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Scientia Agricola

versão On-line ISSN 1678-992X

Sci. agric. v.56 n.4 Piracicaba out./dez. 1999

https://doi.org/10.1590/S0103-90161999000400026 

Produção de bulbinhos de cebola em bandejas de isopor1

 

Antonio Ismael Inácio Cardoso1*; Cyro Paulino da Costa2
1Depto. de Horticultura - FCA/UNESP, C.P. 237 - CEP: 18603-970 - Botucatu, SP.
2Depto. de Produção Vegetal - ESALQ/USP, C.P. 9 - CEP: 13400-970 - Piracicaba, SP.
*e-mail: ismaeldh@fca.unesp.br

 

 

RESUMO: Com o objetivo de estudar a viabilidade de produção de bulbinhos de cebola sob ambiente protegido em diferentes tipos de bandejas de poliestireno expandido foram instalados dois experimentos. No primeiro, trabalhando com a cultivar Serrana, foram avaliadas três tipos de bandejas com diferentes números de plantas por célula: uma planta/célula na bandeja de 288 células, três a cinco plantas/célula na de 128 e cinco a nove plantas/célula na de 72 células. No outro experimento, testaram-se nove cultivares, semeadas somente em bandejas de 128 células com três plantas por célula. Utilizou-se o delineamento em blocos ao acaso com quatro repetições no primeiro ensaio e cinco no segundo, sendo cada parcela constituída por uma bandeja. Observou-se que quanto maior a densidade de plantio menor o tamanho do bulbinho (diâmetro e peso). O manejo adequado de adubações em cobertura pode viabilizar, tecnicamente, a produção de cinco bulbinhos com 1,3 cm de diâmetro (2 g) por célula, na bandeja de 128 células. Quanto ao ensaio de cultivares, ‘Crioula’ da Agroflora, ‘Crioula’ da Granja Lotário e ‘Houston’ apresentaram 83%, 67% e 81% de plantas bulbificadas, enquanto que nas demais (‘Aurora’, ‘Baia Periforme’, ‘Brownsville’, ‘Petroline’, ‘Pira Ouro’, ‘Pirana’ e ‘Serrana’) obteve-se 100% de bulbificação. As principais vantagens na produção de bulbinhos em bandeja foram: uniformidade, ausência de plantas daninhas e de patógenos. É um sistema que pode ser útil aos viveiristas que tem entressafra de mudas nos meses de agosto a novembro, período de produção dos bulbinhos. Poderá, também, ser uma alternativa na produção de bulbinhos para conserva, no controle de qualidade de lotes de sementes e em programas de melhoramento de cebola.
Palavras-chave: Allium cepa, bulbinhos, bandeja

 

Production of onion bulb sets in styrofoam trays

ABSTRACT: One objective was to study the production of onion Allium cepa L.. bulb sets in a protected environment in a seedling system with trays with different number of cells: 288 (1 plant/cell), 128 (3 to 5 plants/cell) or 72 cells (5 to 9 plants/cell) using the cultivar Serrana. The second purpose was to compare nine cultivars, grown in trays of 128 cells, with 3 plants per cell. In the first experiment, five replications were used in the trial of types of trays and densities, while four replications were used in the experiment concerning cultivars which was set out in a randomized block design. Each plot was represented by one tray. It was observed that at the higher the plant density, there was a smaller bulb set size (diameter and weight). With good fertilizer management it was possible to produce bulb sets with a diameter of 1.3 cm (2g) in a tray of 128 cells and 5 plants/cell. Among the nine cultivars examined, Crioula - AF, Crioula - GL and Houston had 83%, 67% and 81% bulb formation, respectively. The other cultivars (Aurora, Baia Periforme, Brownsville, Petroline, Pira Ouro, Pirana and Serrana) produced no thick stems. The main advantages of producing bulb sets in this system over the traditional system were: relatively higher uniformity and absence of weeds or pathogens. This system may be a good alternative for producing bulb sets for processing, for controlling seed quality and for use in the onion breeding programs.
Key words: Allium cepa, bulb sets, tray

 

 

INTRODUÇÃO

A cebola cultivada pertence à família Alliaceae, gênero Allium e a espécie Allium cepa L. Sua parte comestível é o bulbo, que é formado por um conjunto de folhas modificadas entumescidas, os catáfilos. É um dos produtos olerícolas de maior importância econômica no Brasil, suplantado apenas pelo tomate e pela batata. Em 1996 foram plantados 76.606 ha de cebola, proporcionando uma produção total de 987.724 t, com uma produtividade média de 12,9 t/ha (FNP Consultoria & Comércio, 1997).

