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Fósforo na alimentação de pacu (Piaractus mesopotamicus)

Phosphorus in feed for pacu (Piaractus mesopotamicus)

Resumos

Objetivou-se avaliar o uso de fósforo na dieta de juvenis de pacu (Piaractus mesopotamicus) sobre a qualidade da água, o desempenho zootécnico, o rendimento corporal e a composição química da carcaça. Foram utilizados 100 juvenis com peso médio inicial de 25,9±1,32 g, distribuídos em delineamento inteiramente ao acaso, em 20 tanques de fibra de vidro, com cinco tratamentos e quatro repetições. Os peixes foram alimentados quatro vezes ao dia, às 8; 11; 14 e 17 h, com dietas extrusadas contendo 0,40; 0,55; 0,70; 0,85 e 1,0% de fósforo total. Não foram observadas diferenças nos parâmetros de qualidade de água, com exceção da concentração de ortofosfato na água, que apresentou aumento linear. Os parâmetros de desempenho zootécnico, rendimento corporal e composição química da carcaça não diferiram entre os níveis de suplementação de fósforo na dieta. A utilização de 0,40% de fósforo total atende às exigências de fósforo de juvenis de pacu (Piaractus mesopotamicus), além de disponibilizar menor concentração de ortofosfato da água.

exigência nutricional; mineral essencial; peixe nativo; qualidade de água


The objective of the present research was to evaluate phosphorus in diet for pacu (Piaractus mesopotamicus) juveniles on water quality, livestock performance, body yield and carcass chemical composition. A total of 100 juveniles, 25.9±1.32 g average weight were randomly assigned into 20 fiberglass tanks, with five treatments and four replications. The fish were fed four times a day (8 and 11 a.m.; 2 and 5 p.m.), with extruded diets containing 0.40; 0.55; 0.70; 0.85 and 1.0 % total phosphorus. No differences were observed in water quality parameters, except for the concentration of orthophosphate in water, which presented linear increase. The parameters livestock performance, body yield and carcass chemical composition showed no differences for the levels of supplementation of phosphorus in diet. The use of 0.40% total phosphorus meets the requirements of phosphorus for pacu (Piaractus mesopotamicus) juveniles, in addition to releasing lower concentration of orthophosphate in water.

essential mineral; native fish; nutritional requirement; water quality


AQUICULTURA

Arcangelo Augusto SignorI; Aldi FeidenII; Fábio BittencourtIII; Flávia Renata PotrichIV; Agnaldo DeparisV; Wilson Rogério BoscoloII

IDoutorando em Zootecnia - Universidade Estadual de Maringá

IIUniversidade Estadual do Oeste do Paraná

IIIDoutorando em Aquicultura - Universidade Estadual Paulista

IVMestranda em Zootecnia - Engenharia de Pesca da Universidade Estadual do Oeste do Paraná

VGraduando em Engenharia de Pesca da Universidade Estadual do Oeste do Paraná

RESUMO

Objetivou-se avaliar o uso de fósforo na dieta de juvenis de pacu (Piaractus mesopotamicus) sobre a qualidade da água, o desempenho zootécnico, o rendimento corporal e a composição química da carcaça. Foram utilizados 100 juvenis com peso médio inicial de 25,9±1,32 g, distribuídos em delineamento inteiramente ao acaso, em 20 tanques de fibra de vidro, com cinco tratamentos e quatro repetições. Os peixes foram alimentados quatro vezes ao dia, às 8; 11; 14 e 17 h, com dietas extrusadas contendo 0,40; 0,55; 0,70; 0,85 e 1,0% de fósforo total. Não foram observadas diferenças nos parâmetros de qualidade de água, com exceção da concentração de ortofosfato na água, que apresentou aumento linear. Os parâmetros de desempenho zootécnico, rendimento corporal e composição química da carcaça não diferiram entre os níveis de suplementação de fósforo na dieta. A utilização de 0,40% de fósforo total atende às exigências de fósforo de juvenis de pacu (Piaractus mesopotamicus), além de disponibilizar menor concentração de ortofosfato da água.

