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ARTRÓPODES ASSOCIADOS A MUDAS DE PEQUIZEIRO

ARTHROPODS ASSOCIATED TO “PIQUIZEIRO” TREE SEEDLINGS

RESUMO

O objetivo deste trabalho foi avaliar os insetos fitófagos e os inimigos naturais presentes em mudas de pequizeiro Caryocar brasiliense Cambess.(Caryocaraceae). Detectou-se na face abaxial das folhas apicais maior número de pulgões Aphis gossypii Glover, 1877 (Hemiptera: Aphididae) e de formigas Crematogaster sp. (Hymenoptera: Formicidae), enquanto na face adaxial desta predominaram galhas de Eurytoma sp. (Hymenoptera: Eurytomidae). Observaram-se também que os pulgões foram afetados positivamente por Crematogaster sp., umidade relativa e temperatura e negativamente por chuva. Já Eurytoma sp. possui interação positiva com altura de planta, Crematogaster sp. e umidade relativa.

PALAVRAS-CHAVE
Caryocar brasiliense ; Eurytoma sp.; Aphis gossypii ; Crematogaster sp.

ABSTRACT

The objective of this work was to evaluate the insects and the natural enemies of “piquizeiro” tree Caryocar brasiliense Camb. (Caryocaraceae) seedlings. A higher number of aphids Aphis gossypii (Glover) (Homoptera: Aphididae) and Crematogaster sp. ants (Hymenoptera: Formicidae) were detected on the abaxial face of apical leaves, while galls of Eurytoma sp. (Hymenoptera: Eurytomidae) predominated on the adaxial face of apical leaves. The aphids were positively affected by Crematogaster sp., relative humidity and temperature, and negatively by rainfall. Eurytoma spp. was positively affected by plant height, Crematogaster spp. and relative humidity.

KEY WORDS
Caryocar brasiliense ; Eurytoma sp.; Aphis gossypii ; Crematogaster sp.

O pequizeiro, Caryocar brasiliense Cambess. (Caryocaraceae), é uma árvore encontrada com abundância no norte de Minas Gerais e desempenha um papel importante na economia local. A colheita de seus frutos e extração de óleo destes são a principal fonte de renda de muitas famílias da região, sendo estes utilizados no preparo de pratos típicos e também na indústria cosmética para a produção de sabonetes, cremes e "shampoos" (ARAÚJO, 1995ARAÚJO, F.D. A review of Caryocar brasiliense (Caryocaraceae) an economically valuable species of the central Brazilian cerrados. Economic Botany, v.9, p.40-48, 1995.; ALMEIDA et al., 1998ALMEIDA, S.P.; PROENÇA, C.E.B.; SANO, S.M.; RIBEIRO, J.F. Cerrado: espécies vegetais úteis . Planaltina: EMBRAPA – CPAC, 1998.; RIBEIRO, 2000RIBEIRO, R.F. Pequi, o rei do cerrado: roendo o fruto sertanejo por todos os lados. Belo Horizonte: REDE CERRADO/ REDE/CAANM/CAMPO VALE, 2000.; PASSOS et al., 2003PASSOS, X.S.; CASTRO, A.C.M.; PIRES, J.S.; GARCIA, A.C.F.; CAMPOS, F.C.; FERNANDES, O.F.L.; PAULA, J.R.; FERREIRA, H.D.; SANTOS, S.C.; FERRI, P.H.; SILVA , M.D.R. Composition and antifun'gal activity of the essential oils of Caryocar brasiliense. Pharmaceutical Biology, v.41, p.319-324, 2003.).

A ação extrativista intensa dos frutos de pequizeiro tem alterado sua regeneração natural, o que leva à diminuição do número de plantas desta espécie no cerrado norte mineiro. Além disso, outros fatores como as expansões agrícola e demográfica também reduzem a população deste vegetal na região. Desta forma, a produção de mudas em viveiros pode se tornar uma alternativa para o repovoamento da espécie, contribuindo para a cultura e economia local (MELO, 1987MELO, J.T. Fatores relacionados com a dormência de sementes de pequi (Caryocar brasiliense Cambess.). 1987. 92f. Dissertação (Mestrado) – Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz", Piracicaba, 1987.). Para que se torne uma atividade viável, é preciso conhecer as pragas associadas às mudas e as injúrias que podem causar, podendo então a determinação de meios eficazes de controle.

Assim, o objetivo deste trabalho foi avaliar a percentagem de desfolha e cobertura foliar por galhas e as espécies de insetos fitófagos e inimigos naturais em mudas de pequi cultivadas em viveiro, correlacionando à temperatura, precipitação, umidade relativa do ar, altura de planta e distribuição nas mudas (dossel e face foliar).

