Open-access THE IMPACT OF KNOWLEDGE ABSORPTION CAPACITY ON ENTREPRENEURIAL ORIENTATION AND SUSTAINABILITY IN THE HOTEL SECTOR

tva Turismo: Visão e Ação Tur., Visão e Ação 1983-7151 Universidade do Vale do Itajaí Abstract: The main objective of this study is to analyze the influence of absorption capacity and entrepreneurial orientation on economic, social and environmental sustainability in the hotel sector in tourist regions of Santa Catarina. This is a research is quantitative and descriptive, of the survey type, focusing on original primary data. The Structural Equation Modeling technique was used to test the hypotheses, through the software program SmartPLS3.0. The results indicate that the sustainability construct is directly and positively influenced by absorption capacity (ACAP) and by entrepreneurial orientation (EO), and that the EO receives a direct and positive effect of ACAP. Also, these relationships are determined by the classification of the accommodation establishment. The originality of this study lies in its deepening of the influence of ACAP on entrepreneurial orientation, and of both constructs on sustainability. It will also provide support to entrepreneurs in the accommodation sector in tourist destinations, indicating the importance of acquiring knowledge from outside the company that, when absorbed, will enable improvements in entrepreneurial action and the adoption of sustainability practices in the sector. INTRODUÇÃO A importância do setor de Turismo em Santa Catarina é incontestável. O turismo representa, para Santa Catarina, 12,5% do PIB estadual, gerando emprego e renda e os empresários hoteleiros estão atentos ao cenário promissor (SANTUR, 2020) existindo uma série de desafios para que o setor efetive seu papel de catalisador do desenvolvimento econômico e social no Estado. No turismo, o setor hoteleiro representa importante papel, pois é um dos elos do turista com o local turístico. O setor hoteleiro foi escolhido como contexto de pesquisa para este estudo, porque o turismo se tornou uma fonte essencial de riqueza em muitos países. Esse papel proeminente do turismo tem levado ao interesse de pesquisadores sobre o comportamento das empresas a partir dos seus recursos e capacidades internas (Omerzel & Jurdana, 2016). Entretanto, boa parte do potencial de pesquisa em destinos turísticos ainda continua inexplorada, sendo poucas focadas no setor hoteleiro (Tajeddini, 2010). Dessa forma, como afirmam Camison e Monfort-Mir (2011), Williams e Shaw (2011), existe um corpo emergente de pesquisa quando se reconhece as peculiaridades do turismo. Embora a gestão do conhecimento tenha se tornado foco de pesquisas nos últimos 20 anos como uma das perspectivas de gestão, no setor de turismo não alcançou o mesmo volume de pesquisas empíricas (Kim & Shim, 2017). Autores têm analisado o compartilhamento de conhecimento entre empresas do setor de turismo. No entanto, o turismo em comparação com outros campos de estudo ainda carece de pesquisas sobre capacidade de absorção de conhecimento (Molina-Morales & Martínez-Fernández, 2010; Zach & Hill, 2017) como facilitador do compartilhamento de conhecimento (Maggioni, Marcoz, & Mauri, 2014). Thomas e Wood (2015) arguem que a capacidade de absorção avançou teoricamente sem considerar as peculiaridades do turismo e empreendimentos turísticos. Os autores afirmam que estudos de capacidade de absorção conduzida entre grandes empresas manufatureiras burocráticas podem, portanto, ser de grande valor para os interessados na dinâmica da indústria hoteleira. Nesse sentido, a elaboração de estratégias competitivas, por parte desse setor, precisa considerar o conhecimento do contexto de atuação (Wang & Ang, 2014). Conhecimento este, obtido pelo processo de absorção de novos conhecimentos oriundos do desenvolvimento da capacidade absortiva (Cohen & Levinthal, 1990). Nestes contextos de estudos, a busca pela sustentabilidade no setor hoteleiro ainda precisa ser estudada, pois lacunas ainda estão presentes, em especial, sobre o impacto do conhecimento nela (Núñes-Rios et al., 2020). Delmas, Hoffmann e Kuss (2011) mostraram que a capacidade de absorção facilita a adoção de estratégias ambientais bem-sucedidas, porque as empresas precisam combinar informações de várias fontes que, muitas vezes, são externas a elas. Embora os principais conceitos do processo de absorção de informações e seu impacto na sustentabilidade estão estabelecidos, pouca pesquisa foi realizada especificamente nos contextos de turismo, ou hospitalidade (Shaw & Williams, 2009; Thomas & Wood, 2014). Ainda, a pesquisa de campo demonstrou os desafios envolvidos no entendimento de como as capacidades podem influenciar a busca pela sustentabilidade em pequenas e médias empresas de turismo (PMETs). Além disso, a capacidade de absorção é uma estratégia que contribui para a capacidade de uma empresa adquirir e criar conhecimento (Lane et al., 2006; Liao et al., 2010). Isso, por sua vez, permite que as empresas fortaleçam as capacidades de inovação e a vantagem competitiva (Zahra & George 2002). Além disso, o ambiente dinâmico tem exigido proatividade das empresas na identificação de oportunidades, fazendo-se necessário que elas também desenvolvam e mantenham aquilo que Lumpkin e Dess (1996) apontam como orientação empreendedora. A capacidade de absorção tem sido amplamente ignorada ou tem sido tangencial à pesquisa conduzida por acadêmicos com interesse em turismo (Carlborg, Kindström, & Kowalkowski, 2014; Hjalager, 2015; Weidenfeld, Williams, & Butler, 2010). Thomas e Wood (2015) corroboram a opinião dos autores acima quando afirmam que poucos estudos têm abordado a orientação empreendedora em conjunto com a capacidade de absorção em empreendimentos turísticos. Este artigo responde ao chamado de pesquisa para analisar a orquestração de capacidades (Child & Hsieh 2014) para desenvolver a orientação empreendedora organizacional em determinadas condições ambientais e determinados setores (Short et al., 2008). Van Doorn et al. (2017) propõem que é necessário aprofundar o impacto das capacidades, aqui focado na capacidade absortiva do conhecimento na orientação empreendedora. Nos últimos anos, tem-se assistido a um aumento do número de estudos que tratam do empreendedorismo na indústria da hotelaria e turismo (Claudy et al., 2016; Solvoll et al., 2015). Schweiger et al. (2019) afirmam que seria importante complementar tais estudos nessa indústria, identificando novas relações da orientação empreendedora com outros constructos e também em contextos setoriais e geográficos pouco estudados, como é o caso do setor de hospedagem no estado de Santa Catarina, e em países em desenvolvimento, como é o Brasil. Criado-Gomis et al. (2017) afirmam que mais investigações devem ser desenvolvidas, especialmente, no setor de turismo, no qual os aspectos sociais e culturais têm fortes implicações. Este estudo preenche essa lacuna examinando as dimensões da orientação empreendedora no setor hoteleiro (Hernández-Perlines, 2016; Hernández-Perlines, Ariza-Montes, Han, & Law, 2019). Com base na argumentação das lacunas existentes quando dos estudos sobre os constructos propostos, este estudo tem a seguinte