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Revista do Colégio Brasileiro de Cirurgiões

Print version ISSN 0100-6991

Rev. Col. Bras. Cir. vol.40 no.3 Rio de Janeiro May/June 2013

https://doi.org/10.1590/S0100-69912013000300006 

ARTIGO ORIGINAL

 

Incidência de disfunção sexual em pacientes com obesidade e sobrepeso

 

 

Benedito Martins e Silva, TCBC-ALI; Lerika Moreira RêgoII; Márcio Almeida GalvãoII; Telma Maria de Menezes Toledo FlorêncioIII; Jairo Calado CavalcanteIV

IProfessor Associado III da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Alagoas - Maceió - AL - BR
IIAlunos de Graduação do Curso de Medicina da Universidade Federal de Alagoas - Maceió - AL - BR
IIIProfessora Titular da Faculdade de Nutrição da Universidade Federal de Alagoas - Maceió - AL - BR
IVProfessor Assistente I do Departamento de Bioestatística da Universidade Federal de Alagoas - Maceió - AL - BR

Endereço para correspondência

 

 


RESUMO

OBJETIVO: avaliar a prevalência de disfunção sexual em pacientes com obesidade e sobrepeso atendidos no Hospital Universitário Professor Alberto Antunes (HUPAA - UFAL).
MÉTODOS: trata-se de um estudo descritivo transversal. A amostra foi constituída por pacientes do sexo feminino com sobrepeso ou obesidade. Foram coletados os dados antropométricos para avaliação do índice de massa corporal (IMC) e da circunferência da cintura (CC). Em todos os indivíduos foi realizada a avaliação dos níveis séricos de glicose, colesterol total e triglicerídeos. Aplicou-se a versão validada em português do Índice de Função Sexual Feminina (IFSF), que analisa a resposta sexual quanto a desejo, excitação, lubrificação vaginal, orgasmo, satisfação sexual e dor. O escore total é a soma dos escores para cada domínio multiplicada pelo fator correspondente e pode variar de '2' a '36', considerando risco para disfunção sexual um escore total menor ou igual a '26'.
RESULTADOS: foram avaliadas 23 mulheres com média de idade de 44 anos, onde 73,9% eram obesas e 82,6% apresentaram risco muito aumentado para complicações metabólicas (CC e"88cm). O risco aumentado para disfunção sexual esteve presente em 78,3% das entrevistadas, ocasionando prejuízos biopsicossociais. HAS, DM e dislipidemia estavam presentes em 33,3%, 22,2% e 61,1%, respectivamente, das pacientes sob risco para disfunção sexual.
CONCLUSÃO: a análise dos resultados demonstra a necessidade de uma melhor investigação e atenção dos médicos para com pacientes com obesidade ou sobrepeso.

Descritores: Sexualidade. Disfunção sexual fisiológica. Feminino. Obesidade. Sobrepeso.


 

 

INTRODUÇÃO

A obesidade abdominal (obesidade androide ou cen-tral) caracteriza-se pela deposição de tecido adiposo na região abdominal e é considerada um fator de risco para diversas morbidades, como doenças cardiovasculares (DCV), hipertensão arterial sistêmica (HAS), diabetes mellitus (DM), hipercolesterolemia e algumas formas de câncer, além de representar um risco diferenciado quando comparada a outras formas de distribuição de gordura corporal1.

Uma pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde, em 2009, mostrou que a frequência de excesso de peso e de obesidade aumentaram em homens e mulheres. Atualmente, 13,9% dos adultos são obesos, com o índice maior entre as mulheres (14%) do que entre os homens (13,7%), enquanto 46,6% dos adultos brasileiros estão com excesso de peso, sendo maior entre homens (51%) do que entre mulheres (42,3%)2.

Neste contexto, a obesidade, semelhante aos demais fatores de risco cardiovascular, mostra-se associada ao desenvolvimento de disfunções sexuais masculinas e femininas decorrentes da ação deletéria sobre a função vascular e endotelial3.

