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Jornal da Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia

On-line version ISSN 2179-6491

J. Soc. Bras. Fonoaudiol. vol.23 no.3 São Paulo July/Sept. 2011

http://dx.doi.org/10.1590/S2179-64912011000300003 

ARTIGO ORIGINAL ORIGINAL ARTICLE

 

Proposta para determinação do tipo facial a partir da antropometria

 

 

Rossana Ribeiro RamiresI; Léslie Piccolotto FerreiraII; Irene Queiroz MarchesanIII; Débora Martins CattoniIII; Marta Assumpção de Andrada e SilvaII

IPrograma Pós-graduação (Mestrado) em Fonoaudiologia, área de concentração Clínica Fonoaudiológia, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – PUC-SP – São Paulo (SP), Brasil
IIPrograma Pós-graduação em Fonoaudiologia, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – PUC-SP – São Paulo (SP), Brasil
IIICEFAC – Pós-Graduação em Saúde e Educação – São Paulo (SP), Brasil

Endereço para correspondência

 

 


RESUMO

OBJETIVO: Descrever índices e proporções orofaciais de adultos, segundo tipo facial e gênero, e verificar a possibilidade de estabelecer uma forma classificação da face, a partir da antropometria.
MÉTODOS: Participaram deste estudo prospectivo 105 adultos, leucodermas, 34 (32,4%) homens e 71 (67,6%) mulheres, de 20 a 40 anos, pacientes de uma clínica particular de ortodontia de Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil. Os achados da análise cefalométrica que constavam em suas documentações ortodônticas foram utilizados para determinação do tipo facial. Os indivíduos divididos em gêneros e tipos faciais foram submetidos à coleta de algumas medidas antropométricas faciais por meio de paquímetro. Essas medidas foram comparadas a seis variáveis: índice facial, índice facial inferior, índice facial superior, proporção queixo-face, proporção do queixo e proporção mandibular.
RESULTADOS: Os valores médios das variáveis obtidas dos indivíduos divididos em gêneros e tipos faciais que apresentaram diferenças foram: índice facial, índice facial inferior, índice facial superior e proporção mandibular, para o gênero masculino, e proporção mandibular, para o feminino. Para se predizer os tipos faciais, houve diferença entre índice facial, índice facial superior e proporção mandibular para o tipo dolicofacial, para o gênero masculino; e proporção mandibular para o tipo dolicofacial e índice facial inferior para o braquifacial, para o gênero feminino.
CONCLUSÃO: Alguns índices e proporções orofaciais apresentam variações de acordo com os tipos faciais e gêneros. De maneira geral, as variáveis antropométricas desta pesquisa não apresentam boa habilidade preditiva para se determinar os tipos faciais.

Descritores: Face/anatomia & histologia, Antropometria, Dimensão vertical, Avaliação, Diagnóstico, Adulto


 

 

INTRODUÇÃO

A face humana, com suas estruturas ósseas e musculares, apresenta características próprias e peculiares. Pode ser classificada basicamente em três tipos, os quais têm relação com o crescimento e a variação do formato e da configuração craniofacial, tanto no sentido vertical quanto no sentido horizontal. Uma forma de classificação que leva em consideração o sentido vertical da face, a divide nos tipos: longa ou dolicofacial, média ou mesofacial e curta ou braquifacial(1-5).

Diagnosticar o tipo facial é importante, pois cada um deles apresenta características próprias de acordo com oclusão dentária, harmonia facial e musculatura orofacial(1). Sabe-se que esses aspectos influenciam diretamente as funções de mastigação, deglutição, voz, respiração e fala o que consequentemente afeta o trabalho do fonoaudiólogo. O exame mais utilizado para a determinação do tipo de face é a cefalometria, que não é solicitada pelo fonoaudiólogo.

Na Fonoaudiologia, atualmente, medidas quantitativas da face têm sido cada vez mais utilizadas para avaliação, diagnóstico, prognóstico e planejamento terapêutico(6), principalmente na área da motricidade orofacial(7,8). A mensuração do corpo humano, objeto de estudo da ciência denominada antropometria, envolve basicamente localização de pontos e execução de medições de forma não invasiva e de baixo custo(9), direta ou indiretamente(8,10). Essas medições são importantes para documentação clínica, estudos científicos e diagnóstico craniofacial(6,11).

