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Ciência Rural

Print version ISSN 0103-8478

Cienc. Rural vol.41 no.3 Santa Maria Mar. 2011

https://doi.org/10.1590/S0103-84782011000300013 

ARTIGOS CIENTÍFICOS
FITOTECNIA

 

Carbono e nitrogênio de um Argissolo Vermelho sob floresta, pastagem e mata nativa

 

Carbon and nitrogen of an Alfisol under forest, pasture and native forest

 

 

Clenio Nailto PillonI, 1; Daiane Carvalho dos SantosII; Cláudia Liane Rodrigues de LimaIII; Lidiane Oliveira AntunesIII

IEmbrapa Clima Temperado, Pelotas, RS, Brasil
IIDepartamento de Solos, Universidade Federal de Pelotas (UFPel), 96010-900, Pelotas, RS, Brasil. E-mail: santos.daianec@gmail.com
IIIUFPel, Pelotas, RS, Brasil

 

 


RESUMO

O monitoramento da matéria orgânica do solo (MOS) constitui um indicador da qualidade do sistema de uso adotado. No Sul do Brasil, são escassos os trabalhos que avaliam as alterações no carbono orgânico total (COT), nitrogênio total (NT) e a labilidade da MOS em sistemas de produção florestal. Diante desse contexto, este estudo teve como objetivo avaliar a concentração de COT e de NT no solo e na fração leve e livre (FLL) da MOS de um Argissolo Vermelho distrófico sob eucalipto após 13 e 20 anos de implantação, adotando-se a mata nativa e um sistema com produção de pastagem como áreas de referência. Além disso, foi quantificado o estoque de COT e de NT na serrapilheira e na liteira das áreas florestais. As avaliações foram feitas, aleatoriamente, em três trincheiras por área, nas camadas de 0,00 a 0,05; 0,05 a 0,10; 0,10 a 0,20 e 0,20 a 0,40m. Maiores concentrações de COT, de NT e da FLL foram verificadas na camada superficial, sendo estas favorecidas pela adição de resíduos vegetais e pela minimização das operações de revolvimento do solo.

Palavras-chave: uso do solo, qualidade do solo, eucalipto.


ABSTRACT

The monitoring of soil organic matter content (MOS) has been considered soil quality indicator. Few studies, in Southern Brazil, have evaluated changes in the total organic carbon (COT), total nitrogen (NT) and in the lability of MOS in forestry systems. This study aimed to evaluate the COT, NT and free light fraction of MOS from 0.00 to 0.05, 0.05 to 0.10, 0.10 to 0.20 and 0.20 to 0.40m depths of the Alfisol under eucalyptus, native forest and pasture. In addition, it was quantified the stock of COT and NT in plant residues in forestry areas. The concentration of COT and NT and labile fractions of MOS increased favored by the addition of vegetables residues and by minimizing soil disturbance.

Key words: soil management, soil quality, eucalyptus.


 

 

INTRODUÇÃO

O Brasil possui 42% de sua superfície coberta por florestas nativas densas, 7% por florestas naturais abertas e 17% por outras formas de vegetação (CORREA, 2005). Existem 412 milhões de hectares de florestas com potencial madeireiro, 167 milhões constituem reservas indígenas, parques nacionais e florestas de domínio público. Além da floresta nacional, 4,8 milhões de florestas foram plantadas, 3 milhões com eucalipto e o restante com pinus. As florestas plantadas estão distribuídas, em sua maioria, no Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Minas Gerais e Espírito Santo (RIBASKI, 2008).

Existe interesse cada vez maior na identificação de sistemas de manejo e de uso de pastagens que favoreçam maior manutenção da MOS e redução dos gases do efeito estufa (PINHEIRO et al., 2004). O cultivo comercial de espécies florestais, quando manejadas adequadamente, pode representar uma oportunidade para a redução de emissões de gases do efeito estufa e para o sequestro do CO2 atmosférico. As florestas plantadas no Brasil ocupam aproximadamente cinco milhões de hectares, dos quais aproximadamente 2/3 são plantações de eucaliptos (SILVA et al., 2004).

