Composição do líquido sinovial de cães com ruptura do ligamento cruzado cranial

Composition of the synovial fluid of dogs with the cranial cruciate ligament rupture

Andréa Pacheco Batista Borges Cleuza Maria de Faria Rezende Carlos Batista de Assis Márcia Ferreira Pereira Leonardo Maciel Andrade Sobre os autores

Resumos

As características do líquido sinovial de ambas articulações fêmoro-tíbio-patelares de animais portadores de ruptura do ligamento cruzado cranial unilateral foram estudados em seis cães adultos. Os parâmetros macroscópicos observados foram cor, volume, viscosidade, turbidez, coagulação e teste de mucina. Os parâmetros microscópicos foram a contagem global e diferencial de células. Em dois animais, a viscosidade manteve-se normal e no restante apresentou-se diminuída. O resultado do teste de mucina foi normal em todos os animais e não ocorreu coagulação do fluido quando em contato com o ar. A contagem diferencial de células manteve-se dentro dos padrões normais, citados na literatura. Portanto, nos casos de ruptura do ligamento cruzado cranial, o líquido sinovial da articulação do joelho pode permanecer dentro dos padrões normais que o caracterizam, quanto aos aspectos macroscópicos. A composição celular global e relativa do líquido sinovial da articulação afetada apresenta respectivamente contagem superior e diferente a da articulação normal, embora dentro dos padrões fisiológicos citados na literatura.

líquido sinovial; ligamento cruzado cranial; articulação fêmoro-tíbio-patelar


The characteristics of the synovial fluid of both stifle joints from dogs with unilateral cranial cruciate ligament rupture were studied in six adult dogs. The macroscopic parameters observed were color, volume, viscosity, turbidity, and coagulation. In addition, mucin tests were performed. The microscopic parameters were global cell counting and differential cell counting. Two animals presented normal viscosity and in the others the viscosity was reduced. The result of the mucin test was normal in all animals and there was no coagulation of the fluid when in contact with the air. The differential cell counting was maintained within regular standards cited in the literature. Therefore, in the cases of cranial cruciate ligament rupture, the synovial fluid of the stifle joint can stay without any macroscopic change. Although the global and relative cell composition of the affected joint synovial fluid were kept within regular standards according to the literature, they were consistently higher than that of the normal joint.

synovial fluid; cranial cruciate ligament; stifle joint


COMPOSIÇÃO DO LÍQUIDO SINOVIAL DE CÃES COM RUPTURA DO LIGAMENTO CRUZADO CRANIAL

COMPOSITION OF THE SYNOVIAL FLUID OF DOGS WITH THE CRANIAL CRUCIATE LIGAMENT RUPTURE

Andréa Pacheco Batista Borges1 1 Médico Veterinário, Doutor, Professor do Departamento de Veterinária, Universidade Federal de Viçosa (UFV), Campus Universitário, Av. P. H. Rolfs s/n. 36571-000, Viçosa, MG, E-mail: andrea@mail.ufv.br. Autor para correspondência. Cleuza Maria de Faria Rezende2 1 Médico Veterinário, Doutor, Professor do Departamento de Veterinária, Universidade Federal de Viçosa (UFV), Campus Universitário, Av. P. H. Rolfs s/n. 36571-000, Viçosa, MG, E-mail: andrea@mail.ufv.br. Autor para correspondência. Carlos Batista de Assis3 1 Médico Veterinário, Doutor, Professor do Departamento de Veterinária, Universidade Federal de Viçosa (UFV), Campus Universitário, Av. P. H. Rolfs s/n. 36571-000, Viçosa, MG, E-mail: andrea@mail.ufv.br. Autor para correspondência. Márcia Ferreira Pereira4 1 Médico Veterinário, Doutor, Professor do Departamento de Veterinária, Universidade Federal de Viçosa (UFV), Campus Universitário, Av. P. H. Rolfs s/n. 36571-000, Viçosa, MG, E-mail: andrea@mail.ufv.br. Autor para correspondência. Leonardo Maciel Andrade4 1 Médico Veterinário, Doutor, Professor do Departamento de Veterinária, Universidade Federal de Viçosa (UFV), Campus Universitário, Av. P. H. Rolfs s/n. 36571-000, Viçosa, MG, E-mail: andrea@mail.ufv.br. Autor para correspondência.

