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Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia

Print version ISSN 0102-0935On-line version ISSN 1678-4162

Arq. Bras. Med. Vet. Zootec. vol.53 no.4 Belo Horizonte Aug. 2001

https://doi.org/10.1590/S0102-09352001000400014 

Sincronização da ovulação em fêmeas suínas submetidas ao desmame precoce

[Synchronization of ovulation in sows in early weaning system]

 

C.Z. Pereira1, J.L.M. Vasconcelos1*, D.A. Berto1, A.M.M. Alessandri1, M.N.P. Morais2

1Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia - UNESP
Caixa Postal 560
18618-000 - Botucatu, SP

2
DB Dan Bred – Patos de Minas, MG

 

Recebido para publicação em 11 de abril de 2000.
Recebido para publicação, após modificações, em 24 de novembro de 2000.
*Autor para correspondência
E-mail:
vasconcelos@fca.unesp.br

 

 

RESUMO

Verificou-se a eficiência de protocolos para sincronizar a ovulação em porcas desmamadas precocemente. Trinta porcas com média de 4,4± 2,0 partos e estádio de lactação de 14,8± 0,7 dias foram distribuídas em três grupos de 10 animais: 1- nenhum tratamento hormonal; 2- 1000 UI de PMSG, via intramuscular (IM), 48h pós-desmame e 0,25mg de GnRH, IM, 72h após a aplicação do PMSG; 3- 1000 UI de PMSG, IM, 48h pós-desmame e 500 UI de hCG, IM, 72h após o PMSG. O momento da ovulação foi detectado por ultra-sonografia transretal. A taxa de sincronização (ovulação até 48h após aplicação de hCG ou GnRH) dos grupos 2 e 3 (94,7%) foi maior (P<0,01) que no grupo controle (40%). Com o uso dos protocolos de sincronização de ovulação, as fêmeas tratadas apresentaram, em relação ao grupo controle, tendência de maior taxa de prenhez (95% vs. 70%; P<0,10) e similares intervalo do desmame ao estro (96,5± 3,0 vs. 130,2± 31,4h) e número de leitões nascidos vivos por fêmea gestante no primeiro cio pós-desmame (10,9± 0,8 vs. 12,0± 0,9). Dessa maneira, os protocolos de sincronização usados neste estudo foram eficientes em sincronizar a ovulação, e podem viabilizar o uso da inseminação artificial em horários predeterminados.

Palavras-chave: Porca, sincronização de ovulação, desmame precoce, hormônio

 

ABSTRACT

The objective of this study was to test the efficiency of two protocols in synchronize the ovulation of sows in early weaning system. Thirty multiparous crossbred (Large-White x Landrace) sows with a mean± SD of 4.4± 2.0 parturitions and 14.8± 0.7 days in lactation were divided into three groups of 10 animals each: group 1- control; group 2- received 1000 IU of PMSG (FOLLIGONÒ , INTERVET) IM, 48 hours after weaning + 0.25mg of GnRH (FERTAGILÒ , INTERVET) IM, 72h after PMSG; group 3- received 1000 IU of PMSG 48 hours after weaning + 500 IU of hCG (PROFASIÒ , SERONO) IM, 72h after PMSG. Time of ovulation was monitored by transrectal ultrasound. Synchronization of ovulation rates (ovulated within 48 hours after the treatment with hCG or GnRH) in groups 2 and 3 were higher (94.7%; P< 0.01) than in group 1 (40%). Sows from groups 2 and 3 showed a tendency of higher pregnancy rate than those from group 1 (95% vs. 70%; P<0.10), but similar weaning-to-estrus interval (96.5± 3.0h vs. 130.2± 31.4h) and similar litter size (10.9± 0.8 vs. 12.0± 0.9), respectively. The data show that the protocols used in the current study were efficient in synchronize time of ovulation and render possible the use of AI at a predetermined moment.