As disfunções sexuais são comuns entre as mulheres, afetando de 20 a 50% delas4. Um estudo americano demonstrou que estes distúrbios são mais frequentes em mulheres (43%) do que em homens (31%) e estão relacionadas à características demográficas, como idade e nível educacional5. Em Portugal, observou-se prevalência de 40,4%6 e, no Brasil, 49% das mulheres relataram pelo menos uma disfunção sexual4,7.

As desordens sexuais femininas envolvem aspectos como desejo sexual, excitação, orgasmo e dispareunia. As síndromes de insuficiência vascular vaginal e clitoriana estão diretamente relacionadas à diminuição do fluxo sanguíneo genital secundária à aterosclerose da artéria hipogástrica e pudenda. Embora uma variedade de desordens médicas e psicogênicas resulte em decréscimo do ingurgitamento clitoriano, a insuficiência vascular é uma importante causa de disfunção sexual3.

O objetivo deste trabalho foi avaliar a incidência de disfunção sexual em mulheres com obesidade e sobrepeso atendidas no Hospital Universitário Professor Alberto Antunes (HUPAA - UFAL).

 

MÉTODOS

Trata-se de um estudo descritivo transversal realizado entre março e outubro de 2010, no qual foram avaliadas pacientes do sexo feminino atendidas no ambulatório de Nutrição do Hospital Universitário Professor Alberto Antunes - HUPAA/UFAL.

O trabalho foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Federal de Alagoas, processo número 000440/2010-98.

Todas as pacientes foram informadas quanto ao questionário ao qual iriam se submeter e assinaram o termo de consentimento livre e esclarecido.

Foram incluídas na pesquisa mulheres com idade igual ou superior a 30 anos e com índice de massa corporal (IMC) > 25Kg/m2. Pacientes submetidas a tratamento atual ou prévio para disfunção sexual ou que tenham sido submetidas a tratamento rádio e/ou quimioterápico não participaram do estudo.

A função sexual feminina foi analisada através do Índice de Função Sexual Feminina (IFSF). Aplicou-se a versão validada em português8, que é um questionário breve e autoaplicável e avalia a resposta sexual feminina quanto ao desejo sexual, à excitação sexual, à lubrificação vaginal, ao orgasmo, à satisfação sexual e à dor (Anexo I).

O questionário é composto por 19 questões e apresenta escores em cada componente. As opções de respostas recebem pontuação entre '0' e '5', de forma crescente, exceto nas questões sobre dor, em que a pontuação é definida de forma invertida. O escore total é a soma dos escores para cada domínio multiplicada pelo fator correspondente e pode variar de '2' a '36', considerando risco para disfunção sexual um escore total < 26 (Tabela 1).

A pesquisa da função sexual foi seguida da obtenção dos dados antropométricos para avaliar o índice de massa corporal (IMC) e a circunferência da cintura (CC). Os pontos de corte, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) são: CC igual ou maior que 80cm para mulheres, o qual significa um risco aumentado para complicações metabólicas; e CC igual ou superior a 88cm para mulheres, que reflete um risco muito aumentado para complicações metabólicas.

O IMC foi calculado pela razão entre peso (Kg) e o quadrado da altura (m2), considerando-se normais valores de 20 a 24,9Kg/m2, sobrepeso de 25 a 29,9Kg/m2 e obesidade, > 30Kg/m2.

Em todos os indivíduos foi realizada a avaliação dos níveis séricos de glicose, colesterol total e triglicerídeos.

 

RESULTADOS

Foram avaliadas 23 mulheres com média de idade de 44 anos, sendo a idade mínima de 30 anos e a máxima de 65 anos, e com IMC > 25Kg/m2. Destas, 73,9% eram obesas e 82,6% apresentaram risco muito aumentado para complicações metabólicas (CC e"88 cm).

A prevalência de risco aumentado para disfunção sexual foi de 78,3% das pacientes. A média do escore total do IFSF foi de 18,3, variando de 3,2 a 34,2.