Palavras-chave: exigência nutricional, mineral essencial, peixe nativo, qualidade de água

ABSTRACT

The objective of the present research was to evaluate phosphorus in diet for pacu (Piaractus mesopotamicus) juveniles on water quality, livestock performance, body yield and carcass chemical composition. A total of 100 juveniles, 25.9±1.32 g average weight were randomly assigned into 20 fiberglass tanks, with five treatments and four replications. The fish were fed four times a day (8 and 11 a.m.; 2 and 5 p.m.), with extruded diets containing 0.40; 0.55; 0.70; 0.85 and 1.0 % total phosphorus. No differences were observed in water quality parameters, except for the concentration of orthophosphate in water, which presented linear increase. The parameters livestock performance, body yield and carcass chemical composition showed no differences for the levels of supplementation of phosphorus in diet. The use of 0.40% total phosphorus meets the requirements of phosphorus for pacu (Piaractus mesopotamicus) juveniles, in addition to releasing lower concentration of orthophosphate in water.

Key Words: essential mineral, native fish, nutritional requirement, water quality

Introdução

O Brasil tem grande potencial produtivo de peixes, em função do seu clima favorável, da oferta de insumos para produção de rações e das inúmeras espécies nativas para produção em cativeiro. Entre as espécies nativas, o pacu (Piaractus mesopotamicus) destaca-se para o cultivo em tanques-rede pela fácil adaptação ao cultivo e pela baixa exigência de proteína (Fernandes et al., 2000; Signor et al., 2010) e caracteriza-se por hábito alimentar onívoro, rápido crescimento, carne de excelente qualidade e boa aceitação pelos consumidores (Jomori et al., 2003).

Os alimentos de origem vegetal utilizados na elaboração de rações contêm fósforo em sua composição, mas seu aproveitamento é variável e dependente da espécie (Hepher, 1988). De acordo com McDowell (1995), a absorção de fósforo depende de sua solubilidade no ponto de contato com a membrana absortiva e, segundo Li et al. (1996), o grau de moagem do alimento pode influenciar a utilização deste mineral.

O fósforo é um macromineral essencial para o crescimento e a reprodução dos peixes (Roy & Lall, 2003), para a formação da estrutura óssea e para o metabolismo corporal (Ribeiro et al., 2006). A carência desse mineral na dieta pode levar a vários sinais de deficiência (Dato-Cajegas & Yakupitiyage, 1996), como baixo desempenho e mineralização óssea deficiente (Vielma et al., 1998). A digestibilidade de lipídeos, carboidratos e energia é baixa em peixes alimentados com dietas deficientes em fósforo (Rodehutscord et al., 2000), fato que comprova a importância desse mineral nos processos de armazenagem e transferência de energia química no organismo por ATP (Lehninger et al., 1995).

O fósforo pode ser absorvido da água pelas brânquias (Hepher, 1988), entretanto o nível desse mineral dissolvido na água é relativamente baixo (Lovell, 1988), por isso é necessária sua suplementação em rações para peixes (Li et al., 1996), principalmente naquelas formuladas com ingredientes de origem vegetal.

São essenciais as informações sobre as exigências de fósforo e sua disponibilidade para formulação de rações para espécies com potenciais de cultivo. O objetivo neste trabalho foi avaliar a qualidade da água, o desempenho zootécnico, o rendimento corporal e a composição química da carcaça de juvenis de pacu (Piaractus mesopotamicus) alimentados com rações contendo diferentes níveis de fósforo.

Material e Métodos

O experimento foi realizado no Laboratório de Aquicultura do Grupo de Estudo de manejo na Aquicultura/GEMAq na Universidade Estadual do Oeste do Paraná, por um período de 60 dias (janeiro e fevereiro de 2009). Foram utilizados 100 juvenis de pacu com peso inicial médio de 25,9 ± 1,32 g, distribuídos inteiramente ao acaso em 20 tanques de fibra de vidro com capacidade de 250 litros, com cinco tratamentos e quatro repetições, considerando unidade experimental cada tanque com cinco peixes.

