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Efeitos da fonte de enxofre sobre a população de protozoários e degradabilidade no rúmen

Effects of sulfur source on protozoa population and ruminal degradability

A. Saran Netto M.A. Zanetti F.A. Paiva M.S.V. Salles G.R. Del Claro L.C. Lopes J.C.M. Nogueira Filho Sobre os autores

Resumos

Estudaram-se os efeitos de fontes de enxofre na dieta sobre os parâmetros ruminais de bovinos Nelore, utilizando-se oito novilhos canulados no rúmen e submetidos a quatro tratamentos, segundo a fonte de enxofre. Os animais do grupo-controle não receberam suplementação de enxofre. Os dos outros três grupos receberam flor de enxofre ou metionina ou carboquelatado, como suplementação. Os animais foram arraçoados com dieta total, utilizando cana-de-açúcar picada como volumoso. O período experimental foi de 76 dias, dividido em quatro subperíodos de 19 dias, dos quais 14 eram para adaptação à dieta e cinco para as colheitas. Não foram encontradas diferenças entre as fontes de enxofre na degradabilidade da matéria seca, proteína bruta e fibras em detergente ácido e neutro e no pH ruminal. O tratamento com carboquelatado resultou em maior número de protozoários ciliados e o tratamento metionina em menor contagem. O carboquelatado pode ser uma boa alternativa para a suplementação de enxofre para bovinos em confinamento.

bovino de corte; enxofre; confinamento; degradabilidade ruminal; fauna ruminal


This research was carried out at FZEA/USP to compare the effects of different sulphur sources in diets of Nellore cattle on ruminal parameters. Eight steers were rumen cannulated and submitted to four treatments, using the following sulphur sources: control (no supplement), elemental sulphur, methionine, and carboquelated. Animals were fed a total ration using sugarcane as the roughage. The proportion roughage:concentrate was 40:60. The experimental period lasted 76 days, divided in four 19-days sub-periods. The first 14 days of each sub-period were used to adapt the animals to the diet and the last five days to collect the samples. During the sample period, ruminal liquid was sampled to protozoa count and pH determination. Also, nylon bags were incubated in rumen to determinate the degradability of dietary dry matter, crude protein, and acid and neutral detergent fiber. Treatments did not affect dietary dry matter, crude protein, acid and neutral detergent fiber degradability, and the ruminal pH. However, carboquelated provided the higher total amount of ciliate protozoa and methionine provided the lowest values. Carboquelated can be a good alternative to supplement sulphur to bovines in a feedlot.

feedlot; minerals; nutrition; ruminal degradability; sulphur


ZOOTECNIA E TECNOLOGIA E INSPEÇÃO DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL

Efeitos da fonte de enxofre sobre a população de protozoários e degradabilidade no rúmen

Effects of sulfur source on protozoa population and ruminal degradability

A. Saran NettoI; M.A. ZanettiII; F.A. PaivaI; M.S.V. SallesI; G.R. Del ClaroI; L.C. LopesI; J.C.M. Nogueira FilhoI

IAluno de pós-graduação -FZEA-USP - Pirassununga, SP

IIFaculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos - USP Av. Duque de Caxias Norte, 225 13635-9000 - Pirassununga, SP

RESUMO

Estudaram-se os efeitos de fontes de enxofre na dieta sobre os parâmetros ruminais de bovinos Nelore, utilizando-se oito novilhos canulados no rúmen e submetidos a quatro tratamentos, segundo a fonte de enxofre. Os animais do grupo-controle não receberam suplementação de enxofre. Os dos outros três grupos receberam flor de enxofre ou metionina ou carboquelatado, como suplementação. Os animais foram arraçoados com dieta total, utilizando cana-de-açúcar picada como volumoso. O período experimental foi de 76 dias, dividido em quatro subperíodos de 19 dias, dos quais 14 eram para adaptação à dieta e cinco para as colheitas. Não foram encontradas diferenças entre as fontes de enxofre na degradabilidade da matéria seca, proteína bruta e fibras em detergente ácido e neutro e no pH ruminal. O tratamento com carboquelatado resultou em maior número de protozoários ciliados e o tratamento metionina em menor contagem. O carboquelatado pode ser uma boa alternativa para a suplementação de enxofre para bovinos em confinamento.

