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Revista Brasileira de Enfermagem

Print version ISSN 0034-7167On-line version ISSN 1984-0446

Rev. Bras. Enferm. vol.70 no.1 Brasília Jan./Feb. 2017

https://doi.org/10.1590/0034-7167-2016-0239 

REFLEXÃO

Reflexões à luz da Teoria da Complexidade e a formação do enfermeiro

Reflexiones a la luz de la Teoría de la Complejidad y la formación del enfermero

Ronny Anderson de Oliveira CruzI 

Elidianne Layanne Medeiros de AraujoI 

Neyce de Matos NascimentoI 

Raquel Janyne de LimaI 

Jael Rúbia Figueiredo de Sá FrançaI 

Jacira dos Santos OliveiraI 

1Universidade Federal da Paraíba, Centro de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em Enfermagem. João Pessoa-PB, Brasil.


RESUMO

Objetivo:

refletir sobre a formação em Enfermagem levando em consideração os princípios do pensar complexo proposto por Morin.

Método:

reflexão fundamentada nos princípios da Teoria da Complexidade de Edgar Morin.

Resultados:

a aplicação da complexidade no ensino propõe uma educação emancipadora pautada no questionamento e na transformação social. Compreende a formação de enfermeiros que tenham como característica do seu trabalho a interação com o outro. Faz-se necessário preparar o discente para desenvolver atitudes e ações críticas e reflexivas capazes de superar a fragmentação e a linearidade do conhecimento.

Conclusão:

o cuidado de Enfermagem tem sido baseado numa assistência reducionista, refletindo o modelo cartesiano. Assim, a formação do enfermeiro busca contemplar saberes e experiências compartilhados de maneira que não exista o domínio de nenhuma disciplina sobre as outras, de nenhum profissional sobre o outro, aceitando as singularidades tanto dos profissionais como do próprio cliente/paciente.

Descritores: Enfermagem; Cuidados de Enfermagem; Ensino; Currículo; Teoria da Complexidade

RESUMEN

Objetivo:

reflexionar sobre la formación en Enfermería teniendo en consideración los principios del pensar complejo propuesto por Morin.

Método:

reflexión fundamentada en los principios de la Teoría de la Complejidad de Edgar Morin.

Resultados:

la aplicación de la complejidad en la enseñanza propuesta una educación emancipadora pautada en el cuestionamiento y en la transformación social. Comprende la formación de enfermeros que tengan como característica de su trabajo la interacción con el otro. Se hace necesario preparar al aprendiz para desarrollar actitudes y acciones críticas y reflexivas capaces de superar la fragmentación y la linealidad del conocimiento.

Conclusión:

el cuidado de Enfermería ha sido basado en una asistencia reduccionista, reflexionando el modelo cartesiano. Así, la formación del enfermero busca contemplar saberes y experiencias compartidas de manera que no exista el dominio de ninguna disciplina sobre las otras, de ningún profesional sobre otro, aceptando las singularidades tanto de los profesionales como del propio cliente/paciente.

Descriptores: Enfermería; Atención de Enfermería; Enseñanza; Curriculum; Teoría de la Complejidad

ABSTRACT

Objective:

to reflect on nursing education, taking into account the principles of complex thinking proposed by Morin.

Method:

reflection based on the principles of the complexity theory by Edgar Morin.

Results:

the application of complexity in teaching proposes an emancipatory education based on questioning and social transformation. It comprises the education of nurses who interact with others as a characteristic of their work. It is necessary to prepare students to develop critical and reflective attitudes and actions to overcome the fragmentation and linearity of knowledge.

Conclusion:

nursing care has been based on a reductionist assistance, reflecting the Cartesian model. Thus, nursing education seeks to comprise shared knowledge and experiences so that no subject or professional overpowers another, accepting the uniqueness of professionals and patients.

