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Revista Brasileira de Fruticultura

Print version ISSN 0100-2945

Rev. Bras. Frutic. vol.33 no.spe1 Jaboticabal Oct. 2011

https://doi.org/10.1590/S0100-29452011000500024 

BIOTECNOLOGIA

 

1-MCP em Mangabas armazenadas em temperatura ambiente e a 11ºC1

 

1-MCP on Mangaba stored at ambienal temperature and 11ºC

 

 

Raquel Pires CamposI; Beatriz KnochII; Priscila Aiko HianeII; Maria Isabel Lima RamosII; Manoel Mendes Ramos FilhoII

IDCR em Tecnologia pós-colheita (Fundect/CNPq/UFMS). e-mail: raquel.campos@ufms.br
IIProf. Dr. do Departamento de Tecnologia de Alimentos e Saúde Pública, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), Caixa Postal 549, CEP 79070-900, Campo Grande-MS. e-mails: priscila.hiane@ufms.br; maria-isabel.ramos@ufms.br; manoel.filho@ufms.br

 

 


RESUMO

A mangaba, fruto nativo altamente perecível, apresenta reduzida vida útil pós-colheita. Novas tecnologias de conservação de frutos têm sido desenvolvidas, e o uso de reguladores vegetais tem sido promissor. Este trabalho avaliou a aplicação do regulador de etileno1-MCP em diferentes concentrações (250; 500 e 1.000 ηL L-1), com o objetivo de verificar o prolongamento da vida útil dos frutos e suas características físicas e químicas durante o armazenamento em temperatura ambiente e a 11ºC. O uso 1-MCP, independentemente das três concentrações utilizadas, apresenta grande benefício na conservação pós-colheita dos frutos em condição ambiente, aumentando o período de vida útil da mangaba, assim como o uso de armazenamento a 11ºC, os quais favoreceram a redução da perda de massa e a manutenção dos teores de acidez titulável, sólidos solúveis e vitamina C; e quando associado à aplicação de 1-MCP, reduziu os descartes por amadurecimento excessivo. Os frutos apresentaram bom conteúdo de fenóis totais, com incrementos durante o armazenamento, principalmente com uso da concentração de 1.000 ηL L-1 de 1-MCP.

Termos para indexação: conservação, fenóis totais,Hancornia speciosa, pós-colheita.


ABSTRACT

The mangaba, a highly perishable native fruit, presents reduced shelf-life. New technologies of fruit preserving have been developed and the use of plant growth regulators has been promising. This study evaluated the application of the regulator ethylene 1-MCP at different concentrations (250, 500 and 1000 ηL L-1), in order to verify the increase of fruits durability and their physical and chemical characteristics during storage at room temperature and at 11 ºC. The use of 1-MCP, at every concentrations used, was beneficial to the fruits post-harvest under natural conditions, increasing the shelf life of mangaba, and so was the use of storage at 11 ºC, which favored the reduction of weight loss and the maintenance of the levels of acidity, soluble solids and vitamin C. When associated with the application of 1-MCP, the loss by excessive maturation decreased. The fruits presented a proper content of total phenols, which increased during storage, mainly under the concentration of 1.000 ηL L-1 of 1-MCP.

Index terms: conservation, Hancornia speciosa, post harvest, total phenols.


 

 

INTRODUÇÃO

Nativa do Brasil, a mangabeira (Hancornia speciosa Gomes) pertence à família das apocináceas, é planta arbórea de porte médio e atinge de 5 a 10 metros de altura (EMBRAPA, 2007). Possui vasta ocorrência no bioma Cerrado, assim como em outras regiões, ocorre em agrupamentos naturais, facilitando ações de extrativismo e conservação (LORENZI, 2009). Com potencial para o aproveitamento variado, seus frutos apresentam valor comercial significativo (SOARES et al., 2005). Seu maior uso é por meio de processamento de polpa congelada, suco engarrafado, sorvete, doce, licor e geleia, xarope, compotas, vinho, vinagre, além do consumo in natura (EMBRAPA, 2007).