pergunta de pesquisa: Qual a influência da capacidade absortiva e da orientação empreendedora na sustentabilidade econômica, social e ambiental no setor hoteleiro das regiões turísticas catarinenses? Para responder a esse questionamento, o principal objetivo do estudo foi analisar a influência da capacidade absortiva e da orientação empreendedora na sustentabilidade econômica, social e ambiental, no setor hoteleiro das regiões turísticas catarinenses. Trata-se de uma pesquisa quantitativa, com uso de Modelagem de Equações Estruturais, que contribui para a literatura de capacidade absortiva, orientação empreendedora e sustentabilidade. Muito do que é conhecido em relação à sustentabilidade vem de grandes empresas e multinacionais (Aykol & Leonidou, 2015; Roxas et al., 2017). Concentrando-se em saber se as empresas pequenas no setor de turismo se envolvem na orientação para a sustentabilidade, este estudo preenche uma lacuna na literatura limitada sobre orientação empreendedora e capacidade absortiva de pequenas empresas em países em desenvolvimento (Aykol & Leonidou, 2015; Roxas et al., 2017). Este estudo contribui gerencialmente com empreendedores do setor de hospedagem em destinos turísticos, ao passo que identificou que é necessário manter atenção aos conhecimentos que estão fora da empresa e que possibilitam melhorias na adoção de práticas de sustentabilidade no setor. Ainda, contribui academicamente, mostrando a capacidade absortiva e a orientação empreendedora como precedentes da sustentabilidade econômica, social e ambiental. Isto é, uma vez que o gestor do setor de hospedagem em destinos turísticos busca novos conhecimentos externos, aprimora sua orientação empreendedora e desenvolve práticas de sustentabilidade. As atividades turísticas, ao mesmo tempo em que são possibilidades de empreendedorismo e aprendizagem, requerem, em especial dos gestores públicos e privados, a adoção de práticas que reduzam os impactos negativos ambientais (Oliveira, 2013). Um grande desafio para governos, instituições privadas, estudiosos e planejadores, consiste em promover o desenvolvimento de um turismo mais sustentável em termos ambientais, socioculturais e econômicos (Silveira, 2005). Nesse estudo, analisamos o alinhamento entre capacidade absortiva de conhecimento (ACAP), orientação empreendedora (OE) e sustentabilidade. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA Sustentabilidade no setor hoteleiro A partir da década de 1980, tornaram-se mais frequentes as discussões sobre sustentabilidade, bem como a adoção de ações para alcançá-la (Davies & Chambers, 2018; Belz & Binder, 2015; Xu & Gursoy, 2015). Cada vez mais, a noção de sustentabilidade tem recebido considerável interesse no meio acadêmico, de negócios, no governo e na sociedade. Além disso, o termo sustentabilidade passou a ser percebido como um conceito de triple bottom line (TBL), que se refere a uma melhoria sincronizada nos aspectos econômicos, sociais e ambientais do desempenho empresarial (Ferro et al., 2019; Elkington, 1999). Este estudo utiliza, portanto, o TBL. Enquanto a maioria das pesquisas em sustentabilidade tem sido conduzida no contexto do mundo desenvolvido, o interesse pelo tema está crescendo no mundo em desenvolvimento (Buckley et al., 2017; Jamali & Karam, 2016). Globalmente, a indústria hoteleira tem se tornado mais consciente de seus impactos na sociedade e na natureza ambiente (Goldstein & Primlani, 2012). De acordo com Melissen et al. (2016, pág. 231), “o impacto social, cultural, ambiental e econômico da hotelaria é alto. Consequentemente, as iniciativas de sustentabilidade desta indústria podem contribuir significativamente para o desenvolvimento sustentável, mitigando os resultados negativos ligados às suas operações”. Segundo Leal (2012), a atividade turística por si, é consumidora de espaço e causadora de impactos, devido à expansão permanente de infraestruturas (construção de hotéis, restaurantes, resorts, parques e áreas de estacionamento), que podem afetar diretamente o território e a biodiversidade local. Para Borges (2010), a prestação de serviços é o produto mais importante da hospitalidade, a hotelaria incluída, apresentando uma gama de atividades que acabam por gerar impactos ambientais positivos e negativos. Nesse contexto, não é diferente a preocupação do setor hoteleiro catarinense com a adoção de práticas sociais e ambientais para abordar as preocupações de sustentabilidade. Para ser sustentável, a atividade turística precisa viabilizar a economia de longa durabilidade, respeitar a autenticidade sociocultural da sociedade e usar de forma consciente os recursos naturais existentes (Elmo, Arcese, Valeri, Poponi, & Pacchera, 2020; Katja, Miroslav, Barbara, & Doris, 2014; Ruschmann, 2008). Bohdanowicz (2005) apontou que o desenvolvimento do turismo e, em consequência, da hotelaria, depende constantemente da qualidade ambiental e disponibilidade de recursos naturais, visto que a maioria dos destinos turísticos é dependente disso. Os argumentos teóricos favoráveis ao turismo sustentável estão apresentados, contudo, a ação englobando tais argumentos ainda não está totalmente implantada (Lansing & Vries, 2007). Isso se deve, em parte, ao fato de que, apesar de sua rápida ascensão, o elo entre turismo e sustentabilidade ainda está em evolução (Vázquez, Tirado-Valencia, & Ruiz-Lozano, 2021). Cada vez mais, os destinos turísticos precisam manter atenção para oferecer uma experiência primorosa para atrair turistas, de modo a gerar desenvolvimento para a comunidade local, garantir preservação ambiental e gerar lucros para o setor (Durán-Román, Cárdenas-Garcia, & Pulido-Fernández, 2021). O turismo sustentável precisa estar ancorado em informações que garantam confiabilidade quanto aos aspectos sustentáveis. Se faz necessário existirem normas oficiais que ajudem as empresas a executar seu trabalho na direção correta e, ao mesmo tempo, sintam apoio oficial para seu engajamento, quanto aos conceitos e práticas de turismo sustentável (Swarbrooke, 2000). Atingir sustentabilidade no turismo exige cada vez mais conhecimento profundo da dinamicidade e das especificidades ligadas ao setor, e consciência referente aos impactos gerados (Vázquez et al., 2021). Pérez-López et al. (2015) indicam que as empresas têm demonstrado uma postura de maior preocupação com os diversos problemas socioambientais, motivadas pela cobrança oriunda das leis, e também pelo anseio da própria sociedade e daqueles que consomem tal serviço. Destaca-se também que a realidade estabelecida a partir da covid-19, além de apresentar uma série de desafios para as empresas que atuam junto ao turismo, em especial hotéis e similares, também sinalizou uma série de mudanças, relacionadas à sustentabilidade (Jones & Comfort, 2020). No setor turístico, os hotéis possuem relevante importância, pois são eles os responsáveis por reter os turistas em determinado local possibilitando que permaneçam por maior tempo (Chon & Sparrowe, 2003). As hospedagens que prestam serviços em locais turísticos, na busca por tornar a sustentabilidade uma realidade, precisam manter atenção para gerenciar os recursos que possuem, considerando os benefícios e os custos