Descriptors: Nursing; Nursing Care; Teaching; Curriculum; Complexity Theory

INTRODUÇÃO

A formação dos profissionais da saúde foi historicamente influenciada pela utilização de metodologias assistencialistas, com foco em abordagens conservadoras, fragmentadas e reducionistas, nas quais se privilegiam o saber curativista em detrimento das práticas proativas voltadas para a proteção e promoção da saúde. Em busca da eficiência técnica, a transmissão do conhecimento centrado nas aulas expositivas faculta ao estudante pouca ou nenhuma possibilidade de inserção e participação. Além da ênfase na competência técnica, as abordagens tradicionais fragmentam razão e emoção, ciência e ética, objetivo e subjetivo, fazendo com que o processo de ensino-aprendizagem seja focado basicamente na pessoa do professor e no espaço sala de aula, com pouca oportunidade de problematização e construtivismo da prática(1).

Na sua incompletude, o ser humano geralmente busca o conhecimento como forma de superação de seus limites, reconhecendo sua interdependência e se fortalecendo pelas relações, interações e associações com seus pares e recursos da natureza. O processo de cuidar/cuidado e a formação acadêmica dos profissionais de Enfermagem tem sido ao longo dos anos um dos principais objetos de reflexão e pesquisa. A graduação em Enfermagem, baseada nas diretrizes curriculares de 7 de agosto de 2001, visa formar profissionais generalistas, críticos-reflexivos, com foco em diversos cenários e a partir de temáticas que contemplam o viver humano(2).

No entanto, os modelos tradicionais hegemônicos de ensino-aprendizagem são, portanto, cada vez mais questionados à luz de referenciais que permitem ampliar as possibilidades interativas e associativas dos estudantes nos diferentes cenários de atuação profissional. Nesse ínterim, as metodologias ativas alicerçadas em princípios teórico-metodológicos significativos fazem com que o aluno seja estimulado a autogerenciar/autogovernar o seu processo de construção do conhecimento durante a formação em Saúde/Enfermagem(3).

Assim, as metodologias ativas privilegiam a problematização por meio da qual o indivíduo é estimulado a pensar, refletir, criar, indagar-se e ressignificar continuamente suas descobertas. A problematização teoria e prática, como estratégia de ensino-aprendizagem, tem a possibilidade de proporcionar um contato direto com as informações e a produção do conhecimento, no sentido de instigar um processo endógeno contínuo e permanente(1).

Na perspectiva de perceber o cuidar/cuidado pautado numa visão fragmentada do ser humano, importam reflexões no contexto da formação em Enfermagem com a finalidade de otimizar a qualidade de uma assistência que responda às necessidades do indivíduo, considerando-o singular e plural, ou seja, a parte e o todo que este representa(4).

Cabe salientar a contribuição e a importância para a formação em enfermagem fundamentada no pensamento holístico e sistêmico onde o primeiro busca a visão do todo de modo integral e o segundo o princípio de relacionar o conhecimento das partes com o conhecimento do todo e vice-versa(5).

É no constructo teórico-metodológico do pensar complexo que se busca a interpretação do significado ser, visando mover, conjugar, articular os diversos saberes compartimentados nos mais variados campos do conhecimento, sem perder a essência e a particularidade de cada fenômeno, religando matéria e espírito, natureza e cultura, sujeito e objeto, objetividade e subjetividade, arte, ciência, filosofia. Considera igualmente o pensamento racional-lógico-científico e o mítico-simbólico-mágico, envolvendo terminologias como transdisciplinaridade, interdisciplinaridade e multidisciplinaridade, imbricadas com as questões da saúde e também com o cuidado de Enfermagem.

Diante do exposto, este estudo apresenta como questão norteadora: como a Teoria da Complexidade pode ser explorada na formação da Enfermagem? Assim, com base nos pressupostos da Teoria da Complexidade, este artigo teve como objetivo refletir sobre a formação em Enfermagem, levando em consideração os princípios do pensar complexo proposto por Morin.

