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Ciência Rural

Print version ISSN 0103-8478On-line version ISSN 1678-4596

Cienc. Rural vol.30 no.2 Santa Maria Mar./Apr. 2000

https://doi.org/10.1590/S0103-84782000000200023 

PRODUÇÃO ANIMAL/ ANIMAL PRODUCTION

 

Composição de carcaça de frangos de corte alimentados com farelo de canola1

 

Carcass composition of broilers fed canola meal

 

Elena Elisabete Franzoi2 Frank Siewerdt3 Fernando Rutz4 Paulo Antônio Rabenschlag de Brum5 Paulo Cezar Gomes6

 

 

RESUMO

Avaliou-se o efeito da utilização de farelo de canola sobre a composição de carcaça de frangos de corte da linhagem Ross. As aves foram alimentadas com dietas contendo farelo de canola em substituição parcial (0, 10, 20, 30 ou 40%) ao farelo de soja. Mil e duzentos pintos foram distribuídos em unidades experimentais de 30 animais, de acordo com o sexo e peso inicial. As dietas continham 22, 20 e 18% de proteína bruta e 3000, 3100 e 3150kcal de energia metabolizável/kg de ração, respectivamente nos períodos entre 0 e 21, 22 e 35, e 36 e 42 dias de idade. No 42º dia, um frango de cada unidade experimental foi abatido e a composição de sua carcaça foi determinada. Níveis crescentes de farelo de canola nas dietas elevaram o teor de proteína bruta na carcaça e reduziram o teor de extrato etéreo na carcaça. O rendimento de carcaça não foi alterado, nem os teores de energia bruta e de cinzas na carcaça. O uso de farelo de canola nas dietas melhorou a qualidade das carcaças sem prejudicar seu peso ou rendimento, logo seu uso é recomendado.

Palavras-chave: canola, composição de carcaça, frangos de corte.

 

SUMMARY

An evaluation of the effects of using canola meal on the carcass composition of broilers was performed. Soybean meal was partially substituted (0, 10, 20, 30, or 40%) by canola meal in the diets. Fourty experimental units of 30 birds each were formed according to the bird=s initial weight and sex. The diets were formulated to contain 22, 20, or 18% of crude protein and 3000, 3100 or 3150kcal of metabolizable energy per kg of diet, and broilers were fed respectively in the periods between 0 and 21, 22 and 35, and 36 and 42 days. On day 42, a bird from each experimental unit was killed and its carcass composition was determined. Carcass protein increased and carcass fat decreased linearly with the amount of canola meal used in the diets. The percentage of carcass fat remained unchanged with the inclusion of canola meal in the diets. Neither carcass yield nor the levels of crude energy and ashes in the carcasses were changed. The use of canola meal in the diets can be recommended because the quality of the carcasses was improved. Quality improvement was achieved without losses in carcass weight or yield.

Key words: broilers, canola, carcass composition.

 

 

INTRODUÇÃO

No Brasil, as rações para aves têm como fonte protéica básica o farelo de soja. Um dos ingredientes que vem sendo testado como alternativa para substituir, em parte ou no todo, o farelo de soja nas rações é o farelo de canola. A canola (Brassica campestris e B. napus) é uma variedade da colza que possui baixos teores de glucosinolatos e ácido erúcico. O subproduto da extração do óleo comestível é o farelo de canola, cuja composição é indicadora de seu potencial para utilização como fonte protéica em rações para animais.

A inclusão do farelo de canola em rações para frangos de corte deve levar em consideração vários aspectos. Além de não apresentar efeitos indesejáveis sobre o ganho de peso e a conversão alimentar, a presença do farelo de canola não deve alterar a palatabilidade da dieta a ponto de causar redução no consumo alimentar das aves. No Brasil, estes aspectos foram estudados por ALBINO et al. (1983), MURAKAMI et al. (1995) e FRANZOI et al. (1998). Os resultados obtidos confirmam a viabilidade da inclusão dos farelos de colza e de canola como substitutos parciais do farelo de soja em rações para frangos de corte. Trabalhos realizados em outros países mostraram que o uso de farelo de canola, em quantidades limitadas, não prejudica o crescimento e a conversão alimentar de frangos de corte, mas não existe concordância entre os resultados de todos os relatos (SALMON et al., 1981; ROBBLEE et al., 1986; LEESON et al., 1987).