A expansão do uso das técnicas de cultivo em florestas reflete a atual preocupação do setor na obtenção de produtos florestais com adequada qualidade, produtividade e rentabilidade, sem prejudicar a qualidade física, química e biológica do solo (GONÇALVES, 2000). Nesse sentido, CHAER (2001) constatou índices de qualidade do solo semelhantes para áreas de mata e cultivo de eucalipto.

O monitoramento das alterações da MOS tem sido um indicador dos efeitos do manejo e uso do solo (CONCEIÇÃO et al., 2008). Geralmente, sistemas conservacionistas de uso promovem aumento no carbono do solo e de suas frações, com reflexos positivos sobre os parâmetros biológicos (LIMA et al., 2008).

CONCEIÇÃO et al. (2005) definem que a MOS é um eficiente indicador das qualidades induzidas pelos sistemas de manejo e de uso do solo e, segundo esses autores, o estoque de COT avaliado na camada superficial mostra-se eficiente em discriminar o impacto dos sistemas de manejo sobre a qualidade do solo.

Algumas decisões de atenuação de gases do efeito estufa, principalmente do CO2 para a atmosfera, precisam ser tomadas. Diante desse contexto e com a perspectiva de contribuir para a definição de formas adequadas de uso de solos para a implantação de sistemas florestais, os objetivos deste estudo foram avaliar a concentração de COT e de NT no solo e na FLL da MOS e o estoque de COT e de NT na serrapilheira e na liteira existente acima de um Argissolo Vermelho sob eucalipto após 13 e 20 anos de implantação.

 

MATERIAL E MÉTODOS

O estudo foi realizado em duas áreas de produção florestal de eucalipto pertencentes a CMPC Celulose Rio Grandense, no município de Butiá, RS, com coordenadas 30°06'06" S e 51°52'18" O. O clima da região é classificado, segundo Köppen, como "Cfa", clima subtropical, úmido e sem estiagem. A temperatura do mês mais quente é superior a 22°C e a do mês menos quente fica entre 3°C a 18°C (KÖPPEN-GEIGER, 2010). O solo classifica-se como Argissolo Vermelho distrófico latossólico Tb A moderado, textura média/argilosa com cascalhos, relevo suave ondulado e ondulado (EMBRAPA, 2006).

As áreas amostradas compreendem o cultivo comercial de Eucalyptus saligna, implantado há 13 anos (E1) em um talhão de 17,71 hectares, cujo solo foi preparado com escarificador e grade pesada, sendo o primeiro corte efetuado aos 8,5 anos de idade e o segundo plantio, efetuado nas entre-linhas, a 4,5 anos e o cultivo de Eucalyptus saligna implantado há 20 anos (E2) com manejo similar à área anterior, porém sem histórico de corte. Como áreas de referência, utilizou-se uma mata nativa que representa o remanescente de vegetação nativa da região composta por diversas espécies arbóreas e arbustivas com altura de aproximadamente 4m e um sistema de produção pastagem de braquiária brizanta (Brachiaria brizantha) consorciada a pensacola (Paspalum lourai) e trevo (Trifolium sp.) (PAST), implantada há aproximadamente cinco anos em uma área de 1200 hectares e (iv) mata nativa (MN).

Em cada área, foram amostradas três trincheiras de forma aleatória, distanciadas em aproximadamente 5m, nas camadas de 0,00 a 0,05; 0,05 a 0,10; 0,10 a 0,20 e 0,20 a 0,40m. Foram coletadas amostras com e sem estrutura original para a quantificação da densidade do solo e de COT e NT, respectivamente. Os dados de densidade do solo disponíveis em SUZUKI (2008) foram utilizados para cálculo do estoque de COT e de NT.

O solo foi peneirado e na fração menor e igual a 2mm foi avaliado o COT e o NT. Para estimar o COT e NT do resíduo vegetal em decomposição acima do solo, coletaram-se seis amostras de serrapilheira e de liteira em cada uma das áreas (E1 e E2), utilizando-se uma moldura de ferro de 0,50m x 0,50m. Foram acondicionados, em sacos de papel, 100 gramas do material vegetal, sendo esse material seco em estufa a 65°C até obtenção de peso constante e, posteriormente, moído em moinho do tipo Wiley.

A separação da fração leve livre (FLL) da MOS foi efetuada segundo GOLCHIN et al. (1994), utilizando-se NaI a 1,8 Mg m-3.