O consumo de mangaba oferece benefícios à saúde através do fornecimento elevado de antioxidantes naturais (ALMEIDA et al., 2011). A mangabeira produz frutos aromáticos, delicados, saborosos e nutritivos, com teor de proteína de 1,3 a 3,0%, com teores de vitaminas e sais minerais superiores aos da maioria das espécies frutíferas, tendo excelente aceitação no mercado (FERREIRA, 2007). A polpa dos frutos apresenta baixo conteúdo lipídico e calórico, é fonte de fibras e de minerais (MARIN et al., 2009; SILVA et al. 2008).

Parte significativa da produção é perdida em virtude do curto período de safra, da ausência de uma coloração específica que identifique o fruto maduro e de sua alta perecibilidade, o que compromete seu escoamento e produção (EMBRAPA, 2007). As tecnologias pós-colheita fornecem perspectivas cada vez mais amplas e promissoras de atividade e agregação de renda por parte de agricultores familiares e extrativistas, aumentando o período de comercialização e reduzindo as perdas pós-colheita dos frutos nativos.

A utilização de baixas temperaturas é um eficiente método de conservação pós-colheita de frutos, e o uso do 1-metilciclopropeno (1-MCP) retarda o amadurecimento mantendo a coloração verde e o frescor dos frutos. O 1-MCP é um regulador vegetal que vem sendo testado em diferentes produtos hortícolas em pós-colheita, visando a impedir a ação do etileno sobre o amadurecimento, competindo com os sítios receptores nas membranas celulares, impedindo o seu estímulo fisiológico (CHITARRA; CHITARRA, 2005).

Visando ao maior período de conservação de mangabas, avaliou-se a aplicação de diferentes concentrações de 1-MCP sobre características pós-colheita de frutos armazenados em condições ambiente e refrigerada.

 

MATERIAL E MÉTODOS

Os frutos foram colhidos no estágio "de vez", no município de Corguinho - MS. Foram selecionados quanto ao tamanho e ausência de danos e lavados com detergente neutro. Após secagem ao ar, os frutos foram submetidos a aplicações de 1-MCP nas concentrações 250; 500 e 1.000 ηL L-1, durante 12 h, seguidos de armazenamento à temperatura ambiente (250A; 500A; e 1.000A) ou armazenamento a 10ºC (250R; 500R e 1.000R), além dos grupos Controle Ambiente (CA) e Controle Refrigerado (CR).

O 1-MCP (SmartFresh®) foi utilizado em aplicação única, nos frutos recém-colhidos com tempo de exposição de doze horas em condições de temperatura ambiente e embalagem hermeticamente fechada. A quantidade calculada de SmartFresh foi colocado em um recipiente plástico rígido, com 3 mL de água destilada e filtrada. Após agitação, a tampa foi removida no interior da caixa de isopor, a qual foi rapidamente lacrada.

Os frutos foram medidos por meio de paquímetro, obtendo-se os diâmetros longitudinal e equatorial. A avaliação de perda de massa foi realizada por meio de pesagens das parcelas, e os descartes foram considerados ao longo do período de armazenamento.

As análises químicas foram realizadas no início, meio e final do armazenamento. Foram avaliados os teores de sólidos solúveis e acidez titulável segundo metodologia do Instituto Adolfo Lutz (BRASIL, 2005). A determinação do teor de ácido ascórbico foi realizada por titulação com o reagente 2,6-diclorofenolindofenol, de acordo com metodologia proposta por Carvalho et al. (1990).

Determinações dos teores de fenóis totais foram realizadas no início e final do período de armazenamento, em triplicata. Foram preparados extratos aquosos com 5 g de polpa fresca e dissolvidos em metanol para uma concentração de sólidos de 6 mg.mL-1, seguindo metodologia descrita em Roesler et al. (2007), os quais foram submetidos à reação colorimétrica descrita por Swain e Hills (1959) a 760 nm, utilizando o reagente de Folin-Ciocalteau. A curva-padrão foi preparada com ácido gálico, e os resultados dos extratos, expressos como equivalentes de ácido gálico (EAG) em mg de ácido gálico por 100 g de massa seca.

Foi utilizado esquema fatorial com quatro tratamentos x duas condições de armazenamento (ambiente e refrigerado) x três períodos de tempo (inicial, parcial e final), com cinco frutos por parcela e quatro repetições por tratamento. Os dados foram submetidos à análise de variância (ANOVA), e para comparação das médias, foi utilizado o teste de Tuckey, em nível de 5% de probabilidade, com auxílio do programa estatístico BioEstat 5.0 (AYRES et al., 2007).

