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Ciência Rural

Print version ISSN 0103-8478

Cienc. Rural vol.43 no.12 Santa Maria Dec. 2013

https://doi.org/10.1590/S0103-84782013001200002 

ARTIGOS CIENTÍFICOS
DEFESA FITOSSANITÁRIA

 

Seletividade de herbicidas em trevo-branco no estádio fenológico de expansão do primeiro trifólio

 

Herbicide selectivity on white clover in phenological stage of first trifoliate expanding

 

 

Danielle MachadoI, 1; Sebastião Brasil Campos LustosaII; Tiago Celso BaldisseraI; João Daniel Nerone TurokII; Marielle MachadoII; Luciano Farinha WatzlawickII; Cristina Gonçalves de MendonçaI; Adelino PelissariI

IPrograma de Pós-graduação em Agronomia (PGAPV), Universidade Federal do Paraná (UFPR), 81531-990, Curitiba, PR, Brasil. E-mail: mdaniielle@gmail.com
IIDepartamento de Agronomia, Universidade Estadual do Centro-Oeste (UNICENTRO), Guarapuava, PR, Brasil

 

 


RESUMO

O trevo-branco (Trifolium repens L.) é uma forrageira utilizada na composição de sistemas de produção agropecuária. O objetivo do estudo foi investigar a seletividade de herbicidas em trevo-branco, aplicado no estádio fenológico de primeiro trifólio em expansão. Realizou-se um experimento em blocos casualizados, com 19 tratamentos e três repetições. Observou-se, aos 84 dias após a aplicação de bentazon + imazethapyr, imazethapyr, bentazon e 2,4-D fitointoxicação inferior a 25% e produção de massa seca da parte aérea superior a 1.300 kg ha-1, sendo a cultura do trevo-branco tolerante a esses produtos, quando aplicados em plântulas no estádio fenológico de primeiro trifólio em expansão.

Palavras-chave: Trifolium repens, controle químico, pastagem, fabácea.


ABSTRACT

White clover (Trifolium repens L.) is a forage used in the composition of crop system models. The objective of this study was to investigate the selectivity of herbicides on white clover seedlings, applied at the first trifoliate growth expanding. It was carried out an experiment in randomized blocks, with 19 treatments and three replications. White clover can be considered as tolerant to bentazon + imazethapyr, imazethapyr, bentazon and 2,4-D, because it was observed biomass production higher than 1.300 kg ha-1 in those treatments and phytotoxicity lower than 25% at 84 days after herbicides sprayed on seedling under phenological stage of plants expanding the first trifoliate.

Key words: Trifolium repens, chemical control, pasture, Fabaceae.


 

 

INTRODUÇÃO

O trevo-branco (Trifolium repens L.) é a fabácea forrageira perene de maior utilização na composição de sistemas de produção agropecuária em regiões de clima temperado e subtropical em todo o mundo (CARVALHO et al., 2010). No Brasil, as pastagens de trevo-branco estão distribuídas pela região Sul. Apresenta propriedades qualitativas que contribuem para o incremento do valor nutritivo das pastagens na dieta animal (OLIVO et al., 2012).

Um dos principais fatores que interfere na utilização do trevo-branco é o seu estabelecimento lento, além da falta de informações a respeito do manejo da espécie (BROCK et al., 2005; ASSMANN et al., 2007). A interferência de outras plantas durante a formação da pastagem de trevo-branco pode ter efeito na composição botânica da comunidade vegetal, diminuindo a participação da fabácea no sistema (ASSMANN et al., 2007), além de propiciar a ocorrência de erosão.

O controle químico de plantas daninhas é um método que visa eliminar espécies de plantas não desejadas em uma lavoura. A seletividade de herbicidas consiste na proteção dessa cultura dos efeitos fitotóxicos do controle químico e evita a redução no potencial produtivo da lavoura (VELINI et al., 2000; CARVALHO et al., 2009). A fitointoxicação pela utilização de herbicidas não seletivos à cultura do trevo-branco pode causar redução de crescimento, diminuição da fixação biológica de nitrogênio e menor oferta de forragem. A suscetibilidade do trevo-branco ao efeito herbicida pode variar em função do estádio de desenvolvimento da cultura e da dose de herbicida aplicada (ROLSTON, 1987).

Não há indicação ou registro de herbicidas para o controle de plantas daninhas na cultura de trevo-branco no Brasil e são escassas as informações de tolerância a herbicidas para essa espécie. O objetivo deste estudo foi investigar a seletividade de herbicidas em trevo-branco, aplicados no estádio fenológico de primeiro trifólio em expansão.