RESUMO

As características do líquido sinovial de ambas articulações fêmoro-tíbio-patelares de animais portadores de ruptura do ligamento cruzado cranial unilateral foram estudados em seis cães adultos. Os parâmetros macroscópicos observados foram cor, volume, viscosidade, turbidez, coagulação e teste de mucina. Os parâmetros microscópicos foram a contagem global e diferencial de células. Em dois animais, a viscosidade manteve-se normal e no restante apresentou-se diminuída. O resultado do teste de mucina foi normal em todos os animais e não ocorreu coagulação do fluido quando em contato com o ar. A contagem diferencial de células manteve-se dentro dos padrões normais, citados na literatura. Portanto, nos casos de ruptura do ligamento cruzado cranial, o líquido sinovial da articulação do joelho pode permanecer dentro dos padrões normais que o caracterizam, quanto aos aspectos macroscópicos. A composição celular global e relativa do líquido sinovial da articulação afetada apresenta respectivamente contagem superior e diferente a da articulação normal, embora dentro dos padrões fisiológicos citados na literatura.

Palavras-chave: líquido sinovial, ligamento cruzado cranial, articulação fêmoro-tíbio-patelar.

SUMMARY

The characteristics of the synovial fluid of both stifle joints from dogs with unilateral cranial cruciate ligament rupture were studied in six adult dogs. The macroscopic parameters observed were color, volume, viscosity, turbidity, and coagulation. In addition, mucin tests were performed. The microscopic parameters were global cell counting and differential cell counting. Two animals presented normal viscosity and in the others the viscosity was reduced. The result of the mucin test was normal in all animals and there was no coagulation of the fluid when in contact with the air. The differential cell counting was maintained within regular standards cited in the literature. Therefore, in the cases of cranial cruciate ligament rupture, the synovial fluid of the stifle joint can stay without any macroscopic change. Although the global and relative cell composition of the affected joint synovial fluid were kept within regular standards according to the literature, they were consistently higher than that of the normal joint.

Key words: synovial fluid, cranial cruciate ligament, stifle joint.

INTRODUÇÃO

O ligamento cruzado cranial (LCC) é uma estrutura complexa quanto à sua funcionalidade e quanto à sua morfologia, desempenhando importante papel na manutenção da integridade e estabilidade da articulação fêmoro-tíbio-patelar de cães.

A ruptura do LCC ocorre em cães de qualquer idade e tamanho (SLOCUM & SLOCUM, 1993), não existindo predileção por raça (GRIFFIN & VASSEUR, 1992), tendo como conseqüência o desenvolvimento de osteoartrite secundária (HAY et al., 1997). BRINKER et al. (1990) referem haver maior tendência de manifestação da patologia em cães de meia idade e obesos. O diagnóstico definitivo é dado pelo movimento de gaveta cranial positivo (DUPUIS & HARARI, 1993). Em caso de lesão unilateral, não ocorre sobrecarga no membro oposto (O'CONNOR et al., 1989).

O líquido sinovial é um dialisado do sangue, acrescido de mucoproteínas produzidas pelos sinoviócitos. A sua análise laboratorial é um método prático para diagnosticar processos patológicos das articulações (GRIFFIN & VASSEUR 1992), sendo também utilizada para avaliar o tratamento e o prognóstico (JOHNSON & JOHNSON, 1993).

O líquido sinovial normal é claro, com alta viscosidade, teste de mucina positivo e teste de fibrina negativo (FERNANDEZ et al., 1983). A contagem global de células nucleadas é de 250 a 3000/mm3 e a diferencial é de 94 a 100% de mononucleares e de 0 a 6% de polimorfonucleares (BRINKER et al., 1990). JOHNSON & JOHNSON (1993) citam a contagem global de células nucleadas variando de 0 a 2990/mm3. O tipo de células vistas são mononucleares (65 a 90%) com predominância de monócitos e macrófagos e poucos linfócitos e células sinoviais. Já SMITH (1991) e GALLOWAY & LESTER (1995) citam os linfócitos como as células mais comuns no líquido sinovial. Polimorfonucleares são raros, apresentando-se em porcentagem menor que 10 (FERNANDEZ et al., 1983).

Na ruptura do LCC, o líquido sinovial apresenta-se límpido ou, ocasionalmente turvo. A coloração varia de amarelo a ligeiramente avermelhado (JOHNSON & JOHNSON, 1993). A presença de sangue no líquido sinovial pode ser devido à ruptura de vasos durante a artrocentese (GRIFFIN & VASSEUR, 1992). A viscosidade e o volume podem estar normais ou diminuídos (JOHNSON & JOHNSON, 1993). Para BRINKER et al. (1990), a viscosidade do líquido sinovial está relacionada ao conteúdo de mucoproteína e o teste de mucina estima o nível de polimerização do ácido hialurônico, que se mantém positivo (SMITH, 1991).