O objetivo deste estudo foi descrever alguns índices e proporções orofaciais de adultos, segundo tipo facial e gênero, e verificar a possibilidade de estabelecer uma forma de classificação da face, a partir da antropometria.

 

MÉTODOS

Participaram deste estudo prospectivo 105 adultos, leucodermas1, 34 (32,4%) homens e 71 (67,6%) mulheres, com idades entre 20 e 40 anos. A coleta dos dados foi realizada com pacientes de uma clínica particular de ortodontia de Belo Horizonte (MG). Foi adotado como critério de inclusão possuir documentação ortodôntica e de exclusão apresentar histórico de cirurgia ortognática e/ou pertencer às raças negra, oriental ou indígena.

A partir da análise cefalométrica de Ricketts que constava na documentação ortodôntica, os sujeitos foram classificados quanto ao tipo de face: dolicofacial (índice VERT menor que -0,5), mesofacial (valores entre -0,5 e +0,5) e braquifacial (VERT maior que +0,5). O índice VERT ou coeficiente vertical da face representa um valor calculado a partir de cinco grandezas cefalométricas (altura facial inferior, profundidade facial, ângulo do eixo facial, ângulo do plano mandibular e arco mandibular) mensuradas em traçados sobre telerradiografias em norma lateral(12).

Para coleta das medidas antropométricas orofaciais, foram marcados como referência na face do participante, com caneta de retroprojetor preta, oito pontos faciais: násio (n) – localizado na maior depressão entre a região frontal e o nariz; mentoniano (me) – ponto mais inferior do contorno do mento; zigomático (zi) – ponto mais lateral de cada arco zigomático; subnasal (sn) – localizado na intersecção da margem inferior da base do nariz com o lábio superior; supramentoniano (b) – ponto de maior concavidade do sulco do perfil mole da mandíbula; estômio (sto) – localizado na união do lábio superior com o inferior; condílio (cd) – ponto mais superior da cabeça do côndilo da mandíbula; e gônio (go) – ponto do ângulo da mandíbula, entre a margem posterior do ramo ascendente e a base mandibular(9).

Em seguida, por meio do uso de paquímetro de metal digital da marca Digimess 100.174BL/Pró-fono®, com grau de acurácia de ±0,02 milímetros (mm) e reprodutibilidade de 0,01 mm, foram coletadas sete medidas antropométricas faciais: altura facial anterior (n-me), distância bizigomática (zi-zi), altura do terço facial inferior (sn-me), altura da face média (n-sto), altura do queixo (b-me), altura da face inferior (sto-me) e altura facial posterior (cd-go). Para a medição da distância bizigomática (zi-zi), foi utilizado um prolongamento de dez centímetros adaptado ao paquímetro. Todas as medidas foram coletadas pela mesma fonoaudióloga pesquisadora e mensuradas por três vezes. Foi realizada a média aritmética dos valores obtidos. A partir das medidas coletadas, foram calculadas seis variáveis: índice facial (n-me/zi-zi); índice facial inferior (sn-me/zi-zi); índice facial superior (n-sto/zi-zi); proporção queixo-face (b-me/n-me); proporção do queixo (b-me/zi-zi); e proporção mandibular (sto-me/cd-go).

Os sujeitos permaneceram com dentes ocluídos em posição habitual, em posição sentada, costas apoiadas suavemente no encosto da cadeira sem braços, pés apoiados no chão, braços soltos ao longo do corpo e cabeça em posição natural. Ao final de cada coleta, as hastes do paquímetro foram lavadas com água e detergente e desinfetadas por meio da fricção de algodão embebido com álcool etílico hidratado.

Os resultados foram cruzados e analisados segundo: gênero; tipo facial obtido por meio da análise cefalométrica; proporções e índices orofaciais. Para análise estatística foram utilizados os testes ANOVA (análise de variância) e de Kruskal-Wallis, ambos com nível de significância (p) de 5%. Além disso, foi utilizada a análise da área sob a curva ROC que teve como intuito verificar a possibilidade de se estabelecer uma forma de predizer o tipo facial apenas a partir de índices e proporções orofaciais. Nesse caso, foi considerada significativa área sob a curva ROC maior que 0,5 e valor de p menor que 0,05.

Todos os participantes leram e assinaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE). Este estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, sob o número 0021/2006.