 

MATERIAL E MÉTODOS

O experimento foi realizado no ano de 2010 em Guarapuava/PR (25°21'S e 51°30'W), a altitude de 1.058 m e clima Cfb segundo Köppen, com temperatura média 19,7 °C nos meses mais quentes, e 14,5 °C nos meses mais frios. A precipitação pluvial média anual é de 1.917 mm, com frequência de chuva semanal na primavera-verão.

O solo da área experimental é Latossolo Bruno e apresentou as características químicas: pH (CaCl2) 5,1; matéria orgânica 37,6 g dm-3; P-Mehlich 5,1 mg dm-3; Ca, Mg, K e Al 2,8; 2,9; 0,29 e 0,1cmolc dm-3 respectivamente; H+Al 5,33 e CTC 11,28cmolc dm-3. Para B, Fe, Cu, Mn, Zn e S, verificaram-se os respectivos valores 0,41; 40,4; 0,5; 17,2; 0,4 e 6,5mg dm-3. A saturação de bases foi projetada para elevação a 65%, com a aplicação de 1,6t ha-1 calcário calcítico filler (PRNT 91%), 20 dias anterior à semeadura.

O delineamento experimental foi em blocos casualizados, com 19 tratamentos (Tabela 1) e três repetições. Os tratamentos foram pulverizados aos 16 dias após a emergência, quando as plântulas de trevo-branco encontravam-se no estádio fenológico de primeiro trifólio em expansão, ou primeira folha simples totalmente expandida.

Foi realizado preparo convencional do solo, com uma operação de aração e duas gradagens niveladoras. A adubação planejada com base na análise de solo foi realizada no momento da semeadura, aplicando-se 60 kg ha-1 de K2O e 120 kg ha-1 de P2O5, além de 820 g ha-1 de boro. A semeadura do trevo-branco foi realizada em 12/06/2010 manualmente em linhas, com espaçamento 0,17 m. Utilizaram-se 5,0 kg ha-1 de sementes cv. 'Zapicán', inoculadas com Rhizobium leguminosarum bv. trifolli, na dosagem de 150 ml: 15 kg sementes. A área total de parcela foi 2,0 m2 com cinco linhas semeadas.

As parcelas foram mantidas livres da presença de plantas daninhas durante todo o ciclo de crescimento da cultura, por meio de arranquio manual. O experimento foi irrigado com sistema de aspersão, mantendo-se o solo com consistência friável.

Para aplicação dos herbicidas foi utilizado um equipamento pulverizador pressurizado por CO2, com pressão constante de 50 lb pol-2, vazão de 190 L ha-1, pontas de pulverização 110.02. A aplicação dos herbicidas foi realizada em 08/07/2010, no período da manhã, registrando-se os dados no momento da aplicação de temperatura 18,8°C, umidade relativa 61%, velocidade do vento 3,6km h-1, e período de insolação de 8,6 horas.

Avaliou-se a fitointoxicação, produção de massa seca da parte aérea, altura do dossel, cobertura de solo e índice de área foliar (IAF). A avaliação da fitointoxicação foi realizada semanalmente, atribuindo-se notas percentuais de 0% para ausência de fitointoxicação e 100% para plantas mortas (SBCPD, 1995), entre 07 e 84 dias após a aplicação (DAA).

As amostras da parte aérea das plantas para avaliação de massa seca foram coletadas aos 89DAA, realizando-se o corte em área de 0,5 x 0,5 m2, com uma amostra por parcela. A altura do dossel, a porcentagem de cobertura de solo e IAF foram avaliados aos 89DAA. Para a altura do dossel, utilizou-se a média de cinco pontos por parcela, mensurados com bastão graduado modelo sward stick. Considerou-se para medição da altura o folíolo mais alto atingido pelo marcador do bastão. A cobertura de solo foi avaliada pela estimativa visual de cobertura do solo por trevo-branco, considerando 100% parcelas com solo totalmente coberto e 0% parcelas com solo totalmente descoberto.

O IAF foi avaliado pela realização do corte rente ao solo de amostra de 0,2x0,2m por parcela. Uma subamostra de pelo menos 200cm2 de folíolos foi escaneada e medida com o software ImageJ 1.42q. O restante da amostra foi separado em folíolos e outras partes, seco em estufa a 105 °C e pesado separadamente (BALDISSERA, 2010). Com a área da amostra digitalizada e sua massa, foi possível calcular a área da amostra total e o IAF pela relação área de folíolos digitalizada / área de trevo amostrada.

