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Ciência Rural

Print version ISSN 0103-8478

Cienc. Rural vol.41 no.5 Santa Maria May 2011

http://dx.doi.org/10.1590/S0103-84782011000500025 

ARTIGOS CIENTÍFICOS
PRODUÇÃO ANIMAL

 

Energia líquida e ractopamina para leitoas em terminação sob altas temperaturas ambientais

 

Net energy and ractopamine to finishing gilts under high temperature environment

 

 

Mariana Souza de MouraI; Charles KieferII, 1; Camilla Mendonça SilvaI; Alexandre Pereira dos SantosI; Caiki Calepso FantiniI; Lúcia dos Santos LucasI

IUniversidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), Campo Grande, MS, Brasil
IIDepartamento de Zootecnia, UFMS, 79074-460,Campo Grande, MS, Brasil. E-mail: charles@ufms.br

 

 


RESUMO

O objetivo do trabalho foi avaliar níveis de energia líquida (EL) e ractopamina na dieta de leitoas em terminação sob altas temperaturas ambientais (29,5±2,3°C). Foram utilizadas 40 leitoas (peso inicial de 69,3±2,8kg) distribuídas no delineamento de bloco ao acaso em esquema fatorial 2x4 (0 e 20ppm de ractopamina e 2.300; 2.424; 2.548 e 2.668kcal de EL kg-1 de ração), com cinco repetições de um animal cada. Houve interação (P<0,05) entre EL e ractopamina, sendo que a inclusão de 20ppm em dietas com 2.548 e 2.668kcal reduziu (P<0,05) a espessura de toucinho e aumentou (P<0,05) a percentagem de carne magra das carcaças. A ractopamina melhorou (P<0,05) a conversão alimentar e a quantidade de carne magra nas carcaças (P<0,05), independente dos níveis de EL. Concluiu-se que a ractopamina na dose de 20ppm propicia benefícios no desempenho e características de carcaça de leitoas sob estresse térmico e que esse efeito é mais positivo em dietas contendo níveis energéticos mais elevados (2.548 e 2.668kcal de EL).

Palavras-chave: aditivos, ambiente térmico, carcaça, desempenho.


ABSTRACT

The objective of this paper was to assess net energy (NE) levels and ractopamine in the diet of finishing gilts maintained under high temperature environment (29.5±2.3°C). Forty gilts were used, with initial weight of 69.3±2.8kg, distributed in a randomized block design, in a factorial scheme 2x4 (0 and 20ppm of ractopamine; and 2,300; 2,424; 2,548 and 2,668kcal/kg NE kg-1 of feed), and five replications and one animal each. There was interaction (P<0.05) between NE levels and ractopamine, and the inclusion of 20ppm of ractopamine in the diets containing 2,548 and 2,668kcal reduced (P<0.05) backfat thickness and increased (P<0.05) the percentage of lean meat of carcasses. The use of ractopamine improved (P<0.05) feed gain ratio and increased (P<0.05) the amount of lean meat in carcasses. It was concluded that ractopamine at a dose of 20ppm provides benefits in performance and carcass traits of gilts under heat stress and this effect is more positive in diets containing higher energy levels (2,548 and 2,668kcal of NE kg-1).

Key words: additive, thermal environment, carcass, performance.


 

 

INTRODUÇÃO

O controle da deposição de gordura na carcaça é uma medida necessária para melhorar o índice de bonificação das carcaças e agregar valor aos suínos produzidos (MOREIRA et al., 2007). Tem-se constatado que além de aumentar a deposição protéica, a ractopamina inibe parcialmente a lipogênese, reduzindo a deposição de gordura na carcaça (PÉREZ et al., 2006). Todavia, quando os suínos são submetidos a ambientes de alta temperatura, tendem a reduzir o consumo e perder a eficiência de utilização da energia disponível, à medida que acionam mecanismos de termoregulação para manter a homeostase térmica (KERR et al., 2003). Nas circunstâncias em que as temperaturas ambientais são elevadas e o consumo dos animais é reduzido, a inclusão de lipídios às dietas pode reduzir o incremento calórico e minimizar a redução do desempenho devido ao baixo consumo (ALMEIDA et al., 2007).

