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Revista Brasileira de Cineantropometria & Desempenho Humano

versão On-line ISSN 1980-0037

Rev. bras. cineantropom. desempenho hum. vol.14 no.5 Florianópolis  2012

https://doi.org/10.5007/1980-0037.2012v14n5p527 

ARTIGO ORIGINAL

 

Estilo de liderança no contexto de treinadores de natação do Paraná

 

 

Regina Alves ThonI; Patricia Carolina Borsato PassosI; Luciane Cristina Arantes da CostaI,II; Maria Eloiza Fiorese PratesI,III; José Roberto Andrade do Nascimento JuniorI; Lenamar Fiorese VieiraI,II

IUniversidade Estadual de Maringá. Programa de Pós-Graduação Associado em Educação Física UEM/UEL. Maringá, PR. Brasil
IIUniversidade Estadual de Maringá. Departamento de Educação Física. Maringá, PR. Brasil
IIIUniversidade Tecnológica do Paraná. Campus Campo Mourão, PR. Brasil

Endereço para correspondência

 

 


RESUMO

Este estudo de cunho descritivo com caráter transversal teve como objetivo investigar o estilo de liderança dos treinadores de natação do Paraná. Os sujeitos da pesquisa foram 33 atletas (67,3%) do gênero masculino, 16 atletas (32,7%) do gênero feminino e 6 técnicos. A coleta de dados ocorreu durante a realização da fase final dos Jogos Abertos do Paraná 2010. O instrumento de medida utilizado foi a Escala de Liderança no Desporto (ELD). Para análise dos dados, utilizaram-se o teste de Shapiro Wilk, Mann-Whitney, a Manova e Post Hoc de Scheffe (p<0,05). Os resultados evidenciaram que na comparação entre a percepção e a preferência dos atletas houve diferença significativa nas dimensões treino-instrução (p=0,001), reforço (p=0,008) e estilo democrático (p=0,020); atletas do gênero masculino têm maior preferência pelo estilo autocrático do que atletas do gênero feminino (p=0,031); não houve diferença significativa entre as dimensões: percepção dos atletas e a autopercepção dos treinadores. Conclui-se: os treinadores paranaenses da modalidade de natação apresentam o estilo democrático, utilizando-se do reforço e do treino instrução como recursos técnico-táticos para os seus treinamentos; na equipe campeã, o treinador apresentou perfil semelhante entre o atual e o preferido dos atletas que, segundo a literatura, seria o ideal para alcançar o sucesso esportivo.

Palavras-chave: Esportes; Liderança; Natação; Técnicos.


 

 

INTRODUÇÃO

A existência de um bom relacionamento entre as pessoas é de fundamental importância no convívio diário do homem moderno. No esporte, este aspecto não é diferente, de modo que, tratando-se de equipes esportivas, um dos principais fatores capazes de influenciar a efetividade do sucesso pode estar na interação entre os atletas de um mesmo grupo e ainda, no âmbito competitivo, pode ter influência especialmente no modo de como os treinadores se relacionam com seus atletas.

Estudos apontam que um bom líder esportivo pode oferecer um bom suporte aos seus atletas, fornecendo estratégias e recursos para alcançar seus objetivos1-3. O processo de relacionamento entre o treinador-atleta tem sido foco de investigação4-7, especialmente, em competições de alto nível, devido à necessidade de melhora do rendimento e da superação dos limites dos atletas, fazendo com que os treinadores busquem a melhoria na qualidade dos seus treinamentos.

A identificação do estilo de liderança dos treinadores no contexto esportivo representa um aspecto relevante, influenciando na satisfação e no desempenho dos atletas1. Nessa temática, algumas abordagens são utilizadas. O modelo multidimensional de liderança no esporte8 tem merecido destaque, o qual postula que a efetividade do líder esportivo pode sofrer variações, dependendo das características dos atletas e dos limites de cada situação. Esse modelo foi desenvolvido especificamente para o esporte, a satisfação e o desempenho do atleta dependem de três tipos de comportamento relacionado ao líder esportivo: requerido, preferido e real9.

Estudos apontam aspectos relacionados ao comportamento de liderança do treinador em diferentes modalidades esportivas, evidenciando a complexidade da tarefa e da liderança dos treinadores de futebol6, o perfil ideal dos treinadores de voleibol10 ou o impacto da liderança na coesão de equipes esportivas de futsal e futebol11, a tomada de decisão e liderança no basquetebol12 e, a percepção de liderança esportiva de atletas e treinadores no contexto competitivo13.