O experimento foi conduzido de junho de 2003 a abril de 2004, no Instituto de Ciências Agrárias (ICA) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Montes Claros, MG. Foram avaliados, em viveiro aberto, 100 mudas de pequi pé-franco (provenientes de sementes) com 18 meses de idade. Para a produção das mudas, o substrato utilizado era composto de partes de terra, areia, esterco bovino curtido (2:2:1) e 0,5 kg de superfosfato simples/m³. Esse foi colocado em sacos plásticos de 25 cm x 35 cm, sendo as mudas irrigadas 7 mm/dia, por meio de microaspersão invertida (MAI). Semanalmente, as 100 mudas eram avaliadas, medindo-se altura da planta, percentagem de desfolha e cobertura foliar com galhas, o número de insetos fitófagos e de inimigos naturais presentes em 3 folíolos apicais, em ambas as faces foliares, ao longo do dossel (apical, médio e basal).

Os dados climáticos (temperatura, pluviosidade e umidade relativa do ar) foram obtidos da Estação Climatológica Principal de Montes Claros do 5º Distrito de Meteorologia (DISME) do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET). Os dados foram submetidos à análise de variância, teste de média de Tukey, correlação de Pearson e de regressão simples ou múltipla, todos a 5% de probabilidade.

Foram observados os seguintes insetos nas folhas de pequizeiro: Aphis gossypii Glover, 1877 (Hemiptera: Aphididae) (3,64 ± 1,26 formas ápteras/folíolo e 0,08 ± 0,04 formas aladas/folíolo); mosca-branca Bemisiatabaci (Gennadius, 1868) (Hemiptera: Aleyrodidae) (0,32 ± 0,11 adulto/folíolo); Dikrella sp. (Hemiptera: Cicadellidae) (0,06 ± 0,02 adulto + ninfa/folíolo); Eurytoma sp. (Hymenoptera: Eurytomidae) (0,52 ± 0,20% de cobertura foliar por galhas); cochonilha-branca Pseudococcus sp. (Hemiptera: Pseudococcidae) (0,27 ± 0,21 adulto + ninfa/folíolo), sendo notada em janeiro, única ocorrência. Já os inimigos naturais observados nas folhas de pequizeiro foram: bicho-lixeiro Chrysoperla sp. (Neuroptera: Chrysopidae) (0,10 ± 0,08 adulto + ninfa/folíolo) e complexo de aranhas Oxyopes spp. (Oxyopidae), Misumenops spp. (Thomisidae) e Salticidae (0,11 ± 0,07 aranha/folíolo) e percentagem de desfolha, sendo esta notada apenas de junho a agosto (0,40 ± 0,26/folíolo) (fator causal não identificado). Além desses, observaram-se também formigas Crematogaster sp. (Hymenoptera: Formicidae) nas folhas das mudas de pequizeiros (0,02 ± 0,01 formiga/folíolo).

A maioria dos insetos herbívoros e os inimigos naturais encontrados no presente trabalho são comuns às hortaliças e grandes culturas (GALLO et al., 2002GALLO, D.; NAKANO, O.; SILVEIRA NETO, S.; CARVALHO, R.P.L.; BATISTA, G.C.; BERTI FILHO, E.; PARRA, J.R.P.; Z UCCHI, R.A.; ALVES, S.B.; VENDRAMIM, J.D.; MARCHINI, L.C.; LOPES, J.R.S.; OMOTO, C. Entomologia agrícola. Piracicaba: FEALQ, 2002.). Sua presença, em geral ocasional, deve-se provavelmente à proximidade entre o viveiro de mudas e a horta do ICA (50 m). Entretanto, o galhador Eurytoma sp. e Dikrella sp. têm sido observados em grande número em árvores de pequizeiro do Campus do ICA, no cerrado e em pastagens localizadas no Município de Montes Claros, MG (VELOSO et al., 2004)VELOSO, R.V.S.; LEITE, G.L.D.; SÁ, V.G.M.; SANTOS , M.C. Distribuição Espacial de Insetos Galhadores em Pequizeiro. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE FRUTICULTURA, 18., 2004, Florianópolis. Resumo. Florianópolis: CBF, 2004. 1 CD-ROM.. VELOSO et al. (2004VELOSO, R.V.S.; LEITE, G.L.D.; SÁ, V.G.M.; SANTOS , M.C. Distribuição Espacial de Insetos Galhadores em Pequizeiro. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE FRUTICULTURA, 18., 2004, Florianópolis. Resumo. Florianópolis: CBF, 2004. 1 CD-ROM.) relatam que esses galhadores chegam a colonizar 36% das folhas de uma árvore de pequizeiro, o que resulta em sua queda prematura (OLIVEIRA, 1997OLIVEIRA, P.S. The ecological function of extrafloral nectaries: Herbivore deterrence by visiting ants and reproductive output in Caryocar brasiliense (Caryocaraceae). Functional Ecology, v.11, p.323-330, 1997.), podendo ser futuro problema, além do pulgão, na produção de mudas em viveiro.