É uma espécie de dias longos, ou seja bulbifica somente com um fotoperíodo acima de um determinado valor crítico, que depende da cultivar (Jones & Mann, 1963; Brewster, 1990). Entretanto, a necessidade fotoperiódica mínima pode ser reduzida quanto maior a temperatura (Heath, 1943). Esta interação entre fotoperíodo e temperatura é tão importante que o comprimento do dia mínimo para uma cultivar não deveria ser especificado sem também especificar-se a temperatura (Jones & Mann, 1963).

O período de entressafra da cebola, portanto, corresponde à época de fotoperíodo curto e temperaturas baixas. Assim, no Brasil, de abril a julho o produto alcança preços mais elevados (Hoffmann, 1970). Esta mesma tendência manteve-se nas safras de 1987 a 1995. Atualmente a produção nacional enfrenta forte concorrência com a argentina (FNP Consultoria & Comércio, 1997).

Os cebolicultores paulistas utilizam o sistema de produção por bulbinhos, a fim de produzir bulbos na entressafra (Costa, 1978). Bulbinhos são cebolas pequenas (diâmetro de 1,0 a 2,5 cm), produzidos em semeaduras densas (mais de 3 g de sementes por m2) e tardias (a partir da segunda quinzena de julho), com colheita em novembro e armazenados até o ano seguinte, quando são plantados por volta de fevereiro (Dias, 1966).

Este mesmo sistema tem sido utilizado desde a sua introdução pelo Prof. Marcílio Dias no início da década de 60, sem nenhuma alteração. Um problema nesta técnica é o seu alto custo, pois envolve duas safras e intenso manuseio dos bulbinhos, na colheita, classificação e plantio, onerando os custos com a mão de obra.

A produção de mudas, ou no caso bulbinhos, em canteiros e campo aberto é um sistema pouco eficiente quanto à parte fitossanitária, pois é muito vulnerável e exposto às condições ambientais. As sementes ficam em condições bastante desuniformes (solo, chuvas, etc.), consequentemente a germinação, emergência e crescimento das plântulas também são irregulares, levando a obtenção de estandes falhos e desuniformes (Minami, 1995).

Os bulbinhos podem vir a ser veículo de disseminação de doenças, principalmente o "Mal de Sete Voltas" (Colletotrichum gloeosporioides f. sp. cepae), e "Raiz Rosada" (Pyrenochaeta terrestris), da área onde são produzidos para o local de seu plantio. Por isto a sua produção em condições isentas de patógenos é fundamental.

Tendo em vista estas considerações, o objetivo deste trabalho foi avaliar a viabilidade de se produzir bulbinhos em bandejas de poliestireno expandido (isopor), sob ambiente protegido.

 

MATERIAL E MÉTODOS

Foram realizados dois experimentos sob túnel alto no Departamento de Genética da Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz", da Universidade de São Paulo (ESALQ/USP) em Piracicaba-SP. Em um experimento testaram-se nove cultivares de cebola, tendo uma delas duas procedências (Aurora; Baia Periforme; Brownsville; Crioula, da Granja Lotário e da Agroflora; Houston; Petroline; Pira Ouro; Pirana e Serrana) em bandejas de 128 células, com três plantas por célula. Em outro experimento utilizou-se a cultivar Serrana em três tipos de bandejas e com diferentes números de plantas por célula, constituindo-se os seguintes tratamentos: B288-1 (uma planta por célula na bandeja de 288), B128-3, B128-4 e B128-5 (três a cinco plantas por célula na bandeja de 128), B72-5, B72-6, B72-7, B72-8 e B72-9 (de cinco a nove plantas por célula na bandeja de 72 células).

O experimento foi conduzido sob um túnel alto (5 x 20m, com pé direito de 1,8m), utilizando-se o substrato Plantmax. As células apresentaram as seguintes dimensões: 72 células: 5,0 cm de lado, 12,0 cm de altura e volume de 121,2 cm3; 128 células: 3,5 cm de lado, 6,2 cm de altura e volume de 34,6 cm3; 288 células: 2,2 cm de lado, 4,7 cm de altura e volume de 9,7 cm3.

Ambos os experimentos foram semeados em 16/08/94, sendo o desbaste realizado 14 dias após a semeadura (30/08/94). A partir de 14/09/94 foram feitas fertirrigações a cada dois ou três dias, utilizando-se 200, 100 e 200 mg/L de N, P2O5 e K2O, respectivamente e um volume de cerca de 600 ml de solução por bandeja, em cada uma das aplicações.

O delineamento experimental empregado foi em blocos ao acaso, com cinco repetições no experimento de cultivares e quatro no de tipos de bandejas e densidades de plantio. Cada parcela foi constituída por uma bandeja.

