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Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia

versão impressa ISSN 0102-0935versão On-line ISSN 1678-4162

Arq. Bras. Med. Vet. Zootec. v.55 n.5 Belo Horizonte out. 2003

https://doi.org/10.1590/S0102-09352003000500012 

ZOOTECNIA E TECNOLOGIA E INSPEÇÃO DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL

 

Avaliação da libido de touros Nelore adultos em curral e sua associação com características andrológicas e desempenho reprodutivo a campo

 

Pen libido evaluation of mature Nellore bulls and its association with andrologic characteristics and field reproductive performance

 

 

D.F. SalvadorI; V.J. AndradeII; V.R. Vale FilhoII; A.S. SilvaIII; E.V. Costa; SilvaIV

IPós-Graduando na Escola de Veterinária da UFMG
IIProfessor da Escola de Veterinária da UFMG Caixa Postal 567 30123-970 - Belo Horizonte, MG
IIIAgropecuária Nove de Ouro, MS
IVUFMS, Campo Grande, MS

 

 


RESUMO

Trinta e oito touros de cinco a seis anos de idade, andrologicamente testados, foram submetidos ao teste de libido em curral, e classificados em três categorias: alta (28,9% dos animais); média (39,5%) e baixa (31,6%) libido. Quatro touros de baixa e quatro de alta libido, andrologicamente avaliados, foram selecionados para teste de fertilidade e observação do comportamento sexual a campo com alta pressão de fêmeas em cio sincronizado. Não foram registradas associações entre libido e peso, circunferência escrotal e características seminais (P>0,05). Nos testes de campo, o impulso de monta foi o comportamento mais freqüente com 41 ocorrências. Nos rodeios,durante os picos de cios,observaram-se 75% de montas completas no grupo de touros de alta libido e 25% nos de baixa libido (P<0,05). A taxa de gestação ao final do período de monta foi de 42,1% para touros de alta e 25,0% para os de baixa libido (P<0,05). O teste de libido aplicado em curral foi eficiente em selecionar touros com maior número de montas completas a campo e, conseqüentemente, com taxas de gestação mais elevadas.

Palavras-chave: comportamento sexual, desempenho reprodutivo, touros Nelore, Zebu


ABSTRACT

A total of 38 Nellore bulls from five to six years of age, andrologicaly evaluated, were pen tested for libido, and classified as high (28.9%), medium (39.5%) and low (31.6%) libido. Four high and four low libido bulls were selected for a field fertility test and sexual behavior with a large number of synchronized females. No relationships (P>0.05) between libido and weight, scrotal circumference and seminal characteristics were observed. During the field test, impulse of mounting was the most frequent behavior with 41 occurrences. During the peak of estrus manifestation, full mountings were observed in 75% of the roundups, for the high libido bull group, compared to 25% for the low libido bull group (P<0.05). Pregnancy rates were 42.1 for the high and 25.0 % for the low libido bulls (P<0.05). Pen libido test was efficient in selecting full mounting bulls for higher field performance, and consequently higher pregnancy rates.

Keywords: sexual behavior, Nellore bulls, reproductive performance, Zebu


 

 

INTRODUÇÃO

O comportamento sexual do touro que sabidamente exerce importante influência na fertilidade do rebanho tem sido avaliado por meio da intensidade da libido (Vale Filho et al., 1994; Costa e Silva et al., 1999), da capacidade de serviço (Blockey, 1978; Chenoweth et al., 1979; Chenoweth et al., 1984) e do comportamento sexual a campo (Costa e Silva et al., 1998; Zuin, 2000; Santos, 2001).

Vários esquemas para avaliação da libido vêm sendo propostos tanto para touros europeus (Chenoweth et al., 1979; Chenoweth et al., 1984), como para zebuínos (Pineda et al., 1997; Vale Filho et al., 1994).

Ao compararem os testes de libido, da capacidade de serviço e do tempo de reação para primeiro serviço em touros de corte jovens, Chenoweth et al. (1979) concluíram que o teste de libido apresenta vantagens por avaliar e refletir melhor o comportamento dos touros. Os autores ressaltaram ainda o fato de ser ele de menor duração (cinco minutos) e maior praticidade do que o teste de capacidade de serviço.

Apesar de vários estudos feitos no País (Crudeli, 1990; Costa e Silva, 1994; Vale Filho et al., 1994), ainda há dúvidas com relação aos critérios de execução dos testes de avaliação do comportamento sexual dos zebuínos e do real potencial reprodutivo da espécie em condições extensivas de criação.

Vale Filho et al. (1994) sugeriram que o touro seja avaliado em curral por um período de cinco minutos, usando-se 20 fêmeas, sendo três em cio. Consideraram de alta libido os touros que apresentarem salto e galeio, de média libido os que saltarem sem galeio e de baixa libido os que apenas identificaram as fêmeas em cio, sem o salto.