Verificou-se um maior número de pulgões, de formigas e do galhador Eurytoma sp. nas folhas apicais do que nos terços médio e basal das mudas de pequizeiro, sendo que os dois primeiros prioritariamente na face abaxial e o último na face adaxial (Tabela 1). Também foram observados mais nas faces abaxiais aranhas e Dikrella sp. (Tabela 1). Esses fatos devem-se, provavelmente, a melhor qualidade nutricional e delicadeza das folhas novas, o que facilitaria a alimentação destes (MIRANDA et al., 1998MIRANDA, M.M.M.; PICANÇO, M.; MATIOLI, A.L.; PALLINI FILHO, A. Distribuição na planta e controle biológico natural de pulgões (Homoptera: Aphididae) em tomateiros. Revista Brasileira de Entomologia, v.42, p.13-16, 1998.; LEITE et al., 2001LEITE, G.L.D.; PICANÇO, M.; AZEVEDO , A.A.; GUSMÃO, M.R. Factores que influenciam o ataque de pulgões e de tripes em jilozeiro (Solanum gilo var. Gigante Portuguesa). Agronomia Lusitana, v.49, p.181-195, 2001.; LEITE et al., 2002LEITE, G.L.D.; PICANÇO, M.; JHAM , G.N.; ECOLE, C.C. Effect of leaf characteristics, natural enemies and climatic conditions on the intensities of Myzus persicae and Frankliniella schulzei attacks on Lycopersicon esculentum. Arquivos do Instituto Biológico, São Paulo, v.69, n.4, p.71-82, 2002.). Não se detectou efeito significativo de dossel e da face foliar nos demais insetos, provavelmente devido à baixa densidade.

Tabela 1
Efeito de dossel de mudas deCaryocar brasiliense Cambess. (Caryocariaceae) sobre a cobertura foliar por galhas de Eurytoma sp. (Hymenoptera: Eurytimidae) (%), número de Aphis gossypii Glover, 1877 (Hemiptera: Aphididae) áptero e de Crematogaster sp. (Hymenoptera: Formicidae) por folíolo e de face foliar sobre a cobertura foliar por galhas de Eurytoma sp. (%), no número de A. gossypii (ápteros e alados), de Dikrella sp., de Crematogaster sp. e de aranhas (Arachinida: Aranae) por face foliar. Montes Claros, MG. 2003-2004.
Fig. 1
Densidade populacional de Aphis gossypii Glover, 1877 (Hemiptera: Aphididae) (áptero e alado), Bemisia tabaci (adulta e folíolo), Pseudoccocus sp. (Hemiptera: Pseudococcidae) Dikrella sp., Crematogaster sp. (Hymenoptera: Formicidae)/folíolo cobertura foliar por galhas de Eurytoma sp. e desfolha (%) e aranhas (Arachinida: Aranae)/folíolo. Monte Claros, MG. 2003-2004.
Fig. 2
Temperatura média do ar (ºC), umidade relativa do ar (%) e pluviosidade (m) durante o período experimental. Montes Claros, MG. 2003-2004. As curvas representam a média e os histogramas o acumulado em 30 dias.