As disfunções sexuais mais frequentes encontradas no estudo foram a falta de desejo (com escore médio de 2,8) e de excitação (com escore médio de 2,4), enquanto a satisfação e a lubrificação apresentaram os maiores escores médios com 3,5 e 3,3, respectivamente (Figura 1).

 

 

Dentre as pacientes com risco aumentado para disfunção sexual (com escore total > 26), todas apresentaram pelo menos um fator de risco para a disfunção sexual, incluindo hipertensão arterial sistêmica (HAS), diabetes mellitus (DM), dislipidemia, doença cardiovascular (DCV) e tabagismo. Dislipidemia e HAS apresentaram maior prevalência, com 61,1% e 33,3%, respectivamente (Figura 2).

 

 

DISCUSSÃO

A disfunção sexual feminina tem etiologia multifatorial, apresenta uma alta prevalência e raramente é investigada pelos médicos, seja por constrangimento ou por desconhecerem métodos de investigação. Embora existam fatores psicossociais e dificuldades de relacionamento conjugal que interfiram na resposta sexual, evidencia-se uma fisiopatologia complexa e, apenas recentemente, tem havido um maior enfoque sobre os problemas sexuais das mulheres9-12. Vale ressaltar que sobrepeso e obesidade são considerados fatores de risco para disfunção sexual masculina, porém, a relação com a função sexual em mulheres ainda não está esclarecida13.

Neste estudo, a prevalência de risco aumentado para disfunções sexuais foi de 78,3%, com média do escore total de 18,3. Estes índices mostram-se comparáveis a outro estudo, no qual a frequência em pacientes com obesidade e excesso de peso foi de 86% e a média do escore total do IFSF foi de 22,113.

As alterações mais frequentes foram a falta de desejo e de excitação, apresentando escores médios de 2,8 e 2,4, respectivamente. Desejo e transtornos de excitação estão entre os problemas mais comuns da prática clínica, pois há uma elevada correlação entre ambos14. Entretanto, em uma pesquisa realizada com a população brasileira9, as principais desordens são a ausência de orgasmo e a falta de desejo sexual, que é considerada a desordem sexual mais frequente entre as mulheres.

Poucos estudos avaliam a relação entre o IFSF e o peso corporal. Uma pesquisa utilizando o IFSF realizada com pacientes obesas e grupo-controle evidenciou que não existe relação estatisticamente significativa entre obesidade e disfunção sexual, que esteve presente em 50 e 41% das pacientes obesas e do grupo-controle, respectivamente13,15.

Todas as pacientes com risco aumentado para disfunção sexual apresentaram pelo menos um fator de risco para o distúrbio, com predomínio de dislipidemia (61,1%) e HAS (33,3%). Os fatores de risco para as desordens sexuais podem ser orgânicos, psicossociais e sociodemográficos e atingem as mulheres em diferentes fases da vida. Estudos epidemiológicos demonstram correlação da disfunção com hipertensão arterial, diabetes, deficiências hormonais, doenças cardiovasculares, neuropatias, etilismo, tabagismo, uso de drogas ilícitas e medicamentos16.

A investigação de disfunção sexual em mulheres com síndrome metabólica em comparação com um grupo-controle demonstrou que as pacientes com síndrome metabólica têm maior prevalência de disfunções sexuais com redução do escore total médio do IFSF (23,2) e do índice de satisfação (3,5) quando comparado ao IFSF (30,1) e índice de satisfação (4,7) do grupo-controle. Contudo, são necessárias mais investigações para determinar o impacto da síndrome metabólica sobre a função sexual feminina11.

Neste contexto, os índices relativos a disfunções sexuais apresentam grande diversidade de acordo com os métodos de avaliação (questionário ou entrevista individual), com os grupos populacionais avaliados e com a definição diagnóstica9,10.

