Checklist das abelhas e plantas melitófilas no Estado de São Paulo, Brasil

Checklist of bees and honey plants from São Paulo State, Brazil

Resumos

Para este trabalho, foram considerados os resultados de quatro estudos que amostraram abelhas nas flores nos dois principais biomas do Estado de São Paulo: Mata Atlântica (3 localidades) e cerrado (4 localidades). Foram coletadas 276 espécies de abelhas, pertencentes a 88 gêneros: 207 espécies e 78 gêneros na Mata Atlântica e 105 espécies e 40 gêneros no cerrado. Apidae foi a família mais representada nos dois biomas. Nas áreas amostradas, as abelhas visitaram 433 espécies de plantas: 361 na Mata Atlântica e 75 no cerrado.

abelhas; plantas melitófilas; biota paulista; BIOTA/FAPESP Program


For this work, we considered the results of four studies that sampled bees on flowers in the two main biomes of São Paulo State: Atlantic forest (3 locations) and 'cerrado' (4 locations). We found 276 species of bees belonging to 88 genera: 207 species and 78 genera in the Atlantic forest and 105 genera and 40 species in the 'cerrado' biome. Apidae family was the most represented in both biomes. In the sampled areas, bees visited 433 plant species: 361 in the Atlantic forest and 75 in the 'cerrado'.

bees; Melittophilous plants; biodiversity of the State of São Paulo; BIOTA/FAPESP Program


INVENTÁRIOS

Checklist das abelhas e plantas melitófilas no Estado de São Paulo, Brasil

Checklist of bees and honey plants from São Paulo State, Brazil

Vera Lúcia Imperatriz-FonsecaI; Isabel Alves-dos-SantosI, * * Autor para correspondência: Isabel Alves-dos-Santos, e-mail isabelha@usp.br ; Pérsio de Souza Santos-FilhoI; Wolf EngelsII; Mauro RamalhoIII; Wolfgang WilmsII; João Batista Vicentin AguilarI; Cynthia Almeida Pinheiro-MachadoIV; Denise Araújo AlvesI; Astrid de Matos Peixoto KleinertI

IDepartamento de Ecologia, Instituto de Biociências, Universidade de São Paulo - USP, Rua do Matão, travessa 14, Cidade Universitária, CEP 05508-900, São Paulo, SP, Brasil

IIZoologisches Institut der Universität Tübingen, Germany

IIIDepartamento de Botânica, Instituto de Biologia, Universidade Federal da Bahia

IVFauna & Flora International, Brasília

RESUMO

Para este trabalho, foram considerados os resultados de quatro estudos que amostraram abelhas nas flores nos dois principais biomas do Estado de São Paulo: Mata Atlântica (3 localidades) e cerrado (4 localidades). Foram coletadas 276 espécies de abelhas, pertencentes a 88 gêneros: 207 espécies e 78 gêneros na Mata Atlântica e 105 espécies e 40 gêneros no cerrado. Apidae foi a família mais representada nos dois biomas. Nas áreas amostradas, as abelhas visitaram 433 espécies de plantas: 361 na Mata Atlântica e 75 no cerrado.

Número de espécies: no mundo: 17.000, no Brasil: 1.678, estimadas no Estado de São Paulo: 729.

Palavras-chave: abelhas, plantas melitófilas, biota paulista, Programa BIOTA/FAPESP.

ABSTRACT

For this work, we considered the results of four studies that sampled bees on flowers in the two main biomes of São Paulo State: Atlantic forest (3 locations) and 'cerrado' (4 locations). We found 276 species of bees belonging to 88 genera: 207 species and 78 genera in the Atlantic forest and 105 genera and 40 species in the 'cerrado' biome. Apidae family was the most represented in both biomes. In the sampled areas, bees visited 433 plant species: 361 in the Atlantic forest and 75 in the 'cerrado'.

Number of species: in the world: 17,000, in Brazil: 1,678, estimated in São Paulo State: 729.