 

RESULTADOS

A partir dos achados cefalométricos, o tipo facial mais frequente foi o braquifacial (n=41; 39,1%) e o menos frequente, o dolicofacial (n=27; 25,7%). Na população estudada, foram realizadas sete medições antropométricas orofaciais, que totalizaram uma coleta de 735 medidas. Também foram calculados três índices e três proporções, que totalizaram 630 resultados (Tabelas 1, 2, 3 e 4).

Foi apresentada a descrição dos valores obtidos a partir dos índices e proporções antropométricas calculadas para o gênero masculino. Tais dados foram comparados à classificação do tipo facial obtido por meio da análise cefalométrica (Tabela 1). Os dados mostram que três índices e uma proporção facial apresentaram diferenças entre as médias dos grupos: índice facial, índice facial inferior, índice facial superior e proporção mandibular.

Os valores dos índices e proporções antropométricas calculados para o gênero feminino foram comparados à classificação do tipo facial obtido a partir da análise cefalométrica (Tabela 2). Os dados mostram que apenas uma das seis variáveis, a proporção mandibular, apresentou diferença significativa entre as médias dos grupos.

Foi realizado o cálculo da habilidade preditiva dos índices e proporções faciais para definição dos tipos de face. A sensibilidade e o valor preditivo positivo dizem respeito à chance de a pessoa apresentar determinado tipo facial. Em contrapartida, a especificidade e o valor preditivo negativo estão relacionados à chance de a pessoa não possuir um tipo específico de face (Tabelas 3 e 4).

Para o gênero masculino, as variáveis consideradas boas preditoras para determinação do tipo dolicofacial foram: índice facial (área sob a curva ROC=0,886, p=0,002); índice facial superior (ROC=0,894, p=0,002); e proporção mandibular (ROC=0,825, p=0,009) (Tabela 3).

Em relação ao gênero feminino, a proporção mandibular (ROC=0,761, p=0,001) foi considerada boa para predizer o tipo dolicofacial e o índice facial inferior (ROC=0,683, p=0,011) para o tipo braquifacial (Tabela 4).

Dessa forma, foram obtidos dados confiáveis para se determinar alguns tipos faciais: dolicofacial em homens; dolicofacial e braquifacial em mulheres. A partir dos dados obtidos neste estudo, pode-se dizer que um homem é dolicofacial se apresenta o valor do índice facial (n-me/zi-zi) maior ou igual a 1,01(valor do ponto de corte), índice facial superior (n-sto/zi-zi) maior ou igual a 0,5 e proporção mandibular (sto-me/cd-go) maior ou igual a 0,95. Em contrapartida, uma mulher provavelmente é dolicofacial se apresenta proporção mandibular (sto-me/cd-go) maior ou igual a 0,96 e braquifacial se o índice facial inferior (sn-me/zi-zi) é menor que 0,5.

De acordo com os dados, a proporção queixo-face (b-me/n-me) e a proporção do queixo (b-me/zi-zi) não foram consideradas boas preditoras para nenhum tipo facial em nenhum dos gêneros.

 

DISCUSSÃO

Participaram deste estudo apenas indivíduos leucodermas, assim como em vários estudos(4,11,13-19). Isso se deve à variação das estruturas craniofaciais de acordo com as raças, observada em algumas pesquisas(20-24).

Alguns estudos basearam-se na antropometria para determinar o tipo facial a partir da utilização de: índice morfológico da face (razão entre altura facial anterior e distância bizigo­-
mática)(25,26); índice cefálico (razão entre comprimento e largura total da cabeça)(20,27); e índice facial (razão entre altura facial vertical e largura horizontal facial máximas)(24). Mas a maioria desses estudos não especificou como foi realizada a coleta dos dados ou os valores utilizados como referência.

Em outro estudo(28), três índices e três proporções antropométricas, obtidas de forma indireta em indivíduos caucasianos norte-americanos, foram utilizadas com intuito de se verificar a tendência de uma pessoa em apresentar determinado tipo de face. Por se basear em vários índices e proporções e para proporcionar posterior comparação, essas variáveis foram adaptadas e aplicadas na presente pesquisa.

Foram observados valores médios do índice facial semelhantes entre os gêneros e inferiores aos resultados obtidos em outro estudo(28). Esse índice foi obtido da razão entre uma medida facial vertical e outra horizontal. De acordo com a literatura(1,27), os dolicofaciais caracterizam-se por face longa e estreita e os braquifaciais, por face curta e larga. Por isso, era esperado que os valores seguissem a ordem de dolicofa-cial>mesofacial>braquifacial, como observado nos homens desta pesquisa.