Os peixes foram alimentados com dietas contendo 0,40; 0,55; 0,70; 0,85 e 1,0% de fósforo total, obtidos por meio da suplementação de fosfato bicálcico (Tabela 1). As rações foram extrusadas e o arraçoamento realizado quatro vezes ao dia, às 8, 11, 14 e 17 h, até a saciedade aparente dos animais.

A temperatura da água foi aferida diariamente pela manhã (8 h) e à tarde (17 h) por meio de termômetro de bulbo de mercúrio. Utilizando equipamentos portáteis (Hanna Instruments®) foram monitorados semanalmente in situ o oxigênio dissolvido (Misura Line ML 1010), a condutividade elétrica (HI 9146) e o pH (HI 99301).

Os parâmetros químicos da água foram realizados no início, aos 20, 40 e 60 dias do experimento. As amostras de água coletadas foram preservadas em garrafas de polietileno escuras e conservadas resfriadas para posterior análise de fósforo, amônia, nitrito e nitrato. Para cada amostra de água coletada, foram realizadas duas repetições seguindo a metodologia proposta por Mackreth et al. (1978) para o fósforo, Strickland & Parson (1972) para amônia e Koroleff et al. (1976) para nitrito e nitrato.

No final do período experimental, os peixes foram insensibilizados com benzocaína, contados para determinação da taxa de sobrevivência e pesados para determinação do peso final, do ganho de peso, da conversão alimentar aparente e da taxa de crescimento específico. Posteriormente, os animais foram eviscerados para análises de composição química da carcaça, segundo metodologia descrita pela AOAC (2000).

Todos os dados obtidos foram submetidos à análise de variância a 5% de significância e, em caso de diferenças estatísticas, foi aplicado o teste Duncan pelo programa estatístico SAEG (1995).

Resultados e Discussão

Não foram observadas diferenças (P>0,05) nos parâmetros de temperatura, pH, oxigênio dissolvido, condutividade elétrica, fósforo total, amônia, nitrito e nitrato (Tabela 2), porém, os elevados coeficientes de variação observados para os parâmetros de amônia nitrito e nitrato podem ter influenciado os resultados das análises estatísticas. O ortofosfato, no entanto, apresentou aumento linear, proporcional aos níveis de fósforo das rações.

A qualidade de água foi comparada ao disposto na Resolução Conama nº 357/2005, a qual dispõe sobre a classificação dos corpos de água e diretrizes ambientais e estabelece as condições e padrões de lançamento de efluentes. Todos os dados de qualidade de água foram inferiores aos valores estabelecidos pela resolução, comprovando que os níveis de fósforo utilizados não prejudicaram a qualidade de água.

Os parâmetros de desempenho produtivo, a taxa de sobrevivência, o rendimento e a composição química da carcaça dos peixes não diferiram (P>0,05) entre as dietas fornecidas (Tabela 3).

O ganho de peso e a conversão alimentar aparente são os parâmetros mais importantes para determinar o desempenho produtivo. No entanto, neste trabalho nenhum dos parâmetros de desempenho foi influenciado pelo nível de fósforo na dieta. Entretanto, os peixes alimentados com dietas contendo 1,0% de fósforo apresentaram maior ganho de peso, maior consumo de ração e menor índice de conversão alimentar aparente, no entanto, os valores não indicam influência significativa se comparados aos obtidos com os outros níveis de fósforo. Os baixos valores de fósforo exigidos para o pacu podem ser atribuídos ao hábito alimentar onívoro da espécie (Souza et al., 2003).