Palavras-chave: bovino de corte, enxofre, confinamento, degradabilidade ruminal, fauna ruminal

ABSTRACT

This research was carried out at FZEA/USP to compare the effects of different sulphur sources in diets of Nellore cattle on ruminal parameters. Eight steers were rumen cannulated and submitted to four treatments, using the following sulphur sources: control (no supplement), elemental sulphur, methionine, and carboquelated. Animals were fed a total ration using sugarcane as the roughage. The proportion roughage:concentrate was 40:60. The experimental period lasted 76 days, divided in four 19-days sub-periods. The first 14 days of each sub-period were used to adapt the animals to the diet and the last five days to collect the samples. During the sample period, ruminal liquid was sampled to protozoa count and pH determination. Also, nylon bags were incubated in rumen to determinate the degradability of dietary dry matter, crude protein, and acid and neutral detergent fiber. Treatments did not affect dietary dry matter, crude protein, acid and neutral detergent fiber degradability, and the ruminal pH. However, carboquelated provided the higher total amount of ciliate protozoa and methionine provided the lowest values. Carboquelated can be a good alternative to supplement sulphur to bovines in a feedlot.

Keywords: feedlot, minerals, nutrition, ruminal degradability, sulphur

INTRODUÇÃO

Dentre os avanços científicos e tecnológicos realizados, há a descoberta do fundamental papel dos minerais na alimentação animal, uma vez que a ocorrência de várias patologias provenientes da desnutrição tem sua origem nas deficiências minerais. Além disso, muitas fontes minerais convencionalmente utilizadas na suplementação animal têm baixa absorção pelo organismo e boa parte torna-se indisponível quando misturada à ração ou durante o processo de digestão e absorção, levando à deficiência mineral.

Os elementos minerais têm sido fornecidos para os animais na forma de sais inorgânicos, porém, nos últimos anos, tem se considerado o uso de fontes orgânicas para suplementação mineral de ruminantes. Segundo Salvador et al. (2008), o efeito de curto prazo da substituição de fontes inorgânicas por fontes orgânicas requer avaliação.

Vidal et al. (2007), em experimento desenvolvido com diferentes níveis de suplementação com enxofre, apenas na forma de sulfato de amônio, em bovinos de corte, não encontraram diferença significativa entre os tratamentos para microrganismos ruminais. Spears et al. (1985) e Buttrey et al. (1986) mostraram que a fertilização do solo com sulfato de amônia melhora a digestibilidade da fibra em detergente ácido e da fibra em detergente neutro das forragens cultivadas nesses solos e fornecidas aos ruminantes. Os microrganismos do rúmen podem incorporar o enxofre inorgânico em compostos orgânicos, e esta incorporação do sulfato inorgânico produzindo aminoácidos sulfurados é uma importante função desses microrganismos (Burk e Hill, 1994).

Em estudo com digestão de celulose in vitro, Spears et al. (1977) relataram que, em bovinos alimentados com dietas que continham baixas concentrações de enxofre, a digestão da celulose foi inferior a 1,6%, enquanto nos animais alimentados com a quantidade adequada, a digestibilidade foi de 33,5%. Buttrey et al. (1986) verificaram que a fertilização do milho com 67kg/ha de enxofre resultou no aumento da digestibilidade da parede celular e aumentou a absorção aparente de nitrogênio na silagem quando fornecida para novilhos.

O'Dell (1984) enfatizou a importância de estudos da utilização de nutrientes dentro do processo metabólico normal do animal. Daí tem-se tentado desenvolver compostos orgânicos semelhantes àquelas moléculas transportadoras de minerais no organismo animal, de maneira a garantir sua eficiência visando evitar as deficiências.

Assim, o objetivo do trabalho foi estudar o efeito da fonte inorgânica mais utilizada para suplementar enxofre (flor de enxofre) e de fontes orgânicas (metionina e carboquelatado), sobre o pH do líquido ruminal, o número e as espécies de protozoários e sobre a degradabilidade da matéria seca, da proteína bruta, da fibra em detergente ácido e da fibra em detergente neutro das dietas.

MATERIAL E MÉTODOS

O experimento foi realizado por um período de 76 dias. Foram utilizados oito novilhos da raça Nelore, com cânulas ruminais, com peso médio de 380±22kg e idade de 24 meses, os quais permaneceram em baias com piso cimentado, sendo a contenção feita por cabresto e correntes, com bebedouros automáticos e cochos de alvenaria.

Os animais foram distribuídos aleatoriamente nos tratamentos segundo a fonte de enxofre. Os do grupo-controle não foram suplementados com enxofre, os outros três tratamentos receberam flor de enxofre ou metionina ou carboquelatado, como suplementação de enxofre. Os animais foram arraçoados com dieta total, utilizando cana-de-açúcar picada como volumoso, sendo a proporção volumoso:concentrado de 40:60, baseada na matéria seca, conforme apresentado na Tab. 1.

Foram realizadas as seguintes determinações nas rações (Tab. 2): matéria seca, proteína bruta, extrato etéreo, fibra em detergente neutro, fibra em detergente ácido, matéria mineral, cálcio, fósforo, potássio e enxofre segundo AOAC (Official..., 1996). O enxofre foi determinado por turbidimetria em sistema flow injection analysis e o cobre por espectrofotometria de absorção atômica.