sociais, econômicos e ambientais (Wojciechowska-Solis, Kobyłka, & Gawryluk, 2021; Agyeiwaah, 2019). Equilibrar as dimensões econômicas, sociais e ambientais é um desafio apresentado pela maior parte das pesquisas que são realizadas em locais turísticos (Dunk et al., 2016; Ahmad et al., 2014; Tucker & Lunch, 2005). Segarra-Onã et al. (2012) identificou que hotéis que adotam práticas de sustentabilidade com uso da ISO 14001 apresentam desempenho econômico superior, em relação aqueles que não utilizam. Dentre as práticas voltadas para a sustentabilidade, que são adotadas pelos hotéis em regiões turísticas, tem-se ações econômicas como satisfação dos clientes e incentivo as compras locais, visando a aumentar a taxa de retorno dos clientes (Agyeiwaah, 2019). O autor destaca as ações sociais como interação com a comunidade, aproximação com os costumes e idiomas locais, de modo a construir relacionamentos, e ainda, ações ambientais como separação de resíduos, reuso, cuidado com a utilização da água e da energia elétrica buscando reduzir ações dispendiosas, reduzir custos e manter os recursos. As ações de sustentabilidade adotadas pelos hotéis em regiões turísticas estão relacionadas a planejamento de longo prazo que possibilite promover a responsabilidade das partes interessadas (Wojciechowska-Solis, Kobyłka, & Gawryluk, 2021). Isso requer empenho das pessoas e organizações, pois há necessidade de constantemente inovar e implantar práticas que gerem sustentabilidade. O estudo da gestão da informação e do conhecimento começou a ganhar espaço no turismo, como apontava Cooper (2006). Além disso, o campo de pesquisa tem demonstrado os desafios envolvidos no uso da sustentabilidade em modelos de inovação para prever o comportamento em pequenas e médias empresas de empreendimentos turísticos (SMTEs). Este estudo sugere que a capacidade de absorção de uma empresa explicará, em parte, como as empresas do setor hoteleiro das regiões turísticas catarinenses adquirem conhecimento na busca da sustentabilidade. Para desenvolver novas práticas sustentáveis há necessidade, como enfatizam Begnini, Carvalho e Rossetto (2021), de buscar novos conhecimentos e informações no ambiente externo, sendo um caminho desenvolver sua capacidade absortiva. Capacidade Absortiva (ACAP) Capacidade absortiva (ACAP) foi definida como a habilidade da empresa reconhecer a informação externa, assimilá-la e aplicá-la para fins comerciais (Cohen & Levinthal, 1990). Wang e Ang (2004) demonstraram que, apesar da importância do ambiente como aspecto restritivo do contexto dentro do qual as estratégias são desenvolvidas, estas devem ser complementadas pelas capacidades da organização, e dentro delas, a capacidade absortiva. Assim, ACAP pode ser entendida como a capacidade dinâmica que permite à empresa a criação de valor para ganhar e sustentar a vantagem competitiva. Nesse processo, a pesquisa e o desenvolvimento, os aspectos cognitivos referentes ao processo de aprendizagem, bem como a comunicação entre a empresa e o ambiente externo, revelam-se fundamentais (Cohen & Levinthal, 1990). Lane e Lubatkin (1998) apresentaram a visão da ACAP referente à capacidade de uma empresa de aprender com outra empresa, sendo determinada pelas características relativas de ambas as organizações. Anos depois, Zahra e George (2002) definiram a capacidade absortiva como um conjunto de rotinas e processos organizacionais, pelos quais as empresas adquirem, assimilam, transformam e usam conhecimentos, com o objetivo de produzir capacidade dinâmica. Quanto maior o contato com as fontes externas de conhecimento, maior será o aprendizado da empresa (Ramayah, Soto-Acosta, Kheng, & Mahmud, 2020). Pesquisas com ACAP passaram a aprofundar questões específicas para maior entendimento a respeito do tema e seus relacionamentos. Na indústria de softwares abordando o desempenho das empresas (Daspit & D’Souza, 2013), em empresas de manufatura indígena na Nigéria, envolvendo pesquisa e desenvolvimento e inovação (Dutse, 2013), práticas de gestão de pequenas e médias empresas portuguesas aprofundando questões da gestão do conhecimento e colaboração com parceiros de negócio (Valentin, Lisboa & Franco, 2015). Desenvolver a ACAP é uma questão importante, pois as empresas que querem sobreviver, precisam desafiar-se e olhar para fora dos seus limites em busca de novos conhecimentos (Ramayah et al., 2020). O processo de aquisição da ACAP auxilia para que, quanto mais conhecimento for capturado, maior será a base de inteligência da organização (Liao, 2003), podendo ocorrer por meio de diversas fontes, como clientes, parceiros, concorrentes, universidades (Murovec & Prodan, 2009). Pela assimilação, a empresa compreende o conhecimento trazido e o internaliza (Jimenez-Barrinuevo, Garcia-Morales, & Molina, 2011). A transformação possibilita criar e aperfeiçoar procedimentos que facilitam a conciliação dos conhecimentos novos que foram adquiridos e assimilados com os já existentes na empresa (Flatten et al., 2011). Tendo a empresa adquirido, assimilado e transformado o conhecimento, poderá aplicá-lo, e incluí-lo nas suas rotinas. Assim, será possível desenvolver e aprimorar produtos, sistemas, processos e competências. A partir das dimensões da ACAP, os gestores devem analisar o alinhamento entre o desenvolvimento de capacidades de absorção de conhecimento e a exploração de recursos para enfrentar as turbulências ambientais por meio da orientação empreendedora (OE). Dada a força das evidências dos benefícios do OE (Vafaei-Zadeh et al. 2019), mesmo como pré-requisito para a sobrevivência (Colombelli et al., 2016), vários autores afirmam que existe a necessidade de pesquisas mais profundas sobre os antecedentes da OE para entender a complexidade de sua origem e desenvolvimento (Wales, Gupta, & Mousa 2013). A literatura sobre os antecedentes da OE identifica, individualmente ou em conjunto, fatores internos ou externos como determinantes da OE (Wales et al., 2013). Nesse sentido, identifica-se uma lacuna na literatura quanto à análise da influência da ACAP como determinante da OE (García-Villaverde et al., 2018). Orientação Empreendedora (OE) Dentro do empreendedorismo, a orientação empreendedora tem recebido atenção, principalmente, dos pesquisadores atuantes no campo da estratégia e, como afirmam Lomberg et al. (2017), tornou-se foco da literatura de gestão empresarial. O empreendedorismo se refere à capacidade de criação de novos negócios, no nível do empreendedor (Lumpkin & Dess, 1996). O empreendedorismo se refere à pessoa com capacidade de realizar e gerar mudanças na economia, por meio de suas atitudes inovadoras (Schumpeter, 1983). Enquanto a OE é a mesma capacidade de realização, contudo, no nível organizacional (Miller, 1983). O termo orientação empreendedora (OE) foi definido por Miller (1983) como sendo a atividade de uma empresa de se sujeitar a riscos. OE é uma atitude tomada pela empresa, determinada por constantes inovações em produtos e tecnologia, alta competição e elevada aceitação em assumir riscos (Covin & Slevin, 1989). As empresas que não possuem orientação empreendedora são aquelas mais conservadoras que inovam pouco e são cautelosas com relação às mudanças (Miller, 1983). Subjacente à análise da OE está a forma como as novas oportunidades de negócios são exploradas pelas empresas (Hernández-Perlines, Covin, & Ribeiro-Soriano, 2021). A orientação empreendedora corresponde às práticas de estratégias na condução dos negócios, por meio de processos, ações, e atividade de tomada de decisão, com o intuito de criar novas oportunidades (Lumpkin & Dess, 1996). É um constructo estratégico relacionado às preferências e comportamentos gerenciais dentro da empresa (Covin, Green, & Slevin, 2006), constituindo-se como importante tema na identificação do perfil empreendedor da empresa e suas influências nas estratégias organizacionais e no desempenho (Rauch, Eiklund, Lumpkin, & Frese, 2009). Seguindo a perspectiva de Miller (1983), a OE possui três atributos: busca por inovação; capacidade de assumir riscos e criatividade. Posteriormente, foram acrescidas a autonomia e a agressividade competitiva (Lumpkin & Dess, 1996). Esses autores passaram a entender a OE com uma natureza multidimensional. A abordagem multidimensional compreende a necessidade da existência das dimensões, porém não há obrigatoriedade da manifestação destas em níveis semelhantes, podendo ser manifestadas em intensidades diversas (Lumpkin & Dess, 1996). Estudos a respeito das dimensões e das abordagens unidimensional ou multidimensional de OE se intensificaram ao longo dos anos, contudo, a maior parte dos pesquisadores do tema adotam as três dimensões propostas por Miller (Santos, Alves, & Bitencourt, 2015). Nem sempre o efeito da OE nas práticas das empresas é percebido de forma direta e/ou simples (Hernández-Perlines, Moreno-Garcia, & Yáñez-Arque, 2017). As condições internas e externas atuam como forças capazes de influenciar os efeitos da OE nas práticas das empresas, em especial no desempenho (Hernández-Perlines et al., 2021) constituindo-se como um valioso indicador do sucesso da empresa (Kraus, Rigtering, Hughes, & Hosman, 2012). A orientação empreendedora auxilia as empresas a adotar novas práticas de pensar e de agir de forma mais disruptiva, rompendo laços e hábitos existentes (Arya, Horak, Bacouel-Jentjens, & Ismail, 2021). A OE constitui-se, então, em uma postura estratégica que captura a vontade de determinadas empresas para um comportamento empreendedor (Kohtamäki, Heimonen, & Heikkilä, 2020). Apesar do crescente fluxo de pesquisas sobre sustentabilidade ambiental e inovação (Adams et al., 2016), as ligações entre orientação empreendedora e sustentabilidade ambiental ainda permanecem pouco exploradas (Neutzling et al., 2018). As PMEs precisam ter gestores ou tomadores de decisão dotados de orientação empresarial para alavancar os recursos da empresa, a fim de alcançar sustentabilidade ambiental. Destaca-se o papel das capacidades que integram o OE no debate da sustentabilidade ambiental no domínio das PME (Knight et al., 2019; De Steur et al., 2020). Hipóteses de Pesquisa A literatura apresenta variados aspectos relacionados à capacidade de a empresa adquirir, assimilar, transformar e aplicar conhecimentos externos em ações de sustentabilidade. Assim como em outros setores, no turístico ainda é necessário aprofundar o entendimento na busca por compreender os impactos gerados pela circulação de informações e do conhecimento para legitimação do turismo sustentável (Hall, 2019). Isso porque as atividades que fazem parte do turismo estão relacionadas diretamente com questões estruturais do desenvolvimento sustentável (Durán-Román et al., 2021). Entende-se que o crescimento e a consolidação do turismo como uma das principais atividades socioeconômicas trazem, em seu bojo, a responsabilidade de colaborar para o desenvolvimento sustentável, mediante a incorporação de práticas que busquem zerar possíveis impactos negativos, ambientais, sociais e econômicos (OMT, 2004). A capacidade absortiva possibilita à empresa buscar conhecimentos externos para agir com as regulamentações ambientais e conscientização ambiental dos clientes, na busca por obter vantagem competitiva sustentada (Martelo-Landroguez, Albort-Morant, Leal-Rodríguez, & Ribeiro-Soriano, 2018). A ACAP é uma facilitadora na implantação de estratégias sustentáveis, uma vez que as empresas podem combinar informações econômicas, sociais e ambientais externas que foram, anteriormente, identificadas e assimiladas, com os conhecimentos internos que já adquiriram ou desenvolveram (Barcelos, Magnago, Alberton, & Rossetto, 2018). A ACAP pode agir como impulsionadora para que as empresas adotem ações de sustentabilidade econômica, social e ambiental (Dzhengiz & Niesten, 2019), pois ao acumular conhecimentos, a empresa passa a ter a possibilidade de desenvolver tais ações (Liu, Zhang, & Ye, 2019). Então, a capacidade da empresa em desenvolver sua ACAP apresenta relevante importância na adoção de práticas que envolvam aspectos da sustentabilidade (Padilha, Piekas, Kuzma, Begnini, & Carvalho, 2020), pois, ao desenvolver a ACAP, as empresas melhoram a adoção de sustentabilidade em seus processos e produtos (Riikkinen, Kauppi, & Salmi, 2017). Ainda, Goyal, Rahman e Kazmi (2013) recomendam que a relação entre conhecimento e desempenho sustentável seja mais explorada, especialmente considerando países em desenvolvimento. A partir das argumentações, a primeira hipótese que foi testada foi: H1: Capacidade Absortiva possui efeito direto e positivo na Sustentabilidade. No tocante à orientação empreendedora, a busca por compreender as novas oportunidades de criar bens e serviços e de explorá-los, passa pela preocupação com a sustentabilidade econômica, social e ambiental (Portugal, Silva, Júnior, & Alves, 2017). Nessa busca da empresa por reconhecer e explorar oportunidades, a orientação empreendedora impacta diretamente nas ações de sustentabilidade (Divito & Bohnsack, 2017). Possuir orientação empreendedora possibilita construir alternativas capazes de influenciar positivamente as questões relacionadas à sustentabilidade (Pacheco, Dean, & Payne, 2010). A orientação empreendedora gera efeitos positivos nas ações econômicas, sociais e ambientais das empresas, entendidas como desempenho organizacional (Abbade, Mores, & Spanhol, 2014). Seguindo as argumentações, a segunda hipótese testada foi: H2: Orientação Empreendedora possui efeito direto e positivo na Sustentabilidade. A capacidade absortiva da empresa também impacta diretamente no alcance dos objetivos traçados (Hernández-Perlines et al., 2017), visto que o sucesso da empresa depende de sua habilidade em aplicar novos conhecimentos, anteriormente identificados e assimilados (Jansen, Vanden Bosch, & Volberda, 2005). A identificação de oportunidades é fundamental para a orientação empreendedora que, segundo Venkatraman (1989), envolve assumir riscos. Caso a empresa não possua ACAP, mesmo desenvolvendo sua orientação empreendedora, terá menos oportunidades, pois terá menor habilidade em reconhecer novas informações (Sorescu, Chandy, & Prabhu, 2003). Nesse sentido, a orientação empreendedora é determinada, em algum grau, pela capacidade absortiva (Zahra, Filatotchev, & Wright, 2009; Sciascia, D’Oria, Bruni, & Larrañeta, 2014). E a ACAP pode atuar como uma força que auxilia nos resultados