A contagem global de células varia de 2500 a 3000/mm3 na ruptura aguda do ligamento cruzado cranial e de 0 a 3470/mm3 na ruptura crônica. A contagem diferencial consiste de 88 a 100% de mononucleares e 0 a 12% de polimorfonucleares, podendose encontrar, ainda, sinoviócitos e células cartilaginosas degeneradas em ambos os casos (JOHNSON & JOHNSON, 1993). Para BENNETT et al. (1988) e JOHNSON & JOHNSON (1993), os dados encontrados na ruptura do LCC são compatíveis com um processo degenerativo de natureza não inflamatória.

O objetivo deste trabalho foi o de avaliar características macro e microscópicas do líquido sinovial de cães portadores de ruptura do ligamento cruzado cranial e mostrar as diferenças na sinovia entre o joelho lesado e o normal.

MATERIAL E MÉTODOS

Foram utilizados seis cães, atendidos no Hospital Veterinário da Universidade Federal de Minas Gerais, três machos e três fêmeas, das raças Fila (dois), Doberman (um), Boxer (dois) e Poodle (um) e com idade variando de 3 a 5 anos, com ruptura do ligamento cruzado cranial em uma das articulações fêmoro-tíbio-patelares.

O diagnóstico de ruptura do LCC se deu através de exame clínico ortopédico, com presença do movimento de gaveta positivo. Em seguida, os animais foram colocados em decúbito lateral e a região das articulações fêmoro-tíbio-patelares, em sua face medial, foi devidamente preparada através de tricotomia, desengorduramento com éter etílico e antisepsia com tintura de iodo. Com o joelho fletido em ângulo de 45graus, e utilizando-se uma agulha 8 x 40 acoplada a uma seringa descartável de 3ml, foi feita aspiração do líquido sinovial, na face interna da articulação, inicialmente do lado direito e, posteriormente, do lado esquerdo.

No líquido sinovial foram observados volume, cor, viscosidade, turbidez e coagulação. A viscosidade do líquido sinovial foi pesquisada por inclinação do frasco contendo pequena quantidade do líquido, observando-se o seu deslocamento. O teste de mucina feito consistiu em centrifugar o líquido sinovial, misturar ao sobrenadante água destilada, na proporção de 1:4 e juntar, gota a gota, 0,13ml de solução 7N de ácido acético. Foi considerado normal a presença de grumo acordoado, firme, em líquido claro.

A contagem celular global foi feita por meio de diluição do líquido sinovial. O diluente constou de solução salina a 0,3%, acrescida de cristal violeta na proporção de 100ml em 1 grama e, em seguida, feita a contagem em câmara de Newbauer através de uma mistura contendo 20µl do líquido sinovial em 0,4ml deste diluente.

A contagem diferencial de células foi feita por meio da diferenciação de 100 células em esfregaço puro corado pelo método de May-Grunwald-Giemsa, segundo FERREIRA NETO et al. (1981) e contadas em microscópio de luz transmitida, considerando monócitos, linfócitos, leucócitos e clasmatócitos. Os resultados obtidos foram estudados por análise qualitativa descritiva dos aspectos macro e microscópicos do líquido sinovial, caracterizando, dessa maneira, a sua composição nas articulações fêmoro-tíbio-patelares normal e com ruptura do LCC.

RESULTADOS E DISCUSSÃO

O posicionamento do animal para colheita do líquido sinovial permitiu a artrocentese de uma forma rápida e segura, o que torna possível e prático o exame do líquido sinovial em cães, como auxiliar em processos patológicos da articulação fêmoro-tíbio-patelar.

Conforme citado por DUPUIS & HARARI (1993), todos os animais apresentaram movimento de gaveta positivo no joelho afetado. Os animais utilizados neste experimento foram de diferentes raças, idades, pesos e tamanhos, sugerindo não haver tendência à predileção, o que está de acordo com GRIFFIN & VASSEUR (1992) e SLOCUM & SLOCUM (1993).

Mesmo não sendo possível processar o material em todos os animais, em conseqüência do volume coletado (tabela 1), o resultado do teste de mucina foi normal (tabela 1), tanto na articulação normal, como na articulação lesada. A ausência de alteração neste teste, leva a pensar que esta lesão não altera o nível de polimerização do ácido hialurônico como citado por SMITH (1991).

Nas articulações sem lesão (tabela 2), neste estudo, o líquido sinovial mostrou-se incolor, límpido, com alta viscosidade e coagulação ausente quando em contato com o ar. Estes resultados estão de acordo com os citados por FERNANDEZ et al. (1983), sendo característicos do líquido sinovial normal. A presença de coloração avermelhada, em duas articulações normais e em três articulações lesadas (tabela 2) se deu, provavelmente, pela contaminação de sangue durante a artrocentese, como observado por GRIFFIN e VASSEUR (1992), não estando relacionada com a lesão da articulação. A turbidez variou diretamente com a coloração, estando, portanto, relacionada à presença de sangue no líquido sinovial.