A modificação do estilo de vida é uma estratégia eficaz para reduzir a prevalência de disfunção sexual em mulheres obesas, melhorando, desta forma, a função endotelial17. Embora a obesidade não pareça representar um dos principais fatores contribuintes, afeta vários aspectos da sexualidade, e a análise dos resultados demonstra a necessidade de uma melhor investigação e atenção dos médicos para as pacientes com obesidade e sobrepeso.

 

REFERÊNCIAS

1. Olinto MTA, Nácul LC, Dias-da-Costa JS, Gigante DP, Menezes AMB, Macedo S. Níveis de intervenção para obesidade abdominal: prevalência e fatores associados. Cad Saúde Pública. 2006;22(6):1207-15.         [ Links ]

2. Ministério da Saúde (Brasil), Secretaria de Vigilância em Saúde, Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa. Vigitel Brasil 2009: vigilância de fatores de risco e proteção para doenças crônicas por inquérito telefônico. Brasília: Ministério da Saúde, 2010.         [ Links ]

3. Berman JR, Bassuk J. Physiology and pathophysiology of female sexual function and dysfunction. World J Urol. 2002;20(2):111-8.         [ Links ]

4. Leite APL, Moura EA, Campos AAS, Mattar R, Souza E, Camano L. Validação do Índice da Função Sexual Feminina em grávidas brasileiras. Rev Bras Ginecol Obstet. 2007;29(8):396-401.         [ Links ]

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8. Pacagnella RC, Vieira EM, Rodrigues Jr OM, Souza C. Adaptação transcultural do Female Sexual Function Index. Cad Saúde Pública. 2008;24(2):416-26.         [ Links ]

9. Abdo CHN, Oliveira Jr WM, Moreira ED, Fittipaldi JAS. Perfil sexual da população brasileira: resultados do Estudo do Comportamento Sexual (ECOS) do Brasileiro. RBM rev bras med. 2002;59(4):250-7.         [ Links ]

10. Prado DS, Mota VPLP, Lima TIA. Prevalência de disfunção sexual em dois grupos de mulheres de diferentes níveis socioeconômicos. Rev Bras Ginecol Obstet. 2010;32(3):139-43.         [ Links ]

11. Esposito K, Ciotola M, Marfella R, Di Tommaso D, Cobellis L, Giugliano D. The metabolic syndrome: a cause of sexual dysfunction in women. Int J Impot Res. 2005;17(3):224-6.         [ Links ]

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13. Yaylali GF, Tekekoglu S, Akin F. Sexual dysfunction in obese and overweight women. Int J Impot Res. 2010;22(4):220-6.         [ Links ]

14. Rosen R, Brown C, Heiman J, Leiblum S, Meston C, Shabsigh R et al. The Female Sexual Function Index (FSFI): a multidimensional self-report instrument for the assessment of female sexual function. J Sex Marital Ther. 2000;26(2):191-208.         [ Links ]

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16. Abdo CHN. Elaboração e validação do quociente sexual - versão feminina: uma escala para avaliar a função sexual da mulher. RBM rev bras med. 2006;63(9):477-82.         [ Links ]

17. Esposito K, Giugliano D. Obesity, the metabolic syndrome, and sexual dysfunction. Int J Impot Res. 2005;17(5):391-8.         [ Links ]

 

 

Endereço para correspondência:
Benedito Martins e Silva
E-mail: benekkk@uol.com.br

Recebido em 28/06/2012
Aceito para publicação em 14/08/2012
Conflito de interesse: nenhum
Fonte de financiamento: nenhuma

 

 

Trabalho realizado no Hospital Universitário Professor Alberto Antunes (HUPAA - UFAL).