Keywords: Sow, synchronization of ovulation, early weaning, hormone

 

 

INTRODUÇÃO

A eficiência reprodutiva de rebanhos suínos é geralmente estimada pelo número de leitões desmamados/fêmea/ano (LD/F/A), o qual é largamente influenciado pela duração da lactação das matrizes (Lucia Júnior, 1999) e pela média anual de dias não produtivos (Wilson et al., 1986; Dial et al., 1992). O desmame precoce permite o uso mais eficiente das instalações e equipamentos, em especial das gaiolas de maternidade, garantindo maior fluxo de produção (Lucia Júnior, 1999). O desmame precoce também visa eliminar ou diminuir a contaminação dos leitões por agentes patogênicos presentes nos animais adultos (Sesti, 1998).

A sincronização da ovulação e a inseminação artificial em tempo fixo (predeterminado) têm sido usadas em bovinos (Pursley et al., 1995) visando tornar o manejo reprodutivo mais eficiente, sem a necessidade da observação diária do estro, pois sabe-se o provável momento da ovulação. Em porcas, apesar de haver certa sincronia no aparecimento do estro pós-desmame, a utilização da técnica de sincronização de ovulação poderia viabilizar o emprego da inseminação artificial em tempo fixo (Hausler et al., 1980) e, conseqüentemente, diminuir o número de inseminações por porca.

Protocolos hormonais têm sido usados em suínos com o objetivo de sincronizar o estro e a puberdade de marrãs (Schnurrbusch et al., 1994) ou reduzir o intervalo desmame-estro (Estienne & Hartsock, 1998; Sechin et al., 1999). Nos experimentos, os protocolos propostos são baseados no uso de PMSG (gonadotrotrofina coriônica de égua prenhe), juntamente com GnRH (hormônio liberador de gonadotrofinas) ou hCG (gonadotrofina coriônica humana), pois enquanto o PMSG estimula o crescimento folicular pela ação do FSH (hormônio folículo estimulante), o GnRH ou hCG induz a ovulação pela ação do LH, com esses hormônios agindo de forma sincronizada.

A utilização de protocolos para sincronização de ovulação pode melhorar a eficiência reprodutiva em porcas, eliminando falhas que normalmente ocorrem na observação de cio. Em decorrência disso, pode-se reduzir gastos com doses de sêmen (reduzindo também o número de machos reprodutores), diminuir o intervalo do desmame ao primeiro serviço e, conseqüentemente, o intervalo de partos, reduzindo os dias não produtivos, cujo acúmulo representa o principal obstáculo para a otimização da eficiência reprodutiva de uma granja suinícola. Esse índice pode ser reduzido pela diminuição do intervalo do desmame ao primeiro serviço em porcas, ou pelo aumento na taxa de parição (Lucia Júnior, 1999).

O objetivo deste trabalho foi o de avaliar se os protocolos propostos são capazes de sincronizar a ovulação em porcas desmamadas precocemente (15 dias).

 

MATERIAL E MÉTODOS

Este estudo foi realizado em uma granja comercial de aproximadamente 2000 matrizes (DB – Dan Bred) no município de Patos de Minas, Minas Gerais, durante o mês de abril de 1999. Usaram-se 30 fêmeas F1 (Large-white x Landrace), com média de 4,4± 2,0 partos e estádio da lactação de 14,8± 0,7 dias. As fêmeas foram desmamadas e distribuídas em grupos de 10 animais cada, quanto à ordem de parto e dias em lactação, em três tratamentos: 1- nenhum tratamento hormonal; 2- 1000 UI de PMSG (FOLLIGONÒ , INTERVET), via intramuscular (IM), 48h pós-desmame e 0,25mg de GnRH (FERTAGILÒ , INTERVET), IM, 72h após a aplicação do PMSG; 3- 1000 UI de PMSG, IM, 48h pós-desmame e 500 UI de hCG (PROFASIÒ , SERONO), IM, 72h após a aplicação do MSG.