O COT e o NT do solo da FLL e dos resíduos vegetais em decomposição (serrapilheira e liteira) foram quantificados por oxidação via seca em um Analisador Elementar modelo Flash EA 1112 Thermo Electron, sendo os resultados de COT, NT e FLL expressos pela relação massa volume por meio da correção da densidade do solo.

Para avaliar os resultados obtidos em cada camada de solo, foi efetuada a análise de variância e o teste t, considerando a diferença mínima significativa a 5% de probabilidade.

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Carbono orgânico e nitrogênio total

Com exceção da camada de 0,10 a 0,40m, de forma geral, a concentração de COT e de NT foi influenciada pelo sistema de uso de solo. Concentrações mais elevadas de COT e de NT foram observadas na camada de 0,00 a 0,05m, decrescendo com o aumento da profundidade (Figura 1A). Concentrações mais elevadas de MOS em camadas superficiais estão relacionadas ao processo de adição de resíduos vegetais pela parte aérea das culturas (BURLE et al., 1997; BAYER et al., 2000).

 


 

Não foram verificadas diferenças na concentração de COT na camada superficial (0,00 a 0,05m). De forma similar a esses resultados, GUO e GIFFORD (2002) não verificaram diferenças nos estoques de COT do solo quando a mata nativa foi substituída por eucalipto. Mesma tendência foi verificada por MENDHAM et al. (2004), quando compararam plantações de eucalipto com pastagem.

Na camada de 0,00 a 0,05m e para a concentração acumulada na camada de 0,00 a 0,20m, observaram-se diferenças significativas para a concentração de NT, sendo estas mais elevadas na MATA (Figura 1B e Tabela 1). A menor concentração de NT nos sistemas E2 e PAST na camada de 0,00 a 0,05m, possivelmente está relacionada ao aporte de resíduos vegetais com elevada relação C/N pela parte aérea das plantas de eucalipto do E2.

Concentração mais elevada de COT e de NT na PAST, observada na camada de 0,05 a 0,10m em relação aos sistemas E1 e E2, provavelmente esteja relacionada à contribuição do sistema radicular das gramíneas presentes no sistema em subsuperfície e à redistribuição da MOS das camadas superficiais para camadas mais profundas quando da implantação da pastagem cultivada. CORAZZA et al. (1999) observaram que após 18 anos do estabelecimento de uma pastagem de Brachiaria decunbens, houve um aumento no conteúdo de C na camada de 0,20 a 1,00m de um solo originalmente mantido sob vegetação de cerrado nativo.

Para camadas subsuperfíciais, NEVES et al. (2004) observaram teores de COT em pastagens iguais à mata natural, devido à alta densidade do sistema radicular das gramíneas.

Fração leve livre da matéria orgânica

Para a FLL, não foram observadas diferenças estatísticas na camada superficial para concentração de COT e de NT (Figura 1C e 1D). Concentrações absolutas mais elevadas de COT e de NT na FLL da MOS foram verificadas na MATA. Em camadas superficiais, esses incrementos estão diretamente relacionados ao processo de adição de resíduos vegetais pela parte aérea e pelo sistema radicular das culturas na superfície do solo (BURLE et al., 1997; BAYER et al., 2000). Segundo BIEDERBECK et al. (1994), os principais efeitos do uso do solo são verificados inicialmente na camada superficial. PINHEIRO et al. (2004) verificaram os maiores valores para a FLL na camada 0,00 a 0,05m.

A concentração de COT na FLL da MOS foi influenciada pelo sistema de uso na camada de 0,05 a 0,10m (Figura 1C). Tal fato reforça a contribuição do sistema radicular das espécies gramíneas nesses sistemas em subsuperfície e ou redistribuição da MOS das camadas superficiais para camadas mais profundas.

Maiores valores de COT na fração leve pode promover melhorias em atributos químicos, físicos e biológicos. Com relação a atributos físicos do solo, CONCEIÇÃO (2006) observou uma correlação direta e positiva entre o teor de COT na fração leve oclusa (FLO) e o diâmetro médio ponderado úmido (DMPu) de agregados na camada 0,00 a 0,05m de um Argissolo sob sistemas de uso e preparo de solo.