 

 

ANEXO I

Índice de Função Sexual Feminina - FSFI

Instruções:

Este questionário pergunta sobre sua vida sexual durante as últimas 4 semanas. Por favor, responda às questões de forma mais honesta e clara possível. Suas respostas serão mantidas em absoluto sigilo. Assinale apenas uma alternativa por pergunta. Para responder às questões use as seguintes definições: atividade sexual pode incluir afagos, carícias preliminares, masturbação e ato sexual; ato sexual é definido quando há penetração (entrada) do pênis na vagina; estímulo sexual inclui situações como carícias preliminares com um parceiro, auto-estimulação (masturbação) ou fantasia sexual (pensamentos); desejo sexual ou interesse sexual é um sentimento que inclui querer ter atividade sexual, sentir-se receptiva a uma iniciativa sexual de um parceiro(a) e pensar ou fantasiar sobre sexo; excitação sexual é uma sensação que inclui aspectos físicos e mentais (pode incluir sensações como calor ou inchaço dos genitais, lubrificação - sentir-se molhada/"vagina molhada"/"tesão vaginal" - , ou contrações musculares).

1- Nas últimas 4 semanas com que freqüência (quantas vezes) você sentiu desejo ou interesse sexual?

5 = Quase sempre ou sempre

4 = A maioria das vezes (mais do que a metade do tempo)

3 = Algumas vezes (cerca de metade do tempo)

2 = Poucas vezes (menos da metade do tempo)

1 = Quase nunca ou nunca

2- Nas últimas 4 semanas como você avalia o seu grau de desejo ou interesse sexual?

5 = Muito alto

4 = Alto

3 = Moderado

2 = Baixo

1 = Muito baixo ou absolutamente nenhum

3- Nas últimas 4 semanas, com que freqüência (quantas vezes) você se sentiu sexualmente excitada durante a atividade sexual ou ato sexual?

0 = Sem atividade sexual

5 = Quase sempre ou sempre

4 = A maioria das vezes (mais do que a metade do tempo)

3 = Algumas vezes (cerca de metade do tempo)

2 = Poucas vezes (menos da metade do tempo)

1 = Quase nunca ou nunca

4- Nas últimas 4 semanas, como você classificaria seu grau de excitação sexual durante a atividade ou ato sexual?

0 = Sem atividade sexual

5 = Muito alto

4 = Alto

3 = Moderado

2 = Baixo

1 = Muito baixo ou absolutamente nenhum

5- Nas últimas 4 semanas, como você avalia o seu grau de segurança para ficar sexualmente excitada durante a atividade sexual ou ato sexual?

0 = Sem atividade sexual

5 = Segurança muito alta

4 = Segurança alta

3 = Segurança moderada

2 = Segurança baixa

1 = Segurança muito baixa ou Sem segurança

6- Nas últimas 4 semanas, com que freqüência (quantas vezes) você ficou satisfeita com sua excitação sexual durante a atividade sexual ou ato sexual?

0 = Sem atividade sexual

5 = Quase sempre ou sempre

4 = A maioria das vezes (mais do que a metade do tempo)

3 = Algumas vezes (cerca de metade do tempo)

2 = Poucas vezes (menos da metade do tempo)

1 = Quase nunca ou nunca

7- Nas últimas 4 semanas, com que freqüência (quantas vezes) você teve lubrificação vaginal (ficou com a "vagina molhada") durante a atividade sexual ou ato sexual?

0 = Sem atividade sexual

5 = Quase sempre ou sempre

4 = A maioria das vezes (mais do que a metade do tempo)

3 = Algumas vezes (cerca de metade do tempo)

2 = Poucas vezes (menos da metade do tempo)

1 = Quase nunca ou nunca

8- Nas últimas 4 semanas, como você avalia sua dificuldade em ter lubrificação vaginal (ficar com a "vagina molhada") durante o ato sexual ou atividades sexuais?

0 = Sem atividade sexual

1 = Extremamente difícil ou impossível

2 = Muito difícil

3 = Difícil

4 = Ligeiramente difícil

5 = Nada difícil

9- Nas últimas 4 semanas, com que freqüência (quantas vezes) você manteve a lubrificação vaginal (ficou com a "vagina molhada") até o final da atividade ou ato sexual?

