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Acta Amazonica

Print version ISSN 0044-5967On-line version ISSN 1809-4392

Acta Amaz. vol.32 no.2 Manaus Apr./June 2002

https://doi.org/10.1590/1809-43922002322291 

SILVICULTURA

Changes in the floristic composition of a Terra Firme rain forest In Brazilian Amazonia over an eight-year period In response to logging

Mudanças na composição florística de uma floresta chuvosa de terra firme na Amazônia Brasileira durante um período de oito anos em resposta à exploração mecanizada

João Olegário Pereira de CARVALHO1 

1Forest Researher, Ph.D., Embrapa Amazônia Oriental, Caixa Postal 48, Belém, PA, Brazil, CEP 66.017-930. E-mail: olegario@cpatu.cmbrapa.br


ABSTRACT

Changes in the floristic composition over an eight-year period in a logged area at the Tapajós National Forest in Brazilian Amazonia arc discussed. Two treatments of different intensities of logging were compared with an undisturbed (control) forest. Data were collected from permanent sample-plots. The effects of logging on floristic composition were stronger in the more heavily logged treatment. The number of species decreased immediately after logging, but started to increase before the fifth year after logging and was higher at the end of the study period than before logging. The more heavily logged plots responded more to disturbances, as judged by the increase in the number of species during the period after logging. This forest appears to recover its initial floristic composition after disturbance without intervention.

Key words: Amazonian forest; floristic composition; forest dynamics; logging; Tapajós Forest

RESUMO

São discutidas as mudanças na composição florística de uma área na Floresta Nacional do Tapajós, na Amazônia brasileira, no período de oito anos. Foram estudadas duas intensidades de exploração e comparadas com uma floresta não-explorada. Os dados foram coletados cm parcelas permanentes. Maiores mudanças ocorreram no tratamento com a intensidade de exploração mais pesada. O número de espécies decresceu imediatamente após a exploração, porém começou a crescer cinco anos depois e foi maior no final do período estudado do que antes da exploração. As parcelas onde a exploração foi mais pesada responderam melhor aos distúrbios, a julgar pelo aumento no número de espécies durante o período pós-exploratório. A floresta parece ser capaz de recuperar natural c rapidamente sua composição florística inicial.

Palavras-Chave: Floresta amazônica; composição florística; dinâmica da floresta; exploração florestal; Floresta do Tapajós

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