positivos da OE (Kohtamäki, Heimonen, & Heikkilä, 2020). Portanto, a terceira hipótese testada foi: H3: Capacidade Absortiva possui efeito direto e positivo na Orientação Empreendedora. Figura 1 Modelo Conceitual Fonte: Elaborado pelos autores, 2022 METODOLOGIA Esta pesquisa caracteriza-se como quantitativa e descritiva, do tipo survey com foco em dados primários originais. O instrumento de pesquisa foi aplicado junto aos principais executivos de hotéis de nove regiões turísticas do estado de Santa Catarina (Serra Catarinense, Caminho dos Cânions-Encantos do Sul, Costa Vede e Mar, Caminhos da Fronteira, Caminho dos Príncipes, Grande Oeste, Vale Europeu, Grande Florianópolis e Vale do Contestado) (Tomio & Schmidt, 2015). A divisão original é de dez regiões turísticas. Contudo, um estudo exploratório inicial foi realizado e optou-se por considerar “Encantos do Sul” e “Caminho dos Canyons” como uma única região. Para definição precisa da amostra, foi efetuada uma pesquisa exploratória nas regiões para identificação da população-alvo, do perfil e da representatividade dos empreendimentos. Frente ao levantamento do número de hotel por região turística, buscou-se representatividade de todas as regiões na amostra. Também foi realizado o cálculo no G*Power que evidenciou a necessidade de no mínimo 68 observações para rodar a modelagem, considerando f² = 0.15, erro tipo 1 = 0.05, erro tipo 2 0.80 e dois preditores. Devido à dificuldade em coletar dados primários por questionários, fez-se uso da amostra por conveniência, visto que o instrumento de pesquisa foi encaminhado por e-mail para os contatos identificados em buscas realizadas em sites de hotéis das regiões turísticas de Santa Catarina e da Agência de Desenvolvimento do Turismo de Santa Catarina (SANTUR). Antes de encaminhar o instrumento, um dos pesquisadores tentou contato com todos os hotéis mapeados. No total, foram efetivados 192 contatos. Destes, 92 aceitaram responder a pesquisa e 83 efetivamente responderam. O instrumento de coleta de dados foi formado por escala do tipo Likert de 7 pontos. Assim, é possível tratar os dados como numéricos, permitindo testes baseados na análise fatorial, na regressão e na covariância, o que possibilitou, tanto o agrupamento empírico das empresas, quanto o teste das hipóteses relacionadas a este construto, tendo em vista que a modelagem de equações estruturais se caracteriza como uma combinação de análise fatorial e de regressão múltipla (Hair, Black, Babin, & Anderson, 2014). A capacidade absortiva foi operacionalizada com base no modelo de Zahra e George (2002) e foi mensurada por seis assertivas, construídas com base no trabalho de Tenconi (2015). Neste estudo, foi proposto um modelo de mensuração de ACAP, que resultou em um questionário de mediação, válido e confiável, direcionado ao contexto brasileiro. Essa escala passou por validação realizada por pesquisadores da área. O constructo orientação empreendedora foi operacionalizado com base em Lumpkin e Dess (1996). A escala utilizada foi desenvolvida por Martens et al. (2015) e, neste trabalho, adaptada para o setor de hoteleiro das regiões turísticas. O constructo sustentabilidade foi mensurado por sete assertivas. A escala foi construída com base nos trabalhos de Ayuso (2007), Vithessonthi (2009), Rivera e Leon (2005) e, Robinot e Gianneloni (2009, 2010). As variáveis utilizadas para mensurar cada um dos constructos estão apresentadas no Anexo A. Como variável de controle, foram utilizadas a categoria do hotel, mensurada pela classificação quanto ao número de estrelas, o segmento do hotel, mensurado quanto à atuação em lazer e/ou negócios, e o tempo de atuação, mensurado pela idade do hotel. O número de estrelas foi utilizado por Martins e Flores (2017) e por Santos e Flores (2017). Após os dados terem sido coletados, buscou-se averiguar possíveis casos faltantes. Não houve problemas quanto a isso. No passo seguinte, foi averiguada a existência de outliers, que não foi identificada. Passou-se, então, a realizar uma análise descritiva dos dados. Utilizando o software SmartPLS3, foram calculadas as relações de efeito entre os constructos. Antes disso, foi realizada a validação dos constructos, conforme descrito na apresentação dos resultados. RESULTADOS Referente à categoria dos hotéis que integram a amostra, 42% são três estrelas, 24% são quatro estrelas, 13% são duas estrelas, 12% não possuem estrelas, 5% são uma estrela e 4% são cinco estrelas. Outra característica refere-se à principal atuação dos hotéis. Nesse sentido, 29% são predominantemente de lazer; 27% de negócios e lazer em proporções iguais; 22% predominantemente de negócios; 18% são totalmente de lazer; e 4%, totalmente de negócios. Quanto ao tempo de atuação, 24% dos hotéis que integram a amostra possuem até 10 anos, enquanto 30% possuem de 11 a 20 anos, 28%, de 21 a 30 anos, 11%, de 31 a 40 anos e 6% tem mais de 40 anos. Também é interessante apresentar alguns dados referentes à estatística descritiva das variáveis observadas, conforme Tabela 1. Tabela 1 Estatística Descritiva N Mínimo Máximo Média D. Padrão Variância Assimetria Erro Curtose Erro ACAP1 83 1 7 5,34 1,540 2,373 -1,306 0,264 1,692 0,523 ACAP2 83 1 7 5,13 1,737 3,019 -0,995 0,264 0,170 0,523 ACAP3 83 1 7 5,08 1,632 2,664 -0,984 0,264 0,263 0,523 ACAP4 83 1 7 5,25 1,413 1,996 -1,128 0,264 1,442 0,523 ACAP5 83 1 7 5,40 1,538 2,364 -1,256 0,264 1,427 0,523 ACAP6 83 1 7 5,00 1,739 3,024 -0,927 0,264 0,049 0,523 EO1 83 1 7 5,10 1,643 2,698 -1,038 0,264 0,506 0,523 EO2 83 1 7 5,58 1,697 2,881 -1,303 0,264 0,947 0,523 EO3 83 1 7 3,93 1,924 3,702 -0,042 0,264 -1,114 0,523 EO4 83 1 7 4,86 1,815 3,296 -0,669 0,264 -0,484 0,523 EO5 83 1 7 3,98 1,774 3,146 -0,030 0,264 -0,976 0,523 EO6 83 1 7 5,19 1,871 3,499 -0,929 0,264 -0,257 0,523 EO7 83 1 7 5,08 1,733 3,005 -0,939 0,264 0,212 0,523 SUST1 83 1 7 5,84 1,477 2,182 -1,467 0,264 1,717 0,523 SUST2 83 1 7 5,48 1,588 2,521 -1,212 0,264 1,267 0,523 SUST3 83 1 7 4,16 2,293 5,256 -0,234 0,264 -1,468 0,523 SUST4 83 1 7 4,60 2,147 4,608 -0,587 0,264 -1,045 0,523 SUST5 83 1 7 5,14 1,822 3,320 -0,926 0,264 -0,134 0,523 SUST6 83 1 7 4,82 2,025 4,101 -0,695 0,264 -0,811 0,523 SUST7 83 1 7 4,93 1,937 3,751 -0,649 0,264 -0,821 0,523 Fonte: Resultados da pesquisa, 2022. Considerando os 83 respondentes e uma escala de 7 pontos, em todas as assertivas houve, ao menos, um respondente optando pelo nível mais baixo e um pelo nível mais alto de resposta. A média, em todas as assertivas permaneceu superior ao ponto central da escala. As variáveis apresentam assimetria negativa, indicando a existência de poucos valores pequenos e, em comparação a curva normal, apresenta-se cauda à esquerda (Hair et al., 2014). A avaliação do modelo reflexivo de mensuração considerou a confiabilidade composta, a validade convergente, a confiabilidade do indicador e a validade discriminante (Nascimento & Macedo, 2016). Para avaliação do modelo estrutural, considerou-se o coeficiente de determinação (r²), relevância preditiva (Q²), tamanho e significância do coeficiente de caminho (β), e o tamanho do efeito (f²) (Hair et. al., 2014). Para a validação do modelo de mensuração, seguiram-se todos os critérios indicados