Os pulgões ápteros tiveram 3 picos populacionais, em junho de 2003, janeiro e em março de 2004 (Fig. 1), períodos caracterizados por pouca ou nenhuma precipitação (Fig. 2), o que pode ter favorecido os pulgões (y = 1,33 + 0,93 x Chuva – 0,01 x Chuva 2; R2 = 0,12). Umidade relativa mais elevada e a presença de formigas, possivelmente, favoreceram a população de pulgões (y = -9,32 + 32,98 x Formiga + 0,19 x Umidade relativa, R2 = 0,25). Já a forma alada apresentou-se em maior número nos meses de novembro e março (Fig. 1), sendo afetado negativamente por chuva (r = -0,22) e positivamente por formiga, temperatura e pelas formas ápteras (y = -0,63 + 1,74 x Formiga + 0,03 x Temperatura + 0,01 x Pulgões ápteros, R2 = 0,61). As formas aladas têm o objetivo de colonizar novas plantas, ou seja, aparecem no início da colonização ou quando se aumenta muito a população de formas ápteras (PICANÇO et al., 1997PICANÇO, M.; CASALI, V.W.D.; OLIVEIRA, I.R.; LEITE, G.L.D. Homópteros associados ao jiloeiro. Pesquisa Agropecuária Brasileira, v.32, p. 451-456, 1997.). O alto índice de chuvas reduz o nível populacional de pulgões (LEITE et al., 2002LEITE, G.L.D.; PICANÇO, M.; JHAM , G.N.; ECOLE, C.C. Effect of leaf characteristics, natural enemies and climatic conditions on the intensities of Myzus persicae and Frankliniella schulzei attacks on Lycopersicon esculentum. Arquivos do Instituto Biológico, São Paulo, v.69, n.4, p.71-82, 2002.); já as formigas desempenham o papel ecológico de protegê-los dos inimigos naturais enquanto alimentam-se de suas excreções (DELABIE , 2001DELABIE, J.H.C. Tropobiosis between Formicidae and Hemiptera (Sternorrhyncha and Auchenorrhyncha): an overview. Neotropical Entomology, v.30, n.4, p.501-516, 2001.).

A maior cobertura foliar por galhas ocorreu em janeiro (Fig. 1), sendo estes afetados positivamente por formigas, altura de plantas e umidade relativa (y = -1,04 + 300,60 x Formiga + 0,20 x Altura das mudas + 0,01 x Umidade relativa; R2 = 0,99). FERNANDES et al. (1999)FERNANDES, G.W.; FAGUNDES, M.; WOODMAN , R.L.; PRICE, P.W. Ant effects on three-trophic level interactions: plant, galls, and parasitoids. Ecological Entomology, v.24, p.411-415, 1999. e VELOSO et al. (2004)VELOSO, R.V.S.; LEITE, G.L.D.; SÁ, V.G.M.; SANTOS , M.C. Distribuição Espacial de Insetos Galhadores em Pequizeiro. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE FRUTICULTURA, 18., 2004, Florianópolis. Resumo. Florianópolis: CBF, 2004. 1 CD-ROM. também observaram efeito positivo de formigas sobre galhadores, no qual reduzem a taxa de parasitismo sofrido pelos galhadores por vespas Platygaster sp.(Hymenoptera: Platygasteridae) e Sycophila sp. (Eurytomidae), respectivamente. Os galhadores preferem plantas maiores do que as menores devido as primeiras oferecerem mais recurso alimentar (CORNELISSEN & FERNANDES, 2001CORNELISSEN, T.G. & FERNANDES, G.W. Patterns of attack by herbivores on the tropical shrub Bauhinia brevipes (Leguminosae): vigour or chance? European Journal of Entomology, v.98, p.37-40, 2001.), como observado em mudas de pequizeiro neste trabalho.

Observou-se apenas um pico populacional de mosca-branca e de Dikrella sp., em dezembro e janeiro respectivamente (Fig. 1). Entretanto, não foi notado ninfas de mosca-branca, não havendo assim colonização desta nas mudas de pequizeiro. Porém, sendo a mosca-branca vetora de alguns vírus em hortaliças e grandes culturas (ex.: feijão), pode ser que futuramente passe a ser problema na produção de mudas de pequizeiro, principalmente nos períodos mais secos e quentes do ano (GALLO et al., 2002GALLO, D.; NAKANO, O.; SILVEIRA NETO, S.; CARVALHO, R.P.L.; BATISTA, G.C.; BERTI FILHO, E.; PARRA, J.R.P.; Z UCCHI, R.A.; ALVES, S.B.; VENDRAMIM, J.D.; MARCHINI, L.C.; LOPES, J.R.S.; OMOTO, C. Entomologia agrícola. Piracicaba: FEALQ, 2002.).

Em resumo, dos insetos observados, os pulgões e os galhadores são os insetos mais abundantes e que podem trazer problemas na produção de mudas de pequizeiro, já que o primeiro ocasiona engruvinhamento das folhas jovens e o segundo senescência prematura destas. Além disso, os dados do presente estudo sugerem que o controle destes deve ser dirigido à parte apical das plantas, uma vez que eles atacam preferencialmente as folhas localizadas nos ápices das mudas.

REFERÊNCIAS

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Datas de Publicação

  • Publicação nesta coleção
    14 Jan 2022
  • Data do Fascículo
    Jul-Sep 2006

Histórico

  • Recebido
    09 Jun 2005
  • Aceito
    08 Ago 2006
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