Neste contexto, torna-se importante investigar o comportamento da liderança dos treinadores, considerando as suas características situacionais, como também as dos atletas, pois as decisões tomadas pelos líderes parecem afetar nos resultados alcançados pelos demais membros do grupo. Assim, conhecendo o comportamento adotado pelo treinador e a preferência dos atletas, suas ações poderão ser otimizadas, aumentando suas possibilidades de resultados mais eficazes.

As investigações realizadas no contexto da liderança têm focado nos esportes coletivos. Em esportes individuais, na modalidade de natação, estudo recente5 observou atletas jovens praticantes de natação competitiva os quais tinham preferência por treinadores que utilizam menos apoio social e mais estratégias voltadas à correção das técnicas da modalidade, quando comparados a atletas praticantes de modalidades coletivas. Os autores verificaram que essa diferença é justificada pelo fato de que, na natação, os treinadores possuem menor número de atletas sob sua responsabilidade, o que poderia facilitar a instrução e o feedback individual aos atletas, otimizando suas habilidades. Desta forma, a lacuna do estudo está em identificar o estilo de liderança do treinador da equipe campeã e a diferença entre os gêneros. Face às considerações apontadas, este estudo teve como objetivo investigar o estilo de liderança dos treinadores de natação. Especificamente, buscou identificar o estilo do líder em função do gênero e comparar a percepção e a preferência de liderança dos atletas da equipe campeã dos JAP'S

 

PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS

Este estudo caracterizou-se como descritivo com caráter transversal. A população alvo foi constituída por atletas adultos e treinadores inscritos na fase final dos Jogos Abertos do Paraná - JAPS, totalizando 79 sujeitos. A amostra intencional constituiu-se de 49 atletas (16 do gênero feminino e 33 do gênero masculino) e 06 treinadores da modalidade de natação, sendo todos do gênero masculino, totalizando 55 sujeitos.

Como instrumento de medida para avaliação da liderança dos treinadores foi utilizada a versão originalmente desenvolvida por Chelladurai e Saleh14 , como Leardership Scale for Spors (LSS), em português como Escala de Liderança no Desporto (ELD); sua finalidade é avaliar o comportamento de liderança do treinador desportivo, utilizando três versões: percepção do treinador do seu próprio comportamento (versão autopercepção); a percepção que os atletas têm do comportamento do treinador (versão percepção) e a preferência dos atletas pelo comportamento do treinador (versão preferências).

O questionário é composto por 40 itens, relacionados ao comportamento do líder desportivo. Somente uma questão deve ser assinalada pelo participante do estudo, a qual é apresentada numa escala tipo Likert (5=Sempre; 4=Frequentemente; 3=Ocasionalmente; 2=Raramente; 1=Nunca), agrupando nesses itens 5 dimensões: "comportamento treino-instrução" (o treinador está voltado para melhoria da performance, focando treinos duros e exigentes, instruindo muito a parte técnica e tática da modalidade); "suporte social" (o treinador se interessa pelos atletas e seu bem-estar, procura propiciar um bom ambiente de grupo e favorece relações interpessoais entre os atletas); "reforço" (o treinador reforça positivamente o atleta, reconhecendo e recompensando seus bons rendimentos); "comportamento democrático" (o treinador favorece uma maior participação dos atletas nas decisões relativas aos objetivos do grupo, aos métodos de trabalho, estratégias e táticas); e "comportamento autocrático" (o treinador toma as decisões de forma independente e enfatiza a sua autoridade pessoal, e os atletas geralmente não são solicitados em tomadas de decisões). A estimativa de consistência interna do instrumento foi realizada em relação aos indivíduos avaliados, obtendo o alfa de Cronbach α= 0,51, indicando uma confiabilidade moderada aceitável de acordo com as recomendações psicométricas15. Além desde instrumento, utilizou-se o questionário sociodemográfico, para fins de dados de identificação.

Essa pesquisa está integrada ao projeto institucional (Universidade Estadual de Maringá) sob o parecer do Comitê de Ética em Pesquisa com seres humanos n.º 175/2007. Para fins de coleta de dados, os pesquisadores solicitaram autorização prévia junto a um representante da organização geral do evento. O termo de consentimento livre e esclarecido foi entregue aos atletas e treinadores e a coleta foi aplicada de forma coletiva e respondida individualmente durante a competição e em seus alojamentos.