Também, não é desejável que ocorra redução no rendimento de carcaça nem aumento do teor de gordura na carcaça. SALMON et al. (1981) e LEE et al. (1991) observaram que o uso de até 20% de farelo de canola nas dietas não alterou o rendimento de carcaça nem a percentagem de gordura abdominal. SUMMERS et al. (1992) observaram redução de 15% no conteúdo de gordura na carcaça com o uso de 25% de farelo de canola em substituição ao farelo de soja.

De acordo com LEESON et al. (1987), o farelo de canola pode substituir inteiramente o farelo de soja como fonte protéica em dietas para frangos de corte, sem prejuízo na retenção de nutrientes ou na mineralização dos ossos. Esses autores também observaram que a retenção de proteínas e gorduras não foi alterada. SUMMERS et al. (1990) observaram que a inclusão de 40% de farelo de canola na ração, em substituição ao farelo de soja, causou redução na porcentagem de cinzas nos ossos. No entanto, SUMMERS et al. (1992) não observaram alteração na mineralização dos ossos com o uso de 40% de farelo de canola na ração. Neste trabalho, teve-se por objetivo avaliar o efeito do uso de farelo de canola, em substituição parcial ao farelo de soja, sobre a composição de carcaça de frangos de corte .

 

MATERIAL E MÉTODOS

O experimento foi realizado nas dependências do Centro Nacional de Pesquisa de Suínos e Aves da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. As análises de composição química das carcaças foram realizadas no Laboratório de Nutrição Animal no CNPSA. Foram utilizados dez lotes de120 pintos de um dia da linhagem Ross, sexados e com peso médio de 44,3g. Em cada lote, os pintos foram pesados e agrupados por faixa de peso, para efeito de formação de blocos. Cada unidade experimental constituiu de um grupo de 30 aves alojadas. Cinco dietas foram testadas. T0 consistiu da ração basal, à base de milho e farelo de soja, sem farelo de canola. As outras quatro dietas (T10, T20, T30 e T40) diferiram da dieta basal pela inclusão de farelo de canola em substituição a, respectivamente, 10, 20, 30 ou 40% da quantitade de farelo de soja encontrada na ração basal. Do primeiro até o 21º dia de idade, as aves receberam rações com 22% de proteína bruta (PB) e 3000kcal/kg de energia metabolizável (EM). De 22 a 35 dias de idade, as rações continham 20% de PB e 3100kcal/kg de EM, e de 36 a 42 dias, rações com 18% de PB e 3150kcal/kg de EM. As rações foram formuladas de acordo com as exigências nutricionais especificadas pelo NRC (1994). As aves receberam água e ração à vontade durante os 42 dias de duração do experimento. O farelo de canola utilizado continha 4,7mmoles/g de glucosinolatos e zero de ácido erúcico. A composição percentual das rações, sua análise bromatológica e outros detalhes sobre a condução do experimento encontram-se descritos em FRANZOI et al. (1998).

Usou-se o delineamento experimental em blocos casualizados. O critério para formação de blocos foi o peso corporal dos pintos a um dia de idade. Cada um dos quatro blocos consistiu de 10 unidades experimentais. Os tratamentos consistiram de arranjo fatorial 5x2 dos fatores dieta e sexo. Em cada bloco, os tratamentos foram atribuídos aleatoriamente às unidades experimentais.

No 42º dia, todas as aves foram pesadas e médias foram obtidas para cada box. Após a pesagem, escolheu-se uma ave de cada box para o abate. O critério utilizado na seleção foi que a ave tivesse peso igual, ou mais próximo possível, à média do respectivo box. As aves abatidas foram depenadas e evisceradas. Cabeças, pescoços, pés e toda a gordura que envolvia as vísceras, principalmente a da moela, foram retiradas imediatamente após o abate. Cada carcaça eviscerada e a respectiva gordura foram pesadas, individualmente e em conjunto, possibilitando o cálculo do rendimento de carcaça. Após a pesagem, a gordura foi reincorporada à carcaça. As carcaças foram acondicionadas em sacos plásticos e congeladas a -20ºC. Após quatro dias, as carcaças foram descongeladas, picadas, moídas e congeladas por mais três dias. A seguir as carcaças foram moídas novamente (duas vezes) e homogeneizadas. Retirou-se uma amostra de aproximadamente 500g para análise dos teores de matéria seca, extrato etéreo, energia bruta, proteína bruta e cinzas, conforme as normas da ASSOCIATION OF OFFICIAL ANALYTICAL CHEMISTS (1984).

