizada em microplacas plásticas como descrito por Camargo 4 (1976), com soros não diluídos e diluições duplas sucessivas. Atribuiram-se resultados positivos à fixação de complemento em diluições 2 vezes maiores do que os níveis de anticomplementariedade do soro, ensaiados em paralelo.

3 — Inquérito sorológico na população canina através de reação de imunofluorescência indireta.

Foram coletadas 19 amostras de soros dos 12 cães presentes no canil, do cão da casa do doente e de 6 cães da vizinhança próxima, incluindo o cão das crianças vizinhas que apresentaram soro reagente para L. donovani; 22 amostras de soros de todos os cães pertencentes a famílias que residem no Parque do Estado e 14 amostras de soros de canídeos silvestres pertencentes ao acervo do Jardim Zoológico (7 Canis lupus, 5 Chrysocion brachyurus e 2 Cerdocyon trous).

4 — Pesquisa entomológica no canil e no Parque do Estado — foi estabelecida uma linha hipotética ligando a residência do doente ao ponto central do Parque do Estado, distante 2.000m. As capturas foram realizadas em 4 pontos equidistantes ao longo desta linha (Fig. 2), utilizando isca humana e armadilha luminosa (Barraca tipo Shannon), no crepúsculo e à noite.

 

 

RESULTADOS

Relativos à população humana

Uma proporção de 27,8% dos investigados é natural de outros estados brasileiros, em alguns dos quais existem áreas onde o calazar é endêmico. Porém, só 10,1% desta população migrou para a Grande São Paulo há menos de um ano.

Sete das oito famílias que residem dentro do Parque do Estado moram no local há mais de 2 anos, cinco das quais entre 5 e 25 anos.

O inquérito sorológico (591 soros examinados) revelou a presença de 6 soros reagentes, pertencentes a 2 irmãos do doente, a 3 crianças residentes bem próximo ao doente (30 m aproximadamente) e a uma moradora do Parque do Estado. As 5 primeiras crianças são nascidas na Grande São Paulo, tendo já viajado para Santos e Aparecida do Norte, localidades do Estado de São Paulo. A moradora do Parque do Estado nasceu em Sabará, Minas Gerais, mora há 9 anos no Parque do Estado e só viajou para Sabará.

Uma série de exames foi realizada nestas pessoas, cujos resultados estão expressos nas Tabelas 1 e 2.

Observa-se que as 3 crianças vizinhas do doente apresentaram soros reagentes nas 3 reações utilizadas para diagnóstico da leishmaniose visceral (Tabela 1). Chamam a atenção os títulos altos da reação de fixação de complemento. Em duas destas crianças a intradermoreação de Montenegro foi positiva. O exame físico das 3 crianças foi normal; não tinham antecedente de tuberculose ou hanseníase e haviam sido vacinadas com o BCG intradérmico.

Todos os soros examinados não foram reagentes ao T. cruz pela imunofluorescência.

Os resultados da eletroforese de proteínas (Tabela 2) mostram em R.M., I.M., S.S. e S.S. discretas alterações: diminuição na fração albumina e alfa 1 globulina e aumento na fração gama globulina. W.M., irmão do doente que apresentou intradermoreação de Montenegro positiva, apresenta aumento das proteínas totais e das globulinas.

Relativos à população canina

Todos os 55 soros examinados por imunofluorescência indireta não foram reagentes

3. Pesquisa entomológica

Nos pontos de captura, assinalados na Fig. 2, foram identificados os seguintes flebotomíneos:

 

COMENTÁRIOS E CONCLUSÕES

A pesquisa realizada não permitiu esclarecer a fonte de infecção e o mecanismo de transmissão da L. donovani em Diadema.

Pode-se conjecturar que, em vista dos resultados, a probabilidade maior é que a fonte de infecção tenha sido um cão do canil vizinho à residência do doente. No local há grande rotatividade de animais, procedentes algumas vezes de outros Estados, trazidos por famílias que se deslocam para São Paulo. O cão teria estado no canil nos 3 ou mais meses anteriores à data da investigação e possivelmente não apresentou sintomatologia evidente. A presença de cães infectados sem lesões aparentes tem sido mencionada por Deane e Deane 6 (1955), Nussenzweig e col.9 (1957), Alencar e Cunha1 (1963), Torrealba15 (1970), entre outros.