Keywords: bees, Melittophilous plants, biodiversity of the State of São Paulo, BIOTA/FAPESP Program.

Introdução

As abelhas são responsáveis pela polinização da maior parte das espécies de planta na maioria dos biomas onde são encontradas (Silberbauer-Gottsberger & Gottsberger 1988), inclusive nos agroecossistemas (revisão em Kremen et al. 2007). As abelhas coletam seu alimento (pólen e néctar) nas flores e, nestas visitas, muitas vezes, acabam fazendo parte do processo de polinização. Plantas polinizadas por elas são chamadas melíferas ou melitófilas (Faegri & ven der Pijl 1979).

Nos levantamentos faunísticos, uma das principais metodologias de coleta utilizadas (Sakagami et al. 1967) captura as abelhas nas flores (Silveira et al. 2002), resultando em extensas listas de espécies visitantes florais e plantas visitadas. Estas listas auxiliam na identificação de potenciais polinizadores das espécies vegetais.

Este trabalho teve como objetivo compilar as abelhas nativas e as plantas melitófilas amostradas em algumas localidades nos dois biomas mais representativos do Estado de São Paulo: Mata Atlântica e cerrado.

Metodologia

Para esta compilação foram considerados os resultados de quatro trabalhos que amostraram abelhas nas flores nos dois principais biomas do Estado de São Paulo: Mata Atlântica e cerrado (Tabela 1). Três deles foram realizados na Mata Atlântica (Ramalho 1995, Wilms 1995, Aguilar 1998) e o quarto em 4 localidades de cerrado (Estação Ecológica de Jataí, Fragmento Limoeiro, Fragmento Posto e Parque Estadual de Vassununga) (Pinheiro-Machado 2002).

As abelhas nativas foram coletadas com o auxílio de redes entomológicas, durante visitas às flores, seguindo a metodologia proposta por Sakagami et al. (1967). As coletas foram realizadas quinzenal ou mensalmente, por períodos variáveis: 18 meses (Ramalho 1995), 30 meses (Wilms 1995), 14 meses (Aguilar 1998) e 12 meses (Pinheiro-Machado 2002) (Tabela 1).

Os espécimes de Apoidea foram depositados em sua maioria na coleção CEPANN, do Laboratório de Abelhas, Instituto de Biociências, Universidade de São Paulo, e foram identificadas através de literatura especializada e auxílio de especialistas.

As plantas coletadas foram herborizadas e as exsicatas depositadas no Departamento de Botânica, Instituto de Biociências, USP e no Instituto de Botânica de São Paulo. A identificação das espécies vegetais foi realizada por especialistas das mesmas Instituições.

Para esta compilação, apenas as espécies identificadas foram utilizadas. Ressaltamos que o número de morfoespécies nas listas dos quatro inventários é muito extenso, sendo um dos maiores problemas enfrentados na avaliação da biodiversidade de Apoidea (Silveira et al. 2002).

Resultados e Discussão

1. Lista das espécies do Estado de São Paulo

Os dados dos quatro trabalhos, com coletas em sete localidades distintas (três na Mata Atlântica e quatro no cerrado), mostraram um total de 276 espécies de abelhas, pertencentes a 88 gêneros. Somente na Mata Atlântica, foram encontradas 207 espécies de abelhas de 78 gêneros. No cerrado, foram contabilizadas 105 espécies de abelhas de 40 gêneros. Em todos eles, a família Apidae foi a mais representativa.