Análises de variância foram realizadas utilizando-se o método de quadrados mínimos. O modelo incluiu os efeitos de bloco, sexo, dieta e a interação entre os efeitos de sexo e dieta. Comparações entre médias das cinco dietas foram feitas por análise de regressão polinomial. A significância dos componentes linear e quadrático foi verificada utilizando-se o teste F. Equações de regressão apropriadas foram ajustadas e seus coeficientes de determinação foram obtidos como a razão da soma de quadrados para o componente linear e da soma de quadrados para rações. A significância das demais hipóteses estatísticas de interesse (significância dos efeitos de sexo e da interação entre os efeitos de sexo e rações) foi verificada com uso do teste F da análise de variância. Utilizou-se o programa SAS (SAS INSTITUTE, 1988) para realizar as rotinas de cálculo.

Os seguintes caracteres de carcaça foram avaliados: peso vivo ao abate (PVIVO), peso de carcaça (PCARC), peso de gordura (PGORD), porcentagem de gordura na carcaça (GORD%), rendimento ao abate (REND), matéria seca na carcaça (MSCARC), energia bruta na carcaça (EBCARC), proteína bruta na carcaça (PBCARC), extrato etéreo na carcaça (EECARC) e cinzas na carcaça (CINZAS). A porcentagem de gordura na carcaça foi obtida como GORD%=100 x PGORD/ PCARC e o rendimento de carcaça foi calculado como: REND = 100 x (PCARC+PGORD)/ PVIVO.

 

RESULTADOS

Os resultados das análises de variância são apresentados na tabela 1, e as médias ajustadas obtidas para as cinco dietas e para os dois sexos, em cada um dos nove caracteres estudados, encontram-se na tabela 2. A interação entre os efeitos de sexo e ração não foi significativa para nenhum dos caracteres de carcaça, indicando que as comparações entre os dois sexos são válidas para qualquer nível de substituição de farelo de canola utilizado e que as recomendações acerca do uso do farelo de canola são igualmente válidas para machos e fêmeas.

 

 

 

 

Não foi observado efeito do farelo de canola sobre PVIVO, PCARC, PGORD, GORD% nem REND. A composição química das carcaças sofreu apenas duas alterações em função do uso de farelo de canola: redução no teor de EBCARC, à taxa de 0,091% para cada 1% de farelo de canola adicionado, e aumento no teor de PBCARC, à taxa de 0,051% para cada 1% de farelo de canola adicionado (figura 1). Para os dois últimos caracteres, os testes para significância dos componentes quadráticos resultaram em aceitação das respectivas hipóteses de nulidade. As outras três frações na composição das carcaças (MSCARC, EBCARC e CINZAS) não foram alteradas.

 

 

Os machos apresentaram PVIVO e PCARC superiores aos das fêmeas. Ao abate, os machos pesaram, em média, 223g a mais do que as fêmeas, e as correspondentes carcaças foram 223g mais pesadas do que as das fêmeas. Não foi observada diferença no PGORD nem em GORD%, mas REND foi maior nos machos do que nas fêmeas (P<0,06). A análise química das carcaças mostrou que a única fração com alteração significativa foi EBCARC, a qual foi menor nas carcaças dos machos do que nas das fêmeas (P<0,06).

À exceção de PGORD e GORD%, todos coeficientes de variação observados foram menores do que 6%, indicando que o delineamento experimental adotado foi eficiente no controle da variação casual. Os coeficientes de variação para PGORD e GORD% foram mais elevados que os demais (27,9% e 28,0%, respectivamente). No entanto, é usual serem encontrados coeficientes de variação altos em caracteres de conteúdo de gordura (RICARD, 1974; GRIFFITHS et al., 1977; BECKER et al., 1984), pois o tecido adiposo apresenta grande irregularidade na definição do início de sua acumulação.

 

DISCUSSÃO

A implementação de novas tecnologias em avicultura de corte não esta limitada em apenas alterar a velocidade de crescimento dos frangos. Além da eficiência com que as aves crescem, assumem importância os processos metabólicos de transformação dos alimentos e a forma com que os depósitos de proteína e de gordura são formados e acumulados. Quaisquer alterações nas composições de dietas não devem ser acompanhadas de redução na quantidade e/ou qualidade das porções comestíveis produzidas.