Os resultados foram submetidos aos testes homogeneidade de variâncias Bartlett e de normalidade de resíduos Shapiro-Wilk, análise de variância e teste de Duncan, a 5% de probabilidade com o programa estatístico R (http://www.r-project.org/, R DEVELOPMENT CORE TEAM, 2012). Os dados de fitointoxicação foram submetidos à transformação log (x+100) para satisfazer os pressupostos da análise estatística. Os dados de produção de massa seca da parte aérea foram categorizados em quartis para separação por classes de tolerância ou suscetibilidade aos herbicidas.

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

A máxima fitointoxicação da cultura do trevo-branco causada pela aplicação de herbicidas no estádio fenológico de primeiro trifólio em expansão foi observada aos 21DAA. Os sintomas de bentazon + imazethapyr, bentazon e imazethapyr aos 84DAA no trevo-branco foram inferiores a 10%. Para bentazon + 2,4-D e 2,4-D a fitointoxicação observada foi entre 20 e 25% (Tabela 2).

Aos 84DAA dos herbicidas, os sintomas visuais de fitointoxicação acima de 65% permaneceram visíveis para linuron, metsulfuron-methyl, chlorimuron-ethyl + imazethapyr e chlorimuron-ethyl + fomesafen (Tabela 2). Na cultura da alfafa, foi observada fitointoxicação inferior a 10% na aplicação de chlorimuron-ethyl nas doses 8,0 e 15,0g ha-1 em plântulas de quatro e sete trifólios (RICCI et al., 2011). A presença de fitointoxicação após o período esperado para detoxificação da espécie indica que a cultura não tem tolerância ao herbicida (MCCURDY et al., 2013). A redução na massa seca corrobora essa assertiva (Tabela 3), visto que causa diminuição da oferta de forragem.

A maior produção de massa seca da parte aérea nas parcelas submetidas à aplicação de herbicidas foi obtida com bentazon + imazethapyr (1.732,40 kg ha-1). A aplicação de imazethapyr, bentazon e 2,4-D proporcionou 1.300 kg ha-1 de massa seca da parte aérea (Tabela 3). Em alfafa, a aplicação de 25 e 50 g ha-1 de imazethapyr no estádio de dois a quatro trifólios não causou redução na produção de massa seca, indicando que o herbicida pode ser utilizado nessa cultura para o controle de plantas daninhas (FRASER et al., 2003). São considerados seletivos os herbicidas que causam injúrias moderadas, mesmo que haja redução de crescimento definitiva ou lenta recuperação, mas os efeitos promovem apenas pequenas reduções de produtividade (SBCPD, 1995).

Linuron, metsulfuron-methyl, chlorimuron-ethyl + fomesafen, chlorimuron-ethyl + imazethapyr, cloransulam-methyl, chlorimuron-ethyl, lactofen, cloransulam-methyl + imazethapyr e cloransulam-methyl + fomesafen proporcionaram produção inferior a 700 kg ha-1 de massa seca (Tabela 3). A redução na produção de massa seca da parte aérea também foi observada para diferentes doses de imazapyr, sulfentrazone e glyphosate em mudas de Acacia polyphylla, indicando suscetibilidade da espécie aos produtos aplicados. O metribuzin foi seletivo para a A. polyphylla, porque não causou redução na produção de massa seca da parte aérea da planta (MONQUERO et al., 2011).

Por meio da categorização em quartis, em função da produção de massa seca da parte aérea, a cultura do trevo-branco pode ser considerada tolerante aos herbicidas bentazon + imazethapyr, imazethapyr, bentazon e 2,4-D nas doses aplicadas no estádio fenológico de primeiro trifólio em expansão (Tabela 3). A tolerância a 2,4-D imazethapyr, bentazon foi sugerida também em outros experimentos (MACRAE et al., 2005; MCCURDY et al., 2013) pela menor redução na produção de massa seca e em outras espécies do gênero Trifolium (CEBALLOS et al., 2004; CELEN et al., 2006).

Imazethapyr, bentazon e bentazon + imazethapyr proporcionaram a maior classe de altura do dossel de trevo-branco, superior a 13 cm. Dossel superior a 10 cm foi observado na aplicação de 2,4-D e bentazon + 2,4-D. O dossel foi inferior a 7,0 cm para os tratamentos linuron, metsulfuron-methyl, cloransulam-methyl, chlorimuron-ethyl + imazethapyr, chlorimuron-ethyl + fomesafen e cloransulam-methyl + imazethapyr (Tabela 4). O dossel de trevo-branco apresenta entre 5 cm e 35 cm de altura, devido ao crescimento ortotrópico dos pecíolos (RAKOCEVIC et al., 2000).