A detecção do estro foi realizada por meio do reflexo de tolerância à pressão lombar exercida pelo homem, na presença de um macho sexualmente maduro, a partir do primeiro dia pós-desmame, com intervalo de oito horas entre cada observação. O momento da ovulação foi detectado por exame ultra-sonográfico dos ovários via transretal, usando-se ultra-som modelo Aloka 500-V (Wallingford, CT), com transdutor linear de 7,5 MHz, com intervalos de 12 horas entre os exames, que foram iniciados 120h após o desmame (momento da aplicação de hCG ou GnRH), e continuaram até o momento da ovulação, ou no máximo até 180h após o desmame (60h após aplicação de hCG ou GnRH). As inseminações artificiais (IA) foram realizadas de acordo com o manejo da granja (IA após a detecção do estro e em intervalos de 12h até não mais se desenvolver o reflexo de tolerância à pressão lombar exercida pelo homem, na presença de um macho sexualmente maduro). Consideraram-se sincronizadas as porcas que ovularam até 48h após a aplicação de GnRH ou hCG. O desempenho reprodutivo foi avaliado pela taxa de prenhez (% de porcas gestantes no primeiro cio pós-desmame em relação ao número total de fêmeas) e pelo número de leitões nascidos vivos por fêmea gestante no primeiro cio pós-desmame.

As variáveis binomiais (taxa de sincronização da ovulação e taxa de prenhez) foram analisadas pelo teste de qui-quadrado, usando-se o sistema computacional SAS (1989). As variáveis contínuas (intervalo entre desmame e estro, duração do estro e número de leitões nascidos vivos por fêmea gestante no primeiro cio pós-desmame) foram submetidas a análise de variância usando-se o sistema computacional SAS (1989). No modelo para avaliar o efeito de tratamento sobre número de leitões nascidos vivos por fêmea gestante no primeiro cio pós-desmame incluem-se o intervalo do desmame ao estro e a duração do estro como covariáveis. As diferenças entre as médias foram avaliadas por meio do teste t de Student (Gomes, 1982), e nas tabelas as médias são apresentadas com seus respectivos erros-padrão.

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Na Tab. 1 são apresentadas as porcentagens acumuladas de porcas que ovularam nos diferentes tratamentos. A porcentagem de fêmeas que ovularam com 168h pós-desmame foi maior (P<0,05) nos tratamentos 2 (9/9; 100%) e 3 (10/10; 100%) do que no tratamento 1 (6/10; 60%).

 

 

A taxa de sincronização (ovulação até 48h após aplicação de hCG ou GnRH) nos grupos 2 e 3 foi maior (P<0,01) do que no grupo 1, sendo de 40% (4/10) no grupo 1, 88,8% (8/9) no grupo 2 e 100% (10/10) no grupo 3. Neste último grupo todas as 10 porcas tratadas ovularam até 36h. No grupo 2, um animal foi retirado das análises de ovulação por apresentar lesões no reto, o que impossibilitou o uso de ultra-sonografia, porém oito das nove porcas ovularam até 48h. No grupo 1, apenas cinco das 10 porcas ovularam no período avaliado, e o intervalo entre a primeira e a última ovulação foi de 60h, sendo que duas porcas apresentaram cio e não foi detectada ovulação no período avaliado, mostrando que as ovulações não ocorreram de forma sincronizada. Considerando-se os grupos 2 e 3 como um só, que corresponde a todos os animais tratados (que receberam PMSG), constatou-se uma taxa de sincronização de ovulação de 78,9% (15 das 19 porcas ovularam) até 24h (entre 120 e 144h pós-desmame) e 94,7% (18 das 19 porcas ovularam), até 48h (entre 120 e 168h pós-desmame). No grupo 1, a taxa de ovulação nas primeiras 24h foi de 40% (4 das 10 porcas ovularam), mantendo-se a mesma taxa até 48h.

A administração associada de PMSG e hCG tem resultado em indução e sincronização do estro, sem afetar negativamente a fertilidade das porcas (Dziuk & Baker, 1962; Christenson & Teague, 1975). Brüssow et al.(1996), trabalhando com marrãs tratadas com progestágenos por via oral durante 15 dias, seguida de aplicação de PMSG (24h após final do progestágeno) e GnRH (80h após PMSG), obtiveram sincronização da ovulação com início 36,4± 3,4h e término 39,0± 2,8h após a aplicação de GnRH, e período médio para as ovulações de 3,0± 1,8h.