A utilização de farelo de canola não alterou PVIVO nem PCARC, o que é desejável sob o ponto de vista da quantidade de carne produzida. Isso pode ser indicativo de que a composição da proteína do farelo de canola utilizado é comparável em qualidade à proteina do farelo de soja e que a proteína do farelo de canola tem valor biológico similar à proteína do farelo de soja. Os resultados obtidos para outros dois caracteres também são indicativos da qualidade do farelo de canola como ingrediente em dietas para frangos de corte. O peso da gordura não foi alterado e o rendimento de carcaça não foi significativamente reduzido com a adição de farelo de canola às dietas. A manutenção do rendimento de carcaça também é indicativo de que os metabólitos oriundos da degradação do farelo de canola são direcionados à acumulação de tecidos com valor comercial. É importante ressaltar que como o uso do farelo de canola nas dietas não resultou em aumento do PGORD, as carcaças produzidas apresentaram maior proporção de tecido muscular quando comparadas às carcaças de aves consumindo dietas sem farelo de canola.

Além de não alterar a quantidade de tecidos comestíveis produzidos, o uso de farelo de canola resultou em melhoria da qualidade das carcaças. O aumento no teor de PBCARC e a redução no teor de EECARC são claras indicações do remanejo interno no direcionamento dos metabólitos usados na formação dos tecidos muscular e adiposo. Uma possível explicação é que o ligeiro aumento no teor de fibra bruta das rações (FRANZOI et al., 1998), decorrente da inclusão do farelo de canola, pode ter tido influência negativa na lipogênese (SCHEELE et al., 1981). Esse argumento, aliado ao fato de que os teores de MSCARC, EECARC e CINZAS não foram alterados, torna plausível a hipótese de que os metabólitos potencialmente utilizáveis para a formação de depósitos de gordura tenham sido redirecionados para a formação de tecido muscular.

Os machos foram mais eficientes do que as fêmeas na conversão do alimento, devido aos maiores valores de PVIVO e PCARC e ao melhor REND que foram observados. Pouca variação entre sexos tem sido observada para o rendimento de carcaça (SALMON, 1979), embora uma consistente, porém pequena, diferença em favor dos machos tenha sido observada em perus (MORAN et al., 1971; LEESON & SUMMERS, 1980), concordando com os resultados obtidos neste trabalho. O maior rendimento de carcaça em machos pode estar relacionado ao maior crescimento longitudinal e radial da fibra muscular, proporcionando maior diâmetro da célula muscular. Esse fenômeno já foi observado em perus (SWATLAND, 1989).

Não houve diferença entre machos e fêmeas quanto ao PGORD observado, e a composição química das carcaças de machos e de fêmeas foi essencialmente igual. Uma possível explicação para o menor teor de EBCARC encontrado nos machos pode ser o menor conteúdo proporcional de gordura observado nas carcaças dos machos (tabela 2), apesar de esta diferença não ter sido estatisticamente significativa.

Os efeitos favoráveis sobre a composição das carcaças, aliados à ausência de efeitos desfavoráveis sobre o desempenho dos frangos (FRANZOI et al., 1998) indicam que o farelo de canola é um ingrediente que pode ser utilizado como componente em dietas para frangos de corte, em substituição parcial ao farelo de soja. O uso do farelo de canola tenderá a crescer à medida que variedades de canola com menores teores de fibra e glucosinolatos e maior conteúdo de proteína forem desenvolvidas.

 

CONCLUSÕES

Nas condições em que o presente experimento foi conduzido, é possível concluir que o uso de farelo de canola como ingrediente em dietas para frangos de corte até 42 dias de idade, em substituição a até 40% da quantidade de farelo de soja, resulta em melhoria da qualidade das carcaças.

 

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1Parte da Dissertação de Mestrado em Zootecnia, apresentada pela primeira autora à Universidade Federal de Pelotas (UFPel). Financiado pelo CNPq e EMBRAPA.

2Biólogo, Mestre em Ciências, Bolsista da CAPES.

3Engenheiro Agrônomo, Ph.D. em Ciências, Professor Adjunto, UFPel, Pelotas, RS. Bolsista do CNPq (200387/94).

4Médico Veterinário, PhD., Professor Adjunto, UFPel, Departamento de Zootecnia, 96010-900, Pelotas, RS. E-mail: frutz@ufpel.tche.br Autor para correspondência.

5Médico Veterinário, DSc., Pesquisador, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, Concórdia, SC.

6Engenheiro Agrônomo, DSc., Professor Adjunto, Universidade Federal de Viçosa, Viçosa, MG.

Recebido para publicação em 30.03.98. Aprovado em 05.05.99

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