EDGAR MORIN E A TEORIA DA COMPLEXIDADE

Para Edgar Morin, a vida intelectual é inseparável da vida de experiências. Filho de judeus espanhóis, seus pais migraram para a França durante a primeira década do século XX. A posição inquieta de Morin se refletiu numa produção dinâmica e atenta aos fenômenos de seu tempo e, especialmente, sempre aberta ao diálogo, ou seja, capaz de incorporar a complexidade de fatos e elementos do mundo vivo. Ele admite que do choque de ideias contrárias resulte cada um de seus livros e que a contradição tem, simultaneamente, um caráter existencial e intelectual. Morin introduz um conceito que é emergente em dadas circunstâncias históricas e culturais: o conceito de autoética. Tolerância, perdão e redenção fundem-se, criando uma noção de ética da compreensão. Dessa lista de valores universais, ele sugere a urgência de constituição de uma identidade humanitária e de uma consciência planetária(6).

O pensamento complexo admite que o conhecimento das partes depende do conhecimento do todo, como o conhecimento do todo depende do conhecimento das partes. Sob essa perspectiva, o mundo é visto em sua totalidade, interconectado, e não como soma de partes separadas. Portanto, a complexidade integra o modo de pensar e se opõe à redução de partes ou ao mecanicismo do pensamento cartesiano(7).

Sabe-se que, de um ponto de vista sistêmico-organizacional, o todo é mais do que a soma das suas partes. Por outro lado, embora o todo seja mais do que a soma das partes, o todo é igualmente menos do que a soma das partes. Esse “menos” se refere às qualidades que se encontram restritas e inibidas pelo efeito da retroação organizacional do todo sobre as partes(5).

Considera fundamentais três princípios: o dialógico, a recursão organizacional e o hologramático. O primeiro nos permite manter a dualidade no seio da unidade, associando simultaneamente termos antagônicos e complementares. O segundo nos remete à ruptura de uma ideia linear de causa-efeito, na qual os produtos e os efeitos são, ao mesmo tempo, causas e produtores daquilo que os produz. O terceiro princípio está na afirmação de que não só as partes estão no todo como também o todo está nas partes(5).

Os serviços de saúde, e especificamente a Enfermagem em seu processo de trabalho, convivem constantemente com estruturas, relações, comportamentos, vivências e experiências complexas, gerando necessidades e olhares multidimensionais, flexíveis e contraditórios. O pensamento complexo é capaz de entender as organizações de saúde como ambientes permeados de conexões imprevisíveis, construídas com base nas relações, imbricadas nos processos assistenciais no qual a Enfermagem está inserida. Assim, essas interações podem modificar os indivíduos da relação como também o próprio ambiente. Dessa maneira, as relações entre os demais profissionais da saúde com a Enfermagem requerem planejamento do cuidado, visto que os processos são resultados da dinamicidade dos sistemas considerados complexos(6).

O CUIDADO DE ENFERMAGEM COMO FENÔMENO COMPLEXO

A formação dos profissionais de saúde, particularmente do enfermeiro, tem sido permeada por novos conceitos, termos e referências, decorrentes tanto das proposições contidas nas Políticas Nacionais de Educação e das Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) de Enfermagem quanto nas iniciativas institucionais, ou mesmo individuais, de realizar inovações formativas. Ao conceber a Enfermagem como ciência, arte ou tecnologia de promover o cuidado de Enfermagem ao ser humano em sua singularidade e multidimensionalidade, articulada com os demais profissionais comprometidos com o fenômeno saúde, admite-se que somente um conceito ampliado de cuidar/cuidado é capaz de dar conta da complexidade do ser, o qual se encontra em contínuo processo de auto-organização para o viver melhor ou viver saudável(8).

Destarte as contraposições entre os paradigmas cartesiano e da complexidade, passam a ter influência direta para a formação do enfermeiro. Contudo, a necessidade de formar profissionais desta categoria com um perfil crítico e reflexivo faz com que a visão reducionista de mundo seja insuficiente para os tempos atuais.

A aplicação da complexidade no ensino propõe uma educação emancipadora justamente porque favorece a reflexão do cotidiano, o questionamento e a transformação social. Enquanto isso, concepções reducionistas, revestidas de pensamentos lineares e fragmentados, valorizam o consenso de uma pedagogia que, visando à harmonia e à unidade, acaba por estimular a domesticação e a acomodação(9).