O desempenho reprodutivo das fêmeas submetidas aos diferentes tratamentos são apresentados na Tab. 2. No grupo 3 uma fêmea foi descartada sem ser inseminada, sendo retirada das análises. Com o emprego dos protocolos de sincronização de ovulação, as fêmeas tratadas apresentaram em relação ao grupo controle: tendência de maior taxa de prenhez (95% vs. 70%; P<0,10), e similares intervalo desmame-estro (96,5± 3,0 vs. 130,2± 31,4h), duração do estro (75,1± 4,9 vs. 71,6± 2,1h), número de inseminações (3,5± 0,12 vs. 3,4± 0,24) e número de leitões nascidos vivos por fêmea gestante no primeiro cio pós-desmame (10,9± 0,8 vs. 12,0± 0,9).

 

 

Diversos autores têm estudado o desempenho reprodutivo de porcas submetidas a diferentes protocolos de indução e sincronização do estro. Koutsotheodoros et al. (1998), além de maior sincronização do estro, verificaram redução no intervalo desmame-estro após o uso de progestágenos na ração de porcas desmamadas com 12 ou 24 dias pós-parto, o que não foi detectado neste estudo com a utilização de PMSG e GnRH ou hCG, porém sem progestágenos, em porcas desmamadas com 15 dias. Brüssow et al. (1996) observaram que o tratamento de porcas com PMSG (1000 UI, 24h após o desmame) e GnRH (50m g, 55 a 58h após o PMSG) permitiu a IA em horários predeterminados (24 e 42h depois do GnRH), mantendo a eficiência reprodutiva, parcialmente semelhante aos resultados obtidos neste experimento, no qual foi mantido o número de leitões nascidos vivos/fêmea gestante no primeiro cio pós-desmame e houve tendência de maior taxa de prenhez nos animais tratados em relação ao grupo controle.

O sucesso no emprego da técnica de IA depende de vários fatores, sendo o momento de sua realização em relação à ovulação um dos mais importantes (Viana et al., 1997). Kemp & Soede (1997) obtiveram maior taxa de fertilização em porcas inseminadas entre 0 e 24 horas antes da ovulação. Os resultados do presente experimento mostram que o uso de protocolos de sincronização de ovulação em porcas pode viabilizar a IA em tempo predeterminado, já que os protocolos utilizados apresentaram eficiência de 78,9% de ovulação até 24h e de 94,7% até 48h após hCG ou GnRH. A viabilidade do emprego da inseminação artificial em horários predeterminados sem detecção do estro em porcas com ovulações sincronizadas artificialmente durante a lactação, mas depois de no mínimo 15 dias pós-parto, ou após a desmama com 35 a 42 dias, foi constatada por Hausler et al. (1980) e Brüssow et al. (1996), respectivamente.

Os protocolos de sincronização de ovulação usados neste estudo foram eficientes sem que houvesse queda na eficiência reprodutiva das porcas desmamadas precocemente, sugerindo a possibilidade de realização da inseminação artificial em horários predeterminados, como a utilizada em bovinos (Pursley et al., 1995), visando tornar o manejo reprodutivo mais eficiente sem a necessidade da observação diária do estro, por se saber o provável momento da ovulação.

 

CONCLUSÃO

A sincronização de ovulação em porcas submetidas ao desmame precoce usando-se PMSG associado com GnRH ou hCG foi eficiente. Outros trabalhos são necessários para estudar a viabilidade econômica desses protocolos de sincronização de ovulação, associados à utilização de menor número de inseminações por porca, realizadas em horários predeterminados.

 

AGRADECIMENTOS

Os autores agradecem ao Dr. Paulo M. R. Pires, gerente de produto da Akzo Nobel Ltda. – Divisão Intervet, pela doação dos produtos FOLLIGONÒ e FERTAGILÒ , utilizados neste estudo.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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