0 = Sem atividade sexual

5 = Quase sempre ou sempre

4 = A maioria das vezes (mais do que a metade do tempo)

3 = Algumas vezes (cerca de metade do tempo)

2 = Poucas vezes (menos da metade do tempo)

1 = Quase nunca ou nunca

10- Nas últimas 4 semanas, qual foi sua dificuldade em manter a lubrificação vaginal ("vagina molhada") até o final da atividade ou ato sexual?

0 = Sem atividade sexual

1 = Extremamente difícil ou impossível

2 = Muito difícil

3 = Difícil

4 = Ligeiramente difícil

5 = Nada difícil

11- Nas últimas 4 semanas, quando teve estímulo sexual ou ato sexual, com que freqüência (quantas vezes) você atingiu o orgasmo ("gozou")?

0 = Sem atividade sexual

5 = Quase sempre ou sempre

4 = A maioria das vezes (mais do que a metade do tempo)

3 = Algumas vezes (cerca de metade do tempo)

2 = Poucas vezes (menos da metade do tempo)

1 = Quase nunca ou nunca

12 - Nas últimas 4 semanas, quando você teve estímulo sexual ou ato sexual, qual foi sua dificuldade em você atingir o orgasmo ("clímax/gozou")?

0 = Sem atividade sexual

1 = Extremamente difícil ou impossível

2 = Muito difícil

3 = Difícil

4 = Ligeiramente difícil

5 = Nada difícil

13- Nas últimas 4 semanas, o quanto você ficou satisfeita com sua capacidade de atingir o orgasmo ("gozar") durante atividade ou ato sexual?

0 = Sem atividade sexual

5 = Muito satisfeita

4 = Moderadamente satisfeita

3 = Quase igualmente satisfeita e insatisfeita

2 = Moderadamente insatisfeita

1 = Muito insatisfeita

14- Nas últimas 4 semanas, o quanto você esteve satisfeita com a proximidade emocional entre você e seu parceiro(a) durante a atividade sexual?

0 = Sem atividade sexual

5 = Muito satisfeita

4 = Moderadamente satisfeita

3 = Quase igualmente satisfeita e insatisfeita

2 = Moderadamente insatisfeita

1 = Muito insatisfeita

15- Nas últimas 4 semanas, o quanto você esteve satisfeita com o relacionamento sexual entre você e seu parceiro(a)?

5 = Muito satisfeita

4 = Moderadamente satisfeita

3 = Quase igualmente satisfeita e insatisfeita

2 = Moderadamente insatisfeita

1 = Muito insatisfeita

16- Nas últimas 4 semanas, o quanto você esteve satisfeita com sua vida sexual de um modo geral?

5 = Muito satisfeita

4 = Moderadamente satisfeita

3 = Quase igualmente satisfeita e insatisfeita

2 = Moderadamente insatisfeita

1 = Muito insatisfeita

17- Nas últimas 4 semanas, com que freqüência (quantas vezes) você sentiu desconforto ou dor durante a penetração vaginal?

0 = Não tentei ter relação

1 = Quase sempre ou sempre

2 = A maioria das vezes (mais do que a metade do tempo)

3 = Algumas vezes (cerca de metade do tempo)

4 = Poucas vezes (menos da metade do tempo)

5 = Quase nunca ou nunca

18- Nas últimas 4 semanas, com que freqüência (quantas vezes) você sentiu desconforto ou dor após a penetração vaginal?

0 = Não tentei ter relação

1 = Quase sempre ou sempre

2 = A maioria das vezes (mais do que a metade do tempo)

3 = Algumas vezes (cerca de metade do tempo)

4 = Poucas vezes (menos da metade do tempo)

5 = Quase nunca ou nunca

19- Nas últimas 4 semanas, como você classificaria seu grau de desconforto ou dor durante ou após a penetração vaginal?

0 = Não tentei ter relação

1 = Muito alto

2 = Alto

3 = Moderado

4 = Baixo

5 = Muito baixo ou absolutamente nenhum

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