O período experimental foi dividido em quatro subperíodos de 19 dias, dos quais 14 eram de adaptação às dietas e cinco para o ensaio de degradabilidade ruminal, quando era colhido líquido ruminal para contagem de protozoários e determinação do pH ruminal. Também foram incubados saquinhos de náilon para determinação da degradabilidade de matéria seca, proteína bruta, fibra em detergente neutro e fibra em detergente ácido.

A degradabilidade ruminal in situ foi realizada utilizando técnica segundo Orskov e McDonald (1979), com sacos de náilon da marca Ankon, medindo 7x14cm e com poros de 50 micrômetros. Aos sacos de náilon, pesados, foram adicionadas amostras da dieta total com aproximadamente 5 e 6g (0,05g e 0,06g de amostra por cm2 do saco de náilon), previamente secas a 65ºC por 48 horas e moídas em moinho com peneira de 2mm. Os sacos atados a mosquetões de aço foram fechados com elásticos de látex.

Os períodos de incubação foram de 0; 1,5; 3; 6; 12; 24 e 48 horas para determinação da degradabilidade da matéria seca e da proteína bruta, e de 0; 6; 12; 24; 48; 72 e 96 horas para determinação da degradabilidade da fibra em detergente ácido e da fibra em detergente neutro. No tempo zero, ou seja, antes da alimentação, os sacos de náilon foram mergulhados em água aquecida a 39ºC, por 15 minutos, conforme técnica descrita por Cummins et al. (1983). Após a retirada dos sacos de náilon do rúmen, estes foram lavados em água corrente, até que a água se apresentasse clara. Então, foram secos em estufa a 65ºC por 48 horas. Após a secagem, os sacos foram pesados, e as amostras foram identificadas e armazenadas para posterior determinação de matéria seca (MS), proteína bruta (PB), fibra em detergente ácido (FDA) e fibra em detergente neutro (FDN). A degradabilidade ruminal foi ajustada segundo o modelo de Orskov e MacDonald (1979). O líquido ruminal foi colhido em kitassato, com o uso de bomba de vácuo, para determinação do pH e análise de protozoários. A determinação do pH do líquido ruminal foi feita logo após a colheita, por meio de peagâmetro de mesa, calibrado com soluções tampão de pH 4,0 e pH 7,0.

Uma alíquota de 10mL de líquido ruminal foi transferida para frascos de vidro com 10ml de formaldeído a 37%. As amostras permaneceram em repouso na temperatura ambiente até o momento das análises, que foram realizadas conforme metodologia de Dehority (1977), para determinação de protozoários ciliados, utilizando câmara de contagem de Sedgwick-Rafter, com capacidade de 1mL Utilizou-se microscópio ótico comum, provido de retículo com área de 0,4362mm2.

O delineamento estatístico foi em quadrado latino 4 x 4, totalizando oito animais por tratamento. Os dados foram analisados pelo pacote estatístico SAS/1988, analisando as variáveis por meio de contrastes pelo PROC GLM, para o estudo da relação entre as fontes. Para contagem de protozoários, foi utilizado o teste de Tukey com nível de significância de 5%.

RESULTADOS E DISCUSSÃO

As Fig. 1, 2, 3 e 4 apresentam, respectivamente, a degradabilidade da matéria seca, da proteína bruta, da fibra em detergente ácido e da fibra em detergente neutro das rações experimentais com diferentes fontes de enxofre, em diferentes tempos de colheita dos saquinhos de náilon.





Não houve diferença significativa (P>0,05) na degradabilidade da MS (Fig. 1) em função das diferentes fontes de enxofre. Silva et al. (2002) verificaram que os principais fatores relacionados com a degradabilidade ruminal são características inerentes ao alimento, ao nível de ingestão, às formas de processamento e ao estado sanitário do animal. Como esses fatores não diferiram entre os tratamentos, pode-se afirmar que somente a alteração da fonte de enxofre não foi suficiente para melhorar a degradabilidade ruminal da matéria seca. Pela curva de degradabilidade, verifica-se aumento até 48 horas, chegando a 78%, valor próximo ao obtido por Valinote (2003), que foi de 74% também utilizando cana-de-açúcar como volumoso.