pela literatura. A Tabela 2 apresenta os valores referentes à validade discriminante, validade convergente e confiabilidade composta. Para validade discriminante, utilizou-se o critério de Forrel-Lacker, em que os valores da raiz quadrada da AVE (em negrito, na diagonal na Tabela 2) precisam ser maiores que os valores das correlações. Para validade convergente, utilizou-se a variância média extraída (AVE), na qual os valores precisam ser superiores a 0,50 (Hair, Hult, Ringle, & Sarstedt, 2017). Neste caso, em relação ao modelo inicial, foi necessário excluir algumas variáveis observadas (EO2, EO6, SUST1 e SUST2). Nota-se a existência de cargas com valores inferiores a 0,7 e superiores a 0,4. Essas foram analisadas e testadas chegando à decisão de mantê-las, seguindo o recomendado pela literatura e também considerando que a AVE já possui valor superior a 0,50. Indicadores com cargas externas mais baixas (entre 0,4 e 0,7) devem ser analisados e não simplesmente excluídos, pois podem apresentar forte contribuição para a validade do conteúdo (Hair et al., 2017). Tabela 2 Validade discriminante, validade convergente e confiabilidade composta Variável ACAP Nº_Estrelas Or. Empr Segmento Sustentab Tempo de vida AVE CC ACAP 0.888 0,79 0,95 Nº_Estrelas 0.238 1.000 1,00 1,00 Or. Empr 0.506 0.149 0.720 0,52 0,84 Segmento -0.147 0.062 -0.105 1.000 1,00 1,00 Sustentab 0.421 0.525 0.382 0.053 0.719 0,52 0,84 Tempo de vida -0.063 -0.414 -0.043 -0.268 -0.208 1.000 1,00 1,00 Fonte: Resultados da pesquisa, 2022. Para atestar a validade discriminante, confirmando que os constructos são independentes uns dos outros, também foram calculadas as cargas cruzadas, apresentadas na Tabela 3. Com as cargas cruzadas, nota-se que realmente há validade discriminante, pois as cargas fatoriais mais altas estão carregadas em cada indicador no constructo ao qual pertence. Calculados, os valores do fator inflação da variância (VIF) estão dentro do aceitável, pois o maior valor foi da variável ACAP4 com 5,08. Os valores apresentados mostram que algumas variáveis apresentam multicolinearidade, mas dentro dos valores aceitáveis. Tabela 3 Cargas cruzadas: validade discriminante ACAP Or. Empr Sustentab Segmento Nº_Estrelas Tempo de vida ACAP1 0,846 0,321 0,377 -0,033 0,225 0,015 ACAP2 0,901 0,465 0,416 -0,074 0,254 -0,133 ACAP3 0,905 0,504 0,459 -0,135 0,227 -0,035 ACAP4 0,928 0,483 0,349 -0,163 0,176 -0,019 ACAP5 0,908 0,401 0,356 -0,116 0,276 -0,130 ACAP6 0,835 0,496 0,273 -0,254 0,110 -0,028 EO1 0,325 0,657 0,355 -0,038 0,119 0,082 EO3 0,303 0,792 0,287 0,040 0,115 -0,109 EO4 0,417 0,781 0,126 -0,100 0,042 -0,051 EO5 0,492 0,778 0,243 -0,221 0,087 -0,100 EO7 0,246 0,564 0,367 -0,021 0,174 0,029 SUST3 0,353 0,343 0,757 -0,172 0,381 -0,055 SUST4 0,268 0,362 0,724 -0,083 0,298 -0,126 SUST5 0,319 0,226 0,818 0,076 0,352 -0,134 SUST6 0,258 0,172 0,512 0,097 0,311 -0,228 SUST7 0,303 0,262 0,743 0,234 0,497 -0,207 Segmen -0,147 -0,105 0,057 1,000 0,062 -0,268 Estrelas 0,238 0,150 0,511 0,062 1,000 -0,414 Idade -0,063 -0,043 -0,203 -0,268 -0,414 1,000 Fonte: resultados da pesquisa, 2022. Teste das Hipóteses Utilizando a rotina do bootstrapping do PLS, foi realizado o teste t. Para tanto, se utilizou o número de 5000 mil subamostras. Na Figura 2 e na Tabela 4, estão sendo apresentados os resultados dos testes de hipóteses, considerando quatro etapas, conforme elencado a seguir. O Modelo 1 considera apenas as variáveis de controle número de estrelas (classificação do hotel), segmento (atuação em lazer e/ou negócios) e tempo de atuação (idade do hotel) e o constructo endógeno, sustentabilidade. O modelo 2 considera somente a variável de controle que apresentou resultado significativo e o constructo endógeno. O modelo 3, considerando somente os constructos latentes, sem a presença da variável de controle. Por fim, o modelo 4, que engloba todos os constructos mais a variável de controle que apresentou significância estatística. Figura 2 Modelo estrutural e significância das relações Fonte: Resultado da pesquisa, 2022 Tabela 4 Teste de hipóteses Modelo Relação Hipótese Coef. Est. Desv. Pad. Test t Valor-p r2 f2 1 Nº de estrelas -> sustentabiliade Controle 0,537 0,083 6,454 0,000 0,284 0,333 Segmento -> sustentabilidade Controle 0,040 0,101 0,396 0,692 0,002 Tempo de vida -> ustentabilidade Controle 0,020 0,121 0,162 0,866 0,000 2 Nº de estrelas -> sustentabiliade Controle 0,531 0,068 7,814 0,000 0,281 0,391 3 ACAP -> sustentabilidade H1 0,298 0,120 2,481 0,013 0,219 0,084 Orient. Empr. -> sustentabilidade H2 0,240 0,135 1,786 0,074 0,055 ACAP -> Orientação Empreendedora H3 0,506 0,080 6,327 0,000 0,256 0,344 4 Tempo de vida -> ustentabilidade Controle 0,441 0,091 4,844 0,000 0,400 0,305 ACAP -> sustentabilidade H1 0,209 0,101 2,056 0,040 0,052 Orient. Empr. -> sustentabilidade H2 0,213 0,104 2,058 0,040 0,056 ACAP -> Orientação Empreendedora H3 0,506 0,077 6,581 0,000 0,256 0,345 Fonte: Resultado da pesquisa, 2022. Descontando o efeito da variável de controle, número de estrelas, capacidade absortiva e orientação empreendedora explicam 19,1% da variância em sustentabilidade, e a ACAP explica 25,6% da variância em orientação empreendedora. Ambos os valores são considerados explicações médias (Cohen, 1988). Procedendo uma comparação entre o modelo 3, sem a presença da variável de controle e o modelo 4, com a presença da variável de controle, percebe-se uma mudança expressiva em termos de significância na relação entre orientação empreendedora e sustentabilidade. Enquanto no modelo 3 essa relação não foi significativa, no modelo 4, foi. A hipótese H1 foi suportada: ACAP possui efeito direto e positivo na sustentabilidade, apresentando um efeito de tamanho pequeno (f² = 0,052). A hipótese H2 também foi suportada: orientação empreendedora possui efeito direto e positivo na sustentabilidade, com efeito de tamanho pequeno (f² = 0,056). Tal efeito passou a ser significativo quando foi controlado o efeito da classificação do hotel (número de estrelas). A hipótese H3, ACAP possui efeito direto e positivo na orientação empreendedora, também foi suportada, mostrando efeito de tamanho médio (f² = 0,345). DISCUSSÃO DOS RESULTADOS Este estudo buscou aprofundar a relação entre a competitividade, analisada a partir da ACAP e da orientação empreendedora, e a sustentabilidade econômica, social e ambiental. Para tanto, se considerou a percepção dos gerentes dos hotéis das regiões turísticas do estado de Santa Catarina. É consenso entre os autores que é preciso existir certo equilíbrio entre as ações econômicas, sociais e ambientais para que a empresa consiga desenvolver práticas sustentáveis (Malvestiti, Esteves, & Dandolini, 2021). Outro aspecto que merece atenção é a crescente conscientização por parte dos consumidores, em relação aos aspectos sustentáveis praticados pelas empresas (Hsu & Liao, 2014). Se na indústria há essa preocupação dos consumidores, no setor turístico não é diferente. Assim, os participantes do setor turístico também precisam estar atentos à utilização consciente dos recursos naturais, respeitando a sociedade, gerando benefícios locais aos envolvidos no processo e desenvolvendo uma economia de longa durabilidade (Elmo et al., 