Similarmente aos resultados apresentados, BAYER et al. (2004) e LIMA et al. (2008) encontraram maiores valores de COT e de NT na fração lábil da MOS em superfície (0,00 a 0,05m).

A relação C/N na camada de 0,00 a 0,40m variou de 13,82 a 15,83 para a MATA e PAST, respectivamente (Tabela 1). Possivelmente, a presença de espécies leguminosas em consórcio à braquiária no sistema PAST esteja contribuindo para a obtenção de valores similares de C/N em relação à MATA.

REZENDE et al. (2007), em estudo comparativo de eucalipto, pastagem e mata nativa em um Latossolo, encontraram maior relação C/N na FLL sob cultivo de eucalipto, na camada superior (0,00 a 0,10m), em relação aos outros sistemas, fato atribuído a um menor estágio de decomposição dos resíduos nesse sistema.

C e N da serrapinheira e liteira

Os valores de ciclagem de C e de N nas frações serrapilheira e liteira e relação C/N podem ser observados na tabela 2. Maiores valores para COT e NT foram observados no sistema E2. Valores mais elevados para a relação C/N foram observados nos resíduos vegetais da serrapilheira, comparativamente à liteira para ambas as áreas florestais (E1 e E2) (Tabela 2). Valores superiores para a relação C/N na serrapilheira, comparativamente à liteira, possivelmente estejam relacionados à maior proporção relativa de material lenhoso (especialmente em partes de ramos), à maior concentração de compostos fenólicos e celulose, notadamente com menores quantidades de N, e ao estágio inicial de decomposição dos resíduos. Na liteira, a oxidação de compostos orgânicos pelos microorganismos e os subprodutos da decomposição microbiana contribuem para a redução da relação C/N.

Em um florestamento de eucalipto, GARAY et al. (2003) obtiveram valores de relação C/N para folhas, fragmentos e fração fina equivalentes a 56, 48 e 30, respectivamente. Valores maiores de relação C/N favorecem o acúmulo de resíduos vegetais em superfície, geralmente pela baixa oferta de N no sistema, fato que reduz a taxa de mineralização dos resíduos e, consequentemente, a ciclagem de nutrientes (HOPPE et al., 2006). Em plantios comerciais de eucalipto, uma elevada adição de resíduos nem sempre pode estar diretamente relacionada à incorporação a curto prazo do C na MOS, pois a presença de altas concentrações de hemicelulose e lignina e outros polifenóis, especialmente em plantas mais antigas, podem inibir a ação microbiana, retardando o processo de decomposição dos resíduos vegetais, fato que, por outro lado, favorece a manutenção de uma cobertura vegetal constante e elevada sobre o solo (SIQUEIRA et al.,1991; SILVA et al., 2004; RANGEL, 2006).

COSTA et al. (2000) afirmam que, em um Latossolo Amarelo, sob floresta nativa, houve balanço positivo entre a retirada de C pela fotossíntese e a sua liberação pelo processo de respiração. Acredita-se que a quantificação do COT e de NT no solo e nas frações lábeis da MOS, assim como nos resíduos vegetais existentes acima do solo, pode contribuir de forma decisiva na escolha futura de um sistema mais adequado de manejo de florestas.

De forma geral, o cultivo de eucalipto promoveu o aumento das concentrações de COT, NT e das frações físicas da MOS em Argissolo Vermelho, corroborando resultados apresentados em SANTOS et al. (2009).

 

CONCLUSÃO

Em relação ao solo sob mata e pastagem, a adição constante de resíduos vegetais e a minimização das operações de revolvimento do solo nos sistemas de produção de eucalipto comercial e de pastagem permitem a manutenção da concentração de carbono orgânico total e de nitrogênio total no solo e na fração leve livre da matéria orgânica.

 

AGRADECIMENTOS

Agradecemos ao pesquisador da CMPC Celulose Riograndense, Elias Frank Araujo, por colaborar na escolha das áreas experimentais e aos técnicos, estagiários e bolsistas do Centro de Pesquisa Agropecuária de Clima Temperado (CPACT) pelas amostragens de campo e avaliações laboratoriais.

 

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Recebido para publicação 15.04.09
Aprovado em 06.01.11
Devolvido pelo autor 03.02.11
CR-1901

 

 

1 Autor para correspondência.

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