A Teoria da Complexidade baseia-se em um pensamento capaz de considerar todas as influências: internas e externas. Assim, ressalta a incerteza como princípio norteador da humanidade e não propõe a eliminação dessa incerteza; pelo contrário, sugere que se busque compreender a contradição e o imprevisível, a partir da convivência entre esses dois aspectos(7).

A complexidade não possui a pretensão de explicar todos os aspectos do fenômeno, nesse caso, o cuidado de Enfermagem, mas de considerar a multidimensionalidade de fios interativos e associativos para a compreensão do cuidado. Desse modo, a complexidade instiga a aprender a aprender, sendo imprescindível o questionamento, na perspectiva de pensar e repensar constantemente o “eu”, o “nós” e o mundo.

No que concerne à formação em Enfermagem, o desenvolvimento de abordagens pedagógicas construtivistas de ensino-aprendizagem possibilita a formação de profissionais críticos e comprometidos com o seu próprio processo de construção do conhecimento, mas, acima de tudo, com possibilidades de se tornarem protagonistas de uma nova história, pelo exercício da cidadania e o compromisso com a transformação social.

Partindo dessa premissa, é preciso na prática docente instaurar a dúvida, trabalhar com as incertezas, ao invés de negá-las, promover a busca de compreensão integrativa e totalizadora de conceitos, conteúdos e temas a serem abordados com os discentes. Conhecer, estudar, compreender a complexidade humana é tarefa necessária aos profissionais que tenham como característica do seu trabalho a interação com o outro. O trabalho em educação apresenta essa peculiaridade: trabalha-se com e pelo outro. O fazer técnico-científico está, quase invariavelmente, associado à interação direta com o sujeito/objeto alvo das intervenções(9).

Assim, o discente é preparado para desenvolver atitudes e ações críticas reflexivas capazes de superar a fragmentação e a linearidade do conhecimento, a centralização no papel do professor e a carência de contextualização, tornando imprescindível a incorporação da necessidade das relações, do princípio hologramático e da flexibilidade nas ações de cuidado, para que seja possível refletir a importância da incorporação do pensamento complexo no ensino da graduação em Enfermagem(10).

Recomenda-se atentar à importância do trabalho da equipe heterogênea e comprometida com a interdisciplinaridade, porque o efeito complexo do conhecimento é mais perceptível: não apenas se soma, mas se potencializa e amplia. É função das instituições formadoras permitir a rede de olhares diversificados dos estudantes, que poderão continuar com esses e outros olhares no mundo do trabalho. Considera-se que a prática do cuidar/cuidado exige hoje, mais do que nunca, um exame rigoroso e aberto das formas tradicionais de pensá-la, descrevê-la e orientá-la. Com a recuperação do pensamento problematizador e crítico, faz-se permissível ir além do que é instituído como conhecimento lícito e verdadeiro, às vezes de forma arrogante, como pensamento único. O que se busca é realizar um exercício constante de interrogação do que se mostra evidente e aceitar os limites do nosso pensar e as incertezas do presente(5).

Tendo em vista que a construção do saber não acontece por meio da somatória de conhecimentos, mas através da transformação e organização do que já foi apreendido, a complexidade explica que a busca pela unidade, muitas vezes, leva o ser humano a tentar igualar as partes, apagando suas particularidades. No entanto, as características de cada parte devem ser preservadas para que, assim, haja compreensão plena do todo. Os resultados evidenciam que, durante a graduação, é preciso atentar para como os conteúdos são abordados, para que as sucessivas aproximações não sejam apenas um aglomerado de novos temas(11).

CONSIDERAÇÕES FINAIS

O cuidar/cuidado de Enfermagem não pode ser concebido como ação reducionista e simplificadora, mas como construção singular, que envolve interações, reflexões e autoconhecimento. A Enfermagem ao construir um cuidado ampliado vem buscando contemplar constantemente a ação-reflexão-ação, aspecto fundamental nos diversos cenários de atenção à saúde humana. Ao enfermeiro cabe vislumbrar um cuidado que não pode limitar-se ao desenvolvimento apenas contextualizado na visão holística, mas que seja capaz de interligar e relacionar, ou seja, ser o articulador e integrador do cuidado, por meio de suas habilidades de liderança.