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

A vida útil das mangabas foi de nove dias em armazenamento ambiente (CA), e com a aplicação de 1-MCP estendeu-se para 15 dias, independentemente da concentração utilizada. A refrigeração prolongou a vida útil dos frutos para 24 dias de armazenamento (CR) e, quando associada com o uso de 1-MCP, prolongou para 27 dias, sem diferenças para as concentrações utilizadas. Segundo Carnelossi et al. (2004), as mangabas caídas tornaram-se deterioradas após 3 e 7 dias de armazenamento a 25ºC e 18ºC, o que demonstra a importância da colheita no ponto de maturidade fisiológica ("de vez"), visando ao prolongamento da vida pós-colheita dos frutos, assim como o uso de refrigeração.

Os frutos apresentaram valores médios de diâmetro longitudinal de 34,29 ± 2,07 mm e diâmetro equatorial de 35,22 ± 1,44 mm, dados não apresentados na forma de tabela, os quais estão próximos dos encontrados por Guilherme et al. (2007), com 37,59 ± 10,66 mm e 34,53 ± 8,83, respectivamente, e por Soares et al. (2008), com 32± 9 mm e 28± 8 mm, respectivamente. A menor variação encontrada no presente trabalho deve-se a seleção dos frutos realizada na montagem do experimento.

A perda de massa dos frutos, após nove dias em armazenamento ambiente, foi de 12,57% (CA) e foi reduzida significativamente (p<0,05) com a aplicação de 1-MCP, obtendo entre 7,38% (1.000A) e 9,21% (500A), enquanto para a perda de massa, os frutos refrigerados apresentavam em torno de 3,35% (250 R) e 3,98% (CR) neste período (Figura 1). Após 24 dias de armazenamento refrigerado, os frutos com aplicação de 1-MCP atingiram perda de massa acumulada de 13,22%; 13,69%; 15,55% e 18,65% para 250R, 500R, 1.000R e CR, respectivamente, sem apresentar diferenças estatísticas entre si. Santos et al. (2009) encontraram perda de massa superior em mangabas verdes (25,28%) após 15 dias de armazenamento a 10ºC, principalmente devido à menor umidade relativa do ar.

O valor médio da acidez titulável dos frutos recém-colhidos foi de 0,554±0,106 g de ácido cítrico 100 g-1 de polpa. Durante o armazenamento, os frutos apresentaram valores parciais entre 0,395 g 100 g-1 (250 R - 16 dias) e 0,769 g 100 g-1 (250 A - 5 dias). Ao final do armazenamento, o maior valor médio foi obtido nos frutos 1.000 A, com 0,840 g 100 g-1, diferindo estatisticamente dos outros tratamentos, seguido pelo 500A, CA e 250A (0,714; 0,692 e 0,639 g 100 g-1, respectivamente), e os frutos refrigerados apresentaram valores inferiores e sem diferenças estatísticas entre os tratamentos (0,574 e 0,474 g 100 g-1) (Figura 2). Carnelossi et al. (2004) relataram o aumento da acidez titulável em mangabas com o armazenamento ambiente e refrigerado, e valores próximos do encontrado no presente trabalho, de 0,72% de ácido cítrico, assim como Soares et al. (2008) em mangabas armazenadas sob atmosfera modificada e sob refrigeração, valores de 0,38 a 0,78%. Entretanto, valores superiores, acima de 1,5%, foram encontrados em mangabas por Souza et al. (2007), Moura et al. (2002) e Santos et al. (2009).

O aumento da acidez nos frutos, com o amadurecimento em temperatura ambiente, deve-se à hidrólise de pectina, com liberação dos ácidos galacturônicos pela ação das enzimas pectinametilesterase e poligalacturonase (ALVES et al., 2000). A aplicação de 1-MCP, na concentração 1.000 ηL L-1, contribuiu para o aumento da acidez dos frutos armazenados em temperatura ambiente, devido possivelmente à redução das taxas respiratórias. Teores mais altos de acidez pelo uso do 1-MCP foram descritos para frutos climatéricos, maçãs, graviolas (respectivamente, WILLS; KU, 2002; KRAMES et al., 2001; LIMA et al., 2001 apud DOLLHOJO et al., 2009) e mangas 'Kent', possivelmente, devido à diminuição da atividade de enzimas relacionadas ao metabolismo respiratório (GARCIA ESTRADA et al., 2000 apud DOLLHOJO et al., 2009).