A colheita dos bulbinhos iniciou-se no final de outubro e as cultivares mais tardias foram colhidas até 16/11/94. Após a colheita procedeu-se à cura dos bulbinhos por 15 dias. Foram avaliados o número de plantas que não produziram bulbinhos, o peso e o diâmetro dos bulbinhos, sendo estas duas últimas características avaliadas em uma amostra de 40 plantas por parcela. As médias foram comparadas pelo teste de Tukey, ao nível de 5% de probabilidade. Para se avaliar a uniformidade dos bulbinhos calculou-se o coeficiente de variação dentro das parcelas.

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Observou-se no primeiro experimento a tendência de quanto maior o número de plantas por célula, nas bandejas de 72 e 128 células, menores o peso e o diâmetro dos bulbinhos produzidos (TABELA 1), conforme era de se esperar considerando-se uma possível competição crescente entre as plantas. Em magnitude, os maiores bulbinhos foram obtidos na bandeja de 72 células, com cinco plantas por célula (2,51 g de peso e 1,47 cm de diâmetro), não diferindo de B72-6 e B128-3. Os menores foram obtidos na bandeja de 128 células com cinco plantas por célula (1,32 g de peso e 1,17 cm de diâmetro), não diferindo de B128-4, B72-7, B72-8 e B72-9 para peso e diâmetro, e também de B288-1 para diâmetro.

 

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Poucos são os trabalhos existentes visando a produção de cebola em bandejas, havendo predominância deles para estudo da produção de mudas para posterior transplante. Entretanto, todos são concordantes com os resultados obtidos, ou seja, quanto maior o número de plantas por célula, menor o tamanho dos bulbos obtidos. Herison et al. (1993) testaram uma a três mudas/célula e observaram que quando foram transplantados torrões com uma planta/célula, produziam-se bulbos maiores do que no caso de três plantas/célula. Resultados semelhantes foram obtidos por Weerasinghe & Fordham (1994) trabalhando com uma a seis mudas/célula, ou seja, observaram que quanto maior o número de plantas/torrão, menor o tamanho dos bulbos.

O pequeno tamanho dos bulbinhos associados ao aumento da densidade de plantio pode ter ocorrido devido à competição entre plantas por espaço (volume de substrato) e nutrientes. Entretanto, não foram testadas diferentes quantidades ou concentrações de nutrientes. O manejo destas variáveis possivelmente permitiria obter bulbinhos maiores, por reduzir o efeito da competição por nutrientes.

Trabalhando em cultivo no campo, McGeary (1985) observou que as densidades de plantio testadas (178 a 1600 plantas/m2) não afetaram a uniformidade dos bulbos para conserva. No presente experimento, não se observou nenhuma tendência, nem grandes diferenças nos coeficientes de variação dentro de parcelas entre os tratamentos, que variaram de 20 a 34% para peso e de 8 a 13% para diâmetro (TABELA 1), confirmando que a densidade pouco afetou a uniformidade dos bulbinhos obtidos. Considerando-se que a faixa de tamanho ideal é para bulbinhos entre 1,0 e 2,5cm (Dias, 1966), todos os tratamentos produziram bulbinhos nesta faixa (média ± desvio padrão), demonstrando a grande uniformidade, pois praticamente não se obteve bulbinhos fora desta faixa. Estima-se um descarte de 30 a 40% dos bulbinhos com tamanho fora do padrão, devido a irregularidade da população (dentre outros fatores) quando produzidos em canteiros. Com a produção em bandejas sob ambiente protegido pode-se reduzir este descarte, o consumo de sementes e de mão de obra para classificação. Deste modo, tanto a densidade de 5 como a de 9 plantas por célula nas bandejas com 128 e 72 células, respectivamente, são as que proporcionaram a maior produtividade de bulbinhos por unidade de área, nas condições avaliadas.

Quanto ao ensaio de cultivares (TABELA 2) observou-se que é viável produzir bulbinhos de todas em bandejas. Com exceção de ‘Crioula’ (Agroflora e Granja Lotário) e ‘Houston’, que são cultivares que respondem ao fotoperíodo intermediário, todas as demais, que são de dias curtos, apresentaram 100% de bulbificação. A cultivar ‘Brownsville’ produziu os bulbinhos maiores, não diferindo estatisticamente apenas de ‘Houston’. Em condições de ambiente protegido nas quais foram realizados os experimentos (ausência de chuvas), a incidência de doenças foliares foi bem reduzida, o que possibilitou aos materiais não cerosos (‘Brownsville’ e ‘Houston’) expressar o seu potencial de crescimento. ‘Baia Periforme’ foi a que produziu bulbinhos menores, em magnitude, não diferindo estatisticamente de outros sete materiais. A diferença no tamanho dos bulbinhos entre cultivares é, provavelmente, uma característica varietal (genética), uma vez que os tratos culturais realizados foram os mesmos para todas as cultivares.