A medição da altura do dossel é um método indireto de predição de massa de forragem, que pode ser utilizada no monitoramento sistemático da cultura. A utilização do bastão graduado para medição da altura indica resultados aceitáveis para predição da disponibilidade de forragem na composição da dieta animal (CAUDURO et al., 2006). A redução na altura da pastagem, causada pela fitointoxicação, por aplicação de herbicidas no estabelecimento, pode estender o tempo entre a semeadura e o início da utilização da forragem em pastejo. Além disso, pode aumentar a suscetibilidade do trevo-branco à competição com plantas daninhas, germinadas após o período residual do herbicida aplicado.

A maior porcentagem de solo coberto pela cultura do trevo-branco foi obtida com bentazon, atingindo 95%. A aplicação dos herbicidas bentazon + imazethapyr e imazethapyr proporcionou cobertura de solo acima de 85% (Tabela 4). A manutenção do solo protegido por cobertura vegetal diminui a ocorrência de processos erosivos, além de diminuir a infestação por plantas daninhas (SEVERINO & CHRISTOFFOLETI, 2004).

Observou-se porcentagem de cobertura de solo igual ou menor que 50% para linuron, metsulfuron-methyl, chlorimuron-ethyl + imazethapyr, chlorimuron-ethyl, chlorimuron-ethyl + fomesafen, cloransulam-methyl, lactofen, cloransulam-methyl + fomesafen, fomesafen, bentazon + fomesafen, cloransulam-methyl + imazethapyr e bentazon + cloransulam-methyl (Tabela 4). Em geral, IAF em trevo-branco inferior a 1,0 corresponde à cobertura de solo de 30% ou menor (RAKOCEVIC et al., 2000).

Os maiores índices de área foliar foram obtidos para bentazon e bentazon + 2,4-D, com IAF superior a 5,0 (Tabela 4). Em populações puras de trevo-branco em crescimento, o índice de área foliar teto atingiu 5,5. A interceptação de 95% da luz incidente pelo dossel do trevo-branco, em geral, ocorre no IAF 3,5 (BROUGHAM, 1958).

Os tratamentos que proporcionaram IAF inferior a 1,5 foram linuron, metsulfuron-methyl, chlorimuron-ethyl + imazethapyr, cloransulam-methyl, chlorimuron-ethyl + fomesafen, chlorimuron-ethyl, cloransulam-methyl + fomesafen, fomesafen e bentazon + cloransulam-methyl (Tabela 4). O trevo-branco otimiza seu IAF para a fotossíntese máxima, que é possível atingir dentro das limitações dos recursos do solo (GAMPER, 2005). Portanto, a utilização de herbicidas que causa redução no IAF do trevo-branco pode provocar a subutilização dos nutrientes fornecidos na adubação para o crescimento da cultura.

A aplicação de herbicidas na cultura do trevo-branco em plântulas jovens favorece o aumento da atividade do herbicida, diminuindo a seletividade, pela presença e exposição dos pontos de crescimento da plântula ao herbicida. O efeito de herbicidas em tecidos meristemáticos, que possuem intensa atividade metabólica, estimula a fitointoxicação da planta pelo herbicida (OLIVEIRA Jr. et al., 2011). Possivelmente, aplicações em estádios mais tardios podem diminuir a suscetibilidade da cultura aos herbicidas. Todavia, a definição da época ideal de aplicação de herbicida na cultura deve ser definida utilizando informações como período anterior à interferência e período anterior ao dano de rendimento econômico.

 

CONCLUSÃO

A cultura do trevo-branco pode ser considerada tolerante aos herbicidas bentazon + imazethapyr, imazethapyr, bentazon e 2,4-D, sendo esses herbicidas considerados seletivos para a cultura do trevo-branco, dentro das doses utilizadas e aplicadas no estádio fenológico de primeiro trifólio em expansão. A aplicação desses produtos causou fitointoxicação inferior a 25%, mantendo a produção de massa seca da cultura acima de 1.300 kg ha-1.

 

REFERÊNCIAS

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Recebido 23.10.12
Aprovado 02.07.13
Devolvido pelo autor 02.10.13
CR-2012-1031.R1

 

 

1 Autor para correspondência.

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