A viscosidade demonstrou ser normal em todas as articulações (tabela 2), exceto onde houve contaminação com sangue, onde apresentou-se reduzida ou muito reduzida (tabela 2). Podese inferir deste fato, que o conteúdo de mucoproteína, citado por BRINKER et al. (1990) como responsável pela viscosidade do líquido sinovial, foi afetado pela diluição da contaminação com sangue.

A contagem global de células das articulações normais mostrou-se dentro dos padrões citados por BRINKER et al. (1990) e JOHNSON & JOHNSON (1993), à exceção do animal de número um (tabela 3) com valor acima do normal. Mesmo que O'CONNOR et al. (1989) não acreditem em mecanismo compensatório com alterações contralaterais por suporte de peso, provavelmente, neste experimento, este fato ocorreu com instalação de um processo inflamatório, associado, ainda, a fatores intrínsecos do animal.

A contagem global de células do líquido sinovial das articulações com ruptura do LCC, mostrou-se com valores superiores aos das articulações contralaterais (tabela 3). Entretanto, estes valores enquadramse dentro das variações consideradas normais por BRINKER et al. (1990) e JOHNSON & JOHNSON (1993), excetuando os animais dois e seis (tabela 3), que apresentaram contagens mais elevadas e que, para BENNETT et al. (1988) e JOHNSON & JOHNSON (1993), estes valores, ligeiramente mais elevados, em casos de ruptura do LCC, podem ser compatíveis com um processo degenerativo de natureza não inflamatória.

Apesar de não ter sido possível realizar a contagem global de leucócitos, nos animais um e seis (tabela 3), a contagem diferencial permitiu observar que nas articulações sem lesão (tabela 3) a porcentagem esteve dentro dos padrões normais citados por BRINKER et al. (1990) e JOHNSON & JOHNSON (1993). A elevação relativa dos neutrófilos do animal dois parece ser reflexo sistêmico, já que isto foi manifestado em ambas articulações.

Nos joelhos lesados, apenas o animal quatro (tabela 3) teve a porcentagem de células diferenciais normal, porém, a pequena variação nos demais pode ser em conseqüência a um processo degenerativo (BENNETT et al., 1988 e HAY et al., 1997) ou secundário à instabilidade articular provocada pela ruptura do LCC. Entretanto, a porcentagem maior de neutrófilos na articulação lesada (figura 1) reflete um possível processo inflamatório por instabilidade articular.


A presença de uma porcentagem maior de linfócitos na maioria dos animais (Figura 1) coincide com os dados encontrados por SMITT (1991) que cita este tipo de célula como o mononuclear mais comum no líquido sinovial. Já, segundo GALLOWAY & LESTER (1995) ocorre em conseqüência à hipertrofia e à hiperplasia da membrana sinovial seguida de ruptura do LCC.

CONCLUSÕES

Nos casos de ruptura do ligamento cruzado cranial, o líquido sinovial da articulação do joelho pode permanecer dentro dos padrões normais que o caracterizam, quanto aos aspectos macroscópicos. A composição celular global e relativa do líquido sinovial da articulação afetada apresenta respectivamente contagem superior e diferente a da articulação normal, embora dentro dos padrões fisiológicos citados na literatura.

  • 1
    Médico Veterinário, Doutor, Professor do Departamento de Veterinária, Universidade Federal de Viçosa (UFV), Campus Universitário, Av. P. H. Rolfs s/n. 36571-000, Viçosa, MG, E-mail:
    andrea@mail.ufv.br. Autor para correspondência.
  • 2 Médico Veterinário. Doutora. Professora da Escola de Veterinária, Universidade Federal de Minas Gerais.

    3 Médico Veterinário, Doutor, Professor do Departamento de Veterinária, UFV.

    4 Médico Veterinário, Mestre.

    Recebido para publicação em 16.05.98. Aprovado em 21.10.98

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    1 Médico Veterinário, Doutor, Professor do Departamento de Veterinária, Universidade Federal de Viçosa (UFV), Campus Universitário, Av. P. H. Rolfs s/n. 36571-000, Viçosa, MG, E-mail: andrea@mail.ufv.br. Autor para correspondência.

    Datas de Publicação

    • Publicação nesta coleção
      18 Dez 2006
    • Data do Fascículo
      Jun 1999

    Histórico

    • Aceito
      21 Out 1998
    • Recebido
      16 Maio 1998
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