Ao utilizar o pensamento complexo, os profissionais de Enfermagem se voltam para a religação dos saberes disciplinares, onde os saberes e experiências passam a ser refletidos e compartilhados de maneira que não exista o domínio de nenhuma disciplina sobre as outras, de nenhum profissional sobre o outro, para, assim, proporcionar um cuidado ampliado, seguro e efetivo, respeitando e aceitando as singularidades tanto dos profissionais do cuidado como do próprio cliente/paciente como participante ativo do processo.

REFERÊNCIAS

1 Backes DS, Marinho M, Costenaro RS, Nunes S, Rupolo I. [Rethinking the to be a nurse teacher in the perspective of the complex thought]. Rev Bras Enferm [Internet]. 2010[cited 2016 Jun 15];63(3):421-6. Available from: http://www.scielo.br/pdf/reben/v63n3/a12v63n3.pdf Portuguese. [ Links ]

2 Dias MV, Backes DS, Barlem ELD, Backes MTS, Lunardi VL, Souza MHT. [Nursing undergraduate education in relation to the death-dying process: perceptionsin light of the complex thinking]. Rev Gaúcha Enferm [Internet]. 2014[cited 2016 Jun 16];35(4):79-85. Available from: http://seer.ufrgs.br/index.php/RevistaGauchadeEnfermagem/article/view/45177/32376 Portuguese. [ Links ]

3 Freire P. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 33. ed. São Paulo: Paz e Terra; 2006. [ Links ]

4 Morin E. A cabeça bem-feita: repensar a reforma, reformar o pensamento. 20. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil; 2012. [ Links ]

5 Santos SSC, Hammerschmidt KSA. [Complexity and the reconnection of interdisciplinary knowledge: contribution of Edgar Morin’s thoughts]. Rev Bras Enferm [Internet]. 2012 Aug[cited 2016 Jun 15];65(4):561-5. Available from: http://www.scielo.br/pdf/reben/v65n4/a02v65n4.pdf Portuguese. [ Links ]

6 Caveião C, Hey AP, Montezeli JH. Administração em enfermagem: um olhar na perspectiva do pensamento complexo. Rev Enferm UFSM [Internet]. 2013[cited 2016 Jun 16];3(1):79-85. Available from: http://periodicos.ufsm.br/reufsm/article/view/7176/pdfLinks ]

7 Costa MCMDR, Koerich C, Ribeiro JC, Meirelles BHS, Melo ALSF. [Nursing care in view of complex thinking: integrative literature review]. Rev Min Enferm [Internet]. 2015[cited 2016 Jun 10];19(1):180-7. Available from: http://pesquisa.bvs.br/brasil/resource/pt/bde-26974 Portuguese. [ Links ]

8 Petraglia I. Edgar Morin: A Educação e a complexidade do ser e do saber. 11. ed. Petrópolis: Vozes; 2010. [ Links ]

9 Morin E. Introdução ao pensamento complexo. 5. ed. Lisboa: Instituto Piaget; 2008. [ Links ]

10 Silva AL, Freitas MG. Teaching care in nursing graduation according to the perspective of complexity. Rev Esc Enferm USP [Internet]. 2010[cited 2016 Jun 10];44(3):687-93. Available from: http://www.scielo.br/pdf/reeusp/v44n3/en_19.pdfLinks ]

11 Silva JP, Garanhani ML, Peres AM. [Systematization of Nursing Care in undergraduate training: the perspective of Complex Thinking]. Rev. Latino-Am. Enfermagem [Internet]. 2015 Feb [cited 2016 Jun 21]; 23(1):59-66. Available from: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-11692015000100059&lng=en Portuguese. [ Links ]

Recebido: 25 de Maio de 2016; Aceito: 03 de Outubro de 2016

AUTOR CORRESPONDENTE: Ronny Anderson de Oliveira Cruz. E-mail: ronnyufpb@gmail.com

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