2020). Destaca-se que o desenvolvimento de práticas de sustentabilidade está relacionado ao desenvolvimento da ACAP (Dzhengiz & Niesten, 2019). Concentrando-se nessa importante questão, observa-se que a primeira hipótese (H1) deste estudo indica que a capacidade absortiva possui efeito direto e positivo na sustentabilidade. O resultado encontrado indica que ACAP influencia na sustentabilidade e corrobora com os achados do estudo de Padilha et al. (2020), no qual se verificou que capacidade absortiva mantém efeito positivo sobre ACAP. Os resultados também vão ao encontro do exposto por Gallego-Alvarez, Prado-Lorenzo e García-Sánchez (2011) de que os negócios estão cada vez mais incorporando práticas de sustentabilidade. O suporte da H1 também está alinhado com a teoria, uma vez que para atuar no mercado industrial, comercial ou turístico, as empresas ou organizações têm, a partir da capacidade absortiva, a possibilidade de buscar conhecimentos externos voltados ao desenvolvimento de práticas sustentáveis, seja de regulamentações ambientais, de comportamentos sociais, ou mesmo de preferências dos consumidores (Martelo-Landroguez et al., 2018). Visualizando que a ACAP e as práticas sustentabilidade são processos complexos e difíceis de serem imitados, possibilitam a obtenção de vantagem competitiva frentes aos concorrentes (Roszkowska-Menkes, 2018). A segunda hipótese (H2) também foi suportada, significando que a orientação empreendedora influencia de forma direta e positiva a sustentabilidade. Contudo, o suporte ocorreu quando houve a inclusão da variável de controle de classificação (número de estrelas). Essa variável indica que o número de estrelas que um meio de hospedagem possui/recebe influencia os demais elementos investigados. Segundo Machado (2017), hotéis com mais estrelas precisam manter medidas que valorizem a cultura local, bem como sensibilizar os hospedes quanto a questões voltadas à sustentabilidade. Uma vez que a orientação empreendedora age como uma força que impulsiona as empresas a adotarem práticas inovadoras, capaz de romper laços mais conservadores (Arya et al., 2021), o resultado da hipótese H3 está de acordo com o esperado. Ao buscarem implementar ações de sustentabilidade, que podem ser inovadoras, a OE aparece como antecessora, influenciando a sustentabilidade. Cabe um destaque para a importância que a ação empreendedora tem para o desenvolvimento econômico, para a distribuição de renda e redução da pobreza (Portugal et al., 2017), seja local, regional ou nacionalmente. Inclusive, vários estudos vêm sendo produzidos abarcando o empreendedorismo sustentável (Dixon & Clifford, 2007; Portugal et al., 2021). Assim, a sustentabilidade em seus três pilares (econômico, social e ambiental) passa a apresentar um novo viés ao empreendedorismo (Cohen & Winn, 2007). Adotar ações de sustentabilidade na sua realidade cotidiana desafia as empresas a buscarem maior inovação, criatividade e assumir riscos. Esses, justamente, são os atributos da orientação empreendedora apontados por Miller (1983). Ao inovar, desenvolver a criatividade e assumir riscos, as empresas estarão buscando ser mais competitivas e diferenciar-se no mercado. A pesquisa também confirmou a terceira hipótese (H3), por meio da qual foi expresso que capacidade absortiva possui efeito direto e positivo em orientação empreendedora. Nesse mesmo sentido, considerando o setor hoteleiro de Florianópolis, Sbissa et al. (2018) testaram a hipótese de que quanto maior a capacidade absortiva do setor de hotel, maior será sua orientação empreendedora, e os resultados sustentaram a hipótese. Assim, nota-se que, no setor turístico, a capacidade absortiva gera orientação empreendedora. ACAP, sendo antecessora, atua de modo a auxiliar a OE a alcançar melhores resultados (Kohtamäki, Heimonen, & Heikkilä, 2020). A capacidade absortiva possibilita que as empresas captem, transformem e utilizem estrategicamente os conhecimentos externos. Os conhecimentos constituem-se como capital fundamental para as empresas e a ACAP auxilia a entender o processo de aquisição de novos conhecimentos para alcançar vantagem competitiva e melhor desempenho (Garzón-Castrillón, 2016). Assim, possuir orientação empreendedora e não possuir ACAP dificulta a vida da empresa, pois o acesso a oportunidades diminui, visto que o reconhecimento das informações importantes não é realizado plenamente (Sorescu, Chandy, & Prabhu, 2003). A ACAP possibilita melhorar a habilidade da empresa de reconhecer e aproveitar novas oportunidades e, por isso, atua como uma influenciadora da orientação empreendedora (Zahra, Filatotchev, & Wrigth, 2009). CONSIDERAÇÕES FINAIS O objetivo deste estudo foi analisar a influência da capacidade absortiva e da orientação empreendedora na sustentabilidade econômica, social e ambiental, no setor hoteleiro das regiões turísticas catarinenses. Com fulcro na literatura do campo, foram elaboradas três hipóteses de pesquisa. Com base nos resultados, entende-se que é importante para as empresas hoteleiras que atuam no setor turístico desenvolver práticas de absorção de conhecimento. Assim, quanto mais conhecimento adquirido, assimilado, transformado e aplicado, maiores serão os resultados em práticas de sustentabilidade voltada ao turismo. Buscou-se, neste estudo, evidenciar a importância da sustentabilidade econômica, social e ambiental no setor hoteleiro das regiões turísticas do estado de Santa Catarina. Este estado é um importante destino turístico de pessoas do mundo todo, evidenciando o setor hoteleiro como relevante objeto de estudo. Considerando este ambiente, buscou-se identificar a influência que a sustentabilidade recebe a partir da capacidade absortiva e da orientação empreendedora, possibilitando a geração de insights, de modo a contribuir tanto nos aspectos acadêmicos como gerenciais. O estudo contribui com os executivos do setor hoteleiro das regiões turísticas no estado de Santa Catarina, na medida em que indica a necessidade de manter atenção aos conhecimentos que estão fora da empresa, mas que precisam ser identificados para posterior utilização gerando melhorias nas ações empreendedoras e na geração de sustentabilidade econômica, social e ambiental, possibilitando diferenciar-se de seus concorrentes. Os gerentes conseguem identificar as rotinas e processos de cada uma das dimensões e implementá-las para obter o conhecimento necessário, para que o hotel tenha comportamento empreendedor e busque sua sustentabilidade. A atração de turistas nacionais e internacionais é possibilitada na medida em que os hotéis mostram suas práticas de sustentabilidade, por exemplo, a partir de certificações conquistadas como a credibilidade atestada pela certificação Leed destacada por Zouain, Longo, Virkki e Bittencourt (2019). Conhecimentos externos podem estar nos fornecedores, nos clientes, na concorrência, ou mesmo em órgão de regulamentação, controle e fiscalização. Contribui ainda ao indicar que os executivos do setor hoteleiro das regiões turísticas de Santa Catarina precisam manter atenção especial ao ambiente externo para manterem-se competitivos no mercado. A pesquisa relatada neste artigo avança nossa compreensão teórica da capacidade