A transmissão ocorrida parece ter se constituído num evento raro, atingindo o doente e pelo menos duas das crianças vizinhas, que além dos soros reagentes apresentaram reação de Montenegro positiva. Embora exista possibilidade de ocorrência de falsos positivos na reação de fixação de complemento com M. tuberculosis, já assinalada por Nussenzweig 10 (1958) em 9,4% dos doadores de sangue da cidade de São Paulo, os soros são fracamente reagentes, o que não é o caso das crianças em estudo. Além disso, a não ocorrência de falsos positivos nas reações de imunofluorescência para L. donovani, em portadores de anticorpos para tuberculose, torna muito significativa de infecção leishmânica a concomitância de positividade nos testes de imunofluorescência com L. donovani e de fixação de complemento com M. tuberculosis. Além do mais, a intradermoreação de Montenegro é dotada de muita sensibilidade e especificidade. O município de Diadema não é área endêmica de leishmaniose tegumentar e as crianças não apresentavam lesões ou cicatrizes de lesões cutâneas. Torrealba 15 (1970), Pampiglione e col.11,12 1974, 1975) observaram positividade desta reação em doentes de calazar após a cura. Têm sido também encontradas reações positivas em assintomáticos residentes em região onde o calazar é endêmico e onde não se encontra leishmaniose tegumentar (Pampiglione e col.11,12 1974, 1975; Teixeira14, 1977).

Presume-se, em razão do acima exposto, que as crianças de Diadema tenham tido uma infecção leishmânica sub-clínica. Embora não seja um achado específico, as discretas alterações observadas no proteinograma plasmático destas crianças são as encontradas de forma mais nítida nos doentes de calazar, que apresentam hipergamaglobulinemia, com tendência à hiperproteinemia global e diminuição mais ou menos acentuada da albumina.

Os resultados dos soros dos canídeos silvestres do Jardim Zoológico invalidam a hipótese que estes canídeos possam ter introduzido a infecção de outras áreas. Porém, não pode ser afastada a hipótese, embora remota, que a moléstia exista em um ciclo enzoótico silvestre no interior da mata do Parque do Estado.

A pesquisa entomológica não revelou a presença da Lutzomyia longipalpis. Deve ser considerado que as capturas não foram realizadas em época em que a temperatura e umidade favorecessem uma densidade maior de flebotomíneos. Impõe-se uma vigilância entomológica no local, que permita observações em um período bem maior de tempo. Entre os flebotomíneos capturados a partir de 500 m da casa do doente, predominou a Pintomyia fischeri, espécie dotada de antropofilia e domesticidade, a qual se atribui provável responsabilidade na transmissão de casos esporádicos de leishmaniose tegumentar nos arredores da cidade de São Paulo (Barreto2, 1943). Resumindo, os dados levantados não permitem conclusão sobre a responsabilidade de flebotomíneos na transmissão ocorrida.

Recomenda-se manter a vigilância epidemiológica na área, abrangendo a população humana, os reservatórios animais e os vetores biológicos. A continuidade da pesquisa aqui descrita fornecerá melhores elementos para elucidação do problema.

 

AGRADECIMENTOS

À Dra. Terezinha Lorenzi, do Serviço de Hematologia do Hospital das Clínicas de São Paulo, aos Drs. Álvaro Escrivão Júnior e Oswaldo Antonio Donnini, do Serviço de Epidemiologia do Departamento Regional da Grande São Paulo e ao Dr. Faisal Simon, da Fundação Jardim Zoológico, pela colaboração prestada na coleta de material nas populações humana e canina.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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Recebido para publicação em 14/03/1979
Aprovado para publicação em 22/03/1979

 

 

* Trabalho apresentado ao IV Congresso da Sociedade Brasileira de Parasitologia, Campinas, SP — 01 a 04 de fevereiro/1979.

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