Não houve diferenças significativas na degradabilidade da PB (Fig. 2) das rações contendo diferentes fontes de enxofre (P>0,05). Os valores obtidos para degradabilidade da proteína (80% às 48 horas de incubação) foram superiores aos obtidos por Valinote (2003), que foi de 73%, embora ambos tenham utilizado cana-de-açúcar como volumoso. De acordo com Henry e Ammerman (1995), a suplementação com enxofre aumenta a população de microrganismos no rúmen, que proporciona efeito direto na degradabilidade. Verificou-se que a suplementação com enxofre na forma carboquelatado aumentou significativamente a quantidade de protozoários ciliados (Tab. 3), contribuindo para a credibilidade da informação que correlaciona diretamente o aumento de protozoários com a degradabilidade da proteína bruta.

Soares et al. (2008) encontraram correlação positiva entre disponibilidade de energia no rúmen e quantidade de protozoários e verificaram também que dietas com déficit energético podem prejudicar a fermentação ruminal e, consequentemente, o desempenho produtivo dos animais.

Para a degradabilidade da FDA (Fig. 3) e da FDN (Fig. 4), não houve diferença (P>0,05) entre tratamentos. De acordo com Carmo et al. (2001), vários fatores podem afetar a degradação da fração fibrosa dos alimentos utilizados na alimentação de ruminantes. Os fatores químicos também são discutidos por Hoover (1986), relatando que o decréscimo no pH ruminal parece ser o principal impacto para redução na degradação da fibra. Uma depressão no pH ruminal para aproximadamente 6,0 causa uma pequena redução na degradação da fibra, entretanto, quando o pH cai para valores inferiores a 5,5, o crescimento dos microrganismos celulolíticos e a digestão da fibra podem ser completamente inibidos.

Guardiola et al. (1983); Patterson e Kung (1988) verificaram que a digestão da celulose aumenta com a suplementação com enxofre, mas não encontraram diferença significativa entre fontes. Em outras palavras, a ausência ou deficiência de enxofre influencia negativamente no metabolismo ruminal, prejudicando a degradabilidade da fibra e, consequentemente, a produtividade animal.

A contagem e a identificação dos protozoários encontrados, gêneros Entodinium, Diplodinium, Epidinium, Isotricha, Dasytricha, Ostrachodinium e Eudiplodinium, são apresentadas na Tab. 3, juntamente com os valores de pH no líquido ruminal.

O tratamento com carboquelatado resultou em maior número de protozoários totais (P<0,05), sendo que a metionina proporcionou o menor número. Este resultado tem relevância para justificar a tendência do carboquelatado em aumentar a degradabilidade da fibra quando os animais foram suplementados com esta fonte.

Não foram encontradas diferenças significativas entre as fontes de enxofre (P>0,05) quanto ao pH ruminal, no entanto, os valores médios obtidos estão próximos a sete, o que propicia um ambiente adequado para ação dos microrganismos ruminais. Os valores próximos a sete são justificáveis devido à proporção de volumoso utilizada, o que estimula uma maior ruminação e, consequentemente, salivação, conferindo aumento no pH, como citaram Chalupa et al. (1986).

A predominância do gênero Entodinium está de acordo com as observações de outros autores, entre eles Martinele et al. (2008), que investigaram a população de protozoários de bovinos em diferentes situações alimentares, por exemplo, em dietas ricas em cana-de-açúcar. O mesmo foi observado por (Franzolin e Franzolin, 2000).

As alterações positivas ou negativas nas contagens de alguns gêneros de protozoários podem ser atribuídas à utilização de diferentes fontes de enxofre na dieta. Variações na quantidade e no gênero de protozoários também foram verificadas por Valinote et al. (2005) e Martinele et al. (2008), que sempre atribuíram os resultados à alteração de algum componente da dieta.

Hu et al. (2006) verificaram que o pH e o substrato possuem efeito sobre a concentração de ácidos graxos voláteis e a proliferação de microrganismos no rúmen, sendo os melhores resultados obtidos com valores de pH entre 6,9 e 7,5. Barnes e Keller (2003) também descreveram a importância do substrato volumoso em valores mínimos próximo a 20% para evitar problemas relacionados à acidose metabólica, que, além de prejudicar o desempenho dos animais, inviabiliza a produção de ruminantes.

CONCLUSÕES

O enxofre carboquelatado, ao aumentar a quantidade total de protozoários ciliados, melhorou o fluxo de proteína microbiana para o abomaso e intestino delgado. O enxofre como constituinte de aminoácidos sulfurados talvez expresse melhor os resultados em animais na fase de crescimento, uma vez que, para essa fase são maiores as exigências em aminoácidos e proteínas.

Recebido em 12 de setembro de 2008

Aceito em 25 de maio de 2009

E.mail: saranetto@yahoo.com

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Datas de Publicação

  • Publicação nesta coleção
    27 Ago 2009
  • Data do Fascículo
    Ago 2009

Histórico

  • Aceito
    25 Maio 2009
  • Recebido
    12 Set 2008
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