Touros que apresentaram alta classificação quanto à libido e à capacidade de serviço, e que obtiveram razoável pontuação andrológica, podem servir maior número de fêmeas durante a estação de monta (Vale Filho et al., 1994; Fonseca et al., 1997; Salvador et al., 2001), possibilitando, assim, maior pressão de seleção. Isto propiciou redução dos custos de manutenção dos touros (Fonseca et al., 1997).

Os objetivos deste experimento foram avaliar o comportamento sexual de touros Nelore adultos e estimar as correlações entre libido e algumas características andrológicas.

 

MATERIAL E MÉTODOS

Foram submetidos ao teste de libido 38 touros adultos, com base no esquema proposto por Vale Filho et al. (1994).

Eles foram escolhidos de um total de 144 touros adultos da raça Nelore, controlados ou registrados, com idades variando de 56 a 78 meses, criados extensivamente no Estado do Mato Grosso do Sul. Desse total, foram eliminados 55 (38,19%) que se apresentavam com distúrbios reprodutivos diversos. Os demais (89 animais), foram submetidos à classificação andrológica por pontos (CAP), segundo proposição de Vale Filho (1988), escolhendo-se 38 touros com melhor pontuação (CAP> 60 pontos) e mais aptos para reprodução segundo os critérios de biometria testicular e qualidade de sêmen.

Inicialmente, os touros permaneceram por aproximadamente 15 minutos, em lotes de três, em um curral adjacente ao local do teste de libido, para que observassem as fêmeas em cio (pre-estimulação coletiva). Posteriormente, foram colocados individualmente em outro curral mais próximo por cinco minutos (pre-estimulação individual) e, em seguida, colocados em teste por cinco minutos, para observação do comportamento sexual.

As anotações foram feitas por dois observadores posicionados em pontos distintos do curral, sempre escondidos para não interferirem na atividade dos animais. O comportamento baseou-se no: 1- reflexo de flehmen (RF), 2- perseguição ativa, com posicionamento (PA), 3- impulso ou reflexo de monta (IM), 4- tentativa de monta (TM), 5- monta abortada (MA), 6- monta abortada com perseguição (MAP) e 7- monta completa (MC).

Após o cálculo da média das planilhas dos observadores, os touros foram classificados em três categorias: alta libido - comportamento 6 e 7, média libido - comportamento 3, 4 e 5, e baixa libido - comportamento 1 e 2.

Dos 38 animais, foram selecionados quatro de baixa e quatro de alta libido, os quais foram submetidos aos testes de fertilidade a campo, com grande número de fêmeas com cio sincronizadas pelo protocolo Crestar® (Laboratório Intervet - São Paulo)

Os touros, após passarem por período de adaptação ao buçal marcador durante 10 dias anteriores ao período de acasalamento, foram introduzidos nos lotes de fêmeas no dia da retirada dos implantes, com as quais permaneceram por quatro dias.

Utilizaram-se de 43 a 45 fêmeas Nelore por touro (34 com implante e 10 sem implante), totalizando 352 fêmeas (173 novilhas e 179 vacas solteiras) com idades variando de três a oito anos, avaliadas ginecologicamente e distribuídas uniformemente pelos tratamentos de acordo com a condição ovariana, escore corporal, idade e dia de aplicação do implante.

Os cios distribuíram-se entre 18 e 78 horas, com picos entre 42 e 54 horas após a retirada dos implantes, resultando, em média, 24,62± 2,11 fêmeas em cio por touro, em acasalamento individual.

As anotações do comportamento a campo foram realizadas durante os rodeios de identificação dos cios, com duração de aproximadamente 40 minutos, pela manhã e à tarde, durante os quatro dias de desafio. O diagnóstico de gestação foi feito por palpação retal, 60 dias após o encerramento do período do estudo.

As correlações entre libido e as características andrológicas, peso e idade foram estimadas utilizando-se o coeficiente de correlação de Pearson, contido no PRO-CORR do SAS (1996), considerando-se como significativo P<0,05.

As correlações e médias para a libido foram calculadas considerando-se apenas as três categorias descritas, em que a alta libido representou o valor três, a média libido o valor dois e a baixa libido valor um.

A distribuição percentual do comportamento dos touros e as taxas de gestação alcançadas foram comparadas pelo método de qui-quadrado (P<0,05). As médias das características avaliadas foram comparadas pelo teste SNK (P<0,05), utilizando-se dos recursos computacionais do pacote estatístico SAS (1996).

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Na Tab. 1 é apresentada a distribuição dos 38 touros avaliados, de acordo com a classificação no teste de libido. Houve resposta adequada ao teste, uma vez que alta porcentagem de animais (68,4%), atingiu a classificação de média e alta libido. Poucas pesquisas foram encontradas na literatura comparando o desempenho dos touros em testes de comportamento, principalmente de zebuínos, quando realizados em curral.