Realizou-se este trabalho com o objetivo de avaliar níveis de energia líquida e ractopamina na dieta de leitoas em terminação sob altas temperaturas ambientais.

 

MATERIAL E MÉTODOS

O experimento foi conduzido em câmara climática, na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, em Campo Grande/MS. Foram utilizadas 40 leitoas, Duroc/Pietrain x Large White/Landrace, com peso inicial de 69,3±2,8 kg, distribuídas em delineamento de blocos ao acaso em esquema fatorial 2x4 (0 e 20ppm de ractopamina e 2.300; 2.424; 2.548 e 2.668kcal de EL kg-1 de ração), com cinco repetições, sendo cada unidade experimental constituída por um animal. Na formação dos blocos, levou-se em consideração o peso inicial dos animais.

Durante o período experimental, a temperatura do ar da câmara foi regulada em 30°C e a umidade relativa em 75%, sendo monitoradas diariamente, por meio de um conjunto de termômetros de bulbo seco e bulbo úmido e de globo negro. As dietas experimentais (Tabela 1) foram formuladas para atender as exigências nutricionais recomendadas por ROSTAGNO et al. (2005), exceto para os níveis energéticos. Os níveis de EL foram obtidos a partir da inclusão de óleo de soja em substituição ao caulim, mantendo o padrão de proteína ideal entre os tratamentos. As rações e a água foram fornecidas à vontade aos animais.

O experimento teve duração de 28 dias. Diariamente, foram coletados os resíduos de ração do chão, que foram somados às sobras do comedouro ao final do período experimental, determinando-se o consumo de ração diário (CRD). Os animais foram pesados no início e no final do experimento para a determinação do ganho de peso diário (GPD) e da conversão alimentar (CA).

Ao término do experimento, os animais foram transportados para um frigorífico, onde permaneceram em baia de espera com acesso a água e sob jejum de sólidos por 10 horas. Previamente ao abate, os animais foram pesados. Ao final da linha de abate as carcaças foram pesadas para a determinação do peso de carcaça quente (PCQ) e rendimento de carcaça quente (RCQ). As carcaças foram divididas longitudinalmente e realizado corte na banda esquerda (no ponto P2) para a exposição do músculo Longissimus dorsi e do toucinho, onde foram determinadas a profundidade do músculo (PM), espessura de toucinho (ET) e a área de olho-de-lombo (AOL). O percentual de carne magra (CM) e a quantidade de carne na carcaça (QCC) foram determinados por meio de equações propostas por GUIDONI (2000), sendo:

Equação (1)

CM=65,92-0,685xET+0,094xPM-0,026xPCQ;

Equação (2)

QCC=7,38-0,48xET+0,059xPM+0,525xPCQ.

Os dados foram submetidos à análise de variância pelo procedimento GLM em nível de 5% de significância. Os efeitos incluídos no modelo analítico foram ractopamina (Rac), níveis de EL e a interação entre ractopamina e EL (Rac*EL). As eventuais diferenças entre as médias para o fator ractopamina foram comparadas pelo Teste F. Os níveis de EL foram submetidos à análise de regressão. As análises estatísticas foram realizadas no programa computacional Statistical Analysis System (SAS, 2001).

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Durante o período experimental, a temperatura ambiente da sala foi 29,5±2,3°C, a umidade relativa do ar foi 89,0±7,2%, a temperatura de globo negro foi 30,1±2,3°C e o ITGU calculado em 81,1±3,2. A temperatura média do ambiente pode ser considerada como de estresse por calor para suínos em fase de terminação, por estar acima da temperatura crítica máxima de 27°C estabelecida para esta categoria (SAMPAIO et al., 2004).

Não houve interação (P>0,05) entre EL e ractopamina para as variáveis de desempenho (Tabela 2). Este resultado está de acordo com DUNSHEA et al. (1998) que não constataram interação entre níveis de energia digestível (21,2; 24,7; 28,2; 32,7; 36,7MJ dia-1 e a vontade) e a inclusão de 20ppm de ractopamina sobre o desempenho de suínos em terminação.