de absorção, bem como sua relação com a orientação empreendedora e a sustentabilidade. No caso do setor hoteleiro, os resultados demonstram que os hotéis que desenvolvem orientação empreendedora e sustentabilidade são mais propensos a explorar potencial conhecimento externo. Essa contribuição é altamente relevante porque as organizações de turismo dependem mais fortemente de fontes externas de conhecimento do que empresas em outros setores (Thomas & Wood 2014). Este estudo identifica o efeito de cada dimensão (aquisição, assimilação, transformação e aplicação) da capacidade absortiva ACAP na orientação empreendedora e a sustentabilidade. Portanto, foi possível identificar e confirmar a capacidade absortiva como antecessora da orientação empreendedora e essas duas como geradoras de efeito na sustentabilidade. Então, uma vez que o conhecimento é identificado, compreendido e assimilado, ele pode ser utilizado para gerar resultados positivos, influenciado a ação empreendedora. E quanto às ações relacionadas à sustentabilidade, as empresas terão maior sucesso ao desenvolverem sua ACAP, bem como seu entendimento e aprofundamento das ações relacionadas à orientação empreendedora. Este estudo apresenta limitações frente ao método quantitativo utilizado, já que não foram identificadas e discutidas as efetivas ações realizadas pelas empresas do setor turístico voltadas à sustentabilidade, à ACAP e à OE. Sugere-se que outros estudos qualitativos possam ser realizados, buscando identificar as ações que são desenvolvidas e implantadas pelas empresas considerando esses três aspectos. Outra limitação refere-se ao recorte geográfico, pois foram consideradas somente as regiões turísticas catarinenses. Futuros estudos podem abordar outras regiões brasileiras que também apresentam relevância turística, ampliando a discussão e o entendimento gerencial e acadêmico. Outra limitação refere-se a amostra que foi não probabilística, por conveniência e assim, não é possível generalizar os resultados. Indica-se que estudos futuros possam utilizar amostras probabilísticas, sendo possível generalizar os resultados. Indica-se, ainda, estudar o papel mediador da orientação empreendedora na relação entre capacidade absortiva e sustentabilidade. Por fim, cabe ressaltar que o uso da quantidade de estrelas para classificar um hotel vem caindo em desuso e, indicamos que estudos futuros utilizem outras variáveis. REFERÊNCIAS Abbade, E. B., Mores, G. V., & Spanhol, C. P. (2014). The Impact of Entrepreneurial Orientation on Sustainable Performance: Evidence of MSMEs from Rio Grande do Sul. Revista de Gestão Social e Ambiental, 8(2), 49-62. Abbade E. B. Mores G. V. Spanhol C. P. 2014 The Impact of Entrepreneurial Orientation on Sustainable Performance: Evidence of MSMEs from Rio Grande do Sul Revista de Gestão Social e Ambiental 8 2 49 62 Adams, R., Jeanrenaud, S., Bessant, J., Denyer, D., & Overy, P. (2016). Sustainability‐oriented innovation: a systematic review. International Journal of Management Reviews, 18(2), 180-205. https://doi.org/10.1111/ijmr.12068 Adams R. Jeanrenaud S. Bessant J. Denyer D. 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Network, knowledge and relationship impacts on innovation in tourism destinations. Tourism Management , 62, 196-207. https://doi.org/10.1016/j.tourman.2017.04.001 Zach F. J. Hill T. L. 2017 Network, knowledge and relationship impacts on innovation in tourism destinations Tourism Management 62 196 207 Zahra, S. A., & George, G. (2002). Absorptive Capacity: A Review, Reconceptualization, and Extension. The Academy of Management Review , 27(2), 185. https://doi.org/10.2307/4134351 Zahra S. A. George G. 2002 Absorptive Capacity: A Review, Reconceptualization, and Extension The Academy of Management Review 27 2 Zahra, S. A., Filatotchev, I. and Wright, M. (2009). How do threshold firms sustain corporate entrepreneurship? The role of boards and absorptive capacity. Journal of Business Venturing , 24(3) 248-260. Zahra S. A. Filatotchev I. Wright M. 2009 How do threshold firms sustain corporate entrepreneurship? The role of boards and absorptive capacity Journal of Business Venturing 24 3 248 260 Zouain, D. N., Longo, O. C., Virkki, K. B., & Bittencourt, F. T. R. (2019). Práticas de sustentabilidade adotadas nos empreendimentos hoteleiros construídos no âmbito dos jogos olímpicos Rio 2016. Turismo, Visão e Ação. https://doi.org/10.14210/rtva.v22n2.p254-276 Zouain D. N. Longo O. C. Virkki K. B. Bittencourt F. T. R. 2019 Práticas de sustentabilidade adotadas nos empreendimentos hoteleiros construídos no âmbito dos jogos olímpicos Rio 2016 Turismo, Visão e Ação Apêndice I Variáveis observadas, utilizadas para mensurar os constructos Sigla Assertiva Construto Sustentabilidade EP1 Nosso hotel gera empregos locais remunerados adequadamente e em todos os níveis administrativos. EP2 Nosso hotel dá prioridade para o consumo de produtos locais estimulando a compra direta de produtores ou cooperativas e fortalecendo a economia local. SP1 Nosso hotel apoia iniciativas socioculturais locais. SP2 Nosso hotel adota estratégias inclusivas tanto direcionadas aos clientes como aos colaboradores (portadores de deficiências, questões de gênero, questões de raça, etc.). Env1 Nosso hotel utiliza estratégias de consumo consciente, procurando poupar recursos, incluindo a compra de insumos sustentáveis. Env2 Nosso hotel utiliza tecnologias limpas e energias renováveis e alternativas. Env3 Nosso hotel trabalha com a gestão de resíduos a partir de práticas sustentáveis como a reciclagem, o reuso e a reutilização. Orientação Empreendedora EOIn_01 A gestão do nosso hotel inova muito em processos dando preferência a projetar seus próprios métodos de atuação. EOIn_02 Foram lançados novos produtos e serviços nos últimos 5 anos. EORisc_01 A administração do nosso hotel tem propensão a aprovar projetos de alto risco (com chances de retornos muito altos). EORisc_02 No nosso hotel a organização tende a assumir riscos calculados. EORisc_03 Quando diante de situações de tomada de decisão que envolve incerteza, a organização adota uma postura audaciosa e agressiva com o objetivo de maximizar a probabilidade de explorar oportunidades em potencial. EOPro_01 O monitoramento do ambiente e prática constante em nosso hotel (clientes, concorrentes, busca de oportunidades, etc.). DRPro_02 A administração tende a estar à frente de outros competidores na introdução de novos serviços e produtos. Capacidade Absortiva CA_01 Temos habilidades para identificar conhecimentos externos que possam ser úteis ao nosso hotel. CA_02 Em nosso hotel habitualmente adquirimos conhecimentos externos. CA_03 Em nosso hotel empregamos esforços para internalizar conhecimentos externos. CA_04 Em nosso hotel absorvemos novos conhecimentos obtidos de fontes externas. CA_05 Em nosso hotel recombinamos conhecimentos externos aos conhecimentos já existentes na empresa. CA_06 Em nosso hotel utilizamos em nosso negócio conhecimentos adquiridos externamente. Fonte: Elaborado pelos autores, 2022. 1 Este artigo foi apresentado oralmente no XXIII ENGEMA, que ocorreu online, entre 29 e 30 de novembro de 2021.
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