 

 

Os resultados foram próximos aos encontrados por Costa e Silva et al. (1999), nos quais o percentual de animais que completou o serviço foi de 33%. Esses autores realizaram o teste por um período de 10 minutos e com menor número de fêmeas. Esse fato consolida as considerações feitas por Chenoweth et al. (1979) e Andrade (2000), (comunicação pessoal) (Andrade, V.J. vejoan@dedalus.lcc.ufmg.br), que observaram não haver diferença de resultados nos testes com mais de cinco minutos de duração.

Pelos testes não houve inibição do comportamento dos animais, sugerindo ter sido adequada a metodologia aplicada, aliado ao fato de se ter trabalhado somente com touros adultos e com experiência sexual prévia.

Quando analisados de acordo com os grupos de alta, média e baixa libido (Tab. 2), o peso, a circunferência escrotal (CE) e as características seminais não foram diferentes (P>0,05), confirmado pela baixa correlação entre essas variáveis e a libido (Tab. 3).

 

Tabela 2 - Clique para ampliar

 

 

Tabela 3 - Clique para ampliar

 

Os resultados são semelhantes aos descritos na literatura (Blockey, 1978; Crudeli, 1990) quanto à não observância de correlação entre as características de comportamento e as características seminais, reforçando a importância da avaliação clínica dos órgãos genitais e a análise do sêmen na seleção andrológica dos reprodutores, sendo, portanto, a libido um teste complementar que aumenta o potencial de segurança para uso com maiores proporções touro:vaca, durante a estação de monta.

Na Tab. 4 são apresentadas a freqüência de ocorrência dos sete comportamentos padronizados no teste de libido em curral, no desafio a campo, com as fêmeas previamente sincronizadas, observados durante os três rodeios realizados no pico de incidência de cios.

 

Tabela 4 - Clique para ampliar

 

O comportamento a campo mais freqüente foi o impulso de monta, observado 41 vezes durante os rodeios. Embora não analisado estatisticamente devido à natureza dos dados, aparentemente não foi constatada diferença na freqüência do comportamento entre touros de alta e baixa libido. Estes resultados sugerem que o impulso de monta constituiu-se em um evento importante na conduta do comportamento sexual de touros Nelore adultos a campo, corroborando com o observado por Costa e Silva (2002), que caracterizou o impulso de monta como fator preponderante na finalização do cortejo, tanto a campo quanto em testes de libido em curral.

O comportamento de monta completa foi analisado de forma dicotômica, ou seja, sua ocorrência ou não durante o pico de manifestação de cio, nos 24 rodeios realizados (Tab. 5). Os touros de alta libido realizaram montas completas em 75% dos rodeios e os de baixa libido, 25% (P<0,05).

 

Tabela 5 - Clique para ampliar

 

Para os demais comportamentos sexuais, as mesmas análises não indicaram diferenças (P>0,05) entre touros de alta e baixa libido. Estes resultados sugerem que o teste de libido aplicado em curral foi eficiente em selecionar touros com maior número de montas completas a campo, frente ao alto número de fêmeas em cio.

A taxa de gestação após o período de monta (Tab. 6) foi maior para os touros de alta libido (P<0,05), mostrando que a libido foi determinante para o desempenho reprodutivo dos touros com alto desafio de fêmeas em cio sincronizado. O teste indica a possibilidade de utilização de touros Nelore pré-selecionados andrologicamente e examinados quanto à libido, frente a grandes desafios a campo. Resultados semelhantes foram descritos por Costa e Silva (1995), Fonseca et al. (1997), Fonseca et al. (2000) e Pineda et al. (2000) para a raça Nelore.

 

Tabela 6 - Clique para ampliar

 

O teste de libido exerceu influência nas taxas de gestação final de touros selecionados previamente, concordando com os trabalhos de Blockey (1978) e Pineda et al. (2000). Farin et al. (1989) observaram que touros de alta libido serviram maior número de fêmeas sem, contudo, aumentar a taxa de prenhez.

 

CONCLUSÕES

Testes de libido revelaram-se importantes testes complementares na avaliação do potencial reprodutivo de touros a serem utilizados em monta a campo. A associação entre o comportamento sexual a campo, o desempenho reprodutivo e a classificação final do teste de libido em curral sugere que o teste é eficiente na avaliação da capacidade de monta a campo de touros Nelore adultos. Touros Nelore adultos com alta libido apresentam elevada freqüência de monta completa a campo, com conseqüente reflexo na taxa de gestação.

 

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Recebido para publicação em 18 de novembro de 2002
Recebido para publicação, após modificações, em 18 de junho de 2003

 

 

E-mail: vejoan@dedalus.lcc.ufmg.br

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