A ractopamina não afetou (P>0,05) o GPD e o CRD dos animais. Esse resultado é corroborado pelos estudos de PEREIRA et al. (2008), CANTARELLI et al. (2009) e SANCHES et al. (2010) que, avaliando a suplementação de ractopamina para suínos em terminação, não observaram alterações no CRD. A consistência dos resultados nos estudos citados pode ser um indicativo de que a ractopamina não apresenta ação específica sobre o controle voluntário da ingestão de alimento nos suínos.

A inclusão de 20ppm de ractopamina melhorou (P<0,05) a CA dos animais em 10,4 em relação ao grupo controle. Efeitos positivos deste aditivo sobre a CA também foram relatados por SANCHES et al. (2010), que obtiveram melhora de aproximadamente 36% para suínos machos castrados submetidos a ambiente de estresse por calor em relação ao grupo não suplementado. A melhora observada sobre a CA no presente estudo pode ser justificada pelas modificações metabólicas geradas pela ractopamina sobre a composição do ganho de peso com provável aumento da deposição protéica em detrimento da deposição de gordura na carcaça, uma vez que o aumento da deposição de tecido proteico agrega mais moléculas de água (1:3,4) em relação à deposição de lipídios (HALAS et al., 2010), fato que pode resultar na melhora tanto do ganho quanto da eficiência alimentar.

Quanto à concentração energética das dietas, não foi constatado efeito (P>0,05) dos níveis de EL sobre o GPD dos suínos. Da mesma forma, APPLE et al. (2004) relataram que o aumento da densidade energética da dieta não influenciou o GPD de suínos em terminação. Provavelmente, a resposta obtida para o GPD dos suínos no presente estudo pode ser justificada pela similaridade do resultado observado para o CRD dos animais entre os níveis de EL avaliados, fato que pode estar associado ao efeito depressor de consumo provocado pelas temperaturas ambientais elevadas às quais os animais foram submetidos no transcorrer do período experimental. Essa hipótese é corroborada por COLLIN et al. (2001), que constataram que os suínos expostos à alta temperatura ambiente reduzem significativamente o consumo de alimento para reduzir a produção total de calor corporal.

O CRD não diferiu (P>0,05) entre os níveis de EL avaliados. A resposta observada no presente estudo é corroborada pelos resultados de YI et al. (2010), que avaliaram níveis entre 2.250 e 2.640kcal de EL kg-1 de ração, com suínos em crescimento, e não constataram variação do consumo voluntário em função da variação energética. Por outro lado, os resultados obtidos no presente estudo também estão em discordância com os verificados por ETTLE et al. (2003) que, ao suplementar as dietas de suínos machos castrados e fêmeas, observaram redução do CRD quando o maior nível de energia (3.350kcal EM kg-1) foi utilizado em relação ao menor nível energético (3.110kcal EM kg-1).

Estas variações do CRD podem estar relacionadas aos ajustes da demanda energética dos animais, de forma que a baixa densidade energética das dietas é compensada com o aumento do consumo até que determinado nível de exigência de energia seja atingido (REZENDE et al., 2006). Provavelmente, no presente estudo, esta resposta não foi constatada, uma vez que os animais foram submetidos a temperaturas ambientais elevadas que podem ter deprimido a ingestão voluntária de alimento. A CA também não foi influenciada (P>0,05) pelos níveis de energia das dietas. Por outro lado, YI et al. (2010) observaram melhora na CA dos suínos, à medida que aumentou o nível energético da dieta (2.250 a 2.450kcal de EL kg-1), sem, no entanto, observar variação sobre a ingestão de alimento.

Quanto às características de carcaça, foi observada interação (P<0,05) entre os níveis de EL e ractopamina apenas para a ET, em que a inclusão de 20ppm de ractopamina nas dietas contendo níveis energéticos mais elevados (2.548 e 2.668kcal EL) proporcionou redução (P<0,05) dos valores de ET. Por outro lado, a inclusão deste aditivo nas dietas contendo os demais níveis energéticos não influenciou (P>0,05) a ET dos animais. O mesmo foi constatado por WILLIAMS et al. (1994), que verificaram menor ET em suínos alimentados com dietas contendo ractopamina quando apresentaram baixos consumos de energia metabolizável. A partir dos resultados observados no presente estudo, pode-se inferir que a eficiência da ractopamina em reduzir a lipogênese no tecido adiposo do suíno é mais pronunciada nas situações em que as dietas apresentam maior conteúdo energético, principalmente sob a forma de lipídios.