 

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O manejo da nutrição e data de semeadura pode permitir a produção de bulbinhos uniformes de diferentes tamanhos. Provavelmente, quanto antes for realizada a semeadura (dentro da época recomendada, ou seja, julho-agosto) ou maior a adubação em cobertura, principalmente com nitrogênio, maior deverá ser o tamanho dos bulbinhos. A redução do tamanho dos bulbos devido ao atraso na semeadura, foi relatado por Fröhlich & Gutezeit (1988), sendo a essência da técnica de produzir bulbinhos, isto é, semeaduras tardias, com alta densidade de plantio (Dias, 1966).

A correlação entre aplicação de nitrogênio em cobertura e tamanho dos bulbos foi relatada por Herison et al. (1993) , com aumento linear no peso de bulbos de acordo com a quantidade de nitrogênio aplicada. Para a produção de mudas, em bandejas, recomendaram a utilização de 150 mg/L de nitrogênio. Este valor foi um pouco menor que o utilizado nestes experimentos (200 mg/L). Considerando-se que as densidades avaliadas foram maiores que as utilizadas por estes autores, pode-se concluir que a quantidade de nutriente por planta não foi muito diferente. Também Rodrigues (1992) relatou aumento linear na produção de bulbos com o aumento das doses de nitrogênio aplicadas parceladamente em cobertura. Em condições de fotoperíodo elevado (20 h de luz) Kato, citado por Rodrigues (1992), observou que altas doses deste nutriente resultaram em bulbos maiores.

A grande vantagem de se produzir bulbinhos em bandejas, além da maior uniformidade, é a possibilidade de completa ausência de plantas daninhas e, principalmente, de doenças que podem ser disseminadas pelo bulbinho, como o "Mal de Sete Voltas" e a "Raiz Rosada". Para que isto ocorra é necessário a utilização de sementes, substrato e água de irrigação de qualidade, isentos de patógenos, pois estes podem ser veículos disseminadores de doenças para os bulbinhos produzidos, e destes para o campo definitivo.

Esse sistema pode não ser utilizado diretamente pelos produtores de cebola , que necessitariam de infra-estrutura com estufas e bandejas (estufa com aproximadamente 120m2 e cerca de 400 bandejas, para a obtenção de bulbinhos para plantio de um hectare). Entretanto, pode ser útil aos viveiristas que produzem mudas, principalmente quando este período (agosto a novembro) coincidir com a entressafra da produção de mudas.

Esse método também pode ser interessante para a produção de bulbinhos mais uniformes para a indústria de conservas. Nos programas de melhoramento de cebola a quantidade de sementes disponível é, às vezes, insuficiente para se produzir bulbinhos pelo sistema convencional, sendo necessário a sua multiplicação, o que pode atrasar o programa em até dois anos (tempo para se multiplicar a semente de cebola que é uma espécie bienal). Pelo método das bandejas é necessário um menor número de sementes, pois quase não há perda, nem descartes de bulbinhos, devido a maior uniformidade, levando a economia no uso de sementes.

Também pode ser utilizado no controle de qualidade de lotes de sementes, visto ser possível visualizar diferenças no nível de cera nas folhas, coloração de bulbos, capacidade de bulbificação e ciclo, dentre outras características.

 

CONCLUSÕES

• É viável a produção de bulbinhos de cebola em bandejas de poliestireno expandido (isopor).

• Todas as cultivares de "dias curtos" apresentaram 100% de plantas bulbificadas, sendo ‘Brownsville’ a que produziu bulbinhos maiores.

• Bulbinhos menores foram obtidos sob as maiores densidades de plantio.

• Bulbinhos maiores foram obtidos nas células com volume maior ou com as menores densidades de plantas, sendo o tratamento com 5 plantas por célula na bandeja de 72 células a que proporcionou a produção dos maiores bulbinhos.

• As maiores produções de bulbinhos por unidade de área foram obtidas com as maiores densidades de plantio, ou seja, 5 e 9 plantas por célula, nas bandejas de 128 e 72 células, respectivamente.

 

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Recebido para publicação em 09.06.98
Aceito para publicação em 22.03.99

 

 

1Parte da Tese de Doutorado do primeiro autor apresentada à ESALQ/USP - Piracicaba, SP.

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