Nas áreas amostradas, as abelhas visitaram 433 espécies de plantas: 361 na Mata Atlântica e 75 no cerrado (Tabelas 2 e 3). As espécies de abelhas consideradas mais generalistas, ou seja, que visitaram um maior espectro de plantas, foram: Trigona spinipes (Fabricius, 1793), Apis mellifera Linnaeus, 1758, Trigona hyalinata (Lepeletier, 1836), Scaptotrigona conflita Moure (não publicado), Paratrigona subnuda Moure, 1947, Bombus (Fervidobombus) morio (Swederus, 1787), Plebeia droryana (Friese, 1900), Scaptotrigona bipunctata (Lepeletier, 1836), Ceratina (Crewella) vernoniae Schrottky, 1920 e Trigona fulviventris Guérin, 1835. As consideradas mais especialistas, ou seja, que visitaram poucas espécies de plantas, foram: Ariphanarthra palpalis Moure, 1951, Augochlora (Oxystoglosella) thalia Smith, 1879, Augochloropsis nigra Moure, 1944, Augochloropsis rotalis (Vachal, 1903), Bicolletes iheringi (Schrottky, 1910), Caenohalictus oresicoetes (Moure, 1943), Centris (C.) spilopoda Moure, 1969, Centris (C.) varia (Erichson, 1848), Centris (C.) decolorata Lepeletier, 1841 e Centris (Hemisiella) vittata Lepeletier, 1841.

As espécies vegetais visitadas por um maior número de abelhas foram: Cupania zanthoxyloides Radlk., Spermacoce verticillata L., Symplocos variabilis Mart. ex Miq., Miconia splendens (Sw.) Griseb., Baccharis capprariaefolia DC., Heliotropium procumbens P. Mill., Baccharis dracunculifolia DC., Davilla rugosa Poir., Duranta erecta L. e Psychotria vellosiana Benth., na Mata Atlântica, e Chamaecrista debilis (Vogel) H.S.Irwin & Barneby, Schefflera vinosa (Cham. & Schltdl.) Frodin & Fiaschi, Byrsonima intermedia A.Juss., Jacaranda caroba (Vell.) DC., Memora peregrine (Miers.) Sandwith, Bidens gardneri Baker, Stachytarpheta maximiliani Schauer, Chamaecrista desvauxii (Collad.) Killip, Ouratea spectabilis (Mart.) Engl. e Senna rugosa (G.Don) H.S.Irwin & Barneb, no cerrado.

Pedro & Camargo (1999) relacionaram 145 gêneros e 729 espécies de abelhas para o estado, das quais 218 são comuns aos quatro trabalhos aqui relacionados. Das 729 espécies relatadas para o Estado de São Paulo, 197 eram não identificadas. O impedimento taxonômico é uma limitação enorme tanto com relação à determinação da riqueza de espécies em um determinado bioma, estado ou país, como para a utilização dos dados de interações identificadas nos trabalhos, que poderiam incrementar o conhecimento acerca destes polinizadores potenciais, ampliando a gama de opções passíveis de serem utilizadas tanto em manejo, como e restauração de áreas (Silveira et al. 2002, Imperatriz-Fonseca et al. 2006, Kevan & Imperatriz-Fonseca 2006).

2. Principais avanços relacionados ao Programa BIOTA/FAPESP

O Programa BIOTA permitiu avanços em relação às espécies de abelhas e plantas melitófilas conhecidas para o estado de São Paulo, através de coletas em novas localidades, como o litoral norte, ilhas oceânicas e oeste do estado; bem como atualização dos dados sobre interações abelhas-plantas. Além disso, foi aprimorado o conhecimento sobre a biologia de várias espécies de abelhas, sobre o desenvolvimento, a produção de sexuados, a biologia da nidificação, os inimigos naturais e sazonalidade. Estes estudos estão permitindo identificar o potencial das diferentes espécies de abelhas para uso sustentado na agricultura.

3. Principais grupos de pesquisa sobre abelhas e plantas melíferas

No Estado de São Paulo, os principais grupos de pesquisa com abelhas e plantas melitófitas são: Laboratório de Abelhas, Departamento de Ecologia, IB, e Departamento de Biologia, FFCLRP, ambos na USP; Departamento de Biologia, UNESP, campus de Rio Claro; e Departamento de Botânica, UNICAMP. Mas, no Brasil há muitos outros grupos de pesquisa estudando interação entre abelhas e plantas. Os núcleos de pesquisa mais consolidados neste tema são: Laboratório de Ciências Ambientais da UENF, no Rio de Janeiro; Departamento de Ciências Biológicas da UEFS, na Bahia; Departamentos de Zoologia e de Botânica da UFBA, em Salvador; Departamento de Botânica da UFPE, em Pernambuco; Departamento de Zoologia da UFPB, em João Pessoa; Departamento de Zoologia da UFMG, em Belo Horizonte; UFV em Viçosa; Departamento de Zoologia, UFPR, em Curitiba; Departamento de Biologia UFSC, em Florianópolis; PUC-RS, em Porto Alegre.