Para o índice facial inferior (sn-me/zi-zi), os valores médios calculados neste estudo foram menores para o gênero masculino. Para ambos os gêneros, os valores, maiores que os resultados obtidos outra pesquisa(28), seguiram a ordem de braqui­facial>mesofacial>dolicofacial. A ordem deveria ser inversa porque o tipo dolicofacial caracteriza-se por terço facial inferior mais longo e face estreita, o oposto do braquifacial, terço facial inferior curto e face larga(1,2,27).

Quanto ao índice facial superior (n-sto/zi-zi), os valores médios foram maiores para homens no tipo dolicofacial e menores no mesofacial e braquifacial. Os valores médios, superiores aos de outras pesquisas(20,28), seguiram a ordem de dolicofacial>meso­facial>braquifacial, o que condiz com a literatura, pois o terço facial médio é mais longo e estreito para os dolicofaciais, e curto e largo para os braquifaciais(1,27,29).

No que diz respeito às proporções queixo-face (b-me/n-me) e queixo (b-me/zi-zi), os valores médios não seguiram a ordem esperada de dolicofacial>mesofacial>braquifacial. As médias da proporção queixo-face, menores para o gênero masculino, apresentaram valores similares aos de outro estudo(28). E as médias da proporção do queixo, maiores para os homens, apresentaram valores maiores aos encontrados em outra pesquisa(28).

Quanto à proporção mandibular (sto-me/cd-go), as médias foram maiores para homens no tipo dolicofacial, menores no mesofacial e iguais ao feminino no braquifacial. Os valores, relativamente maiores aos achados de outra pesquisa(28), seguiram a ordem esperada de dolicofacial>mesofacial>braquifacial, pois o indivíduo dolicofacial caracteriza-se por altura do ramo mandibular menor que o braquifacial(27).

Em relação à possibilidade de se utilizar apenas índices e proporções faciais para se determinar os tipos faciais, observou-se que, de maneira geral, as variáveis antropométricas utilizadas nesta pesquisa não apresentaram boa habilidade preditiva para esse fim. Sugere-se, para estudos subsequentes, que a coleta seja feita com uma amostra maior e que sejam incluídos o índice morfológico da face(25-26), o índice da altura facial(20,27) e o índice cefálico(24), com comparação dos achados à classificação facial obtida por meio da cefalometria.

Deve-se deixar claro que não foi o objetivo desta pesquisa propor uma padronização na forma de se determinar o tipo de face, visto que cada tipo de análise, seja cefalométrica ou antropométrica, carrega consigo conceitos, objetivos e resultados próprios. Além disso, os achados dizem respeito a uma população e raça específicas. Entretanto, o estudo da face e de suas proporções é fundamental para a verificação e obtenção do equilíbrio facial(2,30). Por esse motivo, é importante a utilização de índices e proporções faciais, não apenas com o intuito de classificar a face, mas também para avaliação e planejamento terapêutico fonoaudiológico de cada caso.

 

CONCLUSÃO

Alguns índices e proporções orofaciais apresentam variações de acordo com os tipos faciais. Essas diferenças podem ser notadas em maior número de variáveis do gênero masculino que do feminino.

De maneira geral, as variáveis antropométricas desta pesquisa não apresentam boa habilidade preditiva para se determinar os tipos faciais.

 

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Endereço para correspondência:
Rossana Ribeiro Ramires
Av. Nove de Julho, 520, Sala 12, Vila Adyana, São José dos Campos (SP), Brasil, CEP: 12243-001.
E-mail: rossana_ramires@yahoo.com.br

Recebido em: 15/9/2010
Aceito em: 10/3/2011

 

 

Trabalho realizado no Programa de Estudos Pós-Graduados em Fonoaudiologia, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – PUC – São Paulo (SP), Brasil, com bolsa concedida pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES).
1 Leuco- (gr. leukós): exprime a ideia de branco; derma (gr. dérma): pele, couro. (Michaelis - Moderno Dicionário da Língua Portuguesa. [Internet]. São Paulo: Melhoramentos; 2009. [citado 2010Nov]; Disponível em: http://michaelis.uol.com.br/moderno/portugues/index.php?lingua=portugues-portugues).

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