Os frutos apresentaram teores médios de sólidos solúveis entre 18,4 e 23,2ºBrix ao longo do armazenamento, sendo que os frutos dos tratamentos 500R e 1.000R atingiram os maiores valores em relação ao Controle Refrigerado parcial e final (Figura 2). Valores inferiores ao encontrado no presente trabalho foram relatados por Souza et al. (2007) com média geral de 17,23ºBrix; por Carnelossi et al. (2004) em mangabas mantidas à temperatura de 6ºC, com valores entre 13,1 e 15,67ºBrix para frutos "de vez"; por Santos et al. (2009) entre 11 e 15ºBrix durante o armazenamento em ambiente e entre 11 e 18ºBrix a 10ºC.

O teor de vitamina C foi mantido durante a conservação pós-colheita das mangabas, principalmente com o uso da refrigeração, as quais apresentaram valor inicial de 132,61 ± 21,88 mg de ác. ascórbico 100g-1 polpa. Os valores finais variaram entre 132,60 e 166,49 mg 100g-1 (250 A e 1.000A, respectivamente) e para os frutos armazenados sob refrigeração entre 148,78 e 161,35 mg 100g-1 (1.000R e CR, respectivamente) (Figura 2). Valores semelhantes foram encontrados em mangabas, 139,6 mg 100g-1 por Alves et al. (2000) e 155,54 mg de ác. ascórbico 100g-1 polpa por Guilherme et al. (2007). Valores superiores foram relatados por Carnelossi et al. (2004) entre 252,7 a 274,7 mg 100g-1; por Rufino et al. (2010) com 190±1,91 mg 100g-1 e por Souza et al. (2007) em clones de mangaba com 164,77 a 188,75 54 mg de ác. ascórbico 100g-1 polpa .

As variações nos conteúdos de acidez titulável, sólidos solúveis e vitamina C dos frutos, nos diferentes trabalhos de pesquisa, estão relacionadas às diferentes condições edafoclimáticas e genéticas a que as mangabeiras estão submetidas.

O conteúdo de fenóis totais inicial foi de 11,29 mg EAG g-1 ms e aumentou com o armazenamento, atingindo valores finais de 29,04 mg EAG g-1 ms (1.000 A) aos 15 dias e 23,65 mg EAG g-1 ms (1000R) aos 27 dias (Figura 3). Valores semelhantes em mangabas maduras foram obtidos por Souza et al. (2007), com teor de compostos fenólicos em média de 0,37% e por Alves et al. (2000) com 0,29%, 0,31% e 0,33%, respectivamente, para os compostos fenólicos poliméricos, oligoméricos e dímeros. Teores próximos ao encontrado inicialmente nas mangabas foram relatados por Canuto et al. (2010) em outros frutos nativos, como araçá-boi, cajá, caju, graviola e murici (0,6 mmol.L-1 de ácido gálico). Vasco et al. (2008), estudando 17 frutas do Equador, relataram ampla gama de variação nos teores de compostos fenólicos associados à capacidade antioxidante, identificando três grupos de frutos contendo baixo, médio e alto teor, sendo que a mangaba poderia ser classificada como médio conteúdo de fenóis totais com base nesta classificação.

 

CONCLUSÕES

1 - O armazenamento dos frutos a 10ºC favorece o prolongamento da sua vida útil, com menor perda de massa, manutenção dos teores de acidez titulável, sólidos solúveis e vitamina C; e quando associado à aplicação de 1-MCP, reduz os descartes por amadurecimento excessivo.

2 - O uso de 1-MCP em mangabas, independentemente das três concentrações utilizadas, seguida de armazenamento em temperatura ambiente, apresenta grande benefício na conservação pós-colheita dos frutos, com aumento da vida útil e da acidez titulável e redução da perda de massa.

 

AGRADECIMENTOS

Agradecemos à Fundação de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino, Ciência e Tecnologia do Estado de Mato Grosso do Sul e ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, pelo apoio financeiro, e à Rohm and Haas Química Ltda., pela disponibilização do Smart Fresh.

 

REFERÊNCIAS

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