A análise dos dados foi realizada por meio do pacote estatístico SPSS 15.0. Para verificação da normalidade, utilizou-se o teste Kolmogorov Smirnov. Como os dados não apresentaram distribuição normal, foram utilizados na apresentação dos resultados a Mediana (Md), como medida de tendência central e Quartis (Q1; Q3), como separatrizes. O Teste "U" de Mann-Whitney foi utilizado para comparação da preferência de liderança entre os gêneros (masculino e feminino) e para comparação entre a percepção e a preferência de liderança dos atletas da equipe campeã dos JAP'S. Na comparação entre percepção dos atletas, autopercepção dos treinadores e preferência dos atletas, após verificar a homogeneidade das variâncias, optou-se pela Manova, seguida do Post Hoc de Scheffe. A significância adotada foi p<0,05.

 

RESULTADOS

Na percepção dos atletas, como na autopercepção dos treinadores e na preferência dos atletas, a dimensão treino-instrução apresentou a mediana mais alta, seguida pelas dimensões reforço positivo e decisão democrática, as quais tiveram melhores resultados, tanto na preferência e percepção dos atletas como na autopercepção dos treinadores (Tabela 1).

 

 

Os resultados revelaram, também, que quando comparadas a percepção dos atletas e a preferência (comportamentos atuais e preferidos) houve diferença significativa nas seguintes dimensões: treino-instrução (p=0,001), reforço (p=0,008) e decisão democrática (p=0,020). No entanto, verificou-se, ao comparar a percepção dos atletas (comportamento atual) com a autopercepção dos treinadores, que os dados não apontaram diferenças significativas em nenhuma das dimensões.

Os resultados (Tabela 2) indicam diferenças estatísticas significativas no que se refere ao comportamento autocrático entre os atletas da modalidade natação, quando comparado os gêneros, apontando a preferência dos indivíduos do gênero masculino pelo comportamento autocrático (p=0,031).

 

 

No estilo de liderança da equipe campeã (Tabela 3), verificou-se que quando comparado a percepção (comportamento atual) e a preferência (comportamento preferido) dos atletas não houve diferença estatística em nenhuma dimensão, indicando que os resultados dos atletas não diferem do comportamento atual do treinador.

 

 

DISCUSSÃO

No contexto esportivo, um dos grandes desafios a ser enfrentado é a harmoniosa relação entre treinadores e atletas que, por vezes, a interação dos fatores pessoais e situacionais não é devidamente considerada e pode interferir no cotidiano esportivo. Chelladurai14 ao idealizar uma proposta teórica abordando o estilo multidimensional da liderança, postulou que a efetividade do líder esportivo depende das características dos atletas e das demandas situacionais.

O papel de um líder eficaz tem sido investigado a partir do modelo de inteligência emocional, evidenciando as características de sucesso dos líderes no mundo de hoje16. Aqueles que possuem inteligência emocional em qualquer contexto possuem também melhores desempenhos na gestão participativa, apresentando autoconhecimento, equilíbrio entre a vida pessoal e o trabalho, simplicidade e serenidade em suas ações, características estas importantes no papel de líder. Sobre a efetividade do líder, investigações recentes2,3 destacam que os treinadores devem tentar adequar o seu comportamento real às preferências dos atletas e aos requerimentos da situação e ao contexto17.

Um importante aspecto que os dados apontaram nessa investigação é que o estilo de liderança da equipe campeã (Tabela 3) não apresentou diferença entre o comportamento real e o preferido do treinador em nenhuma dimensão, evidenciando que os atletas estão satisfeitos com o comportamento de seu treinador. Nesse sentido, a literatura7,14 aponta que um treinador bem sucedido deve ter a preocupação em atender as necessidades dos atletas e que o ideal é que não ocorra diferença nos comportamentos das dimensões de liderança. Destacando, ainda, que esta congruência é importante para a satisfação dos membros da equipe16 e para o melhor rendimento dos atletas nadadores18.

Quando comparados os três tipos de comportamento de liderança (Tabela 1), observou-se que quando comparadas às percepções e as preferências dos atletas com a autopercepção dos treinadores, não houve diferença significativa em nenhuma dimensão avaliada. No entanto, ao analisar a percepção e preferência dos atletas, algumas dimensões demonstraram diferenças como: "treino-instrução", "reforço" e "comportamento democrático", os resultados indicaram que os atletas preferem treinadores mais voltados para melhoria do desempenho, prevalecendo o estilo de liderança "treino-instrução", o que evidencia que os atletas de natação aceitam os treinamentos árduos e cansativos propostos pelos seus treinadores. Este resultado encontra suporte em um estudo6 recente o qual reforça que em alguns esportes específicos o fornecimento de instruções claras e reforço positivo são componentes chaves para um bom desempenho da equipe.

