Este artigo investiga o uso da História Oral como ferramenta didática na pesquisa histórica entre 2008 e 2023, com destaque para uma experiência realizada em 2023 junto a estudantes dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental da rede pública do município de Boqueirão-PB. O estudo aborda memórias alimentares e curativas relacionadas ao uso de cactos e bromélias, problematizando como a escola pode contribuir para a formação da consciência histórica acerca do Semiárido brasileiro. Argumenta-se que o estudo dessas memórias favorece a segurança alimentar e a diversidade nutricional, valoriza as propriedades curativas das plantas da Caatinga, contribui para o enfrentamento das mudanças climáticas e possibilita reflexões sobre os problemas de saúde associados à alimentação. Para acessar e analisar essas memórias, adotou-se a metodologia da História Oral. Os resultados indicam que a História Oral constitui uma ferramenta política de educação pela pesquisa, relevante no contexto escolar, capaz de enfrentar desafios socioambientais, promover alternativas sustentáveis e dar visibilidade às propriedades curativas das plantas nativas da Caatinga.
PALAVRAS-CHAVE
história oral; cactos; bromélias
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Fonte: Arquivo pessoal dos pesquisadores, Boqueirão, 2023.
Fonte: Arquivo pessoal dos pesquisadores, Boqueirão, 2023.
Fonte: Arquivo pessoal dos pesquisadores, Boqueirão, 2023.
Fonte: Arquivo pessoal dos pesquisadores, Boqueirão, 2023.
Fonte: Arquivo pessoal dos pesquisadores, Boqueirão, 2023.
Fonte: Livro Buriti Mais, 1° ano (2021, p. 154-155).
Fonte: Livro didático Aprender Juntos, 2º ano (Silva, 2021a, p. 115).
Fonte: Arquivo pessoal dos pesquisadores, Boqueirão, 2023.
Fonte: Arquivo pessoal dos pesquisadores, Boqueirão, 2023.