O desempenho produtivo da maioria dos peixes é influenciado pelo nível de fósforo (Miranda et al., 2000; Ribeiro et al., 2006; Furuya et al., 2008a; Furuya et al., 2008b), comprovando que o desempenho depende de dieta balanceada em fósforo. As porcentagens recomendadas para os peixes variam de acordo com a espécie, conforme relatado por Boscolo et al. (2005), de 0,74%; Ribeiro et al. (2006), 1,10%; Pezzato et al. (2006), 0,75%; Furuya et al. (2008a), 0,48%; e Furuya et al. (2008b), de 0,52%, para tilápia-do-nilo, Oliva-Teles & Pimentel-Rodrigues (2004), 0,75% para "sea bream", e Zhang et al. (2006), 0,86% para "sea bass". Em peixes, esse mineral atua no metabolismo (Dato-Cajegas & Yakupitiyage, 1996; Roy & Lall, 2003; Ribeiro et al., 2006) e deve ser suplementado em dietas à base de ingredientes de origem vegetal.

A necessidade de fósforo em peixes depende, entre outros fatores, da constituição do trato digestório e da fonte de fósforo (Steffens, 1987). Espécies que dispõem de estômago podem absorver mais eficientemente os fosfatos de baixa solubilidade em comparação aos peixes sem estômago, porém a eficiência na retenção de fósforo diminui com o aumento na ingestão deste elemento (Bureau & Cho, 1999) e a taxa de absorção e assimilação varia entre as espécies, portanto suas exigências também variam (Hepher, 1988).

A utilização de enzimas exógenas pode ser uma alternativa para melhorar a eficiência do aproveitamento do fósforo presente nos alimentos. Os peixes são animais monogástricos e não secretam a enzima fitase, responsável pela quebra e absorção do fósforo, que, em vegetais, encontra-se na forma de ácido fítico (Bock et al., 2007). Estudos demonstram que a utilização de fitase em rações para peixes pode reduzir os níveis de inclusão de fósforo inorgânico (Furuya et al., 2001; Furuya et al., 2004; Bock et al., 2006; Bock et al., 2007).

Entre os minerais exigidos pelos animais, o cálcio e o fósforo são os requeridos em níveis mais elevados (Robinson et al., 1987). Aproximadamente 90% do fósforo na carcaça de peixes está presente nos ossos e nas escamas (Lovell, 1988). Informações sobre as exigências de fósforo de cada espécie e a disponibilidade desse mineral nos alimentos são essenciais para formulação de rações de baixo custo e que reduzam a excreção para o ambiente (Peñaflorida, 1999).

Os níveis de fósforo não influenciaram o desempenho produtivo, o rendimento e a composição química, fato que confirma a importância deste estudo em peixes de cultivo, porém são necessários mais estudos para avaliação de todas as características que envolvem o processo produtivo. Rações que atendam às exigências nutricionais, inclusive de fósforo, são importantes para os cálculos de capacidade de suporte de reservatórios com cultivo em tanques-rede, pois esse mineral é um potencial poluidor dos ambientes aquáticos.

Conclusões

O nível de 0,40% de fósforo total atende às exigências para o desempenho produtivo de juvenis de pacu (Piaractus mesopotamicus), além de disponibilizar a menor concentração de ortofosfato na água.

Agradecimentos

Ao Grupo de Estudos em Manejo e Aquicultura (GEMAq) e à Universidade Estadual do Oeste do Paraná, câmpus de Toledo por disponibilizar a estrutura e viabilizar o experimento.

Recebido em 6/8/2010 e aprovado em 13/4/2011.

Correspondências devem ser enviadas para: angelo_signor@hotmail.com

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  • Fósforo na alimentação de pacu (Piaractus mesopotamicus)

    Phosphorus in feed for pacu (Piaractus mesopotamicus)
  • Datas de Publicação

    • Publicação nesta coleção
      19 Jan 2012
    • Data do Fascículo
      Dez 2011

    Histórico

    • Recebido
      06 Ago 2010
    • Aceito
      13 Abr 2011
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