A preferência pelo "reforço" é apontada na literatura19 como a dimensão mais preferida, evidenciando que, à medida que aumenta a habilidade e o nível de competição, os treinadores tendem a reduzir as ações humanitárias com os atletas, reduzindo o enfoque na dimensão de suporte social. Estes resultados sugerem que a preferência dos atletas é pelo treinador um pouco mais exigente nas instruções técnicas e táticas da modalidade, incentivando seus atletas através do reforço positivo.

No contexto dos esportes coletivos, treinadores com estilo autocrático prevalecem, entretanto, nos esportes individuais, o estilo democrático é preferido pelos atletas20. Este achado vai ao encontro dos resultados deste estudo (Tabela 1); como também com uma pesquisa21 realizada com atletas de esportes coletivos, no qual foi verificado que os esportistas preferem um estilo de liderança mais autocrático quando comparados a esportes como natação e boliche. No entanto, em pesquisa17 com atletas de futsal, o estilo de liderança democrático foi o preferido e adotado pelos treinadores. Esses achados contraditórios destacam a importância da análise do contexto.

A partir dos resultados encontrados (Tabela 2), percebeu-se que os atletas do gênero masculino têm maior preferência pelo comportamento autocrático do que atletas do gênero feminino. Semelhante a este achado, estudos9,22 têm verificado que as atletas femininas têm preferência pelo treinador com comportamento democrático. Em estudos realizados por Gomes et al.11 , observou-se que homens e mulheres da mesma modalidade de futebol e futsal avaliam e preferem comportamentos distintos nos seus treinadores. Em outro estudo, Sonoo et al.3 constataram diferença significativa na dimensão comportamento autocrático, destacando a preferência dos atletas do gênero masculino pela tomada de decisão centrada no técnico.

A importância da liderança e da satisfação no âmbito esportivo tem sido alvo de investigações em diferentes modalidades, ressaltando a importância de uma equipe identificar seus líderes direcionados à tarefa, ao contexto social e ao ambiente externo23, reforçando a importância de investigar o estilo de liderança e propiciar, assim, um ambiente mais interativo aos atletas.

 

CONCLUSÃO

Em síntese, os resultados do estudo reforçam a necessidade dos treinadores conhecerem as necessidades de seus atletas, considerando tanto as características da modalidade quanto da situação, para que estratégias sejam adotadas e ajustadas pelo treinador. Uma variável muito importante a ser ressaltada é que os melhores resultados (equipe campeã) demonstraram satisfação em relação ao estilo de liderança do treinador, reforçando a importância da consciência dos treinadores e da sua conduta comportamental frente a uma equipe esportiva.

Conclui-se que os treinadores paranaenses da modalidade de natação necessitam reajustar algumas dimensões no seu perfil de liderança, visto que é um grande desafio adaptar o estilo de liderança às situações especificas, no entanto, na equipe campeã o treinador apresentou perfil semelhante entre o atual e o preferido dos atletas, consequência esta fundamental para alcançar o sucesso esportivo.

Como limitações, destaca-se que os resultados não podem ser generalizados para toda a realidade brasileira, uma vez que foram avaliados apenas atletas e técnicos do estado do Paraná, entretanto, por terem sido os principais atletas e técnicos do estado e que participam de competições estaduais e nacionais, a amostra se mostrou significativa. Outra limitação encontrada é de que a Escala de Liderança do Desporto ainda não foi validada para o Brasil, sendo que foi utilizada no presente estudo a versão adaptada por pesquisadores de Portugal.

Sugere-se que futuros estudos sejam realizados nesta temática, buscando comparar diferentes níveis de desempenho entre modalidades coletivas e individuais, como também realizar investigações estabelecendo relações entre liderança e satisfação de atletas.

 

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Endereço para correspondência:
Regina Alves Thon
Rua Ermelindo Leão,186, Zona 5
CEP 87015-090 - Maringá, PR. Brazil
E-mail: registhon@hotmail.com

Recebido em 30/08/11
Revisado em 05/03/12
Aprovado em 28/04/12

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