4. Principais acervos

Os acervos com maior número de espécimes depositados de abelhas são: Coleção Moure, UFPR em Curitiba (esta coleção conta com o maior número de holótipos brasileiros); Coleção Camargo - FFCLRP; Museu de Zoologia e coleção CEPANN (Coleção Entomológica Paulo Nogueira Neto) as últimas três pertencem à Universidade de São Paulo; e Coleção de abelhas da UFMG. Somando os acervos de todas as coleções brasileiras, temos menos de um milhão de exemplares de abelhas nos museus brasileiros. Para mais detalhes sobre este assunto ver Alves dos Santos (2005).

Quanto às plantas melíferas, estas foram depositadas em sua maioria em Herbários das Instituições onde os levantamentos foram feitos, como por exemplo: Instituto de Biociências da USP; UNICAMP; UFBA; PUCRS; e UFPR.

5. Principais Lacunas do Conhecimento

Existe uma grande lacuna com relação à amostragem de abelhas e plantas visitadas nas regiões central e oeste do estado de São Paulo. Para o Brasil, as lacunas existem nas regiões centro-oeste e norte. Outro problema que enfrentamos diz respeito à identificação das abelhas. Apesar dos esforços taxonômicos terem aumentado no Brasil, provavelmente não conhecemos nem a metade da nossa fauna de abelhas e plantas associadas. Temos carência de revisões taxonômicas de gêneros extensos e importantes da nossa fauna

6. Perspectivas de pesquisa com abelhas para os próximos 10 anos

Como mencionado acima, inventários em áreas ainda não amostradas e incentivos aos estudos taxonômicos seriam desejáveis. Mas para aquelas espécies já conhecidas, podemos agora incrementar a base de conhecimentos com estudos demográficos e genética das populações; com estudos sobre avaliação dos efeitos da fragmentação e perda de habitat sobre as comunidades; e com a identificação de polinizadores efetivos para espécies nativas e cultivadas.

Agradecimentos

Agradecemos aos pesquisadores que identificaram as espécies de abelhas Pe. Jesus S. Moure (in memoriam), Prof. Dr. João M.F. Camargo (in memoriam), Profa. Dra. Danúncia Urban (UFPR), Prof. Dr. Antonio J. C. Aguiar (UnB), Prof. Dr. Fernando A. Silveira (UFMG) e Profa. Dra. Favízia F. Oliveira (UFBA); aos pesquisadores do Departamento de Botânica do Instituto de Biociências, USP, e do Instituto de Botânica de São Paulo, responsáveis pela identificação das espécies vegetais; aos técnicos do Departamento de Ecologia, Eduardo S. Mattos (in memoriam) e Paulo C. Fernandes; ao CNPq, CAPES, FAPESP e DAAD, pelas bolsas concedidas e auxílios financeiros que possibilitaram a execução destes trabalhos. Ao Instituto Florestal do Estado de São Paulo e ao Museu de Zoologia pela concessão das licenças de coleta e trabalho nas áreas.

Recebido em 17/09/2010

Versão reformulada recebida em 08/10/2010

Publicado em 15/12/2010

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  • *
    Autor para correspondência: Isabel Alves-dos-Santos, e-mail

Datas de Publicação

  • Publicação nesta coleção
    03 Out 2012
  • Data do Fascículo
    Dez 2011

Histórico

  • Recebido
    17 Set 2010
  • Aceito
    15 Dez 2010
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