O PCQ não foi influenciado (P>0,05) pela inclusão de ractopamina na dieta, o que está coerente com a resposta observada para o peso final dos animais. Porém, ARMSTRONG et al. (2004) verificaram melhora nesta variável com a suplementação de 5, 10 ou 20ppm de ractopamina em relação à dieta controle.

Não foi constatado efeito (P>0,05) da ractopamina sobre a AOL, PM e comprimento de carcaça (CC). Os níveis de EL não influenciaram (P>0,05) o PCQ, PM, CC, AOL e o RCQ das leitoas em terminação (Tabela 3). Houve interação (P<0,05) entre níveis de EL e ractopamina para a CM. Constatou-se que a inclusão de 20ppm de ractopamina em dietas contendo 2.548 e 2.668kcal de EL kg-1 de ração proporcionou aumento (P<0,01) desta variável em relação àquelas alimentadas com a dieta sem inclusão de ractopamina.

De acordo com WILLIAMS et al. (1994), leitoas alimentadas com dieta sem ractopamina apresentaram melhora na percentagem de carne magra até o consumo de 8,9Mcal de energia metabolizável dia-1, todavia o aumento da ingestão energética não resultou em melhora da deposição de carne magra. Porém, APPLE et al. (2004) concluíram que o aumento da CM em suínos alimentados com dietas contendo ractopamina exige aumento da concentração energética da dieta, fato que contraria os resultados do presente estudo.

A QCC das leitoas diferiu (P<0,05) em função da inclusão de ractopamina na dieta, sendo observado aumento de 4% nas fêmeas suplementadas com o aditivo. Um dos efeitos mais conhecidos da ractopamina em suínos é o incremento da massa muscular com aumento da QCC. Uma das explicações é que este composto liga-se aos receptores de membranas e dispara uma série de eventos que levam ao aumento no diâmetro das fibras musculares, mais especificamente das fibras brancas e intermediárias (SEE et al., 2004).

Além disso, o efeito da ractopamina sobre a melhora das características quantitativas da carcaça é mais pronunciado com o aumento da idade e do peso dos suínos. Essa hipótese é confirmada por CROME et al. (1996), que constataram que a ractopamina foi mais eficaz em melhorar o desempenho e as características de carcaça quando administrada a suínos pesados (85 aos 125kg) em relação aos leves (68 aos 107kg). Nos suínos mais pesados, a deposição de lipídios na carcaça tende a aumentar numa proporção maior em relação a deposição de proteína (WHITTEMORE, 1998), fato que pode aumentar a eficiência de ação da ractopamina em bloquear parcialmente a lipogênese.

O RCQ dos animais não foi influenciado (P>0,05) pela inclusão de ractopamina e pelos níveis de EL das dietas. Em contraste, PEREIRA et al. (2008) observaram aumento de 3,9% no RCQ de leitoas em terminação, recebendo 5ppm de ractopamina. A partir dos resultados obtidos no presente estudo, pode-se inferir que os efeitos esperados da ractopamina sobre as características de carcaças das leitoas, mesmo sendo sob temperaturas ambientais elevadas, estão coerentes com a literatura, uma vez que houve redução da deposição de gordura na carcaça, fato confirmado pela menor ET. Além disso, houve aumento da deposição de proteína confirmada pelos aumentos da CM e da QCC.

 

CONCLUSÃO

Independentemente do nível energético, a suplementação de 20ppm de ractopamina na dieta de leitoas melhora a CA e aumenta a QCC nas carcaças. A ractopamina é mais efetiva na redução da ET em dietas contendo níveis energéticos elevados (2.548 e 2.668kcal de EL).

 

AGRADECIMENTO

À Fundação de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino, Ciência e Tecnologia do Estado de Mato Grosso do Sul (FUNDECT), pelas bolsas de Mestrado concedidas a Mariana Souza de Moura e Alexandre Pereira dos Santos.

 

REFERÊNCIAS

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Recebido para publicação 27.09.10
Aprovado em 04.03.11
Devolvido pelo autor 28.04.11
CR-4196

 

 

1 Autor para correspondência.

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